Raquel Dodge enfim recorre contra a decisão de Toffoli que beneficiou a criminalidade

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Às vésperas de ser detonada, Raquel demorou para se mexer

Deu em O Tempo
(FolhaPress)

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, recorreu na noite desta terça-feira (dia 23) da decisão do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, que suspendeu todas as investigações do país que tiveram origem no envio de dados detalhados ao Ministério Público por autoridades fiscais sem aval do Judiciário.

Na última semana, atendendo a pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente da República, Toffoli determinou que as investigações fiquem suspensas até que o STF defina regras para o compartilhamento de informações entre o Ministério Público e órgãos como o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), Receita Federal e Banco Central.

ESPECIFICAÇÃO – No recurso, Dodge diz que a decisão prejudica o combate à lavagem de dinheiro no país e pede que Toffoli especifique quais processos devem ficar paralisados.

Para a procuradora-geral, o envio de informações pelo Coaf é peça fundamental do sistema. “Menos do que isso levará à inefetividade dessa engrenagem e, assim, ao enfraquecimento do combate à lavagem de capitais”, diz Dodge.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Caramba! A procuradora Raquel Dodge levou esse tempo todo para perceber que a decisão de Dias Toffoli é uma maluquice jurídica? E ainda tem pretensão a ser mantida no cargo? Sinceramente, ela deu uma bela meia-trava na Lava Jato e a operação Zelotes está devagar, quase parando. Agora, Bolsonaro precisa escolher um procurador mais ligado na luta contra a corrupção. Vamos aguardar. (C.N.)

6 thoughts on “Raquel Dodge enfim recorre contra a decisão de Toffoli que beneficiou a criminalidade

  1. Num país onde decisões são tomadas, com muita rapidez e surpresa, de forma arbitrária e incoerente, a reação precisa ser mais célere e eficaz. E isso que a sociedade espera. Mas Brasil é Brasil e a justiça é rápida para quem tem poder e dinheiro e não tem razão, e muito, muito lenta para quem não e poderoso, não tem dinheiro, mesmo estando certo. Triste, deprimente!!!

  2. Eu entendo a condição frágil de uma pessoa que depende de um emprego para sustentar a família. Nesses casos, mesmo diante de uma injustiça, abusos são relevados frequentemente. Não se entende essa submissão humilhante de uma pessoa que é independente financeiramente. Parece ser o caso da dona Dodge.
    O que a dona Dodge pensa que ainda vai ser, uma Merkel ou uma Michelle ou uma Greta Garbor? No, no, no. Dona Dodge, a senhora já está descendo a ladeira, aproveite para dar um murro na mesa e dizer a esse juiz fedelho que o STF é uma merda! Mas faça em Latim – eles adoram a sofisticação.

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