Que tal discutirmos a estranha questão da emissão dos dólares?

Luiz Cordioli

O governo brasileiro não emite dólares. Tampouco o governo americano, digo eu. Quem emite dólares, quantos precisarem, sob o nome que quiserem ou precisarem, é uma quadrilha de banksters (perfeito neologismo) particulares enrustidos no chamado FED (Federal Reserve System, o Banco Central americano).

Emissão de dólares na base do QE (quantitative easing), não é expressão de quem está tirando o maior sarro com a cara do planeta e dos tontos que ainda tomam o dólar como reserva de valor e o utilizam em seus negócios?

Aos que não acreditam nas farras do QE do FED, sugiro a leitura do relatório do GAO-11-696, de 2011, em http://www.gao.gov/new.items/d11696.pdf, que à pág. 144, mostra o quanto deram “de grátis” ao Citibank (US$ 2,51 trilhões), ao Morgan Stanley (US$ 2,04 trilhões), ao Merryl Lynch (US$ 1,85 trilhões) e mais Bank of America, Barklays, Bear Steams, Deutsche Bank, Goldman Sachs e inúmeros outros, no total silencioso de US$ 16,1 trilhões, só entre 2008 e 2010…

Com um papai FEDido destes a meu favor, até eu, que sou tolo na área, faria negócios gigantescos pelo mundo afora, deitando falação, sonhos e realizações. E se, por acaso, viesse a me dar mal, como ocorreu em 2008 com todos os banksters desta tabela, em 2008, tenho certeza que o papaizinho FEDido emitiria mais alguns dólares para cobrir as minhas burradas…

NÃO TEM PREÇO…

Como diz a propaganda, emitir dólares é muito bom, não tem preço… O show, este sim, é que não pode parar, nem o sistema pode quebrar. Dólares neles (show ou sistema) se precisar, e os prejudicados que vão-se danar!

E ainda tem gente por estas plagas querendo resolver os nosso reais problemas fazendo contas, planos e investimentos com os FEDidos dólares. Sejam governos ou cidadãos, que sacrossanta ingenuidade. É desanimador ver tanto ingênuo com a cabeça enfiada na terra, sem considerar tudo que ficou de fora… Precisamos auditar e discutir nossas dívidas, a solução tem de partir daí.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
O comentarista Cordioli tem razão. O FED é um organismo híbrido, ao mesmo tempo público e privado, desvinculado do governo dos EUA. Ou seja, foi criado para servir tanto aos interesses do público em geral como dos banqueiros privados.Os documentários “Zeitgeist, the Movie” e “Zeitgeist: Addendum” mostram que o FED é uma instituição mais privada do que pública, que teria provocado a crise de 1929 assim como a crise mais recente. Outro documentário, “The Money Masters”, faz críticas ainda mais acerbas. Discutir o FED é uma necessidade planetária, que inevitavelmente vai começar pelos BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. (C.N.)

13 thoughts on “Que tal discutirmos a estranha questão da emissão dos dólares?

  1. Bem…
    Vejam este artigo publicado aqui anos atrás:

    NOSSA LUTA TEM QUE SER CONTRA O DÓLAR

    Celso Brant
    Quero cumprimentá-lo pelo seu excelente artigo de 15/09/99, na Tribuna da Imprensa. Lúcido, claro, objetivo. O repentino clarão de um relâmpago iluminando o universo. A sua observação sobre a inflação é perfeita. “Serve, apenas, aos donos do mundo”. Ela não é um fenômeno natural. É um instrumento econômico a serviço de um projeto político: o projeto de dominação do mundo. No caso, da hegemonia de um país que pretende colocar (e tem colocado) a seu serviço a economia mundial.
    Não há tolice maior do que a ideia, corrente entre nós, de que foi Fernando Henrique Cardoso que acabou com a inflação no Brasil. Houve época em que a inflação se alastrou por todo o mundo: a Argentina chegou a ter inflação de 2.800% ao ano, a Bolívia superou esta marca, o mesmo acontecendo ao Brasil, ao México, a Israel, à Rússia… De repente, ela acabou no mundo inteiro.
    Será que foi Fernando Henrique Cardoso que acabou com a inflação no mundo todo? É claro que não. Quem acabou com a inflação no mundo inteiro foi o Sistema Financeiro Internacional, que a havia criado. Durante longos anos, a inflação gerou grandes lucros para ele. Agora, com o fim da inflação, produz ganhos ainda maiores.

