Poltrões, corruptos e patifes não podem cantar o Hino Nacional brasileiro

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Ilustração do 27º Batalhão da PMM/SP

Jorge Béja

“C’est vrai. Sont même les deux plus beaux hymnes nationaux dans le monde”. Foi o que ouvi dizer os dois “gendarmes” (policiais da França) que mais acompanhavam emocionados do que escoltavam aquela homenagem prestada às celebridades sepultadas no cemitério parisiense do Père Lachaise. Éramos muitos: um imponente piano preto de cauda inteira, um pianista de fraque, turistas, gente da própria França, muitas sepulturas e todos os entes homenageados – invisíveis, mas presentes. E diante das sepulturas, entre alamedas (allées) estreitas e outras não, fui tocando: as Polonaises, Militar e Heróica, frente do túmulo de Chopin, que as compôs. O Sonho de Amor (Rêve D’Amour), de Liszt, ao lado do jazigo de Oscar Wilde. Jesus, Alegria dos Homens, de Bach, frente ao mausoléu de Allan Kardec. La Vie En Rose, junto de Édith Piaf e muito mais.

Ao final, mesmo cansado, emocionado e sem força no corpo, nos braços e nas mãos, não deixei de atender aos pedidos dos gentis gendarmes: “La dernière, s’il vous plaît”. O que eles pediam era a “saideira”, a “canja”, isto é, a última música, como diz, carinhosamente, o povo brasileiro.

O HINO MAIS BELO – Embora aquelas quase duas horas não fossem de um “show”,  mas de um solitário ato de fé, de homenagem, de agradecimento, de reverência, sem “glamour” e sem a presença de repórteres e jornalistas, ato marcado por tudo que seja transcendental, vieram força e coragem para a “saideira”. Vou tocar então o hino mais belo do mundo, respondi. E executei a Marselhesa, com garbo e acordes cheios.

Ao terminar, executei em seguida o Hino Nacional Brasileiro, com o mesmo estilo, garbo e acordes cheios. Os gendarmes, que identificaram o Hino Brasileiro, disseram: “Realmente, são mesmo os dois mais belos Hinos Nacionais do mundo”. E assim terminou aquele recital. Recital para a Espiritualidade, para os Espíritos, que depois me deram provas de que ouviram e agradeceram. E lá se vão cerca de 38 anos.

TUDO A VER – O que tem a ver o título deste artigo com o este introito? Tem tudo a ver. É um prefácio necessário. Isto porque enquanto executava o Hino Nacional Brasileiro, um casal de idosos, em pé bem pertinho da lateral do piano, cada um com a mão direita espalmada no peito-coração, cantava toda a letra do nosso Hino. Eram dois brasileiros aposentados. Ela trabalhou por 40 anos em Minas Gerais tratando de crianças excepcionais. Ele, também por 40 anos, deu aula de História em colégios particulares de Belo Horizonte. Com as aposentadorias, levantaram o FGTS. E com o dinheiro, realizaram a viagem que tanto sonharam: conhecer Paris.
Sim, aquele casal podia cantar o Hino. Eram exemplos de bons brasileiros. Dedicaram suas vidas ao próximo.  Prestaram relevantíssimos serviços à Nação. Sobreviveram do salário que cada um recebia. Salário sagrado. De pouca monta, é claro. Mas salário honrado.

SEM MORAL – Já a grande e expressiva maioria dos parlamentares deste Brasil de ontem e de hoje não pode cantar o Hino Nacional. A todos faltam autoridade ética e moral. Eles também nem conhecem a letra do poema de Joaquim Osório Duque Estrada (1870-1927). Se conhecem, é apenas o estribilho.  Mas nem aquele “Ó Pátria Amada, Idolatrada, Salve!, Salve!”, eles podem cantar. E se ousam cantar, balbuciam.

E quanto às estrofes? Eles também nem sabem o que significa estrofe. Nem as conhecem. Logo na primeira, se lhes for ensinado e perguntado, não saberão dizer onde estão o sujeito e o objeto direto do “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas, de um povo heróico o brado retumbante”. Aquele “Terra adorada, entre outras mil és tu Brasil ó Pátria amada”, eles destruíram. Para eles nem a Terra é adorada, nem o Brasil é Pátria amada. Eles não são patriotas, não pensam na Pátria, mas nos seus interesses pessoais e criminosos. Eles são corruptos.

