Temer e Meirelles vão deixar a dívida pública para o outro governo resolver…

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Carlos Newton

Já mostramos aqui na Tribuna da Internet que nunca antes na História deste país tivemos um governo compartilhado, nos moldes da gestão atual. Mas há controvérsias, com dizia nosso amigo Francisco Milani, que o grande diretor Mauricio Sherman adorava. Mas isso é outro assunto. Realmente, tivemos governos semelhantes, notadamente a gestão do presidente Delfim Moreira, que tinha problemas mentais e quem tocou a administração foi o ministro Mello Franco, pai do senador Afonso Arinos. Recentemente, em 2011, surgiu o governo bipolar de Dilma Rousseff e Lula da Silva, quem mandava era ele, isso era fato público e notório.

Mas Dilma conseguiu se libertar, porque Lula teve o câncer e logo em seguida surgiu o escândalo das relações dele com a amante Rosemary Noronha, cuja família inteira era sustentada com recursos públicos, e a parceria Dilma/Lula terminou ali, no início de 2013.

COMPARTILHAMENTO DIFERENTE

Desta vez, o compartilhamento do governo é um pouco diferente, porque Henrique Meirelles ficou com autonomia sobre a parte mais importante, a gestão da política econômica, enquanto Michel Temer passou a cuidar exclusivamente da política administrativa.  É uma jogada inteligente, pode até dar certo, mas há controvérsias, diria Milani.

Quem ainda tem um pingo de juízo está torcendo desesperadamente para que o governo Temer/Meirelles dê certo. Mas é preciso reconhecer as imensas dificuldades que estão encontrando, devido à situação caótica herdada da gestão temerária de Dilma Rousseff.

UM PLANO QUASE PERFEITO

Ninguém sabia que Dilma Rousseff seria uma tragédia no governo. Pelo contrário, acreditava-se na alegação de Lula, que a apresentou como uma “gerentona”, a primeira mulher a merecer a Presidência da República. Poucos perceberam que se tratava de um golpe de Lula para evitar o surgimento de uma liderança alternativa no PT. Ao eleger um poste chamado Dilma, ele poderia voltar tranquilamente em 2014.

Parecia um plano perfeito. Mas o poste gostou da brincadeira, tinha altíssima popularidade, todas as mulheres sapiens (a maioria da população) a apoiavam. E muitos homens de neandertal, também. Quando o PT lançou estrategicamente a campanha “Volta Lula” em 2014 e ele exigiu a candidatura, Dilma simplesmente disse não e ameaçou divulgar os extravagantes gastos da amante de Lula no cartão corporativo da Presidência da República, no Brasil e nos passeios ao exterior. Lula teve de desistir e, em nome do PT, apoiou e reelegeu Dilma.

A FALSA DOUTORADA

Dilma Rousseff era uma espécie de versão moderna do presidente Delfim Moreira, mas ninguém sabia. Controlada pelos medicamentos de tarja preta, ela seguiu governando, sem ter um Mello Franco para se apoiar. Contava com a ajuda de Aloizio Mercadante, mas ele fracassou, porque Dilma não cedeu inteiramente a gestão e insistiu em ditar as normas de sua ensandecida “nova matriz econômica” que levaria o país à ruína.

Falsamente doutorada em Campinas, Dilma se julga catedrática e passou a criar espantosas teorias econômicas. Com a cumplicidade do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e do secretário do Tesouro, Arno Augustin, surgiu assim a “contabilidade criativa”, na base da maquiagem das contas, do superdimensionamento das pedaladas fiscais (que já existiam em pequena monta nos governos anteriores) e dos decretos ilegais permitindo despesas não autorizadas pelo Congresso.

A maquiagem era tão grotesca e perigosa que o Tribunal de Contas da União, acostumado a se comportar como eterno cúmplice do Executivo, enfim se viu na obrigação de rejeitar as contas, provocando a derrocada de Dilma Rousseff.