    Até a guerra do Vietnã, os Estados Unidos usaram o poder militar para manter o seu domínio sobre o mundo. Vencidos pelo vietcongue – um grupo de homens descalços, sem armas e sem alimentos -, perceberam que a força não era o melhor instrumento para garantir a sua hegemonia, e optaram pelo projeto político, sem dúvidas muito mais poderoso que o projeto militar. Foi aí que nasceu o Projeto Neoliberal.
    Para termos ideia do seu poder de destruição, basta dizer que seria inconcebível a vitória do Exército dos Estados Unidos sobre a União Soviética dentro do território russo. Pois bem, o Exército russo foi destruído pelo Projeto Neoliberal sem um tiro. Hoje encontramos, pedindo esmola, em praça pública, em Moscou, soldados que pertenceram ao glorioso Exército Vermelho.
    O mesmo poderíamos dizer com relação ao Exército brasileiro. Seria inadmissível imaginar que o Exército americano derrotasse o nosso Exército dentro do território brasileiro. Mas o Projeto Neoliberal está acabando, também, com o nosso Exército, que está sendo sucateado e desmotivado por precárias condições de sobrevivência.

    Nada imobiliza mais uma nação do que a pobreza. O Projeto Neoliberal, em curso no Brasil, está destruindo a nossa economia, empobrecendo o nosso mercado interno e entregando o nosso sistema produtivo para empresas estrangeiras.
    É um engano pensar que o desemprego, no Brasil, tem sido obra do acaso ou de erro dos governantes. Ao contrário, ele é programado. Existe desemprego porque o governo assim o quer, porque faz parte do seu compromisso de destruição da economia nacional. Não tem sentido num País, em que tudo está por ser feito, haver desemprego.
    A grande riqueza de qualquer país é o seu mercado interno, que é a soma de todas as suas rendas e salários. O desemprego e o salário miserável contraem esse mercado, impossibilitando o desenvolvimento do Brasil. As privatizações fazem parte dessa mesma política de empobrecimento da nação. Enquanto pertenciam ao patrimônio nacional, as estatais serviam de lastro ao real. Privatizadas, passam a servir de lastro ao dólar.
    A globalização não tem, também, outra finalidade. Em que consiste? Em todos os países do mundo abrirem mão de suas riquezas para quem melhores condições tiverem de comprá-las. E quem tem condições de comprar todas essas riquezas gastando, apenas, papel e tinta? Os Estados Unidos, que emitem a moeda internacional.

    PRIVATIZAÇÃO DA VALE
    Vamos a um exemplo didático: a Companhia Vale do Rio Doce. Uma das maiores empresas do mundo, que dispõe, praticamente, de todas as riquezas do subsolo brasileiro. Em 1986, foi, de todas as empresas, públicas e privadas, a que deu maior lucro. Avaliada, para a privatização, primeiro em 25 bilhões de dólares, depois em 20 bilhões, acabou sendo vendida por 3,3 bilhões de dólares.

    -O que representam, para os estados unidos, 3,3 bilhões de dólares?
    -Apenas isto: SEIS LATAS DE TINTA E DOZE RESMAS DE PAPEL, que é o que gastaram para imprimi-los.

    Será que se poderia encontrar neste século (ou em qualquer outro) um débil mental como o nosso presidente, capaz de trocar uma das maiores empresas do mundo por seis latas de tinta e doze resmas de papel?
    Sabe-se que o maior problema da economia, hoje, é que ela deixou de ter uma base física, um lastro. O mundo passou a ser um enorme cassino no qual são jogados, diariamente, 13 trilhões de dólares. E uma imensa bolha, sem nenhuma consistência, que pode estourar a qualquer momento.
    O que deveríamos fazer é torcer para que essa bolha estoure logo para, aí sim, pensarmos em criar uma nova ordem para a economia mundial. Por estupidez do nosso governo, o que estamos fazendo é jogar fora todas as nossas riquezas na tentativa de salvar um sistema financeiro que está nos destruindo.
    Não tem outro sentido o tal “risco sistêmico” que levou o governo a gastar mais de 47 bilhões de dólares para salvar o nosso sistema bancário. A ideia era que a sua bancarrota poderia levar à falência o próprio sistema financeiro internacional, dada a sua fragilidade e falta de sustentação.
    Como você diz, a discussão que se trava no governo entre monetarismo e desenvolvimentismo é simples cortina de fumaça que tenta esconder do povo a triste realidade de que tem um presidente que traiu a causa do povo e se empenha na realização de um projeto de destruição do Estado brasileiro. Para se entender o que está acontecendo no Brasil, é preciso lembrar o que disse Henry Kissinger: “Os Estados Unidos não permitirão o aparecimento de um novo Japão abaixo da linha do Equador”. Que eles pensem isto, tudo bem. O inadmissível é que o aceitemos.

    DERROCADA DO DÓLAR
    Quando os Estados Unidos impuseram a sua moeda como moeda internacional, tinham o monopólio da bomba atômica, detinham 52% do Produto Mundial Bruto e possuíam o maior Exército do mundo. Hoje, muitos países têm a bomba atômica, o Exército americano foi derrotado por um grupo de homens descalços, sem armas e sem alimentos, e a sua participação no Produto Mundial Bruto não vai além de uns 18%.
    O dólar só continua como moeda internacional por efeito da inércia, porque os outros países seguem aceitando, passivamente essa imensa chantagem, com certeza a maior de toda a história humana. E nenhuma nação está em melhores condições de dar um basta a essa situação que o Brasil, uma das suas maiores vítimas.
    Sem sequer ter consciência disso, o Brasil é o líder natural do Terceiro Mundo, por ser o que conta com a melhor tecnologia de ponta, o que tem o parque industrial mais desenvolvido e a melhor liderança política disponível (não a que está no campo, jogando, mas a que se encontra no banco de reservas). Dos 197 países existentes, 170 pertencem ao Terceiro Mundo. Quem tem 170 votos numa assembleia de 197 e não assume o seu comando político é por absoluta incompetência. Além disso, os países do Primeiro Mundo estão na dependência dos do Terceiro Mundo. Basta lembrar o caso do petróleo: todas as nações do Primeiro Mundo dependem do petróleo do Terceiro Mundo. A diferença do Primeiro para o Terceiro Mundo é que ele tem um projeto político, e o Terceiro Mundo, não.
    Cabe ao Brasil oferecer esse projeto político ao Terceiro Mundo, o que tornará possível criar uma nova ordem econômica para o mundo, baseada na justiça social e na igualdade de oportunidade para todos. Uma das suas primeiras e mais importantes medidas será acabar com a chantagem do dólar como moeda internacional e a criação de uma moeda internacional neutra, que tornará possível a ampliação do comércio mundial: cada país produzirá o máximo do que puder produzir melhor e permitirá trocar em seus excedentes pelos excedentes dos outros países. A contabilização dessas trocas será feita através de uma Câmara Internacional de Compensação. Hoje, existem cinco dólares fora dos Estados Unidos para cada dólar no país.
    No dia em que o dólar deixar de ser a moeda internacional, esses dólares que estão no exterior refluirão para os Estados Unidos, que terão uma inflação maior que a da Alemanha do final da Primeira Guerra Mundial. Nessa ocasião, estará resolvido o problema do pagamento da dívida externa do Terceiro Mundo: cada país devedor trocará um carrinho de mão de sua moeda nacional por um caminhão de lixo de dólares.
    E como você diz, Hélio: “A luta deverá ser contra o dólar, que controla e domina o mundo todo”. É nesse sentido que temos de unir os nossos esforços. Tudo o mais é secundário. Cortina de fumaça. Vamos continuar arando no mar.
    RESPOSTA DE HELIO FERNANDES
    P.S. Não tenho que agradecer os elogios, Celso Brant, nem me constranger com eles. E não posso deixar de publicar as tuas lúcidas palavras sobre dólar, inflação, soberania. A nossa solidariedade é a solidariedade dos guerreiros, é a compreensão pela importância da luta, é o grito e o brado das trincheiras. Enquanto na nossa História e no nosso País não existir um outro 7 de Setembro, o da Independência Econômica, não deixaremos de lutar. Eu, você e todos que acreditam na luta.
    (Fonte: Tribuna da Imprensa)