UMA BRADO, UMA REAÇÃO – Tem mais. Sentem horror e ódio daquela bela passagem que diz “Mas, se ergues da justiça a clava forte, verás que um filho teu não foge a luta, nem teme quem de adora a própria morte”. É um brado, uma ação, uma reação que só o povo brasileiro expressa e tem, por descrever uma arma contra a corrupção, a desordem,  a mentira, a traição, não é mesmo juiz Sérgio Moro?

E corruptos e poltrões não podem cantar o Hino Nacional Brasileiro. Todos eles devem ir para os cárceres, até a morte por apodrecimento. Também nem podem estar presentes em ambientes e locais onde o Hino é apenas tocado por execução instrumental. E se cantam, ou se estão presentes e não se retiram, é porque são desaforados, são traidores da Pátria. São piores do que os vendilhões do Templo, que Jesus os açoitou e dele expulsou, como nos conta não apenas um, mas todos os quatro evangelistas (Mateus, Marcos, Lucas e João).

PS – No dia 20 de novembro de 1996, quando completou 25 anos da queda do Elevado Paulo de Frontin, também coloquei um imponente piano de cauda na calçada da Avenida Paulo de Frontin, bem debaixo do viaduto, já reconstruído. E às 12:10 h., exatamente a mesma em que ocorreu o desabamento, toquei a Marcha Fúnebre de Chopin, em homenagem aos 29 mortos, fato que foi registrado por todos os jornais e emissoras de televisão, inclusive o correspondente da CNN. E  a jornalista Cláudia Cruz, então apresentadora do RJTV, da Globo, assim anunciou a próxima matéria, antes do comercial: “vejam a seguir, uma homenagem emocionada às vítimas do Elevado Paulo de Frontin”  

21 thoughts on “Poltrões, corruptos e patifes não podem cantar o Hino Nacional brasileiro

  1. Ah, Dr Béja, o senhor deveria agora ser punido por fazer um senhor já sexagenário derramar algumas lágrimas de saudades e de civismo !

    Onde estão aquelas crianças e aqueles jovens que começavam a jornada diária nas escolas cantando o Hino Nacional ou Fibras de Heróis ou o Hino à Bandeira ou o Hino da Independência ?

    A mesma punição deveria ser aplicada à minha filha, que, por ter feito o Ensino Médio no CMRJ, fez-me chorar por três anos seguidos, quando ia às cerimônias no próprio Colégio ou aos desfiles de Sete de Setembro.

    Meu Deus, o que de mal Lhe fez o Brasil, Senhor ? Por quê eu devo me aposentar e ir embora dele, por não mais confiar, Senhor ?

    Eu adorava Fibras de Heróis …

    Letra: Teófilo de Barros Filho | Música: Guerra Peixe

    Se a Pátria querida for envolvida
    Pelo inimigo, na paz ou na guerra
    Defende a terra
    Contra o PERIGO.

    Com ânimo forte se for preciso
    Enfrento a morte
    Afronta, SE LAVA com fibra de herói
    De gente brava.

    Bandeira do Brasil
    Ninguém te manchará
    Teu povo varonil
    Isso não consentirá.

    Bandeira idolatrada
    Altiva a tremular
    Onde a liberdade
    É mais uma estrela
    A brilhar.

    • Carlos Vicente, você me matou de saudades dos tempos idos em que a gente se levantava quando o professor entrava; cantávamos o Hino à Bandeira, Hino Nacional, uma disciplina OSPB – Organização Social e Politica Brasileira, aulas de Educação Moral e Cívica (aulas sobre a pátria, civismo). Hoje, nem sabem cantar o Hino Nacional. Não há respeito pela Pátria amada, idolatrada, Brasil.

      • Acabou-se tudo, Carmen. Não vislumbro maneira alguma para que voltem o civismo, o respeito, a educação. Se tivéssemos, pelo menos, disciplina, ainda acreditaria no retorno.