O DESAFIO DA DÍVIDA 

O mais deletério efeito das gestões de Fernando Henrique Cardoso, Lula da Silva e Dilma Rousseff foi o progressivo descontrole da dívida pública. Como diria nosso amigo Saulo Ramos, foram três governos de merda, que conduziram o país à bancarrota.

O maior problema passou a ser a escorchante dívida pública, mas ninguém toca no assunto, fica fora da grande mídia.  As finanças públicas estão destroçadas e devemos agradecer a FHC, Lula e Dilma, os três mosqueteiros que eram quatro. Agora, cabe à gestão compartilhada Temer/Meirelles resolver este absurdo desafio. Mas eles não parecem dispostos a enfrentá-lo.

Como se sabe, Meirelles está anunciando nesta terça-feira suas metas para a economia. Mas nenhuma palavra deverá ser dita sobre a dívida pública. Esta questão virou tabu, por ser do interesse direto do sistema financeiro, que nunca antes lucrou tanto, na História deste país, beneficiado pelos governos do PT , e que pretende repetir a dose, neste governo-tampão do PMDB, porque Temer e Meirelles podem mexer com todo mundo, à exceção dos banqueiros, é claro..

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PSVamos voltar ao assunto, para mostrar que nada mudou nem vai mudar em relação ao sistema financeiro, pois não há novidades na frente ocidental, como dizia o genial escritor alemão Erich Maria Remarque, e o Brasil que se dane… (C.N.)  

20 thoughts on “Temer e Meirelles vão deixar a dívida pública para o outro governo resolver…

  1. Por ser professor de direito constitucional, Michel Temer talvez não esteja assim tão familiarizado com o código penal.
    Se cercar de um conjunto de denunciados, teria que obrigatoriamente dar em problemas sérios.
    O PT que é mestre em dossiês e difamações, não perderá de forma alguma a oportunidade de expor as mazelas dos “colaboradores” do presidente de plantão.
    Começou pelo Jucá, quando a poeira baixar, com certeza outro virá a tona. Assim como a água mole em pedra dura, tanto bate até que fura, O governo provisório que nada tem de rochedo, deverá ser furado, antes mesmo que termine a interinidade.
    Iniciar um governo temporário, mesmo com a perspectiva de permanência, com a ajuda dos “suspeitos de sempre”, é apostar no desastre.
    O melhor que o Temer pode fazer ao pais, na atual situação, é tentar um pacto com todas as forças políticas, mudando, mesmo de afogadilho, a constituição, convocando novas eleições e preferencialmente optando pelo parlamentarismo.
    Alegar que em plebiscito o povo já refugou o regime parlamentar, pode ser tão ignorado como a consulta sobre o desarmamento que o governo petista ignorou olimpicamente.
    O Michel Temer deveria ter como horizonte, o dia primeiro de janeiro de 2017, para a entrega do governo.

  2. Ótimo artigo. O Meirelles, não deve baixar a taxa SELIC para que haja mais investimentos externos, se preciso até aumentam.
    Se baixasse a taxa SELIC pela metade, o governo economizaria 50 % dos juros em torno de 200 bilhões de reais e ainda incentivaria a produção. Ainda que os investimentos externos fossem em torno de 200 bilhões de reais, teriam que ser pagos com juros.
    Não seria mais econômico, o governo diminuir a taxa SELIC economizando 50% que teria que pagar de juros, ou continuar pagando 100% dos juros e pegar dinheiro emprestado endividando mais o país.
    Nunca vi ninguém ficar rico com dinheiro emprestado. Com a palavra o nosso amigo Wagner Pires, que entende do assunto.

      • Caro Nélio, o governo não pode simplesmente abaixar a taxa básica de juros tendo como contrapeso a alta inflacionária estimulada pelo excesso de despesas correntes do governo. Por ISO, antes de abaixar a taxa Selic o governo tem de cortar drasticamente as despesas orçamentárias para diminuir a alta liquidez decrecursis monetários que o excesso de gastos governamentais provoca estimulando a inflação. Por isso se fala tanto em reforma fiscal, reforma que tem de vir com o corte drástico nas despesa de governo. Sem isso, sem o ajuste fiscal nada feito. Nada de diminuir a inflação, o que impede o BACEN e abaixar os juros, tendo como conseqüência final o encarecimento do dinheiro emprestado, o que impedecas empresas de tomarem recursos emprestados para retomarem o investimento. O que impede a retomada do crescimento econômico. É isso, em resumo, sem ajuste fiscal, sem corte de despesas para o reequilíbrio fiscal/orçamentário, nada feito.