  2. Caro Jornalista,

    Quando eu era ainda um adolescente, ouvia dizer que o país precisava exportar em dólar para que pudesse pagar a dívida externa, também em dólar. Depois veio aquele papo de que “exportar é o que importa”.

    1-Ouvia dizer que os nossos alimentos eram exportados do Brasil para os Estados Unidos;
    2-Que os Estados Unidos nos pagavam em dólar;
    3-Que o governo pegava esse dólar recebido e devolvia para os Estados Unidos como pagamento de parte da dívida externa.
    4-No final das contas, como os Estados Unidos recebiam de volta o dinheiro que havia nos pagado, entendia eu que tínhamos DADO TUDO DE GRAÇA, da mesma forma que os ESCRAVOS produzem para os seus SENHORES! Ora, então seria melhor dá logo, diretamente, os alimentos. Seria menos burocrático, embora, talvez, mais imoral.

    “Historicamente, a tributação de um ESTADO SUBJUGADO era efetuada de diversas formas – normalmente em ouro e prata, quando estes metais eram considerados dinheiro, mas também em escravos, soldados, colheitas, gado, ou outros recursos tais como os agrícolas ou recursos naturais, enfim, qualquer bem econômico que o império exigisse e que o estado subjugado pudesse entregar.” (Welinton N. e Silva)

    -Décadas se passaram e ainda PERMANECEMOS UMA GRANDE FAZENDA exportadora de produtos primários.
    -Décadas depois, os brasileiros ainda habitam UMA GRANDE SENZALA, com a obrigação de pagar impostos escorchantes sobre tudo e de trabalhar de sol a sol apenas pela comida.

    Abraços.

  3. Interessante artigo do Sr. LUIZ CORDIOLI, e boa Nota da Redação de nosso grande e experiente Jornalista Sr. CARLOS NEWTON, nosso ilustre Editor.
    Quem controla o CRÉDITO ( Moeda ) de um País, controla tudo. É claro que na Teoria, os Governos Federais tem o Poder de fazer a LEI, e assim controlar plenamente o CRÉDITO. Na prática, devido a tremenda concentração do CAPITAL na mão dos FINANCISTAS, esses controlam indiretamente FIRMEMENTE, o Governo Federal.
    No caso em questão, da Mega-Emissão de CRÉDITO ( Quantitative Easing ) via FED, enfocado pelo Autor Sr. LUIZ CORDIOLI, depois de uma Crise CREDITÍCIA como foi a dos Sub-Primes EUA 2008, esta é a melhor estratégia para ADMINISTRAR A CRISE. Os grandes Bancos sabem que são muito grandes para quebrar, caso contrário levam para o abismo toda a Economia junto, e FORAM e DEVEM ser socorridos, pagando a Sociedade como um todo, ao longo de +- 50 Anos, o Prejuízo.
    A maior parte dos Lucros da fase de inchar a Bolha (+- 1998 -2008) vão para as Águias Financeiras que “pulam fora na hora certa”, e o Prejuízo, diluído +- ao longo de 50 anos vão para a maioria do Povo. A Produção continua a crescer, a PRODUTIVIDADE continua a crescer, mas o Padrão de Vida por muito tempo, cai um pouco, fica estagnado ou cresce muito pouco.
    Quando a Moeda Hegemônica era a Libra Sterlina Inglesa o Banco da Inglaterra fazia a sua JOGADA, depois o US$ Dollar veio e o FED faz +- a mesma JOGADA, e o dia que vier o Yuan Chinês, o Banco da China fará +- a mesma JOGADA. Cabe a Nós, procurar entender o melhor possível o MECANISMO FINANCEIRO, e tentar se proteger o melhor possível. Abrs.

    • A grande novidade em relação ao FED – criação em 23 de dezembro de 1913, antes da 1ª Grande Guerra (28 de julho de 1914–11 de novembro de 1918 ).

      FMI – fundação 22 de junho de 1944
      Banco Mundial – fundação 27 de dezembro de 1944

      2ª guerra MundialData 1 de setembro de 1939 – 2 de setembro de 1945

  4. Porque a Alemanha esta transferindo suas reservas de Ouro dos Estados Unidos para o Banco Central Alemão?

    Porque China, Rússia, Índia estão aumentando suas reservas de ouro?

    Porque as reservas de ouro brasileiras são pequenas?

  5. Agradeço os comentários de todos e sugestões de (CN – Zeitgeist e Money is Debt) e Francisco Vieira, com o o artigo de Celso Brant acima reproduzido e aproveito para sugerir a leitura de outros artigos e livros importantes no tema desta fraude que é o FED. Há tantos artigos e livros a respeito dela que é impossível citá-los todos. Melhor imaginarmos deixar esta fraude de lado, antes que seja tarde demais.

    1) Stephen Lendman – The US Federal Reserve Bank: Dirty Secrets of the Temple.
    O original encontra-se no link http://www.globalresearch.ca/the-us-federal-reserve-bank-dirty-secrets-of-the-temple/2712 e sua tradução portuguesa no link http://resistir.info/eua/fed_jun06_p.html.

    2) Rudo de Ruijter – Custos, malfeitorias e perigos do dólar
    Em francês no link http://www.europe2020.org/spip.php?article402&lang=fr e tradução portuguesa em http://resistir.info/eua/custos_dolar_p.html

    3) Rudo de Ruijter – Segredos do dinheiro, dos juros e da inflação.
    Em inglês no link http://www.courtfool.info/en_Secrets_of_Money_Interest_and_Inflation.htm e tradução portuguesa em http://resistir.info/financas/secrets_of_money_p.html

    Livros –
    Eustace Mullins – The secrets of the Federal Reserve
    William Greider – How the FEd runs the country

  6. Nunca consegui entender a mudança do padrão ouro para o padrão dólar e como os EUA podem emitem dólar sem lastro (em ouro), o que não seria permitido aos demais países…

  7. Prezado Sr. SILVIO AMORIM DE BARROS.
    A meu ver, o verdadeiro LASTRO de uma Moeda é o AÇO. Aquela poderosa Marinha de Guerra de mais de 20 Grupos de Porta-Aviões patrulhando os 7 mares, aquela Força Aérea patrulhando o Globo Inteiro, aquele Exército bem treinado e com uma gigantesca RESERVA, a Força Estratégica de Foguetes com Armas de Hidrogênio, Mísseis de todos os tipos Terra-Terra, Terra-Ar, Ar-Ar, etc, a propriedade de TODA esta TECNOLOGIA e as fábricas para fabricar quantidade quase infinita de tudo isto e muito mais, é que são o LASTRO da Moeda. Por isso só eles tem o Poder de emitir quanto quiserem de sua Moeda, e tê-la aceita em todo Mundo. Abrs.

  8. Infelizmente, é verdade o que ele fala. Toda emissão de dinheiro é uma dívida (débito) que o tesouro americano TOMA em nome de seus cidadãos! É como se o Obama emitisse uma Nota Promissória, entregasse ao FED e ele, de volta, desse o dinheiro, por incrível que possa parecer, impresso!! O recurso tem curso legal obrigatório nos EUA e, por crença, no mundo. Não é conspiração, mas sim, realidade.

    • Jorge, cada um tem a liberdade de chamar do que quiser, mas não tem o direito de tergiversar ou modificar a semântica das palavras para desviar o sentido do que foi apresentado.
      Portanto, como pode iniciar seu comentário, confirmando ser verdade o que o articulista fala, e pretender dizer que a realidade não seja uma crassa conspiração (bancada pelo poder bélico americano, claro!)

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