        Amanhã, um cidadão grosseiro ganhará mais dinheiro ainda distribuindo palavrões e grosserias na TV. Muitos assistirão e acharão graça. E a sua empregadora, no site http://memoriaglobo.globo.com/mostras/censura-na-tv-globo/censura-na-tv-globo/censura-na-tv-globo-na-tv-globo.htm , publica isso: “Conforme a TV Globo crescia e conquistava espaço na casa dos brasileiros, a ditadura militar baixava cada vez mais atos e decretos para tolher a liberdade de expressão. A censura atuava na forma de telefonemas, comunicações oficiais e memorandos. E a Globo, assim como as outras emissoras de televisão, era obrigada a exibir antes de cada programa o certificado de liberação, no qual era datilografado o nome da atração e do diretor, o título original e ano da produção, assim como a faixa de idade para qual a atração estava liberada”.

        Merecia ter sido fechada ! Muito do que esse povo é advém desta maldita.

  2. Neste artigo que hoje enviei para nosso editor Carlos Newton, o título é este mesmo e o texto também. Mas o editor retirou o PS que era do seguinte teor, colocado no final do artigo, em negrito.

    PS – No dia 20 de Novembro de 1996, quando completou 25 anos da queda do elevado Paulo de Frontin, também coloquei um imponente piano de cauda na calçada da Avenida Paulo de Frontin, bem debaixo do viaduto, já reconstruído. E às 12:10h., exatamente a mesma em que ocorreu o desabamento, toquei a Marcha Fúnebre de Chopin em homenagem aos 29 mortos, fato que foi registrado por todos os jornais e emissoras de televisão, inclusive o correspondente da CNN. E a jornalista Cláudia Cruz, então apresentadora do RJTJ, da Globo, assim anunciou a próxima matéria, antes do comercial: “vejam a seguir, uma homenagem emocionada às vítimas do Elevado Paulo de Frontin”.

    Peço ao editor que acrescente, ao final do artigo, o texto, em negrito, que dele foi retirado. Caso contrário, então que exclua todo o artigo e o retire do ar, da tela. A homenagem que prestei aos vultos da Humanidade lá no Père Lachaise não foi maior da que prestei aos mortos da queda do Elevado Paulo de Frontin. Se neste Terra somos todos iguais, muitos mais somos na Eternidade. Além disso os gestos partiram do meu sentimento, da minha fé, e o texto é da minha autoria e não comporta alteração, para mais ou para menos. É mais do que questão de Direito. É questão de brio e de foro íntimo.

    Grato.

    Jorge Béja

    • Então, Carlos Newton, passei a ser uma pessoa desprezível, sem o menor valor, sem histórico….?.Estou aguardando ser atendido, de uma forma ou de outra. Mas que eu seja atendido. Que se respeite o sentimento do outro.

      Jorge Béja

        • É uma resposta tão grave, tão desdenhosa, tão adversária quanto o fato, objeto do pedido. Um editor que recebe de leitor e colaborador um artigo inteiro, amputa o artigo e amputado publica. E quando o autor do texto pede que todo o artigo seja publicado ou, então, se não for, que o artigo amputado seja retirado da tela, responde “não sei do que se trata”. Desculpe, senhor Carlos Newton, o senhor foi grosseiro comigo. E insisto: me atenda, mesmo com grosseria.

    • Mil desculpas, Dr. Béja.

      Já acrescentei o PS ao artigo. Ao fazer a edição, só copiei a parte principal do artigo, porque o PS estava separado por uma linha contínua em toda extensão da página e, na pressa, julguei que o texto terminava ali. Mas agora o artigo está publicado em toda a sua integridade, em todos os sentidos.

      Abs.

      CN

      • Como acreditar que um texto, em negrito e seguido ao artigo, com um PS maiúsculo na frente, ligado ao artigo, tenha passado despercebido de um experiente jornalista que faz traduções simultâneas?. Não acredito. Nem a Espiritualidade aprovou.

