Um país dos outros

Mauro Santayana
Mal a Nação se refez da surpresa de saber, que, ao se recusarem a assinar moção de repúdio,  86 deputados  apoiaram, tacitamente,  a espionagem do governo brasileiro e de empresas e de cidadãos nacionais pelos Estados Unidos, e outra notícia nos espanta.
Conforme o jornalista Cláudio Humberto, vários países  receberam desde 2000 – em troca de pagamentos simbólicos – licença outorgada pela Anatel, para operar frequência de rádio no Brasil, não só em caráter provisório, mas permanente.
A Rússia pagou duzentos reais, por uma licença, e os Estados Unidos  16.700 reais, para manter 49 emissoras em  São Paulo, no Rio de Janeiro,em Brasília e em Recife. Se um cidadão pagar essa quantia deixam-no operar uma emissora comunitária?
No Brasil, era vedada às sociedades anônimas e a estrangeiros a propriedade de meios de comunicação, até que, sob pressão das empresas em crise, foi autorizada a participação de capital estrangeiro, até o limite de 30%.

RIGOR NOS EUA
Nos Estados Unidos, a legislação é extremamente rigorosa nesse caso – (Foreign Investment in the United States: Major Federal Statutory Restrictions, Michael V. Seitzinger, Legislative Attorney, June 17, 2013):
 “Frequências (licenças) de estação de rádio não podem ser concedidas ou mantidas por qualquer governo estrangeiro ou por representante de um governo estrangeiro. Nenhuma estação de rádio instalada a bordo de um avião em trânsito ou fixa, no solo, poderá ser concedida ou mantida por qualquer estrangeiro; ou por representante de qualquer estrangeiro; por qualquer empresa constituída sob as leis de um governo estrangeiro; por qualquer empresa com mais de um quinto do capital social pertencente ou controlado por estrangeiros, ou seus representantes.”
O Governo Brasileiro, e nossas instituições,  precisam tratar os outros governos, no Brasil, como nosso país é tratado lá fora – a reciprocidade é necessária. Qual seria a reação das autoridades dos Estados Unidos, se o Brasil pedisse licença para operar uma emissora de rádio nos EUA, mesmo que apenas por alguns dias, durante a visita de Estado da Presidente Dilma Roussef em outubro?
Desde os primeiros momentos do rádio, o Brasil cuidou de que fosse uma atividade exclusiva de brasileiros. O decreto 2.111, de 1932, do Governo Provisório de Vargas, foi claro nesse sentido. Como a Constituição de 1946 não tivesse sido precisa quanto ao tema, Getúlio, ao retornar ao poder, em 1951, fez o Congresso aprovar a reafirmação dos princípios do Decreto 2111.

Jânio voltou ao tema, em 1962, com uma lei aprovada pelo Congresso, estabelecendo critérios tão rigorosos quanto os de Vargas, e limitando ainda mais o tempo de propaganda nas grades das emissoras. O governo militar, em 1966, mediante o decreto 236, reafirmou o caráter nacionalista, ao dar ainda mais nitidez à legislação, e proibir, de maneira taxativa, a propriedade de emissoras a estrangeiros.

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18 thoughts on “Um país dos outros

  1. Crocodilos em pânico
    ESCRITO POR OLAVO DE CARVALHO | 25 JULHO 2013

    Antes de analisar qualquer coisa que o sr. Mauro Santayana escreva, é preciso saber que ele trabalhou como comentarista político da Rádio Praga, órgão oficial do governo comunista checo, e foi nada menos que redator-chefe das emissões em português da Rádio Havana. Essas estações nunca praticaram o jornalismo, no sentido normal do termo. Eram órgãos de desinformação, partes integrantes da polícia política comunista. A segunda ainda é. Chamar o sr. Santayana de “jornalista” tout court, sem esclarecer o uso específico que ele faz dessa fachada profissional, é sobrepor um formalismo burocrático-sindical à realidade substantiva do trabalho que ele exerce. Ele é, sob todos os aspectos possíveis e imagináveis, um agente de influência comunista. O jornalismo é o canal, não a substância da sua atividade.

