Saiba por que a vida realmente vale a pena, na concepção de Mário Quintana

Resultado de imagem para mario quintanaMário Quintana

Depois de muitas quedas, eu descobri que, às vezes, quando tudo dá errado, acontecem coisas tão maravilhosas que jamais teriam acontecido se tudo tivesse dado certo.

Eu percebi que quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Então pude relaxar… pude perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que estou indo contra a minha verdade.

Parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei muito menos vezes.

Desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida a gente tem mais é que se jogar, porque os tombos são inevitáveis.

Percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Também percebi que sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia e se torna amarga.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo…”

                                                                     (crônica enviada por Mário Assis Causanilhas)

18 thoughts on “Saiba por que a vida realmente vale a pena, na concepção de Mário Quintana

  1. Que preciosidade você trouxe para as páginas da TI, Mário Assis Causanilhas). Mário Quintana é um tesouro. Manuel Bandeira dizia: – o poema é longo,

    “Meu Quintana, os teus cantares
    Não são, Quintana, cantares:
    São, Quintana, quintanares.

    Quinta-essência de cantares…
    Insólitos, singulares…
    Cantares? Não! Quintanares!

    Quer livres, quer regulares,
    Abrem sempre os teus cantares
    Como flor de quintanares.

    São cantigas sem esgares.
    Onde as lágrimas são mares
    De amor, os teus quintanares.

    São feitos esses cantares
    De um tudo-nada: ao falares,
    Luzem estrelas luares.

    São para dizer em bares
    Como em mansões seculares
    Quintana, os teus quintanares.

    Sim, em bares, onde os pares
    Se beijam sem que repares
    Que são casais exemplares.

    E quer no pudor dos lares.
    Quer no horror dos lupanares.
    Cheiram sempre os teus cantares

    Ao ar dos melhores ares,
    Pois são simples, invulgares.
    Quintana, os teus quintanares.

    Por isso peço não pares,
    Quintana, nos teus cantares…
    Perdão! digo quintanares

  2. Tem coisa mais simples e bela que Mario Quintana em BILHETE:

    Se tu me amas, ama-me baixinho
    Não o grites de cima dos telhados
    Deixa em paz os passarinhos
    Deixa em paz a mim!
    Se me queres,
    enfim,
    tem de ser bem devagarinho, Amada,
    que a vida é breve, e o amor mais breve ainda…

    E pensar que o poeta foi rejeitado três vezes pela Academia Brasileira de Letras por
    a) Eduardo Portella, ex-ministro de Educação de
    o Gal Fiqueiredo
    b)Arnaldo Niskier,
    c) Carlos Castelo Branco,grande jornalista,- o Castelinho, mas sem história como escritor

    Quando o convidaram pela quarta vez, ele ele respondeu com este
    Poeminho do Contra (rejeitando o convite

    “Todos esses que aí estão
    Atravancando meu caminho,
    Eles passarão…
    Eu passarinho”

  3. Este é um dos muitos poemas falsamente atribuidos a Mario Quintana que circulam na internet.
    O poeta não escreveu textos açucarados nem de auto-ajuda.
    Favor conferir as fontes.

  4. Mário Assis Causanilhas, o texto muito bonito, não é de Mário Quintana. Infelizmente, acontece muito na internet: autoria trocada, autoria falsa, sem autoria.
    Há no FACE “Afinal quem é o autor” e também um site “Falsas Autorias – são textos que circulam na rede como se fossem de um autor, mas não são. Também conhecidas como autoria errada, autoria trocada, atribuição trocada ou texto apócrifo..
    Lembro-me que havia um texto “Tempo que foge” de autoria de Ricardo Gondim, atribuido a Artur da Távola, Rubem Alves, Mário de andrade e por ai vai. Arthur da Távola escreveu a respeito. Rubem Alves tem um livro “Tempus fugit” e dai uma atribuição também a ele que em vida desmentiu ser dele o texto do Pastor Gondim.
    “TEXTO QUE GOSTARIA DE TER ESCRITO – Artur da Távola
    Todas as pessoas que escrevem às vezes encontram um texto que as obriga a pensar ou a dizer: “- Puxa, este é o texto
    que gostaria de ter escrito e outro já o fez com maior precisão e brilho. Pois deu-se comigo nesta semana: Li na internet
    algo que me deu a vontade de ter escrito antes do autor que depois soube ser o Pastor Ricardo Gondim.
    . O texto de Ricardo
    Gondim chama-se “Tempo que Foge”” e diz o seguinte:
    “Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me
    como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que
    faltam poucas, rói o caroço.
    Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
    (,,,)

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