Os parlamentares perderam o respeito ao povo que dizem representar

Francisco Bendl

Em algum lugar do passado os parlamentares perderam o respeito para com a população e, o mais grave: o medo de qualquer reação popular! Acredito que tenha sido depois da retomada da democracia que a política tratou de ir em busca de compensação pelas cassações, perseguições, fechamento do Congresso, e dizer ao povo quem era que de fato mandava no Brasil.

De lá para cá, vivemos sob a égide da impunidade, dos escândalos, da desfaçatez, da corrupção desmedida, que atribuem aos parlamentares brasileiros a condição de casta, de uma classe inatingível pelas leis, que elabora seus próprios métodos de enriquecimento mediante extorsão do erário através das despesas de viagens que não suportariam meia hora de auditoria, acordos extra-parlamentares, comissões, licitações forjadas, enfim, o Congresso brasileiro se transformou no antro do mal, no templo da vergonha, na basílica da imoralidade, na catedral da desonra, no monastério onde se formam sacerdotes sem ética, honra e decência.

Não creio que haja no mundo um parlamento tão prejudicial à imagem de uma nação quanto o nosso, tão inútil, incompetente, incapaz e desonesto na sua raiz, nas suas entranhas, no âmago da sua construção.

CASTA PODEROSA

Eu os classifico como párias muito bem remunerados, daí eu os denominar de casta, abastada, poderosa, que trafica impunemente a influência, que explicita seu fisiologismo, que escancara seus roubos através de notas fiscais de despesas pessoais falsas, que se revelam como o grupelho TRAIDOR da Pátria, indivíduos abjetos e destituídos de dignidade, probidade e caráter.

E não me venham dizer mediante sofismas que eles são o retrato da sociedade, ledo engano. Com as exceções de praxe, eles representam a ganância, o egoísmo, a formação de uma quadrilha de 81 senadores e 513 deputados federais cujo objetivo primordial é locupletaram-se pessoalmente e a seus familiares, parentes e apaniguados.

O senador Collor, o pior e mais cruel presidente da nossa História, um insano e vaidoso indivíduo que odiava o povo e o Brasil, que adorava cultos satânicos, mediante declarações de sua ex-mulher, comprova o festival de gastos irresponsáveis que o Congresso autoriza às nossas custas, uma população analfabeta funcionalmente, que não se dá conta dos prejuízos que sofre diariamente com o dinheiro arrecadado dos impostos escorchantes de seus bolsos e que abarrota as burras de nossos parlamentares, que não precisam “trabalhar” em nosso favor em consequência.

COLLOR, O GASTADOR

Collor gastou este ano de 2013, até julho, a quantia fabulosa de, a título de despesas pessoais, afora o excelente salário como senador, R$ 216.329,88, em média, a cada mês, R$ 30.904,27.

Considerando que Suas Excelências, os outros senadoras e senadores, gastem o mesmo, apenas o Senado extirpa dos cofres públicos a quantia astronômica anual de quase R$ 31 milhões para pagar gastos pessoais.

Levando em conta o preço de uma casa popular, na ordem de dez mil reais, os senadores gastam em jantares, passeios, aluguel de carros de luxo, passagens de avião, em prazeres e satisfações particulares, repito, sem contar os proventos oficiais, o equivalente a TRÊS MIL CASAS POPULARES. Isso, sem contar os gastos da Câmara Federal e seus 513 integrantes. Certamente a palavra ÉTICA não poderia mesmo figurar no dicionário dos parlamentares brasileiros. Pena que tenha sido reincluída no Código de Conduta do Senado.

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20 thoughts on “Os parlamentares perderam o respeito ao povo que dizem representar

  1. Se o brasileiro usasse da sua cidadania era só aprender a não reeleger ninguém que estivesse postulando segundo mandato.Com umas duas experiências a canalhada iria aprender e tomar jeito.

