País vive momento difícil e a corrupção deve ser combatida, diz Arcebispo do Rio

Dom Orani Tempesta

Arcebispo celebra a missa solene de Corpus Christi no Rio

Deu na Agência Brasil

O arcebispo do Rio de Janeiro, cardeal dom Orani Tempesta, disse nesta quinta-feira (26), ao celebrar a missa solene de Corpus Christi, que o país vive um momento difícil e lembrou que a corrupção é um pecado a ser evitado.

Segundo ele, é preciso que todos examinem suas próprias consciências, desde quem tem maior responsabilidade política e social até o cidadão comum.

“Vivemos um momento difícil, mas bastante esclarecedor. Cada vez que enxergamos os acontecimentos é uma oportunidade para cada um de nós examinarmos a nossa própria consciência, verificarmos como estamos agindo, não só com o bem público, mas com a própria vida social. É momento de viver os valores cristãos, de amor ao próximo, de responsabilidade com o outro e  transformar o nosso país cada vez mais”, disse dom Orani, à saída da Igreja de Sant´Ana, onde rezou missa solene de Corpus Christi.

O arcebispo lembrou que os problemas que acontecem em nível público também podem ocorrer em nível pessoal e condenou a corrupção como um pecado a ser evitado.

QUESTÕES POLÍTICAS

“Sem entrar no mérito de questões políticas, é necessário que o país e  que cada brasileiro viva com responsabilidade. Começando pelos que tem mais responsabilidade política e social como também nas nossas famílias e comunidades. [A corrupção], como todo pecado, tem que ser evitada. Mas ao mesmo tempo em que a Igreja condena o pecado, procura ajudar o pecador a se converter e encontrar em Cristo a salvação”, disse dom Orani.

4 thoughts on “País vive momento difícil e a corrupção deve ser combatida, diz Arcebispo do Rio

  1. Também não sei se a notícia abaixo , que recebi via email de fonte irrepreensível, é verdadeira.Não consegui confirmá-la
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    PGR MONTA NOVA FORÇA-TAREFA

    Há pouco tempo circulou a notícia de que a PGR havia reservado uma área considerável para ampliar sua equipe de investigadores. Ao que tudo indicava, seria um reforço para as investigações em curso na Lava Jato, diante do número cada vez maior de políticos entrando na fila de espera para acertar contas com a Justiça.

    Na verdade, Rodrigo Janot está montando uma novíssima força-tarefa, no mesmo molde da Lava Jato (fala-se em 20 pessoas), com a missão de cuidar exclusivamente das patifarias cometidas pelo PT e seus comparsas no BNDES.

    A expectativa dos investigadores é desnudar um escândalo muito maior do que o da Petrobras. Sem contar que uma nova operação desse porte vai diminuir a pressão exclusiva sobre a Lava Jato, pois os patifes terão agora dois furacões no radar, que se juntarão num terremoto nunca antes visto na história desse país (parafraseando o patife-mor em seu palavreado de botequim).

    E mais: a nova equipe é do mesmo quilate da que atua em Curitiba e será comandada por Marcelo Moscogliato, craque do mesmo nível de Sérgio Moro na apuração de crimes financeiros e na firmeza da mão para tratar bandidos de qualquer tamanho.

    Detalhe importantíssimo: tudo isso está sendo possível porque Maria Silvia Bastos, nova presidente do BNDES, determinou a abertura da caixa-preta do banco e livre acesso ao Ministério Público e ao TCU.

    • Caro Moacir Pimentel

      Tomara que a notícia, que você diz ser proveniente de fonte irrepreensível, seja mesmo verdadeira e levada a cabo por uma equipe do mesmo quilate da que atua em Curitiba e, ainda, que seja comandada por algum jurista tão técnico, competente e duro com os patifes como o é o nosso já conhecido e admirado Sérgio Moro.

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