Renan diz que Senado virou “um hospício” e Lewandowski suspendeu a sessão

27 thoughts on “Renan diz que Senado virou “um hospício” e Lewandowski suspendeu a sessão

  1. Que delícia! A água batendo na bunda de alguns dos maiores cretinos do Brasil.
    E os dilmistas pedindo calma para Renan, quando este lembrava que aliviou a pele do casal Gleise/Paulo Bernardo. E Lewandovski exposto, não podendo ser aquele quiabo de sempre. E Renan otimista, achando que a sociedade brasileira e o mundo iam achar que o senado brasileiro é um hospício. Não senador, a sociedade informada não é tão otimista, pois se fosse um hospício chamaria discípulos de Nise da Silveira para dar uma força. A sociedade informada, aqui e lá fora, sabe que os legislativos brasileiros viraram uma galeria de escroques e que em breve ultrapassarão os PCCs da vida em termos de delinqüência, se é que já não ultrapassaram.

  2. Quanto cinismo do Renan…kkkaas

    Xerife do impeachment no Senado, Renan Calheiros é alvo de 9 inquéritos da Lava Jato
    HuffPost Brasil | De Marcella Fernandes
    Publicado: 02/05/2016 01:12 BRT Atualizado: 02/05/2016 01:13 BRT

    Após ser conduzido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), alvo da Lava Jato, o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff também está sob comando de outro investigado no esquema de desvios da Petrobras.
    O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) é alvo de nove inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da Lava Jato.
    Ele responde ainda a outro processo em tramitação na Corte em que é acusado de receber propina da construtora Mendes Júnior em troca de emendas parlamentares.
    De acordo com as investigações, o empresário Claudio Gontijo, lobista da empreiteira, teria feito pagamentos a Mônica Veloso, jornalista com quem o senador teve um relacionamento extraconjugal. Em 2007, o processo levou Renan a renunciar à presidência do Senado para escapar da perda de mandato. O parlamentar diz já ter dado as devidas explicações sobre o assunto.
    Na Lava Jato, a Procuradoria Geral da República (PGR) investiga se o peemedebista cometeu crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. De acordo com o delator Carlos Alexandre de Souza Rocha, o Ceará, o doleiro Alberto Youssef teria prometido dar R$ 2 milhões a Calheiros para evitar a instalação de “uma CPI da Petrobras”.
    O senador nega conhecer Ceará, e Youssef negou que tenha dito que o dinheiro era para Renan.
    Também em delação, o ex-diretor Internacional da Petrobras Nestor Cerveró afirmou que Renan recebeu US$ 6 milhões por meio do lobista Jorge Luz, apontado como um dos operadores de propinas, referentes a um contrato de afretamento do navio-sonda Petrobras 10.000.
    Mais uma vez, o parlamentar nega as acusações.
    Nos dois inquéritos abertos mais recentemente no STF, Renan é investigado por supostas irregularidades em contratações na Transpetro e por suposto conluio com o senador Aníbal Gomes (PMDB-CE) para facilitar a contratação de empresas pela Petrobras.
    Renan também rechaça essas acusações e diz que nunca permitiu a Gomes que falasse em seu nome.
    Renan é suspeito ainda de desvio de dinheiro público, uso de documento falso e falsidade ideológica. Isso porque teria apresentado notas fiscais falsas para comprovar ter renda suficiente para pagar as despesas de uma filha que teve fora do casamento. A suspeita é que os valores foram pagos por empreiteiras.

  3. STF, o qual ele enquadrou dentro do Senado. Basta ver a fala que a seção era um hospício, hora um presidente do STF liderando um trabalho igual um hospício. Basta ver o todo que Renan estava falando. E soltou essa bomba no colo do presidente do STF, que colocou a cauda dentro das calças..

  4. O que se vê (ou assiste) nada mais é do que a reprodução cuspida e escarrada de um Senado apodrecido. Nunca dantes nesse brasil, apequenado pelos políticos, se viu um parlamento tão desqualificado na representação popular. Lamentável exibição de um bando de pilantras que querem trocar seis por meia dúzia. O nosso aprendizado democrático está muito doído e vergonhoso.

  5. Do Polibio Braga:
    Renan delata Gleise, fora do microfone: “Eu te livrei da cadeia. Agradeça a mim !”
    Esta informação do senador Renan Calheiros, no calor dos debates desta manhã, não pode passar em brancas nuvens, porque ninguém sabia disso. Leia:

    – Uma senadora que, há 30 dias, o presidente do Senado Federal conseguiu no Supremo Tribunal Federal desfazer o seu indiciamento e do seu esposo, que havia sido feito pela Polícia Federal.

    Fora do microfone, depois de ser chamado de “mentiroso” e “canalha” por Gleise, Renan foi ainda mais fundo:

    – Era pra você estar presa. Agradeça a mim por estar livre.

    Livrou cadeia e do indiciamento ?

    Quem, como, quando, onde ?

