Os técnicos brasileiros têm dependência de centroavantes fortes

Tostão (O Tempo)

Com a ausência de Jô no ataque do Atlético, prefiro Guilherme de centroavante e Danilinho ou Neto Berola pela direita. Os técnicos de todo o Brasil têm uma enorme dependência de típicos centroavantes fortes e bons finalizadores. Guilherme, pela direita, fica fora de lugar. Mais importante que as características de um centroavante, é a qualidade técnica. Guilherme finaliza bem e facilita para os companheiros.

Hoje, mesmo fora de casa e contra o Flamengo, em jogo adiado do primeiro turno, o Atlético tem de jogar para vencer, como se estivesse no Independência, com os habituais cuidados defensivos. O time tem de ter a ambição de ser campeão, e não apenas de se classificar para a Copa Libertadores. Empate é mau resultado para o Galo.

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