Os infiltrados na Tribuna da Internet pelo “Gabinete do Ódio” ficaram revoltados

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Charge do Nielsen (Arquivo Google)

Carlos Newton

Eles odeiam ser chamados de robôs porque são pessoas físicas, alguns com boa capacidade intelectual e outros apenas com aptidão suficiente para repetir as instruções do “Gabinete do Ódio”, comandado nacionalmente por Carlos Bolsonaro, com apoio de um grupo de assessores presidenciais, alguns inclusive lotados no próprio Palácio do Planalto.

Carluxo comanda o circo numa sala no terceiro andar, colada ao gabinete presidencial e ocupada oficialmente pelo assessor internacional Filipe Martins, que é amigo dos filhos de Bolsonaro.

Portanto, quando o general Braga Netto veio a público dizer que Carluxo não tem sala no Planalto, estava dizendo rigorosamente a verdade. O filho Zero Dois realmente oficialmente não tem sala no palácio, mas trabalha lá de maneira informal.

DENTRO DO PLANALTO – É da sala no terceiro andar que Carluxo dirige o chamado “Gabinete do Ódio”, que não tem sede e opera de forma virtual, com uso de assessores palacianos ou contratados pelos gabinetes de Flávio e Eduardo Bolsonaro no Congresso.

Os integrantes do primeiro escalão municiam com informações e “fake news” os responsáveis por acionar os robôs cibernéticos que atuam pró-Bolsonaro desde quando ele se lançou candidato, em 2017, mesmo sem ter legenda garantida.

O mesmo material é encaminhado aos falsos comentaristas (profissionais ou amadores) que se infiltram em  blogs, sites e portais, para defender o presidente e atacar os adversários, como ocorre aqui na Tribuna. Esses profissionais também estão bem colocados  no serviço público ou na iniciativa privada, abrigados por empresários que apoiam o governo.

INFILTRADOS NA TRIBUNA – Neste domingo, escrevemos sobre o assunto e citamos apenas quatro integrantes do “Gabinete do Ódio” (Policarpo, Piadinha, Moyses Abrahão e Al), mas nenhum deles assume a carapuça e continuam se comportando como robôs intelectuais.

De manhã cedo, logo apareceu um defensor deles, que adota pseudônimo de Eliel. Foi hilário, porque esse “comentarista” não sabia que também tinha sido identificado como robô humano, a serviço da equipe de Carluxo.

Na verdade, identificamos um número enorme de comentaristas serviçais, não somente bolsonaristas, mas também petistas,  tucanos, olavistas e muitos deles são tão hábeis que nem dá para identificar os objetivos deles. Parece que. por enquanto, estão apenas marcando território, pois agem de forma independente, como se fossem comentaristas normais da TI, mas sabemos que estão infiltrados.

FIQUEM TRANQUILOS – Deu para notar que alguns temem perder os postos de trabalho (vamos considerar assim). Mas podem ficar tranquilos. Está difícil conseguir emprego e não queremos prejudicar quem tenta sobreviver prestando esse tipo de serviço.

Por isso, ninguém está proibido de frequentar o blog. Para trafegar aqui, basta que o façam com educação e cortesia, sem palavrões, palavras chulas e ofensas. Apenas isso.

Aliás, a grande marca desses comentaristas profissionais é o ódio que contamina seus textos. Atuam como se os adversários políticos não tivessem o direito de existir.  E isso não é democracia. Aqui na TI eles não vão se criar.

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P.S. – Outra característica é que eles odeiam quando são chamados de robôs. O comentarista gaúcho Francisco Bendl percebeu esse ponto fraco e tem levado esse pessoal à loucura. (C.N.)

2 thoughts on “Os infiltrados na Tribuna da Internet pelo “Gabinete do Ódio” ficaram revoltados

  1. Alegro-me com o retorno da TI, fora do ar há algumas horas!

    Sai e PT e entra Bolsonaro, pobre de quem os criticá-los.
    E como adoram vociferar que vivemos em democracia, cínicos e hipócritas!

    Segue em frente, Newton, a verdade está contigo nesse blog incomparável!

    Abração.
    Te cuida, meu!

  2. Há, entretanto, uma diferença. O robot eletromecânico é movido por energia elétrica ou fossil. O robot humano é movido por uma pseudo energia chamada dinheiro que corrompe e dilacera tudo, inclusive a alma.

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