Rússia garante ao Brasil transferência total da tecnologia do caça Sukhoi SU-35

Mauro Santayana

A agência RIA Novosti informa, citando declarações de Seguei Ladygin, representante da estatal russa de armamento Rosobonexport, dadas ontem na SITDEF 2013, exposição de armas que está sendo realizada em Lima, no Perú, que a Rússia teria comunicado ao governo federal que estaria disposta a transferir ao Brasil, sem restrições, cem por cento  da tecnologia  de fabricação dos caças Sukhoi SU-35, de quinta geração, e dos sistemas anti-aéreos Pantzir, independente da conclusão da licitação do Programa FX-2, de compra de caças pela aeronáutica.

O Sukhoi Su-35 pertence a uma classe caças de ataque e superioridade aérea pesados, de longo alcance e multi-função. Com autonomia de 3.600 a 4.600 quilômetros (com tanques externos) e velocidade de 2.700 quilômetros por hora, ele pode atingir rapidamente qualquer região do território nacional.

É equipado com uma variedade melhorada de óptica passiva do sistema de radar N035 Irbis, e com  um radar de retaguarda adicional montado no seu aguilhão da cauda encurtada. Conta também com um radar N035 melhorado com pico mais poderoso e melhores características ECM e com um sistema de guerra eletrônica e auto-contramedidas de defesa eletrônica Khibiny L175M. O cockpit conta com duas telas de LCD e compatibilidade com HMD.

O software do Su-35BM tem acrescentada compatibilidade com novos sistemas de armas e outros  aviônicos que incluem informações de longo alcance de alvos e datalink com capacidade de resistência à JAM, além de um sistema de reconhecimento eletrônico.
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35 thoughts on “Rússia garante ao Brasil transferência total da tecnologia do caça Sukhoi SU-35

  1. A veemência com que o “jornalista” Santayana defende seus pontos de vista é tão evidente, que às vezes chego a suspeitar de que ele até ganha algum com isso. Não acredito que isto aconteça, mas que ele não deixa dúvidas de que é um marxista-leninista fanático , não há como negar.

    • Não tem veemência nenhuma, Mauro. É simplesmente a transcrição de um comunicado de uma agência de notícias russa, com citações da fonte. Jornalismo de primeira.

  2. A “jenialidade” é fantástica, não há como negar. Gostaria de saber, no artigo acima, sobre a venda de um caça, de um país que renegou o socialismo, qualquer traço de marxismo-leninismo. Piada!

  3. Existem as religiões dos anti-marxistas-leninistas fanáticos. São muitas. Agora … se compramos aviões norte-americanos … tudo bem. Se compramos na Rússia … estamos errados!!!
    Por que não compramos a sofisticada tecnologia norte-americana que produz os “drones” e saímos por aí matando sem qualquer motivo como eles fazem? Puxa, tem gente aqui do blog que aplaudiria de pé!!! Os drones despejam mísseis e bombas em áreas civis, já mataram mais de três mil no Afeganistão e continuam matando!!! Isso … PODE !!!

  4. Sou favorável a esta aquisição dos aviões russos.
    O Raphale, francês, é caro, e nunca foi testado em combate.
    O F-18, americano, o melhor, não transferiria ao Brasil a sua tecnologia, ocasionando que ficássemos à mercê dos Estados Unidos a nossa defesa antiaérea.
    Este Sukhoi SU-35, é um caça que vem sendo aperfeiçoado ao longo dos anos, a ponto de ter suplantado tecnologicamente os famosos MIG, principalmente o excelente à época, MIG-29.
    Tomara que a presidente Dilma bata o martelo nesta questão que se arrasta há mais de dez anos, ocasionando que a nossa Força Aérea atualmente esteja composta de Asa Delta, Ultraleve, Paraglider, dois Teco-teco, um Xavante, e três Mirage no solo porque faltam peças para alçar voo!
    O Exército não está melhor e, a Marinha, os nossos índios possuem canoas mais rápidas e melhores preparadas para combates do que nossos navios herdados da Primeira Guerra.
    O Porta-aviões Minas Gerais só consegue dar a volta na Baía de Guanabara quando acaba o combustível e, o São Paulo, não pode carregar o peso das aeronaves em seu deck!
    Enfim, as nossas Forças Armadas hoje são um verdadeiro convite à invasão do Brasil, pois só temos munição suficiente para DUAS HORAS DE COMBATES!!!
    Quanto ao combustível, a Petrobrás certamente irá declarar que precisaremos importar óleo diesel, que temos falta de querosene, que nossas tubulações não chegam aos quartéis, que deveremos abastecer nossos carros de combate nos postos localizados nas rodovias e cidades brasileiras, um verdadeiro fiasco!
    A vinda dos aviões russos, no mínimo 36 – 35 enviados ao sul para controlarmos as fronteiras com Argentina, Paraguai e Uruguai e, o que restar, deslocado para o Oeste cuidar do boliviano Evo Morales.

