Saiba a verdade sobre o caça Sukhoi-SU35 e constate que o Brasil não é um país soberano.

Antonio Santos Aquino

O relacionamento do presidente Lula com Sarkosy é um “mistério”. Sem quê nem para quê, Lula resolveu mostrar preferência pelo caça francês Rafale, que para nossas necessidades de país continental é “um teco-teco metido a besta”.

Já em 2003 Lula deveria fazer a licitação para atualizar nossa Força Aérea. Disputavam o F-18 americano, o Gripen sueco e o Sukhoi-SU35. A disparidade em favor do Sukhoi-SU35 era brutal. Primeiro, porque o Sukhoi-SU35 mudou todos os parâmetros para os caças multifuncionais. Com uma agilidade nunca vista antes, e ainda sem paralelo entre os modelos de combate, rompeu todos os limites existentes até então.

Pois bem, os russos se dispunham a vender ao Brasil 36 caças Sukhoi de grande autonomia de vôo, para serem pagos com soja. Além do mais tranfeririam toda tecnologia, inclusive a sensível. Implantariam ainda uma fábrica no Brasil. Levando-se em conta que este avançado jato está em serviço com seus “irmãos” da série SU-30MK, nas forças aéreas da Rússia, China e Ìndia. Três dos cinco maiores países do mundo. Hoje até o Irã já mostrou orgulhoso em um treinamento seu Sukhoi-SU35.

Excluido o Sukhoi, a licitação foi sempre adiada. A Rússia ofereceu seis Sukhoi-SU35 em troca de 20 aviões menores fabricados pela Embraer, nada feito. Depois disso, só podemos concluir que não temos soberania.

Tem mais, se o Brasil não comprar os Rafale como esperamos, a fábrica fecha. Quem conhece como poucos o Sukhoi-SU35 é o coronel aviador Manoel Cambesis Junior, professor da Escola Superior de Guerra.

Desde 2004, ainda na Tribuna impressa, eu já escrevia sobre este assunto tão intrigante. Depois eu volto.

This entry was posted in Sem categoria. Bookmark the permalink.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *