Senado recua, aprova o Fundo Eleitoral e descarta outras mudanças polêmicas

 (PDT-MA) é relator da proposta que muda regras eleitorais Foto: Pedro França / Pedro França/Agência Senado

O senador Weverton Rocha teve de desistir da jogada

Amanda Almeida
O Globo

Em um recuo à intenção de aprovar várias mudanças nas regras eleitorais, a Comissão de Constituição e Justiça ( CCJ ) do Senado aprovou, nesta terça-feira, uma norma para o financiamento do fundo eleitoral . Antes vinculado ao valor de emendas parlamentares, os recursos públicos para as campanhas eleitorais serão, agora, definidos na elaboração das leis orçamentárias anuais.

A proposta foi votada pelo plenário do Senado na noite desta terça-feira e agora segue novamente para a Câmara, já que sofreu alterações. O prazo é curto. Para valer nas eleições do ano que vem, mudanças nas normas eleitorais têm de ser sancionadas até um ano antes do pleito, que ocorre no primeiro fim de semana de outubro.

LIDERANÇAS – O acordo foi fechado em reunião de líderes e, em seguida, foi convocada reunião extraordinária da CCJ, que durou menos de meia hora.

Os senadores decidiram excluir do texto todas as outras propostas que haviam gerado polêmica nas últimas semanas. Entre elas, havia a previsão de se permitir o uso de recursos do fundo partidário para o pagamento de advogados de parlamentares.

Segundo o relator da proposta, Weverton Rocha (PDT-MA), essas mudanças voltarão ao debate, mas, com calma, sem a necessidade de correr para aprová-las a tempo de valerem nas próximas eleições.

FUNDO ELEITORAL – O único trecho mantido foi o que cria uma norma para a formação do Fundo Eleitoral. Seu valor será, agora, definido na elaboração e execução das leis orçamentárias.

Para que a articulação saia como planeja o Senado, a Câmara precisa aprovar o texto da mesma forma que o receberá. Os deputados podem modificar o projeto e reinserir os itens cortados.

O texto foi aprovado pela CCJ em votação simbólica. Humberto Costa (PT-PE), Jorginho Mello (PL-SC) e Ciro Nogueira (PP-PI) se manifestaram contra a aprovação.

ÀS PRESSAS – Criado em 2017 depois do fim do financiamento privado de campanha, o fundo foi feito às pressas para financiar as eleições de 2018. À época, foi definido que ele corresponderia a 30% do valor de emendas parlamentares previstas na Lei Orçamentária de 2017.

Como a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2017 não tem mais validade, segundo Weverton e a presidente da CCJ, Simone Tebet (MDB-MS), caso uma nova regra não seja votada e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, não haverá dinheiro para financiar as campanhas dos candidatos nas eleições de 2020.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Quando o assunto interessa aos parlamentares, eles sempre dão um jeito de aprovar, nem que tenham de parar os ponteiros do relógio, conforme aconteceu na Constituinte de 1967, em plena ditadura. É o famoso jeitinho brasileiro. (C.N.)

8 thoughts on “Senado recua, aprova o Fundo Eleitoral e descarta outras mudanças polêmicas

  1. “….Vivemos em uma encruzilhada, não há dúvida de que todos sentimos isso. Todos sabemos.
    Eu não penso que é a primeira vez que a humanidade ficou em uma encruzilhada, mas aqui estamos agora, de frente para ela e, esperançosamente, lidando com isso.

    Vou terminar com uma leitura da hermética, dos textos herméticos:
    https://youtu.be/xvzZ56ZbWy8

    Hermes era a versão grega do antigo deus egípcio Thoth, que os romanos o conheciam como Mercúrio e, em um diálogo na hermética, muitos deles são diálogos entre Hermes e vários alunos dele, e um se chama Asclepius.

    Um lamento é apresentado. E é como uma profecia. É um pouco como a profecia Maia
    O Egito parece ser uma metáfora para o Mundo inteiro neste diálogo e, na minha mente, para o Mundo do nosso tempo este lamento, esta profecia, está falando diretamente conosco.

    Então, é Hermes falando a Asclépio:

    -”Sabe, Asclépio?
    Que o Egito é uma imagem do Céu ou, para falar mais exatamente, no Egito todas as operações dos poderes que regram e trabalham no Céu estão presentes abaixo, na Terra.

    De fato, deve-se dizer que todo o Cosmos habita nesta nossa Terra como que num santuário
    e, por ser apropriado que os sábios tenham conhecimento de todos os eventos antes que eles aconteçam, você não deve ignorar do que agora vou lhe dizer:

    Chegará um tempo quando terá sido em vão que os egípcios honravam a Divindade com piedade e serviço sinceros e toda a nossa santa adoração terá sido infrutífera e ineficaz.

    Os Deuses retornarão da Terra para o Céu.
    O Egito será abandonado e a Terra, que outrora foi o lar da religião, estará desolada.

    Oh Egito, da tua religião nada restará senão um vazio.
    Em que teus próprios filhos no futuro não acreditarão?
    Não restará nada além de palavras esculpidas e somente as pedras contarão a piedade.

    E naquele dia os homens estarão cansados ​​da Vida e deixarão de pensar no Universo como digno de admiração, adoração e reverência.

    Eles não amarão mais este Mundo à nossa volta, essa incomparável obra de Deus, essa gloriosa estrutura que ele construiu, essa soma de bens composta de muitas formas diversas, este instrumento pelo qual a vontade de Deus opera naquilo que ele criou de boa vontade, favorecendo o bem-estar do homem?
    Essa combinação e acumulação de todas as múltiplas coisas que provocam a veneração
    Essa combinação e acumulação de todas as múltiplas coisas suscitam o louvor à veneração e o amor de quem vê.
    A escuridão será preferida à Luz e a morte será combatida mais lucrativamente que a vida
    Ninguém levantará os olhos para o Céu.
    O piedoso será considerado insano, o ímpio sábio, o louco será considerado um homem corajoso. E os maus serão considerados bons.

    Quanto à Alma, e á crença de que seja imortal por natureza ou que possa esperar alcançar a imortalidade, como eu lhe ensinei, de tudo isso zombarão e até se convencerão de que é falso.

    Nenhuma palavra de reverência ou piedade.
    Nenhuma declarações dignas do Céu será ouvida ou crida e, assim, os deuses se afastarão da humanidade, uma coisa dolorosa, e restarão apenas anjos maus que se misturarão com os homens e levarão os pobres desgraçados a todo tipo de crime imprudente, á guerras, roubos, fraudes e todas as coisas hostis à natureza da alma.

    Então a terra tremerá e o mar não carregará os navios.
    O céu não apoiará as estrelas em suas órbitas.
    Todas as vozes dos Deuses serão forçadas ao silêncio, os frutos da terra apodrecerão.
    O solo ficará estéril e o próprio ar adoecerá com uma estagnação sombria.
    Todas as coisas serão desordenadas e distorcidas.
    Tudo de bom desaparecerá.

    Mas quando isso tiver acontecido Asclépio, então Deus, o Criador de todas as coisas, vai olhar para o que aconteceu e iremos parar a desordem pela força contrária de sua vontade, que é o bem.

    Ele chamará de volta ao caminho certo aqueles que desviaram.

    Ele limpará o mundo do mal, lavando-o com inundações, queimando-o com o fogo mais feroz, expulsando-o com guerra e pestilência e assim, ele trará de volta seu mundo ao seu aspecto anterior, para que o Cosmos volte a ser considerado digno de adoração e reverência, e Deus, o criador e mantenedor do poderoso tecido da Criação será adorado pelos homens daquele dia com canções contínuas de louvor e bênçãos.