    • Muita estranho, uma clara declaração de obstrução à Justiça…

      Tentativa de desfazer indiciamento de Gleisi foi “impessoal”, diz Renan em nota
      Leandro Prazeres e Ricardo Marchesan
      Do UOL, em Brasília
      26/08/201613h45 > Atualizada 26/08/201614h02
      —-
      O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), admitiu nesta sexta-feira (26), por meio de nota, que atuou para desfazer o indiciamento da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) em inquérito relacionado à Operação Lava Jato, mas disse que sua atuação foi “institucional”.
      A nota foi uma resposta à uma declaração dada por Renan mais cedo na qual ele admitiu ter atuado a favor de Gleisi e seu marido, o ex-ministro do Planejamento e das Comunicações Paulo Bernardo.
      “Isso não pode acontecer, como a senadora pode fazer uma declaração dessa? Exatamente, senhor presidente [Lewandowski], uma senadora que há trinta dias o presidente do Senado Federal conseguiu no Supremo Tribunal Federal desfazer o seu indiciamento e do seu esposo”, disse Calheiros referindo-se à declaração de Gleisi ontem, quando a petista disse que o Senado não teria “moral” para julgar Dilma.
      A nota distribuída pela assessoria de Renan Calheiros diz que as menções feitas pelo parlamentar tratam de “manifestação pública e institucional”.
      “Trata-se de manifestação pública e institucional decorrente da operação de busca e apreensão realizada no imóvel funcional ocupado pelo senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e do indiciamento da senadora pela Polícia Federal”, diz um trecho da nota.
      A nota detalha as intervenções feitas pelo Senado Federal a favor de Gleisi Hoffmann. “A reclamação 24.473 versa sobre a preservação da imunidade parlamentar na operação de busca de apreensão em imóvel do Senado Federal. Já na reclamação 23.585, que trata do indiciamento da senadora pelo delegado da Polícia Federal, o Senado Federal tentou desfazer ao indiciamento pela Polícia Federal”, diz o documento.
      Parte da operação da PF que prendeu Paulo Bernardo envolveu um apartamento funcional de propriedade do Senado, ocupado por Gleisi. No local, os policiais prenderam Bernardo e também realizaram mandado de busca e apreensão de alguns documentos e de pelo menos um computador. Os parlamentares consideram o espaço como uma extensão da Casa. À época, Renan acionou a Advocacia-Geral do Senado, argumentando que apenas o Supremo tem competência para autorizar medidas coercitivas desse tipo dentro de imóveis de propriedade do Senado, mesmo que elas envolvam investigados sem foro privilegiado, como no caso de Bernardo.
      A nota oficial de Renan diz ainda que, além de impessoais, as intervenções do Senado em favor de Gleisi foram “transparentes e ditadas pelo dever funcional”.
      Logo após a declaração de Calheiros, Gleisi disse que a afirmação de Renan era uma “mentira”, o que deu início a uma discussão. Por causa do bate-boca, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski, interrompeu a sessão.
      Gleisi foi indiciada pela PF em março deste ano. Ela foi indiciada por corrupção passiva em um dos inquéritos da Operação Lava Jato. O indiciamento da senadora, porém, foi questionado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que pediu a sua nulidade sob o argumento de que, por ter foro privilegiado, Gleisi não poderia ter sido indiciada pela PF.
      O ex-ministro Paulo Bernardo foi preso em junho acusado de corrupção durante operação da Polícia Federal. Seis dias depois, o ministro do STF Dias Toffoli acolheu reclamação da defesa e mandou soltá-lo. Paulo Bernardo e mais 12 viram réus em agosto.
      Procurados pela reportagem do UOL, tanto a Procuradoria da República no Paraná quanto a PGR (Procuradoria-Geral da República) informaram que não irão se manifestar sobres as declarações do senador.

  6. Sugiro aos Cidadãos de Bem do Brasil, aqueles que não rezam e nem se submetem a “CARTILHA LULOPSOLPTRALHA” que assistam documentários e filmes sobre o julgamento de Al Capone. Todos os artifícios usados por sua defesa se repetem no Senado em defesa da ORCRIM LULOPETRALHA, é tão igual e assustador que faz medo. Basta colocar os nomes do “chincaneiros” e os compararem a “turminha do barulho lulocleptômanopsolptralha” que irão chegar ao resultado da identidade. O país tá desmoralizado “bonitinha mais ordinária” ,mas, ninguém tem moral para pedirem a soltura de criminosos de lesa-pátria e traidores do Brasil, como você e seu “maridão destruidor de velhinhos aposentados”, que de há muito já deveriam, os dois, estarem em prisão fortemente fechada por mais de 40 anos, claro, juntos com seus “CHEFES PETRALHAS” ! Se continuarem nessa zona, as FFAA tomarão conta URGENTEMENTE, XÔ PETRALHAS !!!! A DIFERENÇA DE RENAN PARA LULA,DILMA,VACARI,GLEISE,PAULO E TANTOS OUTROS PETRALHAS É O NOME, ELES SÃO TÃO IGUAIS EM TUDO QUE SÓ FALTAM AS GRADES PARA OS POREM MORANDO E VIVENDO BEM JUNTOS PELO MENOS POR MAIS 50 ANOS NA PAPUDA, TUDO ISSO EM DEFESA DO BRASIL E DE NOSSO POVO QUE NÃO OS SUPORTAM !!!

  7. Caramba!!!
    quem diria que eu um dia iria elogiar atitudes
    praticadas pelo Renan…..

    Por este gesto do Renan na sessão de julgamento
    da ré – presidenta – mudei meu olhar sobre o Renan.

    Não imaginava que ele seria capaz de tamanha
    magnitude..
    Parabens Renan
    Terás o meu voto consciente.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *