Autênticas, textuais e entre aspas

Do prefeito Eduardo Paes: “Em 2013, as favelas terão diminuído 5 por cento”. 2013 ele estará deixando a Prefeitura. E diminuindo as favelas 5 por cento a cada 4 anos, dentro de 80 as favelas terão desaparecido. A não ser que surjam em outros lugares.

Manchete do Estadão: “Mesmo proibido, nepotismo resiste nos tribunais do País”. Por que não resistiria?

De Jim Rogers, investidor que despreza “mercados”, transformado em conselheiro: “Operadores de Wall Street terão que aprender a dirigir, para conseguirem emprego como taxistas ou operadores de tratores”. Deveria ter dito isso em 2007, vá lá, 2008.

Da Revista Carta Capital: “Os poderes sociais da agroenergia, com seus biocombustíveis, e associado aos EUA, o Brasil contribuirá para construir um mundo melhor?”.

Do deputado João Almeida, PSDB Bahia, entrevistado pelo jornalista Tarciso Holanda: “Hoje, os partidos são dominados por quem não tem votos nem representatividade”. São as chamadas “cúpulas”. Quem vai demoli-las?

No mesmo programa, Chico Alencar deu a receita e a solução: “isso só pode ser transformado pela consciência do eleitor”. Concordo inteiramente, mas os nomes que “oferecem” ao leitor, geralmente impublicáveis e inelegíveis, mas com muito dinheiro.

Empresários precisam investir

Quem faz essa afirmação, em tom de apelo inflamado, foi o presidente do Banco Central. Ué, tão otimistas (?) não estão investindo? Curioso.

Investimento político-eleitoral

Quem está interessado nisso, é o Presidente da Firjan, Gouveia Vieira. Empolgado com o prestígio dos suplentes no Senado, quer ser um deles. Tem até dia 30 para se filiar a um partido. Está escolhendo. De acordo com o que decidir, o titular da chapa terá campanha eleitoral, altamente favorecida e privilegiada. (Exclusiva)

O “mercado” de ações, sem volume ou investidores

Exatamente há 1 ano, 1929 se repetia quase 80 anos depois. Os erros, equívocos e a ganância, os mesmos.

Só que desta vez a explosão não aconteceu só nas Bolsas, na verdade começou com a falência fraudulenta de centenas de imobiliárias.

Hoje a Bolsa de SP, com 30 minutos de pregão passou pouquinho dos 59 mil pontos. Mas logo voltava aos 58 mil e 800, estável, onde estava às 12,15 quando posto estas observações. Volume de 1 bilhão e 300 milhões.

O dólar abriu estável e continua estável até este momento.

Tênis e futebol: divergência na Argentina

A vitória de Del Potro no Aberto de Nova Iorque, obrigatoriamente tinha que empolgar a Argentina. Com o futebol, esporte nacional, em queda e em baixa, se esperava consagração total.

Repúdio a Cristina Kirchner

Mas não é o que está acontecendo. Lógico, a alegria é geral. Só que a maioria teme que a desgastada presidente da Argentina, tente faturar a vitória do tenista. É o que ela já está fazendo. (Exclusiva)

O Congresso deve votar Lei Eleitoral

Chamem assim, nada a ver com a verdadeira e imprescindível mudança, para dar autenticidade à representatividade. De qualquer maneira, decidirão sobre duas questões importantíssimas. 1- Governadores cassados, serão substituídos por quem? 2 – Deve haver censura prévia à Internet?

Decisões facílimas

Apesar do Congresso estar dividido, nenhuma dificuldade para decidir. 1 – Os governadores cassados devem ser substituídos por alguém eleito pelo povo. 2 – Nenhuma censura à Internet. Se quase todos defendem liberdade total para jornais, rádios, revistas e televisões, por que censurar apenas Internet. Seria absurdo.

Lula e o “seu” partido

Depois de “enquadrar” e “arquivar” todo o antigo PT, o presidente Lula tem dito a amigos: “O PT do futuro será o meu PT”. Pergunta geral: “O que é que Lula considera FUTURO?

Por causa de Dilma, Lula e PMDB não brigarão

Os otimistas da política, temem (ou Temer?) que haja rompimento por falta de apoio à candidatura da Chefe da Casa Civil. Lula e o maior partido nacional, só brigam por fatores objetivos. E Dona Dilma está longe de se enquadrar nos planos para 2010. (Exclusiva)

Nem PV escapa

Ao entrar para o partido como presidenciável, Dona Marina afirmou: “Não acredito em partidos perfeitos”. Então nota 10, por ter entrado para o PV. Há anos o jornalista Carlos Newton fez uma série de reportagens (na Tribuna impressa) demolindo a “honestidade” do partido. Atingiu a cúpula nacional e estadual, mas as contestações não contestaram nada. (Exclusiva)

Chefe da delegação à Copa 2010

O presidente do Palmeiras, o economista Belluzzo, está espalhando: “Ricardo Teixeira me convidou para essa missão”.