  2. Expressões definitivas em se tratando de política, sempre tiveram como depositário o esquecimento popular e ausência nos anais da História.
    Em princípio, o clichê desgastado que a corrupção aportou junto com o nosso descobridor oficial é frase feita, sem originalidade, pois o Poder Legislativo brasileiro teve o seu início em 1.891, portanto, TREZENTOS E NOVENTA E UM ANOS DEPOIS do nosso Cabral ter dado com seus costados nesta terra.
    Com exceção de Brizola, que conviveu intensamente na política antes e depois do regime militar, não surgiu até hoje nenhum líder forjado absolutamente pelo seu trabalho em prol desta nação, a não ser construídos de barro, que ao leve toque se quebraram após terem se mostrado frágeis na sua falsa elaboração. Sim, reporto-me a Lula, Collor, FHC, que chegaram a ter em suas mãos a esperança do povo para um Brasil melhor, e frustraram esta nação de modo indiscutível;
    Generalizar sobre um Congresso que, antes e depois do regime militar, sempre foi corrupto, trata-se de uma acusação injusta, e pelo simples fato de surgir NO PASSADO e entre os parlamentares grandes nomes que enriqueceram a História deste País, situação que não constatamos há décadas após a redemocratização brasileira;
    Desta forma, houve, insofismavelmente, um início à corrupção disseminada, não que não houvesse antes, pois pessoas vaidosas, sem caráter, frequentaram o parlamento brasileiro desde à sua fundação, menos com ela instituída nesta intensidade atual, onde não há partido e parlamentar que não estejam envolvidos em maracutaia, falcatruas, e métodos por eles considerados “legais”, que simplesmente são imorais e antiéticos perante à população, exemplificando com os aumentos de salários através de várias funções e desobediência flagrante ao teto salarial existente e jamais cumprido, que eu já registrei em passado recente neste Blog incomparável.
    Que o artigo em tela seja criticado, pois este espaço é exatamente para tal fim, mas que se apresentem razões e comprovações com relação a se afirmar o contrário, sob pena de comentário totalmente inócuo e inútil.

  3. Não acredito mais em mudanças, pelos seguintes motivos: 1. O Planeta tem dono; 2. Seremos governados por banqueiros e multinacionais, não haverá mais opção de consumo, a não ser das empresas deles; 3. O Brasil não é soberano; 4. Nossos governantes são submissos. Então, que fazer? Onde estão os patriotas?

  4. Darcy

    Muito bem posicionado!

    Só acho que melhorou depois que a Internet passou a ser um meio de troca de informações de massa e não de uma minoria controladora da informação.

    Agora, O Globo, Veja e outros meios de comunicação não são mais as verdades que o povo deseja. Assim, o General da Comunicação, teve reduzido e muito, seu poder de manipulação.

  5. Independente da tua aversão ao que escrevo, Darcy, ao te referires como “idiotices” meus comentários, que o Newton os transforma eventualmente em artigos não ofendes a mim e, sim, o mediador deste espaço democrático, que decidiu que este era um texto que merecia ser levado à discussão.
    Por outro lado, fugiste do assunto, haja vista estarmos tratando da questão brasileira, da corrupção desmedida em nosso País, e retornaste com impérios e monarquias mundo afora.
    Quanto à corrupção, especificamente, vale ressaltar o seguinte:
    A corrupção política é o uso das competências legisladas por funcionários do governo para fins privados ilegítimos. Desvio de poder do governo para outros fins, como a repressão de opositores políticos (mensalão). Nem são atos ilegais por pessoas ou empresas não envolvidas diretamente com o governo. Um ato ilegal por um funcionário público constitui corrupção política somente se o ato está diretamente relacionado às suas funções oficiais.
    Ensina Calil Simão que a corrupção política corresponde:

    “ao uso do poder público para proveito, promoção ou prestígio particular, ou em benefício de um grupo ou classe, de forma que constitua violação da lei ou de padrões de elevada conduta moral”.

    Corrupção, o ato ou efeito de se corromper, oferecer algo para obter vantagem em negociata onde favorece uma pessoa e prejudica outra. Tirar vantagem do poder atribuido.
    Corrupção vem do latim corruptus, que significa “quebrado em pedaços”. O verbo corromper significa “tornar se podre”. Segundo juristas, é pressuposto necessário para a instalação da corrupção a ausência de interesse ou compromisso com o bem comum:

    “A corrupção social ou estatal é caracterizada pela incapacidade moral dos cidadãos de assumir compromissos voltados ao bem comum. Vale dizer, os cidadãos mostram-se incapazes de fazer coisas que não lhes traga uma gratificação pessoal.”

