Que mundo é esse, em que um garoto mata a família, vai ao colégio e depois se suicida?

Carlos Newton

Dificilmente um ficcionista se arriscaria a escrever uma trama tão inacreditável como o fim da família Pesseghini. Tudo realmente indica que o menino Marcelo Eduardo, de apenas 13 anos, matou a avó, a tia-avó, os pais, depois foi normalmente ao colégio, confessou os crimes a alguns colegas, voltou para casa e também se matou, ao lado dos corpos dos pais.

Ele não tinha nenhum sintoma de doença mental. Mas era portador de fibrose cística, doença gravíssima que afeta o funcionamento dos pulmões e de outros órgãos do corpo, ocasionando a morte do paciente. Marcelo não podia brincar nem jogas bola como os outros garotos, certamente sabia que ia morrer.

Em depoimento à Polícia Civil de São Paulo,  a médica pneumologista Neiva Damasceno, que cuidava do adolescente, negou que a doença e os medicamentos que ele tomava provocassem alterações no seu comportamento dele.

Mais de 30 pessoas já foram ouvidas no inquérito que apura as mortes. Alguns colegas de Marcelo disseram à polícia que ele planejava matar os pais. Outors, que conversaram com ele no dia dos assassinatos, dizem que ele admitiu ter atirado nos parentes. Que descansem em paz.

This entry was posted in Sem categoria. Bookmark the permalink.

13 thoughts on “Que mundo é esse, em que um garoto mata a família, vai ao colégio e depois se suicida?

  1. É realmente um caso muito triste.

    Mas que comprova a reencarnação. Afinal, assim como os adultos, as crianças e os adolescentes também são espíritos reencarnados. E tiveram muitas outras passagens anteriores pela Terra (e por outros planetas), em outros corpos físicos.

    No garoto em questão o desejo de matar aflorou agora, em tenra idade. Mas certamente esteve muito mais intensamente presente nas suas reencarnações anteriores. E delas foi trazido, por ainda não ter sido superado.

    Houve então o assassinato em massa da família, e a seguir o suicídio do assassino. Todos voltaram para o plano dos espíritos desencarnados.

    Lá descobrirão, no momento certo, os porquês de tal violência. Certamente trazidos de desavenças de reencarnações anteriores.

    E num futuro um pouco distante, através do perdão mútuo, conseguirão superar todo o ocorrido. Morrem os corpos, mas os espíritos são imortais.

    Deus NADA fez de errado na SUA infinita obra.

  2. Deus não me parece sádico, mas, isto sim, apenas caprichoso. E vira e mexe Ele nos impõe os tais caprichos do destino, que, muitas vezes, vêm em forma de sinais e de acasos. Acaso que, como já disseram alhures é o pseudônimo que Deus usa quando não quer assinar as suas obras. Dizem tb que Ele sempre escreve certo até mesmo quando o faz por linhas tortas. Por outro lado, diz a sabedoria popular que é a oportunidade que faz o ladrão, que faz o padeiro e tb o assassino. Meninos na faixa etária de Marcelo tem a mente muito fértil, imaginam que podem tudo, sonhos, pesadelos e planos em profusão, aos turbilhões, muitos deles com os próprios país, irmãos e familiares,inclusive tendo a morte como referência por N motivos: amor, ódio, vingança, loucura, entre tantos outros, tendo como componente tb o mundo cruel como cenário da vida e o sofrimento próprio e dos entes queridos. A grande maioria com o passar do tempo supera todos esses sonhos, traumas, planos e pesadelos, que, às vezes explodem na fase adulta, considerando ainda que o ser humano caminha em direção às suas idéias. Marcelo,porém,era um menino especial, inteligente, muito amado por seus país, tia e avó, era o reizinho em família, da qual reputava senhor, ao qual tudo era concedido, amava demais seus país, tinha pouco tempo de vida, e, ao que parece, encontrou ao seu alcance todos os ingredientes e elementos necessários, a oportunidade completa, para antecipar o seu destino e levar consigo, para a sua viagem além da vida, todos os seus entes mais queridos. O olhar de Marcelo expressa algo nesse sentido, a nosso ver. O fato é bastante emblemático, um grande desafio para psicólogos, psiquiatras, peritos, advogados…, enfim, um mistério que só Deus consegue decifrar corretamente, e explicar os seus desígnios.

  3. E se ele sabia que ia morrer, mas não queria ir só? Gostava tanto da família que quis levá-los junto?

    E se foi queima de arquivo e os colegas estão “viajando”, como naquele caso que acusaram um cara de abusar das crianças, mas era tudo invenção delas??

    E se toda nossa vida é uma ilusão?

    E se?

  4. O que têm a ver Deus e Espiritismo com o fato? O que se espera, se é que os “doutos técnicos-investigadores” irão conseguir materialmente: a explicação plausível para o caso. Há um cheirinho pelo ar – para quem foi repórter de polícia sabe disso – há mais coletas não feitas ou desfeitas.

  5. Newton, você mencionou a doença incurável do Marcelo Eduardo. Ocorreu-me uma outra hipótese: Marcelo Eduardo foi um menino muito inteligente, isso sabemos pelo seu comportamento. Suponhamos que ele sabendo(devia saber) que era portador de doença que a qualquer momento poderia matá-lo e ao saber que fora constatado que em recente exame que estava diabético, pensou matar os pais. O que deve ter pensado: vou morrer e deixar todos que amo e ficar sozinho é melhor matá-los para que vão comigo.

  6. Tá na cara que foi queima de arquivo. Quadrilhas dentro da polícia, com requintes de perícia e de crueldade, acham que a opinião pública é imbecil a ponto de acreditar em provas forjadas e relatos construídos.

    Mataram os pais e jogaram a culpa no garoto. A polícia de São Paulo está envolvida até o último fio de cabelo e todo mundo que conhece essas quadrilhas que se apropriam do Estado sabe disso. O resto é conversa de perícia e polícia ficcionista. Sem mencionar a parte grotesca da imprensa sensacionalista.

  7. Ainda não entendi por que não foram levados em consideração os dois telefonemas que o tio recebeu perguntando pelo garoto, que não teria ido à escola (mas foi). Era voz de mulher, que pode muito bem ter dito ao menino que esperasse no carro da mãe, de madrugada. Talvez fingindo que ia ser um encontro sexual, sei lá. Cansado de esperar, ele entra na escola, não pode confessar que foi enganado e ao voltar para casa e encontrar os pais mortos ele se suicida. Não é plausível?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *