Que tal diminuir o tamanho do Estado? Não será um bom caminho para se economizar?

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Charge do Bier (Arquivo Google)

Sylvio Rocha

Se fala muito em quebra de arrecadação com a desoneração da folha de pagamento – que é essencial, pois nos moldes que existe no Brasil é uma verdadeira jabuticaba – e consequente necessidade de uma nova CPMF, etc e tal… A única alternativa que não se fala é em encolhimento do Estado! Não é um caminho para se economizar?

Que tal diminuir o número de políticos, a quantidade de assessores para esses mesmos políticos, reduzir os gastos com mordomias, auxílios paletó, moradia, plano de saúde pago pelos nossos impostos, carro chapa branca zero quilômetro quase todos os anos, diminuindo também o número de órgãos públicos do Executivo e aumentando a produtividade do Judiciário, que é vergonhosa? e de todos os salários? Que tal?

PAQUIDERME – O que existe é uma máquina pública paquidérmica nos três níveis, federal, estadual e municipal. Como todos sabem, essa máquina é cara e ineficiente, sugando todo o resto do dinheiro que ainda se consegue produzir na economia, porque a parte maior vai para pagamento da dívida pública.

Por exemplo, em um momento de grave depressão econômica que o país vive, a Câmara Municipal de Petrópolis luta para aumentar de 15 para 23 o número de vereadores a partir da próxima eleição. Simples assim, é o povo servindo à classe política.

10 thoughts on “Que tal diminuir o tamanho do Estado? Não será um bom caminho para se economizar?

  1. Não é Jabuticaba pois no Canadá é como no Brasil a Previdência Social.

    A diferença é que o governo divulga nos canais de televisão todos os meses receitas e despesas.

    Aí não dá para enganar o povo.

    E não tem DRU, previdência é para pagar benefícios.

  2. De pleno acordo! Cada vez temos mais políticos, com mais asesssores, ganhando mais, tudo pago pelo povo. O STF é uma vergonha! E as benesses são infinitas, desde os planos de saúde às passagens de aviões. O POVO, DEFINITIVAMENTE, NÃO SABE VOTAR !!!

  3. A desoneração da folha de pagamento não vai trazer benefícios no momento em que o desemprego não é consequência do custo do trabalhador, mas sim da queda na demanda. Nenhum empreendedor vai investir ou contratar num momento em que toda a indústria nacional está com capacidade ociosa. O corte de despesas (não de investimentos) é essencial para que se possa reduzir a carga tributária no trabalhador, liberando um pouco mais do seu salário para o consumo. Desonerar simplesmente a folha hoje exigiria uma contrapartida de impostos para manter a arrecadação que causaria justamente o efeito contrário, reduzindo a demanda e piorando a recessão. É preciso cortar despesas (e, como diz o articulista, olhar para os benefícios exagerados e a irredutibilidade dos salários dos três poderes da República) e investir na educação e na saúde para podermos ter um aumento de produtividade numa retomada a longo prazo.

  4. A lógica dessa gente é a mesma lógica usada pelo “Lho-go-lhó”(quem não souber quem é procure em um dicionário antigo que vai ficar surpreso com o saber do “bruto”. O Brasil tem 8.000.000(oito milhões de quilômetros quadrados com 220.000.000(duzentos e vinte milhões de brasileiros). E os seguidores do “LHO-go-lhó querem diminuir o estado. Tem brasileiros vivendo com o pensamento no século XXII. Nós coitados ainda nos arrastamos no início do século XXI. Com um governo que é o supra-sumo da eficiência?????

    • Hoje , com a informática e outras tecnologias, o estado deveria ser 20% do que ele é hoje. Assim não existiria esta dívida impagável por ele, para manter uma burocracia gigantesca e corrupta.
      Outro problema de gasto desnecessário, para não dizer dinheiro jogado no lixo, é o da educação que na básica deveria se restringir apenas a ensinar a ler e escrever bem o Português, a fazer contas e aprender a língua ingleza.
      Quem quiser se especializar profissionalmente estude o que nisso interessa.
      As humanas nas universidades, que deveriam ser privatizadas, deveria serem extintas.
      Enfim, hoje com a internet, no Google e no You Tube, em poucos minutos se aprende mais de qualquer coisa, que em um ano de aula de matérias não essenciais.
      Pense nisto. Nunca é tarde para mudar e aprender.

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