Reflexões sobre a notícia de que Cristo poderia ter se casado

Francisco Bendl

Três escritores chamados Michael Baigent, Richard Leigh e Henry Lincoln, escreveram o livro intitulado “O Santo Graal e a Linhagem Sagrada”, e Dan Brown se aproveitou das pesquisas feitas por esses autores, plagiando-as e compondo o “Código Da Vinci” que, justamente, abordava a questão de Jesus ter sido casado, e com Maria Madalena.

O “Santo Graal” é um livro interessante, recheado de fotos onde as pesquisas aconteceram, e as razões pelas quais concluíram que Jesus havia de fato sido casado mediante deduções e costumes da época.

A meu ver, o fato de Cristo ter contraído matrimônio não muda nada a respeito do que disse através das suas fantásticas parábolas, mas corrobora o que eu havia comentado anteriormente aqui no Blog sobre o celibato, ao afirmar que não se pode fugir à natureza humana. Ela é poderosa porque intrínseca à vida.

Portanto, sexo é vida, a perpetuação da espécie de forma instintiva, o sentimento de amor e desejo sendo concretizado através do ato sexual, certamente o momento mais importante em termos fisiológicos e psicológicos de um casal.

Ora, repudiar esta função é contrariar o próprio organismo, reprimir a sua mente, contestar a sua existência!

Caso se confirme a dedução – não se pode ainda dizer que Jesus tenha sido mesmo casado, mas há fortes indícios com a descoberta deste pedaço de papiro –, a Igreja precisará rever o celibato. E ao abolir esta medida milenar, certamente atrairá as mulheres para dentro da Igreja, aproximará o homem da mulher e, quem sabe, até mesmo diminuirá esta violência hoje existente contra elas. Além de reduzir ao mínimo os casos de pedofilia.

Recomendo a leitura deste livro para quem estiver querendo saber um pouco mais sobre os acontecimentos depois que Cristo deixou este mundo. O texto está disponível na internet.

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