Não deve ficar orgulhoso

Em 1990, na Itália, Teixeira convidou o patrão de Eurico Miranda, que vendia carros. Por que o convite? O patrão ia demitir Eurico por irregularidades. (Exclusiva)

Sem sair de casa

O leitor que se assina Homero, “corrige” Helio Fernandes que afirmou: “FHC foi o primeiro a ser reeeleito Presidente da República”. Homero vai mais longe dizendo “que Rodrigues Alves morreu de gripe espanhola, por isso não tomou posse a segunda vez”. Simpaticamente, da mesma forma que Homero, retifiquemos o que ele disse.

Comentário de Helio Fernandes
Falei em reeeleição, Homero. Rodrigues Alves foi eleito de 1902 a 1906 (como você falou corretamente) e a outra foi em 1918, portanto longe de qualquer definição como reeeleição. Rodrigues Alves estava com 70 anos (naquela época chamado de velho), não queria ser candidato, estava muito doente. Fez toda a campanha sem sair de sua chácara em Guaratinguetá. Morreu antes da gripe espanhola aparecer. E tem mais, Homero, sobre a biografia dele, escrita e arquivada na memória.

Ainda no Império, foi “presidente” de São Paulo, era assim que se chamavam os governadores. Mais tarde, já na República, voltou a comandar São Paulo, com o nome de governador. Isso depois de ter sido presidente já na República. O que levou FHC que não conhece História (nem Sociologia) mas queria ser governador de São Paulo depois de ser presidente, afirmou: “É o efeito Rodrigues Alves”. Lógico, alguém “soprou” para ele.

Não tendo tomado posse e morrido em seguida, Rodrigues Alves criou (lógico, sem querer) uma sucessão tumultuada. O vice Delfim Moreira tinha que convocar nova eleição, como mandava a Constituição. Mas como sofria das “faculdades mentais”, ficava na janela do Catete, dando adeus às pessoas que passavam na rua. Naquela época não havia segurança.

Durante 11 meses, Delfim Moreira assinava o que Afrânio Mello Franco, (pai do Afonso Arinos) levava. Esse período é chamado de “a Regência Mello Franco”. 11 meses depois foi eleito Epitácio Pessoa, que nem estava no Brasil.

Governadores podem ser cassados, mas substituídos por outros eleitos

Já disse isso quando Cunha Lima e Jackson Lago foram cassados. Mas por que dar o cargo a quem tirou o segundo lugar? Deviam ser substituídos através de eleições.

Parabéns a Eros Grau

Agora o Ministro dá liminar impedindo as cassações pelo TSE. Será difícil aprovar sua liminar no plenário. Que não se tire do TSE o Poder de cassar por irregularidades. (Palavra terna para alguns). Mas que o cassado saia e entre alguém escolhido pelo povo. Agora os NÃO ELEITOS, vão disputar a R-E-E-E-L-E-I-Ç-Ã-O. (Exclusiva)

O Exército não tem dinheiro para alimento, o presidente Lula quer comprar armamento por que não lutar para conquistar as duas coisas?

A notícia de que o Exército (digamos as Forças Armadas) resolvera fazer meio expediente às segundas-feiras, por falta de recursos para alimentação, teve enorme repercussão. Já se sabia (pelo menos alguns) que pelo mesmo motivo já não havia expediente total também às sextas-feiras. Juntando os dois fatos, a gravidade da questão se aprofundou.

Um Exército que não tem dinheiro para comprar pão, café, carne, arroz, feijão, tudo que é necessário e indispensável para manter seus homens, não pode pensar em comprar armamento. Como esse equipamento pode ou poderá ser manejado por homens famintos que sempre tiveram no Exército, casa, comida e roupa lavada, esperavam completar 18 anos para se incorporarem ao Exército?

Os mais atingidos não serão os oficiais e sim os soldados, cabos e sargentos, que formam a grande maioria do Exército. Não é de hoje que o Exército tem nos que prestam o serviço militar a sua base, mas também não é de hoje que o Exército vem cortando soldados por falta de dinheiro.

