Impopularidade eterna

Kleber Leite e Plínio Serpa Pinto (que já foi nome de navio famoso) deixaram cargos de direção no Flamengo, o time começou a ganhar. Corre um “bolão” na sede para saber: qual dos dois é mais impopular? Dizem que, entre Kleber e Serpa Pinto, impopulares mesmo são Marcio Braga e Dumbroski. Bestial, pá.

Fluminense não tem São Judas Tadeu

O Flamengo, qualquer que seja o dissabor, apela para o santo favorito. Muitas vezes, quase sempre, dá certo. Como não tem santo, o tricolor quer fazer uma passeata. Mas os torcedores colocam a exigência em letras maiúsculas: “Sem Parreira, Renato gaúcho ou plano de saúde”. Perfeito.

Andrade efetivado como treinador do Flamengo, jogadores, torcedores e “candidatos” gostaram

Numa reunião que começou hoje às 8 da manhã, satisfação geral. Andrade, um dos ídolos eternos do clube, foi garantido (?) como treinador. Ficaram com medo da reação contrária dos jogadores.

Amanhã, domingo, no Maracanã, o time enfrenta o Náutico, e se vencer, poderá estar no G-4, dependendo de outros resultados.

A decisão não causou constrangimento aos dirigentes (Deus me perdoe de chamá-los assim), mas foi um fato eleitoreiro, a eleição para presidente será em 7 de dezembro, e os 10 candidatos, todos contentes e sem restrições. Falta revelar, publicamente, o salário do treinador Andrade. (Exclusiva)

A Venezuela agride oficialmente a Liberdade de Imprensa, desconhece a Primeira Emenda

Da France Presse,  para o Estado de S. Paulo:
“A Promotoria da Venezuela apresentou ontem na Assembléia Nacional um projeto de lei que prevê pena de até 4 anos de prisão para funcionários de meios de comunicação que divulgarem informação “falsa”, “manipulada” ou “tergiversada” que cause “prejuízo aos interesses do Estado” ou atente contra a “moral pública” ou a “saúde mental” da população. Os crimes são caracterizados como “delitos midiáticos”.

“É preciso legislar sobre essa matéria. É preciso que o Estado venezuelano regule a liberdade de expressão”, disse a promotora Luisa Ortega Díaz ao apresentar uma versão preliminar do projeto de lei. “Tudo tem um limite e há que se pôr um limite a esse direito”.

Entre os crimes tipificados estão “a recusa de revelar informação” e a “omissão voluntária de oferecer informação”, que, mesmo estando em choque com o direito de proteção das fontes jornalísticas, estabelece pena de 6 meses a 4 anos de prisão para os infratores. “A segurança nacional deve prevalecer sobre a liberdade de expressão”, disse a promotora pública, justificando a iniciativa.”

Comentário de Helio Fernandes:
O coronel Chávez já vinha tentando dominar de todas as formas, a liberdade não só de expressão, mas o direito à informação que é propriedade inalienável da coletividade. A sua concentração nos mandatos i-n-i-n-t-e-r-r-u-p-t-o-s era mero paliativo. Queria e continua querendo, não apenas ficar indefinidamente no Poder, mas também exercer esse Poder, d-i-t-a-t-o-r-i-a-l-m-e-n-t-e.

Até aqui, o provinciano coronel Chávez ameaçava individualmente quem tivesse jornal, rádio ou televisão, o mínimo da intimidação era “cassar as concessões” (de rádio e televisão, lógico) e impedir de todas as maneiras o funcionamento dos jornais impressos.

Mas cada ato ditatorial provoca a consequente repercussão, contrária e negativa.  Agora, não, será lei, o governo Chávez estará cumprindo o que for (será) determinado pela Assembléia Nacional. Essa indigitada Promotoria englobou tudo. Nada ficou inatingível, nenhum direito foi respeitado, garantido, consolidado.

As restrições são gerais e totais, foram criadas expressões criminosas, ilimitadas e até mesmo inexplicáveis, como essa ofensa à “SAÚDE MENTAL” ou o atentado à “MORAL PÚBLICA”.