        Grande abraço!
        Ps. : perdoe-me os erros de digitação, pois estou viajando, é escrevo por meio de um celular.

        • Prezado Wagner,
          Grato pela atenção. Valeu.
          embora eu não entenda nada economia pública, chego a pensar, que combater a inflação virou um chavão para deixar tudo como está (os banqueiros sempre ganhando, até na crise e a dívida interna crescendo). Acredito até que um pouco de inflação, desde que os salários a acompanhe, aqueceria do mercado.
          Não sei como, mas deve haver outra maneira de combater a inflação sem ter necessidade de inibir o consumo, arrochando os salários, o que é feito por todos os governos.
          Um país que têm em seu mercado interno mais de 200 milhões de consumidores, Tem tudo para crescer e ter desenvolvimento. Um bom exemplo, foi o governo de Juscelino: houve inflação, mas havia emprego, o Brasil teve um grande desenvolvimento.
          Um forte abraço.

  3. “Ninguém sabia que Dilma Rousseff seria uma tragédia no governo…” meus leitões, ao ouvir eu lendo, oinc, oinc, oinc; os galináceos, cacarejaram; meu burrico, rinch…um verdadeiro auê….

  4. Prezado Sr. CARLOS NEWTON, nosso incansável Editor/Moderador, que “faz milagres” em nosso bom Jornal on Line “Tribuna da Internet onLine”, com faturamento Mensal de menos de R$ 2.000/mês ( Total das Mensalidades CEF/Itaú até aqui).
    Não esqueçamos de Pagar nossa Mensalidade de R$ 20, para ajudar a manter o T I onLine.

    A meu ver, a TAREFA do atual Governo TEMER/MEIRELLES é “acabar com a Recessão e reduzir até acabar o DESEMPREGO”.
    A Dívida Pública, e TUDO o resto, deve ser deixada para o próximo Governo.
    Só se paga Dívida PÚBLICA quando o Ciclo Econômico é de Expansão, quando é de Contração, se AUMENTA a Dívida PÚBLICA.
    Dívida Pública é completamente diferente de Dívida PRIVADA. O que eu, o senhor, e até a Petrobras SA não podemos fazer, O GOVERNO FEDERAL PODE.
    Já não pagamos há quase 3 anos UM Centavos de Juros/Amortização de Dívida Pública, e ainda por mais uns 3 ou 4 anos não pagaremos, só GIRAREMOS.
    Sem SURPLUS não tem SOLUÇÃO. Abração.

    • Por ah e deixar para outros governos, prezado BOrtolotto?

      Não dá para recuperar a economia sem antes promover o reequilíbrio das contas públicas. Em outras palavras:sem ajuste fiscal a economia brasileira continuará afundando!

      • Prezado Sr. WAGNER PIRES,
        Porque deixar para outros Governos?
        A meu ver, estando no fundo de um Ciclo Recessivo/Desemprego, só se pode sair rapidamente dele, como o Governo TEMER/MEIRELLES tem de fazer até o fim de 2016, ( se não, cai), com mais aumento do Deficit Público/Endividamento. É o que a nova Meta de Deficit Fiscal do Orçamento/2016 de R$ 170,5 Bi faz. E está certíssimo.
        Isso não quer dizer que não se Aprovem as Reformas no Congresso que mostrem SOLVÊNCIA do Governo pagar suas Contas NO FUTURO.
        No momento temos que “desatolar o caminhão, para depois irmos arrumando seu motor/caixa/diferencial, etc)”, porque “caminhão atolado” NÃO GANHA FRETE.
        Boa Viagem/Passeios. Abrs.