Foi Olavo Bilac, extraordinário poeta, Nacionalista, Abolicionista e Propagandista da República, que teve a idéia do Serviço Militar Obrigatório. Preocupado com o analfabetismo de multidões, e o desemprego e a fome de milhares, principalmente no interior, que deram a ele a idéia de propor ao Exército a convocação dos jovens aos 18 anos, pois isso serviria a todos e ao país.

Surpreendentemente a idéia caiu no terreno fértil e logo prosperou quando Bilac ficou preso na Fortaleza de Lage. Perseguido pelo presidente Marechal Floriano (que seguia à risca o que Tancredo Neves definiu como “homens que guardam ódio no freezer”), foi demitido e preso. Na Fortaleza conheceu muitos militares, importantes chefes, a idéia ganhou vida e começou a surgir.

Em 1899, há 110 anos, Bilac veio para as ruas mostrar a todos a importância do Serviço Militar Obrigatório. Com enorme convicção, convenceu a todos.

Na ditadura Vargas, os soldados chegaram a 300 mil. Ganhavam 21 cruzeiros, moravam e comiam nos quartéis, andavam de graça nos trens. É bem verdade que até a formação da FEB (que foi para a Itália), passavam o dia montando e desmontando um velho FM que não servia para nada. Muitos soldados estudavam e houve uma época em que chegavam a generais “montando praça”.

Na segunda ditadura, esse número foi reduzido drasticamente, exatamente pela mesma razão do corte de expediente de agora: falta de dinheiro.

Os Exércitos têm a sagrada missão de lutar. Mas para isso, precisam de armas e de homens. Armas envelhecidas e homens esfomeados não servem para coisa alguma. Em alguma esquina, na encruzilhada da vida chega um momento que o homem tem que lutar. Lutar no Exército ou fora dele, lutar por convicção, lutar sem armamento ou alimento, mas lutar.

Luta-se por convicção, contra alguma coisa, pelo direito de não votar pela continuidade, mas lutar. Alguns homens lutam por obrigação, outros só lutam forçados, muitos lutam para defender direitos adquiridos, lutam para que esses direitos não sejam suprimidos. Luta-se contra a fome, contra a miséria, luta-se por questão de caráter e de temperamento, luta-se contra a injustiça, o arbítrio, a prepotência.

Luta-se até como o revolucionário espanhol que comprou uma metralhadora e lutava por conta própria. Talvez fosse esse o verdadeiro lutador, sem empresários, sem chefes, sem mandantes, lutando pelo que lhe parecia mais correto, usando sua força interior para consolidar o que seus princípios e sua consciência lhe impunham.

***

PS- O Presidente Lula devia lutar pela ampliação do Serviço Militar Obrigatório, a junção do povo civil com o povo militar.

PS2- Lula podia criar uma espécie de “bolsa” para equipar e armar o Exército, alimentar seus homens. Sem constrangimento, presidente, essa é a bandeira. Lute para desfraldá-la e consolidá-la.

Sobe a temperatura nas Forças Armadas, mas jamais a ponto de quebrar o termômetro

Carlos Chagas

A premissa, em primeiro lugar: raras vezes na História do Brasil as forças armadas vem mantendo conduta política tão exemplar. Desde que deixaram o poder, em 1985, acostumaram-se a engolir sapos em posição de sentido. Ainda que reverenciando o passado, os oficiais-generais de hoje nada tiveram com o  período autoritário, quando eram aspirantes ou  tenentes.

O problema é que do outro lado muita gente procura conservar  acesa a chama do confronto. E não se trata de  um fenômeno peculiar ao PT. Desde o governo Fernando Henrique que a prática tem sido de isolar, escantear e até humilhar as forças armadas. Tome-se  os cortes e contingenciamentos em verbas orçamentárias imprescindíveis à manutenção das suas  estruturas  ao sucateamento dos equipamentos imprescindíveis para o  desempenho das funções castrenses e  a  criação do ministério da Defesa para afastar Exército, Marinha e Aeronáutica das discussões ministeriais.

O governo Lula seguiu na mesma linha dos oito anos do  antecessor, até exagerando em certas figurações, comoa recente exclusão cerimonial dos comandantes das forças das proximidades do presidente da República, no desfile militar do último Sete de Setembro.

O grave, porém, é a continuidade da redução de recursos, que  a anunciada mega-compra de aviões, submarinos e helicópteros não engana.

Tome-se a decisão adotada pelo Exercito, de imitar o Congresso e suprimir atividades nos quartéis às segundas e às sextas-feiras, por falta de dinheiro para providenciar o almoço da tropa. Nem se fala do cancelamento de exercícios,  pelo mesmo motivo. Ou da redução drástica do número de jovens admitidos no serviço militar antes dito obrigatório.

É claro o descontamento,  exemplificado pelo pedido  de exoneração, semana passada,  do comandante da Aeronáutica, que o presidente Lula conseguiu contornar. Por isso se diz que a temperatura anda subindo, mas, é claro, jamais a ponto de gerar inquietações institucionais. A febre cresce, mas o termômetro aguenta.

A máfia das empresas de ônibus prepara-se
para atuar nas campanhas do ano que vem

Os serviços públicos, mesmo em mãos de particulares, como diria o Chacrinha, existem para servir ao público. O tempo passa, os governos se sucedem,  a tecnologia avança, mas o emclçavemafioso das empresas de ônibus continua o mesmo. Em todo o país, viaturas caindo aos pedaços, em número insuficiente para atender  a demanda que só aumenta, pagando miséria aos motoristas e auxiliares.

Como o mundo anda para a frente, a sociedade encontrou seus derivativos. Vieram as vans, facilitando o transporte público,  assim como proprietários de carros particulares passaram a levar  populares, cobrando tarifas ilegais mas necessárias ao deslocamento do trabalhador para o emprego e para casa.

Como vinham sabotando projetos inovadores do tipo ampliação dos  metrôs e implantação de veículos leves sobre trilhos nas principais capitais, as empresas de ônibus passaram a pressionar as autoridades para obstar a ação de vans e carros particulares. Como são elas, as empresas de ônibus, fonte permanente  de distribuição de recursos para financiar a eleição de políticos, basta somar dois e dois.  O povo que se dane, em sua busca de melhores condições de transporte. As eleições vem aí, ano que vem, e como a mídia não pode prescindir da farta publicidade direta e indireta  das empresas de ônibus, quem quiser que conclua sobre  os motivos  da ampla campanha  hoje desenvolvida.

Agrados não fazem mal  a ninguém, selando um
entendimento prévio entre Lula, Marina e Ciro

Marina Silva e Ciro Gomes acusaram o agrado. No fim de semana, a ex-ministra do Meio Ambiente derramou-se em elogios ao presidente Lula, ressaltando em sua pré-campanha a estabilidade da moeda, a maior  distribuição  de renda e outras realizações  do governo. O ex-ministro da Integração Nacional nãoficou atrás, referindo-se ao orgulho que tem de haver colaborado com a atual administração e praticamente informando que vai transferir seu título eleitoral para São Paulo. Mesmo disposto a concorrer ao palácio do Planalto, aceita o papel de ferrinho de dentista na candidatura José Serra.

Essa postura dos dois aspirantes à presidência da República reflete a aceitação do canto de sereia entoado pelo Lula, semana  passada, ao colocá-los no  mesmo patamar de  Dilma Rousseff, isto é, de candidatos em condições de dar continuidade ao programa do atual governo.

O Lula não joga suas fichas fora do pano verde. Percebendo o enfraquecimento da campanha de Dilma, é claro que não irá abandoná-la, mas acautela-se elogiando  dois concorrentes. Afinal, se um deles chegar ao segundo turno, mesmo em segundo lugar, contará com o respaldo dos detentores do poder. Assim, sobressai a evidência de que agrados se pagam com agrados…

Política é para profissionais, sempre disse José Maria Alckmin,
demonstrando que muitas vezes as coisas não são o que parecem

Há outra leitura para a informação de que o PMDB estaria exigindo do presidente Lula e da ministra Dilma Rousseff uma definiação rápida a respeito de quem ocupará a vice-presidência na chapa da chefe da Casa Civil. À primeira vista parece que os cardeais do   maior partido  nacional andam ávidos de merecer a indicação, mas pode ser exatamente o contrário: querem ver selecionado quem potencialmente irá para o sacrifício para traçarem seus verdadeiros planos eleitorais.

Michel Temer, nome mais cotado até pouco, medita sobre a hipótese de ficvar sem mandato durantequatro anos, se Dilma for derrotada, jogando pela janela uma reeleição tranquila para a presidência da Câmara e a preservação do controle do partido.

Geddel Vieira Lima insiste em candidatar-se ao governo da Bahia, mesmo atropelando o PT, como forma de tornar-se peça desimportante da equação futura.

Sérgio Cabral reúne forças que imaginava não ter para afastar Lindberg Farias da sucessão fluminense e reeleger-se como solução fundamental na aliança entre o PMDB e os companheiros.