  5. Francisco Bendl !!!
    Mais um super show!!! Show de informações super apropriadas e muito dentro do conceito “Segurança” para o Brasil.
    Parabéns, amigo!!! Um belo sábado para você e os seus. Abraço aço aço do, Almério

  6. Parabéns pelos comentários, Almério e Bendl.
    Muito bem colocados os temas, a despeito das inevitáveis opiniões opostas e agressivas, com soem ocorrer.
    Apenas, meu caro Bendl, creio que melhor seria controlarmos nossas fronteiras amazônicas muito antes do que aquelas que citou, Argentina, Bolívia, Uruguay.

    O potencial de problemas ao Norte é imensamente maior.
    Na Colômbia, por exemplo, quantas bases americanas ali estão instaladas?. E na Guiana Inglesa, que faz divisa com Roraima, de onde já nos roubaram uma parte no ínício do séc.XX ? Mesmo a Venezuela, apesar de estar no Mercosul, pode ser levada por vias transversas a nos provocar problemas por ali.
    Abraços a ambos.

  7. Eu já estou certo que por agora não teremos novos caças, sejam americanos, russos, suecos ou franceses. Aliás, fico com dúvida se eles chegarão. Infelizmente, desde o governo FHC, passando por Lula e até a presidente Dilma, nenhum deles dá a impressão se importar de fato com a Defesa Nacional. Existem outros assuntos importantíssimos, sobre os quais não se ouve sequer um pio, e nem são discutidos nacionalmente. A finalização do VLS, por exemplo. Outro, a contratação de técnicos para o INPE, instituto que acumula conhecimentos imprescindíveis, que está se esvaindo sem as reposições de pessoal novo para ocupar o lugar dos que se aposentam. Parece que existe até um conluio político para sabotar o País nessa área. E, para fechar, mudando ligeiramente de assunto, sugiro aos distintos leitores que verifiquem o mapa das reservas indígenas do norte amazônico. Estão fechando uma área gigantesca para as reservas, precisamente na área de fronteira. A impressão que tenho é que estão preparando uma área, dita “indígena”, para uma futura emancipação do Brasil.

  8. Almério, meu caro amigo,
    Somos obrigados na nossa idade tentar agir com coerência!
    A Rússia e a China que abriram suas fronteiras para o Capitalismo, sob pena de continuarem dependentes de alimentos e do altíssimo custo que era a manutenção de seus regimes a portas fechadas para o mundo, possuem hoje produtos altamente tecnológicos para exportação, além de mais acessíveis do que os americanos, ingleses, franceses, alemães e italianos.
    Ora, nesta sintonia, que optemos pelos russos, que sempre estiveram no mesmo nível dos Estados Unidos em termos de defesa de seu território, com exceção da Marinha, que os americanos continuam imbatíveis. No entanto, Exército e Aeronáutica, os russos sempre foram iguais, inclusive em radares, lança-foguetes, armas de defesa pessoal e portáteis, lembrando o famoso AK-47, fuzil de assalto leve e comm incrível resistência, a ponto de ser a arma predileta de muitos exércitos espalhados pelo mundo.
    Quando o Brasil escolheu o FAL, belga, em substituição aos nossos Mauser, da antiga Tchecoslováquia, modelo 1917(!) no lugar dos M-16, americanos, deveu-se ao calibre deste, menor que o europeu, mas com muito mais impacto e precisão. Os FAL usam o calibre 7,62mm que, de certa forma, padronizava o armamento que já possuímos à época, década de setenta.
    Ora, na razão direta que adquiríssemos os Sukhoi, bem que poderíamos acrescentar no pacote os AK-47 como renovação dos antigos FAL, completamente ultrapassados pelo tempo de uso e sem aperfeiçoamento qualquer, e que utiliza munição 7,62mm.
    Sobre as pistolas, o Exército usa as Beretta, 9mm, calibre 38, deixando de lado as fortes e resistentes Colt 45, de difícil prática em razão do impacto, propiciando mais erros do alvo que de acertos, mesmo a curtas distâncias.
    Igualmente as metralhadoras são Beretta, 9m no lugar das INA, que possuíam pente de trinta projéteis e que engasgavam à primeira rajada, também calibre 45 ou 11,43mm!
    Um excelente fim de semana prá ti também Almério, junto aos teus.
    Abraço forte.

  9. Não sou especialista, mas o avião americano é o melhor para o Brasil. Qual a disponibilidade de componentes e rede de manutenção do avião russo? Já o avião americano fabricado pela Boeing já demonstrou sua capacidade em combates reais envolvendo os norte americanos.

