Pimentel volta atrás e diz que voos de Aécio foram normais

Carlos Newton

Em nota oficial, o governador mineiro Fernando Pimentel (PT), depois de ter denunciado viagens irregulares do então governador Aécio Neves (PSDB) durante a gestão tucana, voltou atrás e afirmou que os voos de Aécio foram regulares e segundo as normas vigentes.

A denúncia – divulgada com estardalhaço pela Folha – era baseada em relatório do atual governo petista de Minas, apontando que Aécio usou aviões oficiais para realizar 124 viagens de ida e volta ao Rio nos sete anos e três meses que governou o Estado, de 2003 a 2010.

Simultaneamente, a Folha divulgou que o governo tucano de Antonio Anastasia (PSDB) em Minas Gerais (2010-2014) teria omitido a existência de viagens de Aécio ao Rio, ao responder a uma indagação do jornal em 2014.

EXPLICAÇÃO

Em resposta, a assessoria de Anastasia disse que o relatório enviado em 2014 à Folha só listou viagens oficiais que resultaram em despesas com diárias e hospedagem para o governador ou servidores.

Segundo a assessoria de Aécio, as 124 viagens do então governador ao Rio incluíram compromissos familiares e oficiais. “No caso específico do Rio, o senador sempre se esforçou para, ao menos uma vez ao mês, preferencialmente nos finais de semana e feriados, e não em dias de rotina administrativa, visitar sua filha adolescente à época e que reside naquela cidade”, afirma.

PIMENTEL E FOLHA

Pelo visto, o governador Fernando Pimentel, que está todo encalacrado com denúncias de irregularidades, algumas envolvendo até a primeira-dama Carolina Oliveira, induziu a Folha de São Paulo a erro.

Pegou mal para ele e para o jornal, embora não seja novidade a informação de que o senador Aécio Neves é chegado a viagens aéreas, aeroportos e pontos turísticos como Búzios e Angra dos Reis, que foram alguns dos destinos das viagens. É que os políticos brasileiros ainda não aprenderam a diferenciar a atividade pública e a privada.

12 thoughts on “Pimentel volta atrás e diz que voos de Aécio foram normais

  1. A bem da verdade, Pimentel é casado e sequer se divorciou de sua esposa, Pimentel já é pai de Irene e Mathias, de 18 anos, do casamento com Thaís Cougo. Carolina Oliveira é a “Rose” de Fernando Pimentel, mas pode ser chamada de segunda-dama de Minas Gerais, ou de primeira-concubina. Ambos têm mais em comum o fato de estarem sendo processados por desvio de dinheiro público. A primeira-dama de Minas Gerais, dona Thaís Cougo se livrou dessa, pelo menos, assim como parecem preservados Irene e Mathias. Antes isso !

  2. Uai (homenagem aos mineiros), a presidente pode lotar aviões da FAB e viajar para o litoral baiano, em férias, e o então governador de Minas Gerais não poderia? E olhe que aquela senhora leva com ela até o ex-marido e a atual companheira. Tudo em família.

  3. É o fim, hein, pessoal?! O homem é casado, se amancebou e levou para o palácio a estepe. Deve ser união estável. E ainda são acusados de delinquir juntos. Parece que este país está “progressista” demais. Meus respeitos à senhora mãe dos filhos do picareta.

  4. Tudo é normal nesta terra., devastada tanto pelos pelegos como os tucanorruptos.
    Como é normal, várias explosões de caixas-eletrônicos
    Como é normal várias chacinas sem que um culpado esteja preso.
    Como é normal as torneiras ficarem secas
    Como é normal roubar o Metrô.
    Como é normal roubar as Santas Casas
    Como é normal roubar e não ficar preso….
    Tudo normal
    eh!eh!eh

    • Só para lembrar:

      Governos do PT triplicaram gastos com pessoal
      Desde que o Partido dos Trabalhadores assumiu o comando do governo federal, o custo da folha de pessoal triplicou: em 2002, quando Lula venceu a eleição presidencial, o custo de todos os funcionários do governo era de R$ 75 bilhões por ano. Ao fim do segundo mandato de Lula, o custo já havia ultrapassado os R$ 183 bilhões. Com Dilma, o aumento acelerado continuou e os custos pularam para R$ 240 bilhões.

      Causa I
      FHC contratou 19 mil servidores em 8 anos; Lula aumentou o quadro em 205 mil. Dilma, só no primeiro mandato, contratou 115 mil pessoas.

      Causa II
      Em 2002, a máquina pagava, em média, R$ 40,4 mil/ano por cada servidor. Em 2014, Dilma paga R$ 110,4 mil em média a cada um.

      Foco nas boquinhas
      O gasto com servidores da ativa passou de R$ 43 bilhões (2002) para R$ 144 bilhões no último ano. Aposentadorias e pensões levam o resto

      • Guilherme
        Tão ruim como estes dados que levantas, é a incapacidade mental da imensa maioria da sociedade. Dillma diz que não sabia de nada, e continua não sabendo. Mente. mas o povinho, este não sabe nada mesmo!
        E o país indo para o buraco. Espero que possamos tapá-lo com um pouco de povo!
        Abraço

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