    Um agente de influência não faz propaganda comunista. Mantém-se numa posição discreta, equilibrada, e só procura influenciar as autoridades e os formadores de opinião em pontos determinados, precisos, para induzi-los a decisões que sirvam à estratégia comunista sob pretextos que não pareçam comunistas de maneira alguma. Esse esforço só se intensifica e sobe de tom quando se trata de medidas urgentes, vitais para a sobrevivência do movimento comunista. É só aí que o lobo perde a compostura ovina, rosna, mostra os dentes e sai mordendo.

    No momento a coisa mais urgente e vital para o comunismo na América Latina é afastar a ameaça de uma investigação fiscal no Foro de São Paulo. É urgente e vital porque há 23 anos essa entidade gasta fortunas incalculáveis, transportando incessantemente centenas de políticos, intelectuais, militantes e terroristas entre todas as capitais do continente, hospedando-os nos melhores hotéis, sem jamais informar à população de onde veio o dinheiro. O envolvimento de alguns de seus membros mais prestigiosos no narcotráfico é fato notório, comprovado por depoimento do traficante Fernandinho Beira-Mar e pelos computadores do ex-comandante das Farc, Raul Reyes, apreendidos pelo exército colombiano.

    O Foro de São Paulo é o comando estratégico do movimento comunista latino-americano. Faz e desfaz governos, interfere na política interna de dezenas de países, decide os destinos do continente, fornece cobertura a terroristas e narcotraficantes e, segundo confissão do seu fundador e nosso ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, faz tudo isso de modo calculado para que “as pessoas não percebam do que estamos falando” (sic). Chamar isso de conspiração não é portanto uma “teoria”. É usar o termo apropriado para definir um fato tal como descrito pelo seu autor principal.

    Durante dezesseis anos o Foro cresceu em segredo, sob a proteção da mídia cúmplice que negava a sua existência e que, quando não pôde mais fazer isso, passou a mostrá-lo sob aparência maquiada, como um inofensivo “clube de debates”. A desconversa não pegou, é claro, em primeiro lugar porque nenhum clube de debates emite resoluções unânimes repletas de comandos a ser seguidos pelos participantes; e, em segundo lugar, porque o próprio fundador da coisa deu com a língua nos dentes, no discurso que pronunciou no décimo-quinto aniversário de fundação da entidade.

    A simples ajuda mútua entre os partidos legais e as quadrilhas de terroristas e narcotraficantes que o compõem já bastaria para fazer do próprio Foro, como um todo, uma organização criminosa no sentido mais estrito e legal do termo, mesmo sem levantar a hipótese, praticamente inevitável, de que a troca de vantagens políticas importasse em benefícios financeiros ilícitos para qualquer das partes.

    No entanto, entre tantos segredos que preenchem a história do Foro, as finanças são ainda o mais bem guardado. Mesmo depois que, forçado pelas circunstâncias a passar do silêncio ao exibicionismo histriônico, o seu atual dirigente Valter Pomar decidiu embelezá-lo como entidade transparente e aberta ao público, nem uma palavra veio à sua boca em resposta à pergunta decisiva e proibida: Quem paga a festa? Quem pagou durante 23 anos? As Farc? O governo brasileiro? O petróleo do sr. Hugo Chávez? Cadê os recibos? Cadê as notas fiscais? Cadê as autorizações de despesa?

    Quem lançou essa pergunta, semanas atrás, fui eu (v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/130626dc.html). Esperava que, como todas as anteriores que coloquei no ar, ela caísse em ouvidos moucos. Para minha surpresa, alguns grupos de jovens, que não conheço e que não me consultaram em nada, deram-lhe atenção e fizeram dela uma das bandeiras do seu movimento “Marcha das Famílias”. Embora a passeata que organizaram contra o comunismo reunisse não mais de cem pessoas, ela espalhou pelas ruas e pela internet o mais óbvio, inegável e legítimo dos pedidos: auditoria no Foro de São Paulo, já!

