Reflexões sobre como colocar freios no capitalismo

Martim Berto Fuchs

Capitalismo Social é mais uma fase antes de chegarmos às propostas enunciadas como Boas Novas pelo espírito angélico que conhecemos pelo nome de Jesus, quando por aqui esteve de passagem pela última vez.

Dois segmentos trabalham para colocar freios no capitalismo:

1. os tachados de ecochatos, mas que estão conseguindo seus objetivos, quais sejam, despertar na população a consciência de preservação do nosso meio ambiente, da nossa casa, o planetinha Terra – planetinha porque em relação ao Universo não passa de um grão de areia –,

2. os espiritualistas, que na difusão de que real é o mundo espiritual e o nosso aqui, terreno, passageiro, tentam fazer compreender que com a reencarnação a justiça não falha – independente de comprarmos o Supremo – e aí, produzir ao preço que o liberalismo cristão produz, ou, ao preço que o materialismo absolutista produzia na Alemanha Oiental e continua produzindo na China, onde se uniram, não trará recompensa para ninguém. Salvo, se considerarmos como recompensa a miséria ignorada e desconsiderada, e a mortandade em série seja pela fome ou pela morte dos contrários, que é o que se nos apresenta atualmente com os dois sistemas em vigor, capitalismo e comunismo.

As quatro principais religiões são cúmplices no processo. Pela ordem de chegada: judaísmo, materialismo, cristianismo e islamismo, sendo o materialismo ressuscitado pelos cristãos, em função da sua desastrosa atuação no campo social, até hoje.

Não há como separar política da religião, pois são faces da mesma moeda. Uns se permitem matar os viventes de outro país em nome de seu Deus e de suas concepções, e outros matam os viventes do próprio país se estes não aceitarem as concepções do materialismo como dogma de Estado, onde o ser humano não passa de matéria que anda e fala e tem 5 sentidos, mas pensar é proibido. Quais são mais intransigentes nas suas concepções ?

Capitalismo Social vê no processo de produção da livre iniciativa o sistema de melhores resultados materiais, e, no desmonte das Monarquias Absolutistas ainda em vigor, Monarquias Republicanas como as existentes nos países ditos democráticos, ou naqueles onde impera agora o Estado Absolutista em substituição às Monarquias citadas, o primeiro passo rumo a repartição equânime dos resultados obtidos da associação entre capital e trabalho.

Ninguém está proibido de ser rico, desde que não seja às custas da pobreza dos outros. Comprovadamente tem para todos, mas o principal entrave para uma melhor repartição da riqueza produzida reside no fato dela ser recolhida para posterior distribuição pelo Estado e este ser dominado por inúteis e/ou aproveitadores, sejam capitalistas ou comunistas, aristocratas, oligarcas, burgueses ou sindicalistas, cristãos ou não, pois legislam, executam e julgam em causa própria.

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