  10. O ARTIGO e os comentários, põe a nú a situação do Brasil; falta de patriotismo e brasilidade.
    Nossas Forças Armadas sucateadas, Regiões maiores que Alagoas ou o Rio, na fronteira, entregue a meia dúzia de índios,que usufruem os benefícios da civilização brasileira, mas não se consideram brasileiros, eles merecem tratamento diferenciado, mas não o absurdo da ameaça que aí está, virarem “Nações”.
    O trabalho escravo dos “negros” construiram está Nação, seus descendentes, se consideram “brasileiros”, e o tratamento que recebem é da hipócrita inclusão!!
    A falta de transferência total de tecnologia tem como resultado: dependência e sucateamento.
    A descrição do caça no artigo, e transferência total da tecnologia, pela Russia, que a muito deixou de ser comunista, é o que melhor atende à nossa Soberania, os outros armamentos do Exercito e Marinha,pede o mesmo caminho, transferência total de tecnologia.
    O Brasil tem “cérebros” para projetar e construir, mas, falta, como disse: interesse patriótico dos governantes.
    Até quando o Brasil vai viver na hipocrisia governamental;vamos desmentir De Gaulle!?!?; ou vamos deixar como está, para ver como fica!?.
    Desperta Brasil.

  11. Francisco Bentley está certíssimo: O F 18 é melhor. O problema é que os EUA não transferem tecnologia.
    O Sucói não é de confiança, ainda mais sendo russo. Nunca foi testado. O Rafáli já mostrou que não é bom.
    Melhor mesmo é pegar esse dinheiro e investir em ferrovias e portos, saúde e educação, etc, porque ninguém vai perder tempo em fazer guerra contra o Brasil. Nunca fizeram em 500 anos, tirando o Paraguai, não vai ser agora que vão fazer. Mesmo porque aqui não tem riquezas concentradas em um determinado local. Isto seria antieconômico em termos de invasão bélica.
    Nisso de avião, a EMBRAER taí e pode desenvolver caças nacionais.

  12. Almério, prezado companheiro, saudações. Mas vamos e venhamos, “pensemos nas crianças mudas telepáticas…”(Viníco de Morais).
    Então prá que essa de religião marxista-leninista de Santayana, querendo convencer, com a sua nostalgia soviética, sobre mecanismo de matar como esse tal sucói. O pior é que ele pode não matar, por não ser de confiança tecnologicamente. Então o melhor é pegar o dinheiro e empregar nas necessidades humanas de nosso explorado povo pelo estado opressor que nos governa há séculos.
    Juntemos nossas forças e empreguemos pelas crianças primeiramente. Depois pela embraer.
    Abraços.

  13. Francisco Bendl
    maio 25, 2013 até 12:35 pm · Reply

    O porta-aviões Minas Gerais já virou sucata faz muito tempo, foi sucateado na India.

  14. Ricardo, meu caro,
    Obrigado pela informação, apesar de o Minas Gerais já era sucata no Brasil e, na Índia, desmanchado.
    Aliás, tenho PPS que mostram este tipo de trabalho braçal feito pelos indianos – o desmanche de navios -, simplesmente inacreditável.
    Ricardo, este tipo de intervenção que fizeste comigo é salutar, adequado, próprio e pontual.
    Mesmo eu sendo jocoso com relação às nossas Forças Armadas, eu poderia estar prestando um desserviço sobre uma belonave brasileira, o porta-aviões Minas Gerais, que nem existe mais, e que eu não sabia.
    Grato, Ricardo Sales.

  15. Prezado
    Francisco Bendl
    maio 25, 2013 até 4:36 pm · Reply
    Você como sempre, elegante nas suas considerações. Vamos atuar para que Helio Fernandes fale sobre as “bombas”(inclusive coloaram uma bomba em um Passat dele) de ambos os lados.