    Aí, é claro, foi o pânico. Antes mesmo que qualquer solicitação formal de uma investigação fosse enviada ao Ministério Público ou à Receita Federal, era preciso criar contra ela uma predisposição hostil para dissuadir as autoridades, a priori, da tentação de atendê-la.

    Primeiro veio então a página do “Opera Mundi” que, naquele tom lacrimejante próprio dos crocodilos, se queixava de que o Foro “sofria ameaças violentas”. Coitadinho. Ele só tem, para defendê-lo, os exércitos de Cuba e da Venezuela, as tropas das Farc e a militância armada do MST e da Via Campesina, sem contar o governo brasileiro. Não é mesmo para ficar aterrorizado ante umas dezenas de estudantes que o xingam pela internet?

    Mas logo depois dessa palhaçada entrou em cena, como era de se esperar, o sr. Mauro Santayana. E veio com uma conversa muito mais interessante. Veremos no próximo artigo.

    Publicado no Diário do Comércio.

  2. “FORA FORO DE SÃO PAULO” EXPLODE NAS REDES SOCIAIS. JÁ ORGANIZAM MANIFESTAÇÕES CONTRA ESSE FORO COMUNISTA CRIADO POR LULA, FIDEL CASTRO E SEUS SEQUAZES!

    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=87Ie7HfdP8o

    Cresce nas redes sociais, em especial no Facebook, um movimento que organiza manifestações de protesto contra o Foro de São Paulo, organização comunista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990, e que coordena as ações que visam transformar todos os países da América Latina em Repúblicas Comunistas.

    É que o Foro de São Paulo tem reunião marcada para o período de 31 de julho, próxima quarta-feira, a 4 de agosto, em São Paulo, com a participação de lideranças esquerdistas de todo o continente, incluindo a América Central.

    O vídeo acima que faz uma paródia do filme A Queda, que revela os últimos dias de Hitler, e aproveita para dar informações sobre os locais onde o Foro de São Paulo terá seus eventos. Vale a pena ver o vídeo porque ficou muito engraçado.

    O humor que falta aos esquerdopatas sobra nas páginas do Facebook e demais redes sociais e se revela uma poderosa arma pacífica e ao mesmo tempo letal contra os delírios criminosos dos dinossauros comunistas.

    Para visitar a página do Facebook “Fora Foro de São Paulo” é só clicar aqui.

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    Postado por Aluizio Amorim

  3. Não importa quem escreveu, e sim o que escreveu. Se o Sr. Mauro Santayana é comunista, ou
    entreguista americanizado, não interessa, principalmente quando se trata do interesse nacional, em defesa de nossa soberania. Não posso deixar de aplaudir quando se defende o interesse nacional.

  4. Liberdade da comunicação

    Depois que Obama resolveu assumir o que todo mundo já sabia sobre a descarada espionagem e controle norte americano dos computadores e internet, públicos e privados, esclareceu muita coisa. Ficou mais fácil perceber certos tipos de “defeitos” apresentados em nossos computadores e internet, que não é por eventual falha, mas por conta da inteligência artificial bisbilhotando, travando. De vez em quando o meu computador é bruscamente desligado. Por mais que tente, só no outro dia consigo liga-lo novamente. Dependo do assunto que você envia pela internet, não chega do outro lado.

    Agora mesmo, eu estava lendo um jornal inglês pelo site http://www.onlinenewspapers.com sem problemas algum, dispondo inclusive, da ajuda do tradutor automático. Foi só tentar fazer leitura de um jornal da China, o tempo fechou. Travou tudo. Por mais que tentasse não foi possível. Trocando em miúdos, na medida que a crise do sistema capitalista vai ficando mais séria, o mundo “livre”, a cada dia, ficando mais “livre”. Só não vê quem não quer.

  5. Mas agora com a internet, todo mundo entra onde quiser, fala o que quiser e fica sabendo do que quiser.
    Então essa de de frequência de rádio não importa tanto. Apenas rendeu um bom dinheiro para os ocupantes desse governo que as liberou e está aí há 10 anos, e que santayana apoia incondicionalmente.

