Se o terrorismo aéreo e terrestre do narcotráfico tivesse ocorrido há 15 dias, a Olimpíada de 2016 não seria no Rio, os jornais não deixariam

Os traficantes jamais haviam ido tão longe e tão alto. A madrugada de anteontem, o dia de ontem, e continuando assustadoramente (é a palavra exata), teríamos perdido a sede da Olimpíada de 2016.

Foi realmente terrível, atingiu a cidade, o país, a nossa reputação. Só não abalou o ego monumental de Sérgio Cabral e Eduardo Paes. Na verdade eles nem apareceram, estavam dormindo, a Polícia Militar que cuidasse de tudo, como cuidou, como lutou e como morreu. Seu comandante-geral estava lá, os membros da PM, que ganham miséria e todo dia saem de casa sem saber se voltarão, lutaram uma luta que está sempre perdida antecipadamente.

O prefeito de Nova Iorque, La Guardia, hoje nome de Aeroporto, honra maior, saía de casa às 3 da manhã, para tomar providência até sobre fatos menores.

Diziam a ele “não é importante”, respondia: “Ninguém me pediu para ser prefeito, eu é que me candidatei”.

Sergio e Eduardo nem sabem quem foi La Guardia, como viajam muito com dinheiro público, já devem ter passado por esse aeroporto.

Mas com “métodos” elementares e rudimentares, não conseguirão nada. E o que eu disse no título destas notas, os jornalões do mundo, (tido e havido como importantes), não perderam tempo, fizeram o possível e o impossível para desmoralizarem o Brasil e o Rio. Vão tentar, quem sabe, anular a escolha do Rio como sede da Olimpíada.

New York Times, Washington Post, Chicago Tribune, Boston Globe, El Pais e outros da Europa inteira, usaram e abusaram da primeira página impressa e dos sites e blogs, para aumentarem o terrorismo e diminuírem o otimismo da Olimpíada. Não é “patriotada”. Os acontecimentos foram terríveis. Sem deixar de criticar o tráfico dominador e as autoridades dominadas.

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