Helio Costa alega a ocupação do palácio da Liberdade como seu grande sonho. E assim  por diante.   Até Edison Lobão, que formaria excelente chapa com Dilma, se  ela estivesse decolando, reafirma a disposição de mergulhar no pré-sal,  peça importantíssima como ministro das Minas e Energia, capaz de fazê-lo sacrificar a honra de tornar-se companheiro de chapa da cabdidata oficial.  Política é para profissionais, sempre disse José Maria Alckmin…

Tênis de Nova Iorque

Del Potro foi o primeiro em 6 anos que obrigou Federer a jogar 5 sets. E foi também o primeiro a ganhar dele. Foram 4 horas e 7 minutos, 74 games, 2 tiebreaks. No campo esportivo, poucos trabalharam tanto para merecer 1 milhão, 850 mil dólares. (1 milhão 600 mil dólares do prêmio do título e 250 mil dólares de bonificação).

Del Potro mereceu vencer o jogo. Principalmente nos tiebreaks, quando ganhou com muita facilidade. Federer decaiu logicamente nesses dois tiebreaks, e principalmente no 5º set, quando falhou de forma absurda.

Federer também fez muitas duplas faltas, além de um número enorme de erros não forçados.

De qualquer maneira, Del Potro, aos 20 anos, está com o caminho aberto. E não apenas em Nova Iorque.

Quem vê e o que vê na telinha

Como a televisão controla tudo no Brasil, faz e desfaz fortunas com a audiência fraudada ou apenas imaginada, consultamos ou admitamos a pesquisa. O Ibope sempre mostra o que está acontecendo, a Folha compra e publica na Ilustrada. Vejamos o que está não tão aparente na pesquisa de ontem.

SBT caiu de vez ou a Record subiu mesmo?

Gugu Liberato me dizia, “jamais sairei do SBT”, saiu. Necessidade? Constatação? Exigência dos patrocinadores? O certo é que não saía de 10 pontos, logo na estréia, deu 16 na Record, ficou satisfeitíssimo e não só ele.

Audiência cativa

A TV Globo tem público certo, não apenas novela,  Jornal Nacional e alguma coisa do resto. “Caminho das Índias”, que acabou com 47 pontos, puxou o Jornal Nacional, que vinha de 32 e foi para 37.

Record-SBT

Silvio Santos continua como estrela (de si mesmo) cadente, pessoal e coletivamente. Há muito tempo não passa de 10, às vezes nem chega. Curiosidade: Eliana, apresentadora do SBT foi para 10 pontos, mais do que o patrão, com 8.

Bolsa subiu nos últimos 30 minutos

Com duas horas de pregão (ao meio dia) a Bovespa subia 0,25% movimentando 1 bilhão. E foi assim até às 16,20. Aí, por mágicas ou “informações” privilegiadas, deu uma subida razoável.

Em duas horas movimentou 1 bilhão, nas outras 5 horas, negociou apenas 2 bilhões e 500 milhões, totalizando 3 bilhões e 500 milhões, dos mais baixos desse monótono e perigoso (para investidores de verdade) 2009.

O Índice fechou em alta de 1,73% em 58.793 pontos.

O dólar que ao meio dia caía 1 por cento, às 5 da tarde ficou no mesmo lugar.

Reputação ilibada para candidatos

A exigência está em discussão por causa da proposta-projeto-projeção do senador Pedro Simon. Só que nem o Aurélio ou o Houaiss, conseguem definir com clareza, o que significa o que querem que os candidatos exibam.

A expressão surgiu em 1926

Quando o Congresso nesse ano reformou a Constituição sem Poderes para isso, exigiram dos Ministros do Supremo, REPUTAÇÃO ILIBADA. É evidente que a exigência não foi cumprida inteiramente para muitos Ministros. Está aí Nelson Jobim que não me deixa mentir. (Exclusiva)

1 ano da explosão financeira, que os economistas do mundo não viram

Amanhã completa o prazo da explosão de bancos, imobiliárias, seguradoras, indústria automobilística, tudo foi pelos ares. Os economistas que estão sempre “prevendo” aumento de “pib e renda per capita”, não perceberam nada.

Os governos dos mais diversos países jogaram trilhões e trilhões, fingiam que “estatizavam o capitalismo”.

Agora, através das bolsas, que começaram tudo, dizem sem constrangimento: “A crise acabou, nenhum país está mais em recessão”. Esperam que acreditem. Mas os “mercados” estão vazios de investidores, só existem profissionais.

As bolsas do mundo, estáveis, todas. No Brasil ao meio dia, alta de 0,36% em 58.500 pontos, volume quase chegando a 1 bilhão, fracasso. O dólar em 1,80, queda de 1 por cento.