  16. Esse negócio de transferência de tecnologia no Brasil é mais velho do que a Sé de Braga. Não existe soberania quando o conhecimento tecnológico vem de outro país. Concordo plenamente com o comentarista Mauro Julio Vieira. Se a EMBRAER não sabe construir caças, que faça um curso de corte e costura.
    Deixemos de lado esse assunto de Sukhoi. Está ao alcance das mais parcas inteligências que se os russos estão abrindo mão do processo de fabricação do supracitado caça, salta aos olhos e rebenta os ouvidos que eles há muito já dispõem de outro bem mais eficiente.
    Sou totalmente contra aprender copiando, fazer prova colando.
    Sei que não vou agradar a todos, pelo assunto que vou alinhavar agora, agora que o papa franciscano está para chegar ao Brasil.
    O Partido Comunista Chinês mostrou-se algo prudente no domínio artístico após a chamada Revolução Cultural do final da era maoista. O comitê central mandou selar as portas dos museus, onde objetos de arte inestimáveis haviam sido destruídos nos primeiros assaltos dos guardas vermelhos. Também as portas das bibliotecas e dos templos foran lacradas pelo comitê central. Graças a essas medidas, o conjunto do patrimônio artístico chinês não desapareceu totalmente.
    Nenhum acervo militar da Russia, ou da China, será entregue assim de mão beijada. Pensar ao contrário é uma grande tolice.
    A China defendeu com unhas e dentes o Vietnam e países da Indochina contra a agressão imperialista, mas nenhuma arma ou qualquer material bélico chinês foi encontrado naqueles campos. Os vietnamitas do general Giap se viraram tenazmente até a vitória final. O mesmo se pode dizer com relação à Russia: apoiou, mas não entregou.
    Mas voltando aos exageros da Revolução Cultural chinesa, monumentos exteriores, principalmente estátuas, foram borrados de branco ou de alcatrão, embora rapidamente restaurados a seguir.
    Mao já vacilava naquela ocasião, eis a razão de os acontecimentos se agravarem.
    A Russia vai vacilar, passando tecnologia? E passando tecnologia para quem anda de mãos dadas com os Estados Unidos?
    Os jóvens guardas vermelhos sabiam que não seriam freados em sua ação. Eles já não se contentavam com a persuasão, nem mesmo com a intimidação de Chu En-lai. Passaram a atos mais brutais, que pessoas desavisadas no mundo ocidental ainda atribuem a Mao Tse-tung.
    Abro um parênteses e questiono se Stalin passaria a tecnologia dos Sukhoi. E o Putin, por que mandou envenenar aquele agente traidor em Londres?
    Mas voltemos a 1966 nas ruas de Pequim. A partir de 25 de agosto pessoas começaram a ser indiscriminadamente espancadas, inclusive idosos, por revolucionários com menos de 13 anos de idade.
    Diz o historiador Pierre Guillemot, que as moças não são menos entusiastas. “É difícil calcular quantos <> foram seriamente feridos, e quantos outros morreram dos seus ferimentos”.
    Vão ensinar os brasileiros a fabricarem aviões de caça sofisticados de última geração? Temos que ser muito ingênuos e desconhecer um pouquinho de História para acreditar em tamanha bobagem.
    Vale a pena ressaltar que os principais tesouros da arte chinesa desde há muito já não mais estavam em Pequim. Tinham sido levados para Formosa, para onde Tchang Kai-chek havia fugido.
    Quem vai fugir da Russia com o tesouro da arte de fabricação do Sukhoi SU-35?
    A informação cria cobiça e angaria inimigos.
    Em Formosa também estão os restos do Sinantropo, o mais velho homem conhecido, exumado pelo padre jesuíta e paleontólogo Teillard de Chardin.
    Chardin, autor de O Fenômeno Humano, incorreu na ira de católicos e de protestantes, ao pesquisar e difundir a origem do homem. Lembremo-nos de que Santo Agostinho foi o inspirador do frade renegado Lutero e também do assassino Calvino. Foi quem declarou que só era cristão por acreditar em milagres.
    Alguém acredita no milagre da transferência de tecnologia?
    Se vivesse hoje, Santo Agostinho provavelmente seria agnóstico, ou ateu, já que não se fala mais em milagres. Aquela história de o sol parar em Fátima após fazerem a cabeça daqueles tres pastorinhos seria hoje, não só o contrário da verdade, mas igualmente o contrário da verossimilhança. Com o aparecimento de telescópios espaciais e de outros meios eficazes de comunicação rápida e de acurada verificação, inventar milagres ficou impossível.
    Disse Christopher Hitchens, que Agostinho era um fantasista egocêntrico e um ignorante geocêntrico. Foi de quem Calvino extraiu sua tenebrosa doutrina. E Calvino foi um totalitário que mandou Michel Servetus a ser queimado vivo em um auto-de-fé na sua inquisição.
    Teillard de Chardin foi um Voltaire moderno. Voltaire mesclava seu ateísmo com alguns atos de piedade. Chardin contrariou Agostinho e Calvino, o primeiro dizendo, e o segundo confirmando, que a terra tinha seis mil anos, a julgar pela bíblia. Os dois eram como Mao e Chu En-lai ( o que um dizia o outro confirmava).
    Com a exumação do Sinantropo, Chardin mostrou que o homem é bem mais antigo que Adão. Destruiu e explicação dada pela mitologia bíblica para o mundo natural.
    Conforme já insinuava Teillard de Chardin com sua paleontologia, a bíblia não passa de um amontoado de mitologia, sem qualquer fundamento cientìfico.
    Não se sabe que tipo de amontoado os russos estão a oferecer em troca de uns míseros trocados.
    Lendo o famigerado Pentateuco, fico sem saber os planos do atual papa franciscano.

  17. Vocês se lembram? Quando o porta-aviões Minas Gerais foi comprado, seu apelido já era “O Belo Antônio”. Para os mais jovens, esclareço.
    No filme O Belo Antônio o (grande) ator italiano Marcelo Mastroiani era o Antônio, um cara que tinha que casar com a Claudia Cardinale, moça belíssima. E se casaram. A expectativa das famílias por um netinho … era imensa.
    Só que … os dias iam se passando e … “nada acontecia”. Antonio não “funcionava”. Antonio era um homem muito bonito, mas … Daí veio o apelido do porta-aviões. Não servia para nada!!! Já era um “Belo Antônio” quando o compramos!!!
    No mais … Mauro Julio, Francisco, Theo, Flavio, Ricardo e todos os demais … Um maravilhoso domingo!!! E que Deus nos abençoe e aos nossos familiares e amigos!!! Abraço do, Almério

  18. É evidente o custo-benefício do Sukhoi SU-35, considerando que os norte americanos não transfeririam a tecnologia dos seus caças, leia-se F-18 ou F-16 (curiosamente quando eles fecharam comprar aviões da Embraer, exigiram e obtiveram a transferência de tecnologia brasileira). Nesse sentido, concordo com os comentários dos colegas vermelhos aqui do site.