    Ora, somente em governos considerados democráticos que atos ilícitos podem ser taxados de CORRUPÇÃO, consubstanciados pelo Poder Legislativo como representante legal do povo que escolheu através de eleições quem ele queria que o representasse.
    Portanto, o bem comum é ofendido quando esses Três Poderes, que constituem um Estado, são usados para vantagens pessoais, sendo, incontestavelmente, o Legislativo, que representa o povo, aquele que mais o agride através de meios ilícitos na obtenção de vantagens ou regalias, razão pela qual em quaisquer instâncias políticas reside neste Poder a origem e divulgação da CORRUPÇÃO em seus níveis mais intensos e danosos ao País e à população.
    Sobre as “idiotices” que escrevo, surpreende-me perderes o teu tempo com elas ao comentá-las sempre que assino qualquer texto por mais simples que seja.
    De acordo coma tua ótica, eles deveriam passar em branco por ti, e não te debruçares em emitires as tuas opiniões referentes às mensagens que desejo transmitir aos frequentadores deste Blog incomparável, contraditoriamente.

  6. Francisco Bendl, você retratou muito bem o que é atualmente a política e os políticos
    brasileiros. Não há como mudar essa situação a curto e médio prazo, a longo prazo: só consultando bola de cristal. Todos neste blog, principalmente o Hélio Fernandes, dão idéias muito boas para solucionar a corrupção que assola o país e melhorar a vida do cidadão, mas com os políticos que estão no poder e os que estão se apresentando para dirigir o país, torna-se inviável qualquer mudança profunda.
    Será que só uma ditadura nacionalista da linha maoista, para
    passar o país a limpo? Espero que não.

  7. Esta foi uma das melhores crônicas que já li neste valoroso jornal à respeito do podre Congresso Nacional brasileiro. Simplesmente formidável e absolutamente condizente com a realidade. Está de parabéns o cronista Francisco Bendl e o glorioso jornal “A TRIBUNA DA IMPRENSA”.

  8. Caro Nélio Jacob,
    E quem seria o nosso “ditador”?
    E como ele conseguiria chegar a esta condição?
    Seria pacífica ou combatida esta escalada ao poder totalitário?
    Olha, meu caro, não seria a solução adequada.
    A meu ver – e já chegamos a esta conclusão inúmeras vezes -, enquanto o nosso povo não for alvo de governos que venham decididos a oferecer um ENSINO DE QUALIDADE, continuaremos a sofrer as consequências de pessoas eleitas mediante promessas de campanhas qu o povo enebriado pelas palavras que ouve, acredita e nelas vota.
    O mais grave:
    Quando não se dá conta do quanto é explorado e usado como massa de manobra para intenções e interesses de grupelhos encastelados no poder e dele usufruírem vantagens e benefícios permanentemente!
    Sim, Nélio, meu prezado, o nosso problema e solução passa irremediavelmente pela EDUCAÇÃO!
    Até lá, até conquistarmos a nossa legítima independência dos grilhões que nos prendem a governos corruptos e ideologias retrógradas, padeceremos diante de um Congresso que representa somente a si mesmo, e não as aspirações do povo que elegeu seus membros e muito menos as necessidades de um País absolutamente carente de gestões patriotas, de brasileiros interessados em nosso desenvolvimento social e econômico, em detrimento das atenções sempre preferenciais às elites que tão bem conhecemos e combatemos.
    Neste aspecto, os governos civís que tivemos após o regime militar, jamais atuaram em favor desta nação e de seus filhos, mas coligados e dependentes de circunstâncias elaboradas por conveniências elaboradas por aqueles que sempre nos exploraram, que sugam este Brasil, que não se preocupam com seu povo, pois foram COMPRADOS e derrotados pelo Poder, pelo deslumbramento, pela vaidade, e levados de roldão pela ganância e fragilidade de suas personalidades e caráter.
    Sarney foi deprimente em seu governo;
    Collor, abjeto, insano, cruel, aquele que cuspiu nos direitos civis e na Constituição;
    FHC, sucumbiu a si próprio, julgou-se rei, e quis se perpetuar no poder, que o enebriava;
    Lula, incompetente, deixou-se levar pelas más companhias, que o usaram despudoradamente para dominarem este Brasil. Adorava ser bajulado, e sentia-se um fenômeno mundial de comunicação, demonstrando que podia falar de qualquer tema, mas que não tinha conhecimento de nenhum dos acontecimentos ao seu redor.
    Outro que se deixou conduzir pelo poder, que o embebedou a tal ponto que continuou proferindo seus disparates até hoje;
    Dilma, que não consegue administrar o País. Pressionada de um lado para alterar a politica petista que não nos levou ao desenvolvimento, tem a obrigação de seguir a linha do partido que a conduziu ao poder, além de obrigações que deve ao ex-presidente Lula que insistiu na sua candidatura.
    Nem uma coisa nem outra. A presidente ainda não conseguiu imprimir a sua marca pessoal no governo, acumulando o julgamento do mensalão durante o seu mandato, a crise na Petrobrás, a inflação ameaçadora, estagnação econômica, alta do dólar e, Lula, querendo voltar a ser presidente do Brasil e puxando-lhe o tapete descaradamente.
    Repito:
    A cadeira de presidente desta nação está vaga para quem estiver de fora deste núcleo pernicioso que nos comanda há vinte anos, PSDB e PT, bastando que não esteja ligado direta ou indiretamente a essas duas agremiações que estão liquidando conosco.
    Assim, as marinas, eduardos, aécios e conhecidos candidatos não conseguirão êxito em suas jornadas, inclusive Dilma e Lula, tanto se enfrentando quanto se separando de seus partidos atuais.
    Um abraço, Nélio.