    Tal é o novo nascimento do Cosmos, é fazer de novo todas as coisas boas.
    Uma santa e inspiradora restauração de toda a natureza sendo forjada dentro do processo do tempo pela eterna vontade do Criador”

    ————————–
    Graham Hancock, British author.

  2. cont….

    “Não sei se vamos enfrentar uma terrível catástrofe global ou não. Eu certamente espero que não.

    Espero que tudo não se reduza a miséria e horror.
    Coisas terríveis já existem o suficiente no mundo.
    Mas eu me lembro do que dizem todos os textos antigos, não há um único mito de inundação, não há uma única história da destruição de civilizações passadas que não envolvam a humanidade na história.
    Em algum lugar nosso próprio comportamento e o que fazemos é parte do que estamos trazendo para o Mundo agora.
    Nós somos o que somos, mas o que estamos manifestando no Mundo é o que está vindo em nossa direção.
    Nós somos os autores dessa coisa e podemos mudar a história, se quisermos mudar.
    Eu acredito firmemente nisso.

    Estamos olhando para os traços de um episódio esquecido na História Humana?
    Acho que sim, acho que é isso que está acontecendo aqui e porque esquecemos, porque somos uma espécie com amnésia, porque somos um mistério para nós mesmos, talvez por causa disso estejamos tão perdidos hoje em dia, tão assombrados com a sensação de que algo está faltando, algo que precisamos saber sobre nós mesmos.

    Para os antigos egípcios, o mistério essencial da existência humana dizia respeito à nossa essência espiritual.

    Que estejamos participando deste teatro da experiência que chamamos de vida no Mundo em um imenso esforço voltado para a perfeição da alma.

    Conversei com xamãs na Amazônia e quando perguntei qual era o problema do mundo, qual era o problema com o Ocidente?
    Eles dizem que é muito simples. “Você cortou sua conexão com o espírito, cortou o elo.
    E você precisa restaurar esse link se quiser avançar daqui.
    Você não pode avançar do lugar em que está se não restabelecer a conexão com o espírito”.
    E isso me parece a tarefa mais fundamental que todos nós agora enfrentamos, não essas armadilhas exteriores de poder que trouxeram tanto horror e miséria ao Mundo.

    Este é o momento da encruzilhada em que acreditamos que nenhum de nós pode afetar as mudanças no nível macro, é impossível fazê-lo, mas podemos fazer mudanças no nível micro, podemos fazer mudanças em nossas próprias vidas.
    Podemos fazer mudanças em nosso entorno imediato, mudanças para melhor, mudanças impulsionadas pelo amor.

    Tão esmagadora é a noção de destruição global.
    Não, não posso parar com isso, mas posso parar com o que estou fazendo para contribuir e, se todos fizermos isso, acredito que uma grande mudança de consciência virá e o mundo poderá seguir em frente e poderemos esperar um futuro para nossos filhos e filhos de nossos filhos, e mais uma vez trazer este belo jardim de jóias de planeta, trazê-lo de volta ao lugar que deveria estar, em nossas vidas.”

    https://youtu.be/xvzZ56ZbWy8

  3. AS SOLUÇÕES QUE PROPONHO PARA OS ELEITORES EM 2020 E2022
    Ednei José Dutra de Freitas Rio de Janeiro, 18 de setembro de 2019

    Em primeiro lugar, proponho que se faça um novo plebiscito, já que o primeiro plebiscito só aconteceu , não pela vontade do povo de ter este regime de governo, mas sim para manter o mandato do Presidente Joao Goulart, que estava ameaçado de ser cassado pela ditadura militar. Não foi um plebiscito para escolher o sistema de governo mas sim a reação de o po9vo indignado que queria que Joao Goulart permanecesse solto e se mantivesse na Presidência da República. Todavia, para citar o que é melhor para o Brasil é a instituição do Parlamentarismo, como acontece na imensa maioria dos países europeus e civilizados do Mundo, o que se pode notar nos mais prósperos sistemas de Governo da Europa. São vantagens do Parlamentarismo:
    Vantagens do Parlamentarismo:
    Relativa facilidade e rapidez da aprovação de leis.
    Maior comunicação do executivo com o legislativo, possibilitando uma melhor transparência e fiscalização.
    Menor risco de ocorrerem governos autoritários por causa da aproximação entre a situação e a oposição.
    Há também menor facilidade de corrupção, por conta da diluição do poder.
    Campanhas eleitorais mais baratas.
    Quem concorda com esse sistema no Brasil. apoia essa ideia legislativa
    Agora vamos ver as desvantagens do Presidencialismo no Brasil:
    Jair Bolsonaro ganhou a eleição legitimamente dentro da democracia, portanto, merece nosso respeito. Mas é um presidente inepto. Ele cria mais problemas do que qualquer oposição que quisesse atrapalhar o governo. Não passa um dia sem que ele descubra algum adversário, algum inimigo. Até porque, se ele não descobre, inventa um. É um presidente que, em vez de cuidar de governar, cuida de falar. Isso não acontece apenas por um cacoete da sua personalidade. Também é algo característico da extrema-direita mundial, que acredita que é o momento de destruir o establishment político, que teria sido dominado por um novo espectro do comunismo. É um pensamento reacionário, uma visão anacrônica, meio medieval até.
    Congresso foi mais importante que o governo, na aprovação da reforma da Previdência…Não foi mais importante, foi fundamental. Se tivesse deixado para o Bolsonaro, ele teria criado mais problemas. Se você analisar, a preocupação em aprovar a reforma nunca fez parte de nenhuma das ações do presidente. A grande vitória do governo, do ponto de vista da economia, é algo que parece não existir para o Palácio do Planalto, porque se perde em pautas de atritos, brigas etc.
    Inclusive para outros Poderes. Os tribunais de Justiça dos estados devem ter uma função mais terminativa, para que os recursos que subam às cortes superioras sejam menos ordinários. A revisão do pacto federativo envolve também o fortalecimento dos poderes estaduais. Essa é uma campanha a qual, inclusive, os deputados estaduais deveriam se integrar.
    Nenhum dos projetos trata com a devida seriedade a questão do Imposto de Renda. Na verdade, são praticamente omissos nessa questão. Por isso, o Cidadania vai apresentar um projeto sobre o IR, que pode ser acoplado a qualquer um dos projetos de reforma tributária que tramitam no Parlamento. O IR é um dos impostos mais injustos que temos no Brasil.
    Porque é profundamente regressivo. Quem paga mais imposto no País são aqueles de menor renda. A isenção de imposto é muito baixa. Do ponto de vista da alíquota, aqueles que recebem os salários médios estão pagando a mesma coisa que aqueles que recebem os maiores salários. Por exemplo, a renda mensal de R$ 7 mil paga a mesma alíquota que todos os salários maiores que isso. Isso é um absurdo. Aí surgem ideias como, por exemplo, criar um imposto sobre grandes fortunas. Não precisa disso. Basta ter um imposto maior sobre as mais altas rendas, o que não existe no País.