  5. Caro CN … Bom dia!

    https://fratresinunum.com/2016/05/23/declaracoes-explosivas-de-dom-georg-ganswein-existe-um-ministerio-expandido-e-bento-xvi-ainda-e-papa-como-e-possivel/

    “Na verdade, as declarações feitas ontem por Dom Georg Gäenswein, sobre o “status” de Bento XVI e Francisco, são perturbadoras (Dom Georg é secretário de um e prefeito da Casa Pontifícia do outro).”

    A BOMBA DE DOM GEORG
    Então ontem, Dom Gaenswein, durante a apresentação de um livro sobre Bento XVI, explicou que seu pontificado deve ser lido a partir de sua batalha contra a “ditadura do relativismo”.
    Depois ele disse literalmente:
    “Desde a eleição de seu sucessor, Papa Francisco – no dia 13 de março de 2013 -, não há, portanto, dois Papas, mas na verdade um ministério expandido com um membro ativo e um outro contemplativo. Por este motivo, Bento não renunciou nem ao seu nome e nem à sua batina branca. Por isso, o título próprio pelo qual devemos nos dirigir a ele ainda é “santidade”. Além disso, ele não se retirou para um mosteiro isolado, mas continua dentro do Vaticano, como se tivesse apenas se afastado de lado para dar espaço para seu sucessor e para uma nova etapa na história do Papado que ele, com esse passo, enriqueceu com a centralidade da oração e da compaixão feitas nos jardins do Vaticano”.”
    … … …
    Enquanto Francisco Pedro é da ação (à maneira de Jango???) … Bento XVI é da oração (à maneira do Rosário???)

    Forte abraço!!! Tchau mesmo mesMO MESMO!!! !!! !!!

  6. Queria entender: “Dilma simplesmente disse não e ameaçou divulgar os extravagantes gastos da amante de Lula no cartão corporat ivo da Presidência da República, no Brasil e nos passeios ao exterior.”.
    Não é possível tomar-se conhecimento dos gastos dos cartões? Ninguém pode pedir ao novo governo?
    Fallavena

  7. Atrás dessa excrescência o rastejante Temer não tem a coragem de ir….

    Senador divulga irregularidades nas contas do ‘Sistema S’
    Mais de R$18 bilhões das contribuições do ‘Sistema S’ que deveriam beneficiar o trabalhador estão em contas particulares com o conhecimento do TCU.
    Menos de 50% dos R$ 36 bilhões das contribuições para o “Sistema S” (Senai, Senac, Sesi, Sebrae, entre outros) e que deveriam ser destinados aos cursos técnicos gratuitos e ao desenvolvimento e bem-estar social estão realmente sendo utilizados com esta finalidade, o restante está aplicado nas contas particulares das instituições privadas com o conhecimento do TCU (Tribunal de Contas da União).
    Esta afirmação foi feita pelo senador Ataídes Oliveira em entrevista ao Estadão. Segundo ele, estes dados foram fornecidos pelo próprio TCU (Tribunal de Contas da União) em resposta ao seu pedido de informação sobre as disponibilidades financeiras de entidades do sistema S.
    Também em resposta a pedido de informação formulado pelo senador, a Controladoria Geral da União (CGU) revelou que em 2014 as entidades do Sistema S tiveram receita de R$ 31,09 bilhões. Em 2013, o valor foi de R$ 27,12 bilhões e, em 2012, de R$ 22,82 bilhões.
    Neste ano, segundo o ele, está previsto que a receita das entidades somará R$ 36 bilhões e que no momento encontram-se aplicados em suas contas bancárias R$ 18 bilhões, que deveriam ser usados para beneficiar os trabalhadores.
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    As entidades do sistema S não recebem por número de matrículas em seus cursos e nem por carga horária, recebem pelo número de trabalhadores em suas categorias. Desta forma, mesmo que não ofereçam um curso sequer, receberão o mesmo montante no decorrer do ano.
    Os valores arrecadados pelas entidades, vem da contribuição obrigatória sobre a folha de salário dos trabalhadores das empresas pertencentes a categoria, são recursos públicos. Entram no cálculo da carga tributária, mas são destinados pela Constituição Federal do Brasil, para financiar estas instituições de interesse de categorias profissionais.
    A respeito destas contribuições sociais, Ataídes Oliveira disse que a prestação dos gastos são totalmente irregulares, “A transparência é próxima de zero”, afirmou.
    Estas contribuições devem ser revertidas em sua totalidade ao trabalhador em forma de cursos gratuitos e atividades que visam o aperfeiçoamento profissional, além da melhoria do bem-estar social.
    Mas o que se vê é exatamente o contrário, a maior parte dos cursos são pagos. Embora gozem de excelente reputação, entre elas figura uma das instituições de ensino mais caras do Brasil. Parte dos cursos gratuitos do sistema S estão sendo ministrados a distância, o que obviamente os torna menos oneroso para a instituição.
    Baseado nas informações obtidas, o senador apresentou ao ministro Joaquim Levy e ao líder do governo na comissão mista de orçamento, deputado Paulo Pimenta (PT) a proposta para utilização de parte da receita do sistema S para cobrir o rombo no orçamento. Ambos, certamente contrariando a vontade de muitos, acolheram a sua ideia. Na segunda-feira, 14/09/2015, o governo anunciou uma medida válida até 2019, mas que ainda depende da aprovação do Congresso Nacional, que 30% das contribuições recolhidas para o sistema S, passarão a ser destinadas a previdência social.
    Fazendo-se os cálculos, ainda restarão muitos bilhões parados nas contas e que deverão ser utilizados em benefício do trabalhador.