  19. Mas, bah, chê, alguns comentários extrapolaram a mais fértil imaginação em como seriam com relação à compra dos caças russos.
    Em princípio, respeitosamente, o texto de Solon se perdeu do objetivo principal: a transferências de tecnologia russa para os brasileiros.
    Solon falou do pecado, de Santo Agostinho, do Papa, do pentateuco, da Revolução Chinesa …, e apenas disse não acreditar que os soviéticos nos ensinem fabricar aviões de alta tecnologia.
    Bom, faz-se mister enaltecer que, na eventualidade de se concretizar esta aquisição pelos Sukhoy, temos técnicos que averiguarão se de fato receberemos a planta dos aviões e meios de como fabricá-los iguais aos dos russos. Acredito que não seríamos enganados de forma tão torpe ou desonesta ou infantil diante da repercussão mundial, e até mesmo o cancelamento do negócio, indubitavelmente.
    E, se andamos de mãos dadas com os americanos, na opinião de Solon, Putin agindo com determinação e nos fornecendo o segredo dos Sukhoy, passaríamos a ser parceiros dele em questões altamente relevantes, que é a defesa de um País de dimensões continentais como Brasil e Rússia, coincidentemente.
    Não está em jogo tão somente a compra de aviões de combate, mas o pacote análogo a esta aquisição de bilhões de dólares, que pode ser complementada por produtos brasileiros, mercadorias russas concernentes aos caças, ampliação do mercado entre brasileiros e soviéticos, joint-ventures, enfim, abre-se um leque extremamente interessante e profícuo entre Oriente e Ocidente,passando por cima dos americanos que não poderão dizer um “ai” a respeito.
    Portanto, acredito, sim, nesta tecnologia de ponta e sofisticada que os russos prometeram, e com o Brasil se comprometendo com a Rússia em setores onde ela ainda precisa adquirir commodities ou por não tê-los ou por não poder extraí-los, caso estiverem em solo Siberiano, por exemplo.
    Desta forma, educadamente, discordo do Solon nesta questão da tecnologia, admitindo que nós a teríamos dos russos se adquirirmos seus eficientes aviões de caça, os Sukhoy, diante do que o Brasil pode representar aos soviéticos no futuro.

  20. Caro Bendl, o pacote de negocio, descrito no teu comentário,foi bem lembrado e factível,basta que nossos técnicos, analisem com brasilidade, defendendo os interesses Pátrios, em sua SOBERANIA como NAÇÃO.
    Caro Almério, agradecemos à citação, e que DEUS em sua Misericórdia, abençoe a Humanidade desgarrada dos princípios humanos, e em especial aos brasileiros, que não “gostam de sangue na boca, de seu irmão de jornada”, conquistando seus “DIREITOS À VIDA”, com Amor fraterno, com a Esperança no amanhã.

  21. A única tecnologia transferida é a tecnologia ultrapassada. Um país só terá tecnologia de ponta se produzi-la ele mesmo. Mas isso requer educação científica e tecnológica, que por sua vez implica em muito investimento em …educação, Temos isso? Então esqueçam.

  22. Prezado Santayana,

    Transcrevo aqui, comentário feito por mim no blog de Eduardo Guimarães, a respeito do assunto FX-2. Citarei em aspas o comentário e, ao final, farei novas considerações.

