Quem garante os números divulgados pelo governo Castro sobre os avanços sociais em Cuba?

Francisco Bendl

Não vêm ao caso os números apresentados sobre avanços sociais em Cuba. Os dados, por óbvio, são repassados pelo ditador, eis  a razão do meu descrédito, pois o cerne da questão se resume à ditadura!

Todos os artigos com referência ao enaltecimento da ilha trazem embutido o consentimento ao regime de força, dando a entender facilmente que, se não fosse a ditadura, Cuba não apresentaria esses índices tão favoráveis. Ora, que sofisma, que falácia, que mentira!

Por que a exclusão do tema mais polêmico, que é a permanência dos Castro no poder? Então surge a tergiversação, assuntos que nada têm a ver com a discussão em tela. E sempre a mesma lenga lenga, os americanos como culpados pelo embargo econômico e não bloqueio, como erroneamente é publicado – aliás, um argumento inconsistente, haja vista a relação comercial de Cuba com várias nações, inclusive o Brasil, que envia alimentos e dinheiro, investe e patrocina benfeitorias no porto de Havana e na indústria local.

Cuba se encontra na miséria por culpa de seu ditador Fidel Castro, que se adonou da ilha, que submete seu povo a um reinado de terror que, propositadamente, é movido por intenções explícitas favoráveis ao comunismo e à ditadura.

Não aceito e não admito que a saúde e a educação em Cuba sejam melhores que em muitos países considerados avançados, e por razões simples: o povo cubano, preso em seu próprio território, é feliz?  A frustração de não ter liberdade, de não ser o dono de seu destino, de não conhecer e usufruir do conforto que a tecnologia hoje oferece, do direito negado de ir e vir, de escolherem seus governantes, tudo isso atesta mente saudável ou depressiva?!
De que adianta a Educação se não há oportunidades de trabalho e o ganho é irrisório, ofensivo à dignidade humana?

A ditadura cubana anula os números pretensiosos e duvidosos citados por seus defensores, porque não se tem como confirmá-los, muito menos gente isenta que esteja efetivamente elaborando tais estatísticas.

No entanto, é indiscutível que os Castro já deviam ter apeado do poder, pelo próprio bem do país e do povo da ilha caribenha, que estão embaixo dos coturnos de Fidel e do comunismo, a esmagarem os sonhos e as aspirações daquela gente sofrida e injustiçada!

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