    A revisão do pacto federativo não pode ficar restrita à questão tributária e financeira. Hoje, quando se fala de pacto, costuma-se ficar em torno dos problemas fiscais e financeiros dos estados brasileiros. Nós, do Cidadania, temos uma compreensão mais ampla disso. Por exemplo, na discussão da Previdência social, defendemos que quem tem que fazer a reforma tributária dos servidores públicos estaduais, das polícias militares dos estados, são os governos estaduais e as assembleias legislativas. Não é o governo da União, nem o Congresso Nacional. Afinal, o País é uma federação, pelo menos do ponto de vista do Direito legal. Então, ao discutir o pacto federativo, precisamos pensar na transferência de mais competências aos estados, para que tenham maior autonomia. Assim, a federação vai se tornar algo concreto. O Congresso Nacional legisla sobre vários temas que deveriam ficar a cargo dos estados. A merenda escolar, por exemplo, era uma atribuição da União. Para que deputados estaduais, então? Para que assembleias legislativas?
    O projeto que está tramitando na Câmara, de autoria do deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP), tem algumas diretrizes que consideramos importantes. Precisa ter debates, emendas, mas tem um bom encaminhamento. O do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) também. Todas as propostas visam resolver alguns problemas, como simplificar os tributos do nosso sistema tributário caótico, com muitos impostos. Isso não significa reduzir imposto. De qualquer forma, a reforma tributária deve ter preocupações com as profundas transformações econômicas que estão em curso no mundo. Afinal, os processos de inteligência artificial, robotização da economia, o mundo das redes sociais, tudo isso está gerando uma outra sociedade. Então, a reforma tributária tem que planejar, por exemplo, como a economia criativa, as startups vão ser tratadas? Diante dessa nova realidade econômica, o risco que corremos é sermos muito conservadores e ficarmos legislando para o passado.
    Todas as intervenções na área do meio ambiente são contra aos interesses nacionais. Por exemplo, o que o agronegócio brasileiro ganha com toda essa disputa com o presidente francês (Emmanuel Macron)? É inclusive um contrassenso. Toda essa disputa com a França, a Alemanha, a Noruega, todos esses países europeus, contradiz a política do próprio Planalto de saudar a vitória do acordo entre União Europeia e o Merscosul. Quer dizer, ao mesmo tempo que comemora o acordo, trabalha para inviabilizá-lo. É claro que a Amazônia é parte do território brasileiro, é patrimônio nosso. Mas é uma questão que não pode ser tratada como se todos os outros fossem nossos inimigos, como se houvesse uma conspiração. Isso é típico de alguém que busca um inimigo externo para acalmar as dificuldades internas.
    Em 2020, vamos ter candidatos à prefeitura de nove capitais, o que demonstra a nossa presença cada vez maior, com capilaridade, dentro de um partido mediano. Inclusive, em Porto Alegre, vamos ter a candidatura da deputada estadual Any Ortiz. Ela é uma grande liderança, jovem liderança. Como ela, temos João Vitor em Belo Horizonte; Marcelo Soleri, no Rio de Janeiro; Daniel Coelho, no Recife; Alexandre Pereira, em Vitória; etc. Isso é um evidente sinal de crescimento, de capilaridade e de um certo protagonismo do Cidadania nas eleições de 2020.
    As candidaturas em 2020 nos dão a perspectiva, de superar a cláusula de barreira em 2022. Assim como fizemos em 2018. Também vamos buscar ser um grande partido democrático, dos liberais progressistas e daqueles resquícios da esquerda democrática. A gente está discutindo muito o combate à corrupção, gastos que não devem ser feitos, austeridade fiscal. Mas precisamos discutir a dura realidade de sermos um País profundamente injusto, com uma imensa população que não tem acesso aos bens da dignidade e da humanidade. Isso é a grande questão para o Cidadania e do nosso projeto para futuro.
    Vantagens do Parlamentarismo
    :
    Relativa facilidade e rapidez da aprovação de leis.
    Maior comunicação do executivo com o legislativo, possibilitando uma melhor transparência e fiscalização.