  9. Prezado Euclides Silva Filho,
    Não sou cronista da Tribuna como me classificaste de forma gentil.
    Sou um frequentador assíduo deste espaço democrático, que te recebe de braços abertos. No entanto, tenho um compromisso comigo mesmo: escrever o que sinto.
    Posso estar errado, confuso, enganado, mas serei eu sempre, com meus defeitos, limites, conhecimentos e experiências.
    Obrigado pelas tuas palavras de incentivo, pois me animam a continuar registrando meus textos que são entendidos na forma que desejo, de isenção e imparcialidade política, haja vista eu não ter pertencido a qualquer partido durante toda a minha vida de mais de seis décadas, que me possibilita este tempo escrever sobre política à minha maneira e entendimento.
    Um abraço, Euclides, e, por favor, tu estás em casa!

  10. Ao Sr.Darcy,em partes concordo com suas observações,seja que tipo de governo for direita,esquerda
    a lei Gerson,cresceu geometricamente nos últimos tempos.Executivo,Legislativo,Judiciário não estão imune.Em tempo a sociedade em geral.
    Ao Bendl,esqueceu de dizer,que o “POVO”,também não se respeita,talvez por falta de formação.

    Por falar em repeito,peço-lhe a gentileza SR.DARCY,não fazer chacota com o POVO Gaúcho,assim como
    os Cariocas,temos algo em comum,somos acolhedor.
    Faça as observações sem adjetivações desnecessárias.Não CABE aos dois INTELECTUAIS. Quem perde,é nós do BLOG.Com todo respeito,aceite as nossas observações…
    A todos do Blog,Feliz dia dos Pais,por que não, dos Avós !!!!

  11. O melhor comentário, na minha opinião é o do sr. Jair – SP. Os piores, também na minha opinião – desculpe mas não pude segurar – são os do sr. Francisco Bendl. Torço para que ele se matricule num curso de síntese e, principalmente, de pontuação. Fico sem ar ao ler alguns de seus textos. Sr. Francisco: sugiro que o senhor se utilize mais dos pontos continuativos e das vírgulas. Por favor não fique irado. Afinal, são só críticas construtivas

