‘Quero saber onde houve genocídio’, afirma Omar Aziz sobre relatório da CPI da Covid

Omar Aziz vai comandar a CPI da Covid-19 - Ultimoinstante

Aziz afirma que a CPI não pode exagerar nas suas acusações

Deu no Estado de Minas       

Presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, instalada pelo Senado, Omar Aziz (PSD-AM) afirmou nesta segunda-feira (18/10) que busca ser convencido no relatório final da comissão, a ser votado na terça-feira da semana que vem (26).

Aziz considera que o texto, que pode indiciar o presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) por conta da atuação durante a pandemia de coronavírus, deve ser bem acordado entre os parlamentares antes de ir para votação.

SEM GENOCIDIO – À Globonews , Aziz disse, por exemplo, que não considera que houve genocídio no país. O senador considera que outros crimes foram cometidos e que busca ser convencido de onde houve este extermínio deliberado.

“Há divergências, a gente conversa entre nós, não tenha dúvida. Quero ser convencido pelo genocidio, e não quero passar a mão por cima de A ou de B, e há várias tipificações. Quero saber onde houve o genocidio, qual foi. Sei que houve crimes cometidos, aglomeração, receptar medicamento não comprovado cientificamente, propagar fake news, isso é consenso, mas não é consenso o genocídio, por isso vamos ter um debate”, afirmou, em entrevista à Globonews .

A data de votação do relatório final da CPI, que apura omissões do governo federal durante a pandemia de COVID-19, já mudou algumas vezes. Mas agora é a busca por um acordo para o dia da votação que trava a apreciação do texto.

EXEMPLO DO AMAZONAS – “No meu estado não houve genocidio de índios, não posso aqui porque quero fazer algo contra alguém. Temos que ter muito cuidado com o que vai aprovar, para que não caia no descrédito. Temos que chegar com relatório unificado”, disse.

Aziz afirmou ainda que não teve acesso ao relatório e que ataques pessoais a ele, Renan Calheiros (MDB-AL), relator, e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI, não serão levados ao relatório.

“O adiamento não foi pelo relatório, ninguém teve acesso. Ontem, tinha mais de 60 mensagens, todas pedindo cópia do relatório, mas eu não tenho, como vou dar cópia? Ficou um negócio entre nós que tínhamos os direitos, até porque o relatório é do Renan, e quem aprova é a comissão. Ele se esmerou, debruçou, mas é importante a gente não errar na tinta, não cometermos excessos. Já cometeram contra mim e contra ele. Nós não podemos também fazer de conta que não aconteceu nada, a política é conversa, convencimento, não jogar para a plateia. Tanto eu quanto Renan e Randolfe fomos atacados, mas não vou levar esses ataques ao relatório”, disse Aziz.

5 thoughts on “‘Quero saber onde houve genocídio’, afirma Omar Aziz sobre relatório da CPI da Covid

  1. Caraca! Não estou entendendo mais nada!

    Será que chegou a hora dos panos quentes e faturar um dindin do Bozo?

    Só faltava essa, os caras falaram em genocídio e genocida durante seis meses ininterruptamente.

    E agora o Aziz quer que o convençam se ouve genocídio?

    Este país é insuportável!!!

    Eu até estava acreditando nesse pilantra.
    Espero estar enganado…

    JL

    • Eu também não estou entendendo nada. Esse tal de Aziz parece ter sido comprado pelo boçal. Todo mundo sabe que o cretino do planalto tudo fez para atrapalhar a vacinação e com isso morreram milhares de pessoas indefesas. O governo federal é incompetente e nunca soube o que fazer. Não passa de uma palhaçada assassina.

  2. Tentaram de tudo para incriminar Bolsonaro. Não encontram absolutamente nada. É um governo absolutamente honesto. Aqui nessa tribuna os q contestam o governo também não apresentam nenhuma prova. Só narrativas. Ficarão pelo caminho. Perecerão.As Leis da Natureza são invioláveis e a Lei do retorno é uma realidade

  3. Já postei aqui sobre o assunto genocídio, começou com a Cantanhede afirmando que era válido como mote de acusação, mas que já era, não dá mais.
    Agora vão os escribas canhestros partindo para a “conta de chegar” pra não ficar muito feio.
    A vez do fascista, miliciano, homofóbico ainda vai chegar. A máquina de sujar reputações vai ser recalibrada para não carregar muito nas tintas.

  4. Usando o bordão daquele também candidato à presidente da república, ele quer imagens e nós queremos provas, provas do genocídio que até agora só existe na cabeça do senador alagoano. Um relatório fajuto é o que o mito mais pede, e será isto que esta CPI vai nos dar, um relatório fajuto?

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