Reflexões sobre a ‘primavera árabe’ e a soberania do Brasil

Antonio Santos Aquino

A tal “primavera árabe” foi um plano orquestrado para dominar a Líbia, Síria, neutralizar o Hezbolah e o Hamas, isolando o Irã. Preparando, assim, o cenário para um ataque de Israel ao Irã. Lembre-se ainda o “latrocínio internacional” praticado contra a Líbia, tomando seu petróleo e o “maior aqüífero do mundo” incrustado na Líbia, Egito e Niger, com dois milhões de quilômetros quadrados.

Se a Rússia e China não se opuserem de maneira firme contra as pretensões das potências nucleares ocidentais lideradas pelos Estados Unidos, o mundo será partilhado na base do terror atômico pelos EEUU, Inglaterra, França, Itália, Israel.

O Brasil será desmembrado dentro de cinquenta anos, se fracassarmos em nossa política “latu senso” com a Russia e a China. Até com a Coreia do Norte deviamos manter conversações e comércio, mesmo que incipiente.

Devemos reconhecer que nós, brasileiros, temos represado muitos ódios em nossa história que se refletem em nossa atribulada vida política. O povo não tem verdadeiramente quem o defenda. Os políticos se digladiam pelos votos. Cooptam com montanhas de dinheiro os movimentos sociais representados por ONGs. Em 2002 eram umas 20/30 mil, hoje são 200 mil, quase todas bancadas pelo governo. UNE, CUT, MST e Centrais Sindicais estão “amordaçadas” com notas de real.

Movimentos etnicos, de gênero, sexo, preferência sexual “surfam” com o dinheiro do governo (do povo). Até a nossa respeitada ABI só fala em monossílabos. A OAB, bom, é a OAB.

Então somos um país de 8 milhões de quilômetros quadrados com 200 milhões de brasileiros à “mercê do imponderável”. Qual nosso destino como povo, ninguém ousa dizer. Nossos filhos, netos e bisnetos serão homens livres ou voltaremos a época do descobimento,com todos brasileiros sendo escravos, escravos mesmo?

Com este pano de fundo, em que PT, PSDB, PMDB e outros se engalfinham tão somente visando o poder, será fácil em futuro próximo as potências hegemônicas escravizar-nos a todos. É bom refletir e os mais cultos e esclarecidos devem abordar o tema com mais assiduidade.

 

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