    Menor risco de ocorrerem governos autoritários por causa da aproximação entre a situação e a oposição.

    Há também menor facilidade de corrupção, por conta da diluição do poder.

    Campanhas eleitorais mais baratas.

    É um sistema onde o chefe de poder como deputado, governo, chanceler, presidente é escolhido para exercer tal função por meio de votos do povo, a partir de ser eleito poderá exercer os poderes que lhe foi concedido pela constituição.

    O parlamentarismo é um sistema de governo encontrado em regimes democráticos de algumas monarquias ou repúblicas. No parlamentarismo há um Chefe de Estado e um Chefe de Governo. O Chefe de Estado pode ser o Rei ou o Presidente. O Chefe de governo pode ser o Premier ou o Primeiro Ministro que é escolhido pelo parlamento.
    Quem exerce o Poder executivo de um sistema parlamentarista é o gabinete de ministros de estado que, são indicados pelo Primeiro Ministro e aprovados pelo parlamento.

    No presidencialismo há uma clara separação sobre os poderes executivos e legislativos. O Presidente da República é ao mesmo tempo Chefe do Estado, Maior autoridade pública do estado e o Chefe de Governo que é a maior autoridade do Poder executivo.

    No parlamentarismo a divisão entre o executivo e o legislativo não é tão nítida. O Chefe de Governo a maior autoridade do Poder executivo é escolhido pelos parlamentares, o legislativo. O Chefe de Estado é apenas uma figura protocolar que se será um presidente se for uma república ou monarca, um rei se for uma monarquia.

    Onde for adotado o sistema parlamentarista, a oposição apresentara uma forma de derrubar ou constranger o governo que por meio de uma votação pode ser aceita ou desconsiderada. Quando o parlamento não consegue a aprovação de uma Moção de confiança o governo deverá pedir a dissolução do parlamento ou renunciar ao cargo.

    O seu funcionamento pode ser no gabinete ou assembleia. Na assembleia é quando o governo não consegue muito apoio no parlamento e quando o governo quer negociar com a oposição vive sobre ameaça de moção. Já quando o partido politico ganha a maioria dos votos em uma votação (eleição) poderá atuar livremente no gabinete.

    Quais as vantagens?

    Consegue aprovar leis com facilidade, tem facilidade na comunicação possibilitando maior transparência, corre menos risco por ser autoritário, enfrenta maiores dificuldades em corrupção e nas suas campanhas eleitorais os custos são diminuídos.

    • Ednei, o problema que vejo no parlamentarismo no Brasil é a composição do atual congresso. Com os deputados e senadores que temos hoje, adeptos do “presidencialismo de coalizão”, o regime parlamentarista provavelmente seria uma catástrofe…
      Não que o presidencialista esteja lá muito bem…

      • Sr. Wilson Baptista Junior,

        Entendo a sua preocupação, Mas se ficar do jeito que está, com o Presidencialismo, teremos, como o senhor disse, sempre “presencialismo de coalizão”. não será possível acontecer presidencialismo de coalizão no Parlamentarismo, porque não haverá mais Presidencialismo.

        O Parlamentarismo, em todos os países que o adotam, têm uma “Câmara Federal só”, não precisa de Câmara Federal e Senado Federal (à exceção do Reino Unido, que têm uma decorativa Câmara dos Lordes” , mas esta Câmara dos Lordes é apenas decorativa, são representantes da Rainha da Inglaterra, e não decidem nada. Apenas homologam o que a “Camara dos Comuns decide”.

        Como no Brasil não temos rei nem rainha, não teremos Câmara dos Lordes”, mas apenas uma Câmara dos Comuns, como no Inglaterra, o que significa que teremos menos parlamentares federais, já que suprimiremos o Senado. E será possível que esta Câmara, como na Inglaterra e outros países parlamentaristas, tenham menos parlamentares, o que economizará dinheiro. Compare o conforto até nos assentos da Câmara dos Comuns, no Reino Unido, com a pompa e mordomia que tem a Câmara dos Comuns na Inglaterra. Lá, os parlamentares ficam sentados em cadeiras minúsculas, apertados. Aqui, cadeiras suntuosas, gabinetes suntuosos e cheios de assessores verdadeiros ou laranjas.

        Vamos nos movimentar nas redes sociais e nas ruas para que haja novo plebiscito com a finalidade de mudarmos nosso regime de governo saindo do maldito Presidencialismo e abraçando o Parlamentarismo, com mudança constitucional.