Está implícito o fim do sigilo das fontes de informação, toda e qualquer informação terá que ser aprovada pelo Estado, o limite da liberdade é esse.

O Estado na Venezuela passará a estimular a subserviência para não punir a todos pela subversão.

É impossível comparar o Brasil de hoje e a Venezuela também de hoje, já que no passado, os dois países fizeram da violência não apenas a órgãos de comunicação mas a toda a população, forma brutal e irresponsável de governar. Agora, essa promotora que assina o nome por inteiro, publicamente, explica: “É preciso que o Estado, na Venezuela, REGULE A LIBERDADE DE EXPRESSÃO”.  Deve ser muito primária para não perceber que a Liberdade, regulada e regulamentada, não tem mais nada a ver cm a Liberdade.

* * *

PS – Estão programando na Venezuela, o que se conhece no mundo como PRIMEIRA EMENDA, (da Constituição dos EUA) só que vão executar tudo ao contrário, não vão copiá-la para exaltar e sim para violentar.

PS2 – Felizmente no Brasil, mesmo num formidável equívoco, o Supremo Tribunal ACABOU com uma Lei de Imprensa que nunca existiu e jamais foi aplicada. Era de 1967 e servia á ditadura, que tinha o Poder de prender, de julgar, de condenar. Esse Poder DITATORIAL não existe mais. O coronel Chávez quer reviver esse Poder na Venezuela.

Na tempestade Ciro Gomes, uma cilada do PT para Lula

Pedro do Coutto

Através do ministro José Mucio Monteiro, da Coordenação Política, o presidente Lula desautorizou frontalmente a posição assumida pela bancada do PT no Senado que, na sexta-feira, defendeu a saída de José Sarney da presidência da Casa. A comunicação, inclusive, foi veiculada pessoalmente pelo líder do partido, Aloísio Mercadante. O presidente da República terá conseguido dobrar a legenda e levá-la da rejeição a Sarney? É pouco provável. Na realidade, ao desautorizar Mercadante, Lula fez exatamente o que a agremiação desejava, principalmente a regional paulista. A seção está aproveitando o episódio Sarney para fomentar uma crise e, com ela, inviabilizar a candidatura Ciro Gomes ao governo de São Paulo num esquema de apoio à campanha da ministra Dilma Roussef ao Planalto. Aconteceu assim um lance inesperado: O PT – como está no título deste artigo – aproveitou a tempestade chamada Ciro Gomes para armar uma cilada para Lula. O presidente da República caiu na armadilha. Foi ultrapassado pelos fatos que, em política, nunca se desencadeiam por acaso.

O PT, com Mercadante à frente, pensou, repensou, articulou e desfechou o lance não plenamente identificado por Brasília. A reação contundente de Luis Inácio à bancada do PT tornou praticamente impossível que a regional partidária possa se mobilizar ao lado de Ciro. Era isso que o partido desejava que ocorresse. Tanto assim que a nota de José Mucio Monteiro foi prontamente rebatida, não só por Mercadante, mas também até por Eduardo Suplicy. Este inclusive, senador eleito e reeleito por São Paulo, é o candidato potencial a governador mais ultrapassado pela fórmula Ciro Gomes. Não poderia, claro  ter ficado satisfeito com a iniciativa.

Estava na linha de frente das perspectivas partidárias. Quais os outros nomes? Aloísio Mercadante perdeu para José Serra em 2006. Marta Suplicy vem de duas derrotas para a Prefeitura da capital. Perdeu para Serra  em 2004, perdeu para Gilberto Kassab em 2008. Suplicy seria uma alternativa, sobretudo ao fortalecimento de Dilma no Estado que é o maior colégio eleitoral do país. Mas não foi levado em consideração. As articulações em favor da chefe da Casa Civil –matéria de Eliane Catanhede e Valdo Cruz, Folha de São Paulo de 28/07- estão entregues no território paulista aos ex ministros Antonio Palocci e José Dirceu. Tais articulações, como ambos já revelaram, passam pela escolha de Ciro ao executivo paulista. O deputado pelo Ceará é do PSB.

