Patriota ganha prêmio de consolação e será embaixador na ONU

Nomeado pela presidente Dilma Rousseff no início do mandato, Antonio Patriota Patriota foi demitido do cargo de ministro das Relações Exteriores na noite desta segunda-feira (26).

O motivo da demissão foi o episódio do senador boliviano Roger Pinto Molina, que estava asilado havia um ano na embaixada brasileira em La Paz e foi trazido para o Brasil em um carro oficial brasileiro, embora não tivesse autorização do governo boliviano para deixar o país.

Patriota, que já tinha sido embaixador do Brasil em Washington (EUA), entre 2007 e 2009, volta a morar nos Estados Unidos, desta vez em Nova York, pois ganhou, como prêmio de consolação, o cargo de embaixador do Brasil na ONU.

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10 thoughts on “Patriota ganha prêmio de consolação e será embaixador na ONU

  1. O tal de Patriota não é mais o Ministro que Representa o Itamaraty. Foi demitido pela madame Dilma que nunca foi com a cara dele. Bem feito para este tal de Patriota que de Patriota não tinha nada. Um péssimo Ministro na condução da política externa brasileira. Bem feito Patriota. Vá para Cuba ou então Venezuela. Pode ser que lá lhe deem emprego. Vc vivia puxando o sado desta gente então agora vá para lá. Bem feito Patriota que de patriota não tem nada.

  2. PUNIÇÃO NO GOVERNO PETISTA.

    Tim Maia dizia:

    Este país não pode dá certo.

    1)Aqui prostituta apaixona-se por seu cliente

    2)Cafetão tem ciúme

    3)traficante se vicia

    4)Pobre é da direita

    5)Juizes são punidos com aposentadorias integrais.

    6)Ministro corruptos são nomeados para empresas de doadores de campanhas ou prefeituras da base aliada.

    7)Diplomatas são premiados por sua incompetencia.

    8)Assessores jurídicos são analfabetos funcionais.

  3. Vamos por um momento esquecer partidarismos e ideologias e aprender o seguinte. Em qualquer ORGANIZAÇÃO HIERÁRQUICA, O SUPERIOR É O RESPONSÁVEL POR ATOS DE SEUS SUBORDINADOS. No caso em tela, CERTO OU ERRADO, o embaixador AGIU POR CONTA PRÓPRIA CONTRA ORDENS SUPERIORES. ENTENDERAM? Lembro aos novos e aos esquecidos que, durante a ditadura militar, aconteceu o mesmo com um certo comandante do 2o Exército de então.

  4. Essa cara(Patriota), demonstrou quem realmente é. NãO passa de mais um oportunista e totalmente desprovido de vergonha na cara.

    Se fosse um cidadão de verdade teria pedido demissão e ainda colocado para a sociedade o que realmente aconteceu.

    Como é um gde incompetente, resolveu se humilhar e aceitar um cargo de consolo.

    Ora, sr patriota(minusculo mesmo), vá catar coquinhos e desapareça da vida pública

  5. Caiu pra cima. Vai morar em Nova York com sua mulher que é americana. Devem, marido e mulher, estar dando vivas ao episódio esquisito do senador boliviano. Non sense puro.
    E foram felizes para sempre.