  3. Como o juiz Sergio Moro e a Lava jato de Curitiba blindaram Temer ao não investigar as relações entre o coronel Lima, Temer e o Almirante Othon no esquema da Eletronuclear.

    https://goo.gl/Ui9aqV

    A omissão garantiu a subida de Temer depois da queda de Dilma sem maiores turbulências.

  4. Patriotismo é coisa que não se compra, é amor próprio pelo país, é não concordar com a corrupção, este mal que prejudica o povo brasileiro,

  5. Parabéns, Dr.!
    Civismo e nobreza andam juntos. Nobreza é coisa de humildes. E uma mente comprometida pela vaidade e pelo interesse do poder a todo custo não pode expressar grato de nobreza e por tabela civilidade. Falta aos nossos políticos coração de Pobre. Sobra aos nossos políticos uma ânsia de poder insaciável. Corrupto não precisa mesmo saber índio. Corrupto não tem alma, não tem sensibilidade. Como uma alma insensível vai reconhecer a beleza de um hino? Por isso, fique tranquilo: os corruptos não sabem nem cantam nem escutam o índio por que isso não tem significado pra eles, pois a são amputados de valores. São sem valores. A corrupção os rege. Passam a vida brigando pra suprimir um desejo de poder que jamais será suprimidos. Esquecerão de viver a vida, claro, pois não a percebem. Não veem que toda forma de poder é uma forma tosca de acabar em nada. Não percebem que são pó e ao pó voltarão. Não sentem ressentimento também por lhe faltar conteúdo na mente. São vazios. São inodoros. São sem sal. São sem luz.

  6. Caro Dr. Beja,
    Aos 57 anos de vida ao acabar de fazer a leitura do seu excelente artigo, as lágrimas caíram.
    Lembrei-me do meu ginásio quando todas as semanas hasteávamos a bandeira e cantávamos o hino nacional.
    Sobretudo, lembrei-me das aulas de moral e cívica que me eram dadas por um oficial do exército brasileiro.
    Tudo isso aconteceu em uma escola do Município do Rio de Janeiro.
    De fato, o hino brasileiro não deixa nada a dever em relação ao hino francês, a letra do hino nacional do Brasil foi escrita por Joaquim Osório Duque Estrada (1870 – 1927) e a música é de Francisco Manuel da Silva (1795-1865), tornando-se oficial no dia 1 de setembro de 1971, através da lei nº 5.700.
    Existe uma série de regras que devem ser seguidas no momento da execução do hino. Deve ser executado em continência à Bandeira Nacional, ao presidente da República, ao Supremo Tribunal Federal e ao Congresso Nacional. É executado em determinadas situações, entre elas: cerimônias religiosas de cunho patriótico, sessões cívicas e eventos esportivos internacionais.
    No entanto, a regra nº 1 deveria ser a proibição de que o hino nacional brasileiro fosse cantado por quem tivesse enfiado a mão no erário público.
    Vocabulário (Glossário)
    Plácidas: calmas, tranqüilas
    Ipiranga: Rio onde às margens D.Pedro I proclamou a Independência do Brasil em 7 de setembro de 1822
    Brado: Grito
    Retumbante: som que se espalha com barulho
    Fúlgido: que brilha, cintilante
    Penhor: garantia
    Idolatrada: Cultuada, amada
    Vívido: intenso
    Formoso: lindo, belo
    Límpido: puro, que não está poluído
    Cruzeiro: Constelação (estrelas) do Cruzeiro do Sul
    Resplandece: que brilha, iluminidada
    Impávido: corajoso
    Colosso: grande
    Espelha: reflete
    Gentil: Generoso, acolhedor
    Fulguras: Brilhas, desponta com importância
    Florão: flor de ouro
    Garrida: Florida, enfeitada com flores
    Idolatrada: Cultivada, amada acima de tudo
    Lábaro: bandeira
    Ostentas: Mostras com orgulho
    Flâmula: Bandeira
    Clava: arma primitiva de guerra, tacape
    Hino Nacional Brasileiro – letra
    Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
    De um povo heróico o brado retumbante,
    E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
    Brilhou no céu da pátria nesse instante.
    Se o penhor dessa igualdade
    Conseguimos conquistar com braço forte,
    Em teu seio, ó liberdade,
    Desafia o nosso peito a própria morte!
    Ó pátria amada, Idolatrada,
    Salve! Salve!
    Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
    De amor e de esperança à terra desce,
    Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
    A imagem do cruzeiro resplandece.
    Gigante pela própria natureza,
    És belo, és forte, impávido colosso,
    E o teu futuro espelha essa grandeza.
    Terra adorada,
    Entre outras mil,
    És tu, Brasil,
    Ó pátria amada!
    Dos filhos deste solo és mãe gentil,
    Pátria amada,
    Brasil!
    II
    Deitado eternamente em berço esplêndido,
    Ao som do mar e à luz do céu profundo,
    Fulguras, ó Brasil, florão da América,
    Iluminado ao sol do novo mundo!
    Do que a terra mais garrida
    Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
    “Nossos bosques têm mais vida”,
    “Nossa vida” no teu seio “mais amores”.
    Ó pátria amada, Idolatrada,
    Salve! Salve!
    Brasil, de amor eterno seja símbolo
    O lábaro que ostentas estrelado,
    E diga o verde-louro dessa flâmula –
    Paz no futuro e glória no passado.
    Mas, se ergues da justiça a clava forte,
    Verás que um filho teu não foge à luta,
    Nem teme, quem te adora, a própria morte.
    Terra adorada
    Entre outras mil,
    És tu, Brasil, Ó pátria amada!
    Dos filhos deste solo és mãe gentil,
    Pátria amada,
    Brasil!
    Meu caro amigo, parabéns!
    Muito obrigado por fazer-me derramar as minhas lágrimas, saudoso da minha época do ginásio, infelizmente tempos que não voltam mais.
    Um grande abraço.
    João Amaury Belem

