Sarney não comparece nem preside a sessão, o senado é movimento por Simon e Collor

As conversas passaram para os bastidores.

Longe do público, “líderes” tentam encontrar a fórmula do ex-presidente da República continuar no cargo. Essa busca de uma “solução subterrânea” é tão perigosa quanto as sessões dominadas pelas BAIXARIAS.

Não há jeito de frustrar a opinião pública, mantendo as ofertas de “acordo”, de um lado ou do outro. Hoje, Pedro Simon e Fernando Collor não se agrediram, não se hostilizaram, usaram palavras que podem ser comentadas, embora não apaguem nem a segunda nem a quinta da semana passada.

Simon fez um discurso que precisa ser traduzido. Collor outro historicamente equivocado. Usando esse tom, têm todo o direito de se expressarem. Mas também não podem reclamar se forem analisados, questionados, contraditados. A história é escrita diariamente, lida muitos anos depois.

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