Assim, sua candidatura com o apoio do PT, pela legislação eleitoral exige uma aliança política. Exatamente por isso, dificultar e até inviabilizar totalmente tal composição é a meta de |Mercadante e do próprio PT. Lula arriscou uma jogada difícil. Não estás dando certo. O presidente ficou mal na fotografia, sobretudo a partir de agora: não percebeu a areia movediça que lhe foi colocada à frente no maior centro econômico brasileiro.

A ministra Dilma Roussef parece também não ter tr4aduzido a manobra. Sobretudo porque nenhum candidato pode ter êxito se o seu esquema de sustentação for imposto AA força. Assim, o conflito aberto com a entrada de Ciro Gomes no teatro paulista, agravado com um apoio nesta altura dos acontecimentos bem pouco possível dos acontecimentos bem pouco possível a José Sarney, não poderá ser positivo para lhe fornecer umas base sólida de votos. Pelo contrário. A entrada de Ciro em cena, ficou claro, promove não a união do governo, mas na verdade a desunião das forças partidárias. A candidatura Ciro está se evaporando. Passa por São Paulo apenas como uma nuvem que o vento leva. O governo perdeu pontos. Preciosos.

Desembarcando ou manobrando?

Carlos Chagas

Como passará   José Sarney  o fim de semana, sob o eco das palavras do presidente Lula a respeito de não haver votado nele e de  que o problema da  permanência de um senador  na presidência do Senado não era dele?

No mínimo, uma descortesia, para não falar em reviravolta verbal. O telefone não tocou ontem no quarto do hospital Sírio-Libanês ou no apartamento da família Sarney,  em São Paulo, pelo menos em se tratando de uma chamada oriunda do palácio da Alvorada. Até agora o  Lula não pensou em minimizar os efeitos de sua afirmação,  explicando-se ao ex-presidente. Não precisava, é claro, porque governantes não se explicam, já recomendava Disraeli. Mas teria sido um gesto maior do que explicar-se, caso tivesse telefonado: uma evidência de continuar respaldando o aliado em sua guerra com as oposições.

A semana a se iniciar amanhã  promete, com a reabertura dos trabalhos parlamentares. Por conta da operação de D. Marly, há dúvidas sobre  se José Sarney estará presente nas primeiras sessões do Senado, ainda que o Conselho de Ética deva reunir-se  para receber as representações contra o presidente da casa. Ao mesmo tempo,  a bancada do PT solucionará a dúvida hamletiana de ser ou não ser  pelo afastamento de Sarney.  PSDB e DEM continuarão batendo firme, tanto quanto o PMDB fingindo-se de morto. Numa palavra, a  semana parece quente.

Mudar tudo de uma vez?

O ministro da Justiça, Tarso Genro, deu a partida, anunciando pretender continuar no cargo apenas até dezembro. A menos, é claro, que o presidente Lula exija sua permanência até o prazo máximo da desincombatibilização, a 31 de março do ano que vem. Candidato lançado ao governo do Rio Grande do Sul,  precisa concentrar-se na campanha.

E os demais ministros-candidatos? De Edison Lobão a Geddel Vieira Lima, de José Pimentel a Henrique Meirelles, Patrus Ananias e tantos outros, são no mínimo vinte dispostos a disputar governos estaduais e cadeiras de deputado e senador.

Por conta disso crescem junto ao presidente Lula as sugestões para que antecipe a reforma do ministério e a promova de uma só vez, neste segundo semestre. Empurrar as mudanças com a barriga significa aproveitar em grande parte os secretários-executivos de cada pasta, ou seja, aplicar meia-sola no governo, precisamente no ano em que mais necessitará mostrar ação e resultados. Nada existe contra os secretários-executivos, mas, convenha-se, formam no segundo time, na hora em que o campeonato torna-se mais emocionante.

Escoadouro de votos

O tema já foi abordado mas merece ser repetido. Em poucas semanas será aplicada milimetricamente em São Paulo a lei anti-fumo. Até nas calçadas será perigoso acender um cigarro, quanto mais nos bares, restaurantes e estádios de futebol. Estão suprimidos os fumódromos e mesmo nos quartos de hotel as restrições se farão sentir.

Quantos fumantes podem ser catalogados no país inteiro? Vinte milhões, no mínimo. Senão vinte milhões de eleitores, quase isso, já que o voto é direito de quem fez dezesseis anos.

Será que o governador José Serra pensou nesses números, ele que se transformou no maior algoz nacional do cigarro? Perderão os companheiros a oportunidade de apresentá-lo como criador de agruras para tanta gente? E por que persegue de forma implacável o usuário de tabaco quando cruza os braços diante dos produtores agrícolas, das fábricas e dos que comercializam cigarros?

Deveria pensar um pouco mais o candidato  tucano, mesmo sem abrir mão de seus postulados em defesa da saúde pública.  Flexibilizar sempre foi  verbo do agrado do PSDB, que o diga Fernando Henrique Cardoso, responsável por atropelar  a soberania nacional,   o patrimônio público e os direitos sociais.  Ser derrotado por perder o voto dos fumantes pode constituir-se numa bobagem.

Na Bovespa, a Bolsa ou a vida

É incrível como enganam os investidores. Lógico, os lucros das ações manipuladas são altos, permitem o pagamento dos amestrados. Esse é um pagamento reversível, como as faixas em cidades de trânsito engarrafado.

Quanto mais e melhor pagam aos amestrados, mais eles retumbam de “otimismo” mesmo entre aspas, mais os jogadores ganham. Na alta e na baixa. Na alta, comprando. Na baixa, o cidadão comum já ouviu falar em ficar “vendido a descoberto”? Pois é, nesse caso, quando o índice cai, eles faturam.

O índice começou em alta de 0,40% em 54 mil e 700 pontos, ao meio-dia, subiu mais um pouco, desceu muito, 5 horas depois fechava. Em 54 mil 740 pontos, alta de 0,48%. Parece nada, não é? Mas quem está dentro do pregão, os chamados “profissionais” da jogatina ganharam bastante.

Apesar do volume jogado não ter chegado a 4 bilhões. Mais da metade é de trouxas DIRETOS ou troxas INDIRETOS, dos Fundos.

“Foi ele que elegeu o Sarney”

Essa frase do título foi dita ontem à senadora Ideli Salvati pelo senador Tião Viana. Este não resistiu, até compreensivelmente.

O representante do Acre concorreu com Sarney, esperava ganhar com o apoio de Lula. Perdeu porque Lula mandou votar no maranhense.

Tião Viana não quer abrir o jogo, espera ser o substituto de Sarney. Não será. (Exclusiva)

Lula: o orgulho da arrogância e da contradição incontida

O presidente, hoje pela amanhã, viu vários jornais, estava impossível de alegria. Motivo? A repercussão da declaração, “não votei no Sarney, o Senado é que tem que resolver”.

Os dois assessores que o aconselharam a não defender Sarney, satisfeitíssimos, só que não podiam falar nada. São impopularíssimos (não de forma ostensiva) no Planalto-Alvorada. Não quero nem dar os nomes, para não agravar. (Exclusiva)

Hipocrisia dos que combatem o Bolsa Família

Nem é preciso afirmar ou repetir: “O importante é o emprego e não a esmola social”. Ou então repetir os sábios chineses de séculos passados: “O correto não é dar o peixe e sim ensinar a pescar”. Isso é ótimo para quem tem o mar à disposição, e a pescaria como diversão.

12 milhões de famílias

Num mundo que tem 6 bilhões e 600 milhões de habitantes, com um terço (mais de 2 bilhões de pessoas) vivendo na mais completa miséria, qualquer coisa que for destinada ao cidadão, não pode sofrer restrição.

Não é o ideal, mas o que é o ideal fora dos que dominam “a indústria empresarial militar”? E se aceitam o “Bolsa Família” com medo de contrariar os que recebem esse dinheiro, por que combater o reajuste de 10 por cento? Só mesmo com hipocrisia. (Exclusiva)

“Brasileiro atípico” é elogio?

Cesar Cielo, depois de ganhar o ouro OLIMPICO de natação em Pequim, e ouro MUNDIAL em Roma, foi chamado de ATÍPICO por jornais da Itália. Muitos aqui, se orgulharam. ORGULHO é o próprio Cielo, ATÍPICO é “a vovózinha”. Somos ganhadores em esportes e fora dos esportes. (Exclusiva)

Frustração de Sergio Cabral. Pânico com o segundo turno

Lula anunciou que viria ao Rio, veio. O governador programou falar com o presidente sobre sucessão. Adiantei logo: preocupado com a sucessão nacional, Lula não iria “perder tempo” ajudando Cabral.

Gabeira, Lindenberg, Garotinho

Se os três confirmarem as candidaturas, é mais do que lógico e evidente que ninguém vencerá no primeiro turno. Mesmo sem todos eles, haverá segundo turno.

Serginho não conseguiu nem chegar perto de Lula, quanto mais fazer apelo político-eleitoral a ele. Ha! Ha! Ha!

Lipoaspiração do Ronaldo

Ele finalmente se rendeu: estava mesmo gordo, (já disse aqui uma vez, “atleta não pode ter aquele bundão”) resolveu tirar o “diâmetro” da barriga.

E os preparadores físicos? Não conseguiram nada? Foram publicamente desautorizados? Não conseguiram que o “iluminado” fizesse exercícios? Deviam explicar à opinião pública. (Exclusiva)

Economia PESSIMISTA. Jogadores OTIMISTAS

Analistas continuam retumbando, nos EUA, Europa e Brasil: “A crise econômica está no fim, desafogo geral”. A realidade é falsificada para que os lucros sejam atingidos.

O governo dos EUA, libera a informação: “Desde que começou a crise financeira (agora econômica) foram gastos 10 TRILHÕES para ajudar bancos, seguradoras e industria automobilística”.

10 TRILHÕES, que loucura!

Bolsas sem credibilidade

Subiram na Europa e na Asia. Quando posto essas notas, meio-dia, Brasil e EUA só “trabalharam” duas horas. Com instabilidade. Aqui na Filial começou em alta de 0,40%, duas horas depois continua nesse limiar, mas já subiu e desceu. O dólar também como estava ontem.

32 BILHÕES de dólares de bonificação

Enquanto o governo dos EUA (Matriz), anuncia que GASTOU 10 TRILHÕES, bancos informam que DERAM esses 32 BILHÕES como gratificação. Na Europa, 18 milhões de desempregados, nos EUA, 12 milhões, no Brasil, mais de 8 milhões.

Dia 6 de agosto, fim do recesso

Nenhuma novidade, o Congresso está quase sempre em recesso, não oficial e com algumas exceções. A maioria chega terça à noite, vai embora quinta de manhã. Por isso é que só existe uma sessão DELIBERATIVA.

A volta da próxima semana tem novidades. É verdadeira preparação de guerra, dos dois lados. Com a certeza: com Sarney na presidência, não há Senado ou até mesmo Parlamento. Sobre isso, a última palavra, de protesto, insatisfação e descontentamento não será dos senadores. (Exclusiva)

Represália, retaliação ou vingança

Quando Sarney foi para o Maranhão, aproveitou o recesso como uma espécie de “Retirada da Laguna”ou de Dunquerque, um dos milagres que ajudaram a salvar a Inglaterra na Segunda Guerra Mundial.

Dossiê dos filhos do Marcelo?

Viajando, disse para amigos: “Quando voltar, trago o dossiê que acumulei por mais de 40 anos”. Publiquei. Agora, Sarney e seu mentor, interlocutor ou único patrocinador, dizem publicamente, que vão cumprir o que está na Bíblia em matéria de revanche.

Em política não se pede CLEMÊNCIA

Já era esperado. E Sergio Guerra presidente do PSDB, não tinha nada que ir procurar Renan e pedir CLEMÊNCIA para Artur Virgilio.

O líder do PSDB no Senado pode se defender sozinho, sabe fazer isso muito bem. E o “pedido” demonstrou fraqueza ou cumplicidade. Em matéria de estratégia, nota ZERO. (Exclusiva)