Pesquisadores brasileiros descobrem droga contra obesidade. Mas acontece que eles trabalham nos Estados Unidos.

Ana Loureno da Rosa

Dois pesquisadores brasileiros, h dez anos pesquisando nos EUA , descobrem uma nova droga contra obesidade. Reportagem da Agncia Estado diz que o casal brasileiro Renata Pasqualini e Wadih Arap coordena um laboratrio no MD Anderson Cancer Center, ligado Universidade do Texas em Houston (EUA). Os dois pesquisadores observaram que o sistema circulatrio mais complexo que uma rede uniforme de “encanamentos” para o sangue. A superfcie dos vasos sanguneos diferente em cada rgo ou tecido.

“Na prtica, identificamos um sistema de endereos moleculares no corpo”, explica Renata, comparando o organismo humano a uma cidade. Segundo a analogia, bastaria descobrir o “CEP” correto do tecido que necessita de tratamento para desenvolver uma droga capaz de “endere-lo” com preciso.

No tecido adiposo, o “CEP” chama-se proibitina, uma protena presente de forma abundante na membrana das clulas dos vasos sanguneos que alimentam as clulas de gordura.

A notcia ais uma vergonha para nossa independncia na produo de remdios. Que coincidncia fantstica! Que sossego danado de nosso Brasil. Este assunto muito complexo. Uma droga medicamentosa, a sua frmula original no cai do cu. O que ser que o Brasil ganha com isso. E os nossos pesquisadores precisam ir embora para produzir remdio alm-mar?

Isso assunto para mais de metro. O comentrio precisa ser feito por especialista bom no assunto (farmacutico, qumico medicinal). Mas cai muito bem nas questes da falta de remdios produzidos aqui para a demanda no SUS etc.

Bom trabalho. Antes de se abordar esta importante notcia, preciso que seja investigado se essa droga tem origem molecular em algum tipo de planta medicinal, pois o artigo no aborda nem de longe a origem da descoberta. E se a planta for da flora brasileira? J pensou nisso? Ai de chorar e muito. A a vaca foi de vez para o brejo. E os nossos polticos sabem disso desde o seu incio? Ser que tem algum protocolo bilateral? E por a vai…

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