    http://br.blastingnews.com/economia/2015/09/senador-divulgar-irregularidades-nas-contas-do-sistema-s-00555685.html

    • Como o rastejante Temer pode ser contra o Sistema S, se o Paulo Skaf é um de seus maiores beneficiários ? Atualmente aquele amontoado de sindicatos de carimbo, chamado Fiesp, paga ao Sesi algo em torno de R$ 25.000,00/mês pelo aluguel do prédio da Paulista 1313.

      Alguém sabe o que é Sescop ???

    • E se alguém pensa que os cursos ofertados por essas excrescências são grátis, se engana. Eis um exemplo.

      Autorização

      Curso autorizado pela portaria MEC/SETEC nº 503/2007 de 19/09/2007 – DOU 13/09/2007.

      Reconhecimento

      Curso reconhecido pela Portaria nº 305 de 27 de dezembro de 2012 publicada no Diário Oficial da União em 31/12/2012.

      Sobre o Curso

      O curso ofertado é um Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia, que forma profissionais com capacidade de conceber, organizar e gerenciar empreendimentos gastronômicos, ressaltando a multidisciplinaridade e a sustentabilidade da área, por meio de conceitos e atividades práticas que considerem as condições reais do mercado de trabalho.

      Campo de Atuação

      Empresas relacionadas aos diversos segmentos da alimentação e gastronomia, tais como: restaurantes; hotéis e afins; indústrias de produção alimentícia; buffets e empresas de organização de eventos.

      Certificação Intermediária

      Qualificação Profissional de Nível Tecnológico em Supervisão de Serviços Gastronômicos, após a conclusão do 4º módulo.

      Duração do Curso

      05 semestres

      Turnos de Funcionamento do Curso

      Manhã, tarde e noite

      Valores 2016*

      Turno Valor do Semestre Valor da Matrícula Valor da parcela Cheia Valor da parcela até dia 08
      Manhã/Noite R$ 3.840,00 R$ 595,00 R$ 640,00 R$ 595,00
      Tarde R$ 3.690,00 R$ 572,00 R$ 615,00 R$ 572,00

  8. Carlos Newton conhece tanto de economia como eu de sânscrito. Não votei em nenhum dos três presidentes, mas a análise econômica é patética. Carece de um mínimo de profundidade e seriedade.

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