  12. Caro conterrâneo Luiz Fernando Souza,
    Não me gasta pólvora em ximango, chê.
    Observa, com a isenção adequada – eu te peço esta gentileza -, a forma como este indivíduo que se chama Darcy, reporta-se a mim. Verifica, ao mesmo tempo, como foram as minhas respostas, e constata se usei de palavras que o ofendessem pessoalmente, ao contrário quando se dirige a mim.
    Não vou aceitar a provocação de devolver o mesmo palavreado que ele espera e gosta de ler, mas confessou ter sido casado com uma conterrânea nossa, portanto, trata-se de um homem, a essas alturas infeliz pelo abandono que sofreu da gaúcha que não suportou dividir a sua vida com este sujeito.
    Por outro lado, reitero que a causa principal de a gaúcha ter dado no pé, certamente foi a covardia do Darcy, aquele cara que dá o tapa e esconde a mão, haja vista o medo de se borrar perna abaixo em se identificar neste espaço democrático.
    Trata-se de uma figura folclórica, o tal de Darcy, que deu com os burros n’água ao se casar com uma gaúcha, mulher que levou consigo ao ter nascida no Rio Grande do Sul, um Estado com História de lutas, combates, valentias, coragem, destemor, enfrentamentos com exércitos muito mais poderosos, e exemplos de homens verdadeiros. Ao casar-se com o Darcy, percebeu que ele encarnava a antítese da sua tradição, uma espécie de Calabar da dignidade e da honra!
    Bem fez ela que o abandonou.

  13. Bruno,
    Em princípio, não estamos em uma competição para premiar o melhor comentário e repudiar o pior.
    A questão seria debater o texto que o Newton transformou em artigo, que agradeço pela honra que me concedeu.
    Vou considerar as tuas sugestões quanto à síntese que sugeres, incluindo a pontuação.
    Por outro lado, cada frequentador deste Blog incomparável tem um estilo de escrever, e não me lembro de alguém ser criticado por isto, mas agradeço a intervenção.
    Mesmo assim, lê, Bruno, Ulisses, de James Joyce, quando este célebre escritor irlandês nos mostra o ápice da técnica de escrever no belíssimo monólogo interior de Molly Bloom que, ao acordar, despeja uma torrente de palavras sem qualquer pontuação, encerrando este livro considerado pela crítica internacional como, “Um romance para acabar com todos os romances”.
    Lamentavelmente, tu não irias catalogar Ulisses como obra prima, diante desta forma que o seu autor encontrou de se comunicar e passar a emoção ao leitor do que desejava.
    Enfim, gostos pessoais.

  14. Darcy perde totalmente a sua razão ao usar de xingamentos, bem como de palavras e de expressões grosseiras, de forma até mesmo recorrente, em seus diversos comentários.

    Revela assim o seu atraso moral, por não conseguir debater importante assunto usando do essencial e indispensável respeito a irmãos seus – também cidadãos brasileiros – que pensam de forma diferente dele.

  15. Francisco Bendl, concordo em tudo que você disse. Quem e quando vão dar educação de
    qualidade ao povo e defender os interesses nacionais? Considerando-se a pouca estatura dos
    nossos políticos e as pressões internacionais, principalmente o EUA, que interfere em nossa economia e até nas eleições. É comum o candidato antes de ser eleito, ir ao EUA pedir a benção.
    Depois de muitas dezenas de anos, vendo o país indo de mau a pior, a desilusão aflora.
    saudações.

  16. O que me estranha e capacidade do ser humano ser tao maquiavelico, uns escrevem porque gostam outros escrvem por sentirem prazer em menosprezar o direito do doutro, O meu direito começa a onde termina o seu!!
    Menos maldades na sua palavras Senhor Darci , a picuinha antiga nao os leva a nada!!

  17. Prezado Isac Mariano,
    Meus respeitos e agradecimento pelas observações que fazes acima, necessárias para que determinem reflexões sobre o modo de se dirigir às pessoas que escrevem para este espaço democrático.
    Jamais as ofensas e agressões serviram de exemplo à compreensão e entendimento entre pensamentos opostos, mas contribuem decisivamente à má educação e comportamentos condenáveis, que devem ser repudiados por aqueles que almejam debater as idéias, encontrar soluções para o País, ratificar ou retificar seus conceitos.
    Pontual e pertinente a tua participação, Isac, que a reverencio amplamente.

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