  7. Depois de reler os comentários, considero grosseria de sua parte, Dr. Béja, para com o editor.
    Acho que CN sempre demonstrou respeito pelo senhor. Desculpe, não tenho nada a ver, mas acho que o senhor está sendo intolerante e, por que não, arrogante.
    Isso vai contra nobreza que o senhor tanto prega. Como uma pessoa que prega valores maiores não consegue perdoar um amigo que lhe implora desculpas?
    Sinto muito.

    • Também estranhei o Dr. Béja, sempre considerado pelo jornalista editor Carlos Newton e reverenciado por todos nós. Todos nós, simples mortais, cometemos deslizes.

  8. Um país onde seu hino não é mais reconhecido, certamente, está doente.
    Também tenho idade e lembranças e muita saudade do tempo em que as pessoas, por educação ou por compreensão, se respeitavam mais; respeitavam símbolos da pátria; respeitavam a escola e tudo mais.
    Pais deficientes, defeituosos de caráter, verdadeiros “fazedores de crianças”, de umas décadas para cá, criam seus filhos abandonado-os á própria sorte.
    Na escola, não existe mais qualidade no ensino e, mesmo que queiram o escudo da “educação” para valorizar-se, boa parte do magistério tem repulsa pelo próprio hino. Sindicatos de servidores públicos, pousaram sobre a bandeira brasileira, a estrela decadente de um partido e, pasmem, até mesmo a cor vermelha que nada tem a ver com nosso pavilhão.
    É uma vergonha ouvir-se o povo cantando o hino nacional. Os demais hinos, que aprendemos e que foram tirados em represália ao período de ditadura, sequer são conhecidos ou reconhecidos.
    Assim, desejo fazer apenas uma ressalva. Dr. Béja, escreve que os “Poltrões, corruptos e patifes não podem cantar o Hino Nacional brasileiro”. Entendo que, também uma parcela da sociedade brasileira, que se enquadra nos adjetivos acima mencionados, não pode cantar o hino de nossa pátria!
    Já passou a hora de dar-se um rotundo basta a tudo de errado que vem grassando em nosso país.
    O povo não pode esperar que os deputados, por si só, melhorem. Afinal de contas, não é o próprio povo que os elege? Pois então que o povo crie juízo e faça melhores escolhas.
    Ou assuma, definitivamente, sua incapacidade e responsabilize-se por seus erros e desmandos que vem cometendo.

    Fallavena

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