Proteja seu capital dos abalos econômicos. Se aplicou na Bolsa, aguarde a recuperação.

Paulo Peres

Diante da volátil economia mundial, como desdobramento da crise de 2008/2009, que atingiu alguns países e, recentemente, chegou aos Estados Unidos, o pequeno investidor deve proteger o seu capital, mesmo que para isso esteja contribuindo para aumentar os lucros dos banqueiros, alertam os especialistas, que neste sentido recomendam o seguinte:

POUPANÇA

É uma das duas principais alternativas para proteger o dinheiro em momento de incertezas econômicas. Especialistas são unânimes em afirmar que, apesar da baixa rentabilidade, a poupança não oferece riscos e é garantia de dinheiro na mão a qualquer hora.

DINHEIRO NOVO

Quem tiver dinheiro novo, como a restituição do IR ou adiantamento do décimo terceiro salário, de até R$ 5 mil, deve optar pela poupança, que não cobra imposto nem taxa de administração.

FUNDO DE RENDA FIXA

Outra alternativa apontada por economistas para proteger o pequeno investidor. Mas é preciso conversar bastante com o gerente, saber qual é a composição do fundo e a taxa de administração, que varia muito. Em média, estão em 1,14%. Renda fixa é recomendada para quem tem mais de R$ 5 mil disponível para aplicação.

AÇÕES NA BOLSA

Os especialistas advertem que não é momento de entrar em desespero. Quem está na Bolsa e esta cair, como vem acontecendo com frequência, deve ficar até que ela volte a subir. O investidor pode aproveitar o próximo momento de repique e vender seus papéis. Sair na baixa significa grande perda.

FGTS/VALE E PETROBRAS

Quem usou o FGTS para comprar ações da Vale e da Petrobras precisa ter calma. Especialistas recomendam prudência. Segundo eles, o negócio é deixar o dinheiro aplicado. Retirar só em caso de muita necessidade, se o investidor estiver para comprar imóvel e for usar o saldo do Fundo de Garantia para adquirir a casa própria.

CHEQUE ESPECIAL

O ideal é o consumidor não entrar no limite do cheque especial nem ficar devendo ao cartão de crédito. Se você estiver no desespero, lembre-se de que os bancos estão com alto índice de inadimplência e oferecem renegociação do débito, com juros mais baixos. Se puder, aproveite.

CDB E CDI

Os chamados Certificados de Depósitos Bancários também são uma opção. Observe que as taxas de administração variam de um banco para outro. O rendimento também varia. A mais alta remuneração é garantida pelo Banco do Brasil.

CRÉDITO CONSIGNADO

Juros em alta representam freio na economia. Com o governo querendo evitar recessão, segundo os especialistas, as taxas devem se estabilizar. No caso do crédito consignado, para servidores e aposentados, os juros são menores, mas convém não se endividar muito.

CRÉDITO HABITACIONAL

Assim como em outras modalidades de crédito, as taxas de juros do financiamento habitacional também não terão mudanças para quem quer fazer um empréstimo para compra da casa própria.

OURO

Apesar de estar em alta, investir em ouro exige muita atenção para possíveis oscilações. A aplicação é feita por meio de corretoras especializadas. Especialistas recomendam muita cautela.

PENHOR

O chamado “prego” da Caixa Econômica Federal é usado em último caso para quem está muito endividado e apela para poder pagar outras dívidas. Os juros não sofrerão alterações nesse momento de crise.

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