  6. O Brasil,despudoradamente, desprezou a Convenção Sobre Asilo Diplomático,que em 1954 assinou em Caracas, aprovou internamente por Decreto Legislativo em 1964 e,definitivamente, promulgou pelo Decreto nº 55.929, de 14 de Abril de 1965. É lei, portanto. Lei interna e internacional. O senador Molina ultrapassou os muros da embaixada no Brasil na Bolívia (que a Convenção chama de legação). Disse ser perseguido político, pediu e obteve asilo e lá permaneceu, asilado, por 455 dias, sem que o governo boliviano a ele concedesse o necessário salvo-conduto para deixar o país. Algo de errado nisso? Não, é a resposta. “Todo Estado tem o direito de conceder asilo, mas não se acha obrigado a concedê-lo, nem a declarar por que o nega” (Artigo II da Convenção). Mesmo porque “compete ao Estado asilante a classificação da natureza do delito ou dos motivos da perseguição” (Artigo IV).
    No que diz respeito à formação de critério sobre a imputação delituosa atribuída ao asilado pelo Estado territorial (a Bolívia, no caso), tal é subjetiva e discricionária do Estado asilante (o Brasil): “A autoridade asilante tomará em conta as informações que o governo territorial lhe oferecer para formar seu critério sobre a natureza do delito ou da existência de delitos comuns conexos; porém, será respeitada sua determinação de continuar a conceder asilo ou exigir salvo-conduto para o perseguido” (Artigo IX). Em outras palavas: diga o que disser o Estado territorial, a decisão do Estado asilante é a que prevalece. No caso Molina, prevaleceu a decisão brasileira que concedeu o asilo.
    Porém, faltava o salvo-conduto para que Molina deixasse a legação brasileira e viajasse para o Brasil. Em tal caso, como proceder? Nesse ponto a Convenção é omissa. Cuida, apenas, quando o salvo-conduto é concedido, conforme vai estabelecido do Artigo XI até ao XXIV, que é o ultimo artigo da Convenção. Quando é negada, ou demora muito a ser concedida, o Estado asilante não pode, por conta própria, à sorrelfa, manu militari ou sob qualquer modo disfarçante de ação, retirar o asilado da embaixada, atravessar o território do Estado da Bolívia e ingressar no território brasileiro, tal como aconteceu, clandestinamente. Isso é pirataria oficial. É arrebadamento de asilado em legação estrangeira contra a vontade e a lei do país territorial. É gravíssimo.
    Ouvi dizer que tudo isso foi feito por caridade, por humanitarismo, por reciprocidade.
    Por reciprocidade não pode ser. Primeiro porque o Artigo XX da Convenção é taxativo ao dispor que “O asilo diplomático não estará sujeito à reciprocidade. Toda pessoa, seja qual for sua nacionalidade, pode estar sob proteção”. Segundo porque caridade e humanitarismo jamais poderiam ser motivos para justificar o acontecido, ainda que Molina aparecesse no território brasileiro debilitado, a ponto de ir direto para um hospital e ficar internado. Molina está muito bem disposto. Sorridente e felicíssimo. E mais: a Convenção não prevê a caridade e o humanitarismo como motivos legais para a retirada do senador da Bolívia para o Brasil sem o indispensável salvo-conduto.
    O Brasil cometeu um crime contra as relações internacionais, sem excludente e sem atenuante. E se o Estado da Bolívia decidir levar o caso às Cortes Internacionais,o Brasil sofrerá duras sanções. E é o que se espera.
    JORGE BÉJA

  7. No comentário acima, faltou dizer: um pedido de extradição feito pela Bolívia ao Supremo Tribunal Federal tem enormes chances de ser deferido (aliás, não vejo nenhuma para ser indeferido) em razão da indefensával violação que o governo brasileiro cometeu no arrebatamento de Molina, da Embaixada do Brasil em La Paz para o solo brasileiro. Coisa de filme de faroeste. Assim que for dada entrada no STF, é certo que o Ministro Relator (bem, é verdade que não pode ser qualquer um), mandará prender Molina até o julgamento final do pedido de extradição, que será deferido. Se não for, é o aval da suprema corte de justiça do Brasil a essa barbaridade internacional que um país continental cometeu com a frágil e fronteiriça Bolívia.
    JORGE BÉJA

  8. Por fim, diante da irresignação, irritação e desaprovação da presidente Dilma com a entrada clandestina deste senador boliviano no Brasil, Dilma tem agora o dever de ser coerente e, o mais rápido possível, baixar decreto determinando a deportação ou a expulsão de Roger Pinto Molina, conforme determinam os artigos 58 e 66 da Lei nº 6815 de 1980 (Estatuto do Estrangeiro). E enquanto Molina não for deportado ou expulso, a lei obriga sua prisão por 60 dias nas dependências da Polícia Federal. O que Dilma está esperando?
    JORGE BÉJA

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