    Abraço cordial

    Artur da Costa Gomes
    Cap Av – 1º GDA

    “Nesse assunto dos caças, assistimos a um festival de ‘especialistas’ em aviões de combate, a começar pela senhora Eliane Cantanhêde, emitindo verdadeiros disparates. A bem da verdade factual, faz-se necessário alguns esclarecimentos técnicos fora da discussão ideológica que se trava sobre o assunto:
    Dos cinco concorrentes iniciais: F-18 Super Hornet, Gripen NG, Sukhoi Su-35 Super Flanker, Rafale F3 e o Eurofighter Typhoon, cabe uma avaliação preliminar:
    1) O Sukhoi Su-35 Super Flanker, o preferido pela maioria maciça dos pilotos da FAB, tem, como vantagens: maior potência (2 turbinas Lyulka, com 142 kN cada), maior autonomia de vôo (4.600 km), além do famoso sistema de exaustão vetorial (efeito mais pirotécnico, na verdade), que o transforma num brinquedo de luxo, gostoso de operar;
    2) F-18 Super Hornet, o segundo na preferência dos pilotos: apesar da potência e autonomia de vôo menores que o Sukhoi, testado efetivamente em combate, além da confiança das turbinas GE;
    3) Rafale, similar ao F-18 em potência e autonomia de vôo, talvez lhe falte o batismo em combate e as turbinas Snecma sejam ainda uma incógnita a campo;
    4) O Eurofigther Typhoon, levemente inferior ao Super Hornet e ao Rafale, com alguma vantagem adicionada na aviônica;
    5) Gripen NG, em sua concepção de guardião de países com pequena extensão, comuns na Europa, um bom caça, embora a versão NG não passe ainda de prospecto.
    Bom, como na hora de decidir, entram em cena várias condicionantes:
    __ O Sukhoi, tecnicamente o melhor, foi preterido menos em função de dificuldades na logística e no treinamento dos pilotos, e mais em função de pressões geopolíticas dos americanos;
    __ O Super Hornet, embora tecnicamente um excelente caça, viria com o sistema middle-packet (desarmado e sem TT*);
    __O Typhoon e o Gripen, por conterem grande parte de armamentos e propulsores americanos, contrariam o princípio FX, da não-dependência alienígena, foram descartados, tendo o Gripen o agravante de ser monopropelido;
    __ Restou o Rafale, um bom caça, ainda que inferior ao Su-35 e ao F-18, pois viria no sistema full-packet e TT * plena.
    Enfim, a opção possível, no meio desse emaranhado de lobbies e pressões políticas de todos os lados…”

    O Su-35, considerado um caça de 4,5ª gerção é uma excelente aeronave, embora eu duvide que o governo irá peitar o lobby norte-americano e comprá-lo. Faltou dizer que melhor opção seria o Brasil adquirir qualquer dos caças como solução temporária, e ao mesmo tempo aderir ao protocolo russo/indiano do PAK FA T-50, um caça de 5ª geração, o qual já existem dois protótipos voando. O PAK FA, esse sim, seria o estado da arte em aviação de caça…E segue a novela FX…

  23. Senhores,

    Vejam estas duas reportagem sobre o assunto:

    ENTREVISTA COM ANATOLY ISAIKIN DIRETOR GENERAL DA EEFU “ROSOBORONEXPORT” SOBRE O PROGRAMA F-X2, ao site Defesanet.com.br, ainda no ano de 2009.

    Defesanet: É CONHECIDO QUE NO FIM DE OUTUBRO O BRASIL VAI ANUNCIAR O RESULTADO DO PROJETO F-X2. QUAIS OS SEUS COMENTÁRIOS?
    Diretor:Sabemos que no fim de Outubro deste ano (2009) é esperada a decisão sobre os resultados da licitação da Força Aérea Brasileira (FAB) dentro do Projeto F-X2 para substituição dos seus envelhecidos caças de vários tipos por um novo modelo de aeronave. É prevista dentro da licitação que até o ano 2015 (primeira etapa) sejam adquiridos 36 aeronaves multifuncão e na segunda etapa que vai até 2024 a produção conjunta no Brasil de mais 84 caças. De tal maneira a quantidade total dos aviões será 120 unidades.
    Certamente que nós gostaríamos de vencer essa licitação. Por isso o caça Su-35, nossa super-aeronave russa foi proposta ao Brasil.

    MAS NA IMPRENSA APARECEU A INFORMAÇÃO DE QUE RÚSSIA NÃO ESTÁ PARTICIPANDO NESSA LICITAÇÃO. É ISSO ASSIM?
    Consideramos que somos os participantes legítimos dessa licitação. Dassault/França com Rafale F3, Boeing/EUA com F/A-18E/F Block II e a SAAB/Suécia com Gripen NG são os nossos concorrentes.

    COMO A PROPOSTA RUSSA ATENDE ÀS EXIGÊNCIAS DA LICITAÇÃO?
    Recentemente Brasil adotou uma nova Estratégia Nacional da Defesa. O documento prevê que no caso de aquisição dos sistemas bélicos modernos o pais vendedor do armamento deve transferir tecnologia em várias áreas para permitir a consolidação da “Base Industrial de Defesa do Brasil”, assegurar a sua participação direta na execução do programa, envolvendo a capacitação de manutenção em qualquer nível da complexidade da aeronave e seus sistemas, a produção de todo o armamento envolvido, permitindo desta maneira independência de fontes estrangeiros.
    Exatamente isso pode ser visto no processo seletivo adotado nos requisitos do Projeto F-X2. O volume e a profundidade da transferência tecnológica foram declarados pelo Brasil como fatores decisivos. Tomando isso em conta, nos preparamos e entregamos ao Ministério da Defesa do Brasil nossa proposta melhorada da cooperação tecnológica, que atendeu completamente aos requisitos brasileiros.
    Nossa proposta contém um grande programa da transferência tecnológica que envolve o ciclo completo da manutenção e reparação da aeronave e seus sistemas no Brasil, incluindo a produção do Su-35 no Brasil. Simultaneamente nós declaramos que a transferência das várias tecnologias envolvidas somente pode ser limitada pela capacidade técnica e financeira das empresas receptoras brasileiras.

    NOS JÁ TEMOS AINDA UMA GRANDE VANTAGEM EM RELAÇÃO AOS NOSSOS CONCORRENTES, OU SEJA, A NOSSA EXPERIÊNCIA REAL DA TRANSFERÊNCIA TECNOLÓGICA PARA PRODUÇÃO DAS AERONAVES SU-27 PARA CHINA E SU-30 PARA ÍNDIA.

    Além disso, depois das conversações realizadas no Brasil, ficou claro que hoje nós podemos cooperar com empresas brasileiras nestes tipos de projetos, como:
    – integração da eletrônica de bordo brasileira unificada das aeronaves existentes e futuras da FAB (inclusive telas, sistemas de comunicação, sensores de bordo, computadores etc.) no Su-35;
    – integração dos mísseis e foguetes de produção brasileira no Su-35.
    Um pacote de programas de contrapartidas comerciais e indústriais (offset) também é parte da nossa proposta. O foco deles está na transferência tecnológica. Vale a pena mencionar que trabalhamos junto com empresas brasileiras para realização de programas similares como aqueles contidos no contrato para fornecimento das aeronaves com asa rotativa Mi-35M para a FAB. Essa é uma boa experiência para nós e para o Brasil.
    Gostaria de acentuar mais um assunto. O Brasil e a Rússia são parceiros estratégicos. Este fato foi declarado pelos Presidentes dos nossos países. O projeto para fornecimento dos Su-35 poderia tornar-se como salto qualitativo no desenvolvimento das relações russo-brasileiras. Por isso a proposta da EFEU ROSOBORONEXPORT vem recebendo suporte do senhor Dmitry Medvedev, Presidente da Rússia.

    QUAIS SÃO AS VANTAGENS TÉCNICAS DO SU-35?
    Por suas características técnicas e operacionais o Su-35 supera significativamente todas as aeronaves apresentadas pelos nossos concorrentes.
    Nosso caça é mais veloz (2400 km/h em altura de 11000m), tem maior relação empuxo/peso, tem quase duas vezes maior vantagem no alcance (3600 km sem tanques externos de combustível) em comparação com aeronaves francesas e suecas. O Gripen NG é equipado somente com uma turbina, um fator que diminui significativamente a segurança e a sobrevivência de aeronave no combate. Já F/A-18 possui menor teto de vôo.
    Assim, o caça russo é mais adequado para o Brasil com seu vasto território e fronteiras terrestres e marítimas estendidas.
    O Su-35 também apresenta superior eficácia de combate. O caça pode levar 8 toneladas de armamento, que é 1,5 vezes superior às do Rafale e do Gripen.
    Fator importante é a conhecida característica supermanobrabilidade do Su-35 que drasticamente aumenta as possibilidades de sucesso em combate. Os aviões dos concorrentes não possuem essa característica superior.
    A cabine do piloto do Su-35 está equipada com modernos meios de visualização da informação, fator que facilita muito o trabalho de pilotagem e permite ao piloto se concentrar exclusivamente no comprimento das tarefas de combate.
    A aeronave russa é equipada com novo radar, que supera em 1.5–2 vezes os radares dos caças concorrentes, mesmo no que concerne ao alcance e outras características importantes.
    É difícil acreditar, que com todas estas características positivas, permitem simultaneamente diminuir os gastos com a operação deste avião, influindo significativamente no baixo custo total do seu ciclo de vida. Ademais, com maior alcance da aeronave se precisa menos bases aéreas, bem como, com maior eficácia da aeronave em combate a FAB precisará menos aeronaves para o comprimento das missões.
    Por estas qualidades o Su-35 entrou no serviço da Força Aérea Russa. Na última Feira Internacional MAKS-2009 ocorrida em agosto, em Moscou, a Empresa Sukhoi e Força Aérea Russa assinaram um contrato para o fornecimento de 48 Su-35.

    QUAL SÃO OUTRAS VANTAGENS DA PROPOSTA RUSSA PARA O BRASIL?
    Um dos mais atrativos fatores é o preço das nossas aeronaves. Nossas análise e experiência em concorrência permanente com empresas da França, dos EUA e da Suécia indicam que em comparação com preços deles o preço russo é significativamente baixo. A Comissão Gerencial do Projeto F-X2 da FAB sabe bem desta diferença.
    Então eu acredito que a nossa proposta atende às exigências brasileiras em todos os sentidos, por um custo total bastante atrativo. Foi isso que nós tivemos em conta durante de preparação da nossa proposta.

    PODE CONTAR BREVEMENTE A HISTORIA DA COOPERAÇÃO TÉCNICO-MILITAR ENTRE O BRASIL E A RÚSSIA?
    O Brasil conhece muito bem os armamentos russos. Ainda no ano de 1994 a Força Aérea Brasileira e Exército Brasileiro adquiriram sistemas portáteis antiaéreas de mísseis Igla de produção russa. A propósito, o Igla está em uso no Brasil até agora.
    De 2003 até 2005 EFEU ROSOBORONEXPORT participou na licitação da FAB para aquisição de caças modernos e naquela altura teve grande chance de vencer. Pelas avaliações brasileiras o Su-35, por critérios técnicos era o mais favorável. Nossa proposta de offset também recebeu uma excelente avaliação. Mas, em 2005 esta licitação foi cancelada e agora renovada com requisitos diferentes para o Projeto F-X2.
    O ano 2008 foi marcado com assinatura do maior contrato na historia da cooperação brasileiro-russa. Este não é simplesmente contrato para fornecimento dos modernos helicópteros de transporte e combate Mi-35M para FAB, mas também é o projeto da transferência tecnológica, treinamento dos pilotos e técnicos, inclusive os programas de offset. Agora a EFEU ROSOBORONEXPORT junto com JSC ROSTVERTOL e outras organizações russas estão trabalhando para realizá-lo.
    Ministério da Defesa e as Forças Armadas do Brasil mostram cada vez mais interesse no material do emprego militar russo, tal como meios da defesa antiaérea, material aeronáutico, simuladores, material para o Exército, entre outros.

    http://www.defesanet.com.br/fx2/noticia/187/Entrevista-com-Anatoly-Isaikin-Diretor-General-da-EEFU-Rosoboronexport-sobre-o-Programa-F-X2

    Agora vejam esta reportagem do Correio Braziliense do dia 01 de abril de 2013:

    “O Decreto que regulamenta o marco legal para compras, contratações e desenvolvimento de produtos e sistemas de defesa do Brasil foi publicado nesta segunda-feira (1/4) no Diário Oficial da União. O Decreto 7.970/2013, que regulamenta dispositivos da Lei 12.598/2012, já permite o credenciamento das Empresas Estratégicas de Defesa (EED). Além disso, homologa os chamados Produtos Estratégicos de Defesa (PED) e mapeia as cadeias produtivas do setor.
    Com as normas, a intenção do governo é estimular as compensações tecnológicas, industriais e comerciais e fomentar o conteúdo nacional da base industrial de defesa, tanto para o mercado interno quanto para exportação. Ao criar a Comissão Mista da Indústria de Defesa (Cmid), o decreto possibilita que, auxiliado por órgãos e entidades públicas e privadas, o Ministério da Defesa credencie empresas e homologue produtos considerados estratégicos.”
    “A nota cita que um dos elementos chave do novo decreto é a definição do TERMO DE LICITAÇÃO ESPECIAL (TLE), uma opção concorrencial que permitirá que as compras e contratações do setor sigam uma “LÓGICA BASEADA NÃO APENAS NOS CUSTOS DOS PROJETOS”, e permite a adoção, nas licitações, de critérios que fortaleçam a base industrial de defesa no Brasil.
    Em meio a esses critérios podem ser levados em considerações aspectos geopolíticos ou fatores econômicos que permitam às empresas brasileiras desenvolver capacidades tecnológicas que possam resultar, posteriormente, em vantagens competitivas.”

    Abraços.
    PS:
    -A idéia de abrir mão de comprar armas dos EUA não é coisa de comunista. A menos que as nossas forças armadas sejam comandadas por comunistas. Afinal, foram os americanos que proibiram a venda dos Supertucanos para a Venezuela.
    -Essa aquisição poderá valer mais pela aprendizagem de tecnologia do que os aviões em si, pois mesmo que essa tecnologia esteja ultrapassada, ainda não chegamos lá.
    -O Brasil não tem inimigos nas fronteiras. Mas, e daqui a 50 anos? E se entrar algum maluco ufanista em algum país da nossa periferia? Como estará a política mundial em 50 anos? É bom lembrar que não se contrói a defesa de um país do dia para a noite. Veja o caso da embraer, que corre por fora desde os idos de 1969!
    -Não se pode esquecer a tecnologia de desenvolvimento de mísseis, talvez mais importante do que ter alguns aviões no hangar.
    FINALMENTE, de que adianta os carneiros se declararem VEGETARIANOS e de índole pacífica se os lobos continuarem sendo CARNÍVOROS e predadores?

  24. TEMOS QUE SAIR DESCE DOMINIO AMERICANO COM O SEU FANATISMO DE GUERRA E QUE TODO MUNDO E TERRORISTA ELES ATE ESTAVA ESPIONANDO O BRASIL E O NOSSO GOVERNO TEMOS QUE PROCURAR OUTRAS TECNOLOGIA RUSSA OU FRANCESA

  25. O legal dos caças americanos é que já vêm equipados com chip-espião para desligar o caça em pleno vôo, até mesmo via celular, quando assim for compreendido necessário pelos norteamericanos… legal né… póde comprar tranquilo…rrrsss

  26. nos temos que acabar com mando e desmando dos americanos no brasil caças americanos com certeza viria com chip para eles nos monitorarmos a hora que for temos que comprar caças russos com 100 porcento de tecnologia

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