        Quanto a eleger parlamentares picaretas, sujos e ladrões, cabe à educação de nosso povo para votar melhor, esforço de conscientização que vem fazendo bravamente a nossa TI.

        Saudações, abraços, desejo de que o senhor tenha longa saúde e possa pensar seriamente no que eu estou escrevendo,

        Ednei José Dutra de Freitas

  4. “Acabou a desculpa de que falta dinheiro neste país”.
    O senador Reguffe, recém-filiado ao Podemos, ocupou a tribuna para condenar o projeto que, entre outras aberrações, facilita o caixa dois.

    “É uma verdadeira aberração, uma excrescência. Eu não sei a quem [essa proposta] serve. Eu sei a quem ela não serve: não serve ao cidadão de bem deste país, aos contribuintes honestos deste país.”
    O senador acrescentou que as alterações nas regras do fundo eleitoral “possibilitam lavagem de dinheiro e caixa dois”.

    “Vai [o projeto] na contramão de tudo o que está acontecendo no mundo em termos de controle social sobre as campanhas políticas. Não dá para aceitar.”

    O senador foi além, afirmando que o Congresso não pode autorizar o aumento do fundo eleitoral, de 1,8 bilhão de reais para 3,7 bilhões de reais, conforme previsto no relatório da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) já aprovado pela Comissão Mista do Orçamento e que aguarda votação em sessão do Congresso.

    “Este aumento desmoraliza, inclusive, as pessoas de bem que legitimamente defendem o financiamento exclusivamente público de campanha, para que político não tenha que ficar devendo favor para empresário, para ninguém.”
    Ele continuou , são 3,8 bi para campanha política num país que não consegue dar conta da saúde, com pessoas em macas nos corredores dos hospitais, amontoadas nas emergências dos hospitais públicos? E o país vai gastar 3,7 bi com fundo público de campanha? Num passe de mágica [o fundo salta] de um 1,7 bi para 3,7 bi? Isso é uma vergonha. Espero que consigamos derrubar isso.”
    Caso contrário, concluiu Reguffe, “acabou a desculpa de que falta dinheiro neste país”, porque “acharam com facilidade dinheiro para campanha de político”.

  5. A lista de prioridades do congresso nacional:

    Aumento do Fundo Partidário, já obtido;
    Transparência dos gastos dos parlamentares ficarão mais difíceis de ser constatados;
    Parlamentares agem para se proteger das acusações de corrupção;
    O Projeto de Moro contra o crime, encontra forte resistência no congresso;
    A CPI da Toga sofre boicotes;
    Pedidos de Impeachments de ministros do STF são engavetados;
    Denúncias contra Lula e demais pessoas são rejeitadas por uma Vara Federal, seguindo à risca as ordens de Gilmar Mendes;
    O poder legislativo atua somente em legislar em causa própria, enquanto o povo é condenado à miséria e à pobreza;
    O salário de um parlamentar é quase o valor de duzentos salários mínimos;
    O congresso impede que as reformas sejam feitas;
    Quase 200 deputados federais são contra a Lava Jato.

    E tem quem ainda defenda o Legislativo, pelo qual tenho reiterada e repetidamente afirmar que, somente o fechamento deste poder por uns tempos, de modo a ser totalmente modificado, é que o povo e país terão alguma chance de sair desta crise sem precedentes!

    Mais de três BILHÕES DE REAIS para o tal FP é um escárnio e ofensa, ao mesmo tempo, contra o pobre e miserável desta nação!

    Até quando vamos permitir essa barbárie,passiva e até irresponsavelmente,

    tanto contra nós quanto o mesmo para o Brasil??
    Além de condenados à miséria e à pobreza, também somos escravos dessa casta corrupta, incompetente, inútil e perdulária porque os impostos que pagamos é só para sustentá-la nababescamente??!!

    A SOLUÇÃO PARA ESTE PAÍS ESTÁ NO FECHAMENTO DO LEGISLATIVO (Por bem ou por mal, nessas alturas)!!!

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