  6. Interessante que um comentarista vẽ perigos e ameaças aos interesses nacionais no Foro de Sao Paulo, (pelo visto nem sabe o que significa e para que foi criado). Nao cita uma palavra sobre Consenso de Washington. Ora! dar ouvidos a esse maluco, chamada Olavo de Carvalho é falta de juizo. Ele sim é um agente do capitalismo e nao explica como se mantem nos EUA. A maioria dos jornais que financiavam-no no Brasil ja desistiu dele. Vejam que nao tem sustentaçao o que afirma, ha 23 anos o Chaves, a Cuba, o MST e o governo Brasileiro, os alimentaria com dinheiro, esse tempo o Chaves, o Lula (o pt) nao estavam no poder. O mst, coitado, nao tem dinheiro nem para o andamento minimo de suas atividades. O. Carvalho tem o dever moral de mostrar as provas do que acusa, ou corre o risco de nao ter o minimo de credito no que afirma. Faz acusaçoes graves. Discutir. Olavo de Carvalho é perda de tempo. Ele sim é americanzado. O Brasil precisa ter cuidado com esses agentes, têm transito livre, vao e vem sem a menor restriçao,levam todas as nossas informaçoes para o exterior, com o agravamento de distorce-las de acordo com seus entendimentos e interesses para colocar em risco os nossos interesses e segurança. Olavo de Carvalho nao dá a minima para o Brasil. O deus dele é EUA! tanto que mora lá. No que tange ao jornlista SantaYana, nunca o vi defender nada que nao seja a favor dos interesses brasileiros. Ha! se tivessemos uns 100 Santayanas, Olavos, nao precisamos de nenhum!

  7. Haja cartola para tanto coelho
    Qual será a próxima solução mágica proposta pelo governo para resolver o caos da saúde?

    CRISTIANE SEGATTO

    No calor das manifestações populares, o governo federal anunciou medidas simbólicas e pouco efetivas para resolver o caos da saúde. Haja cartola para tanto coelho. Do chapéu de mágico saíram os 6 mil médicos cubanos que seriam enviados aos municípios onde os profissionais brasileiros não querem trabalhar. Poucas semanas depois, os cubanos voltaram para o fundo da cartola. O Ministério da Saúde não falou mais no assunto, mas a imprensa descobriu a razão da mudança de rumo.

    A exportação de médicos é uma das principais fontes de renda para Havana. Eles são fornecidos em bloco, como numa empresa terceirizada. O governo contratante paga a Cuba pelos serviços e os médicos recebem só uma parte. Os profissionais trabalham num sistema cruel, em total desacordo com as leis trabalhistas brasileiras. Assunto encerrado. Furo n’água.

    Num outro passe de mágica, executado por medida provisória, vieram a ampliação do curso de medicina de seis para oito anos e o serviço compulsório no SUS. Nesta semana, a longevidade desses dois coelhos também se mostrou ameaçada. Eles podem voltar para o fundo falso a qualquer momento.
    No caminho, podem ser atropelados pela nova solução mágica que agora parece simpática ao governo: tornar compulsória a residência médica e, da mesma forma, obrigar os médicos a trabalhar dois anos no SUS.

    Vamos dissecar mais esse coelho:
    Hoje o curso de medicina tem seis anos de duração. Concluído esse período, o estudante recebe o diploma. Pode começar a trabalhar, mas no receituário só pode colocar a palavra “médico”. Para se tornar especialista em alguma coisa precisa fazer residência médica.

    Dos quase 400 mil médicos do país, cerca de 30% não fazem residência porque não conseguem vagas nesses cursos ou simplesmente porque não têm interesse em concluí-lo. A especialização é um importante complemento da formação médica, mas ela só traz benefício ao profissional, ao paciente e à saúde pública se o curso for bom. É o óbvio ululante.
    Agora o governo federal diz ter planos de criar mais 12 mil vagas de residência médica até 2017. Parece uma boa ideia? Parece, mas não é. Essa é a opinião do médico Antonio Carlos Lopes, diretor da Escola Paulista de Medicina. Ele coordenou a Comissão Nacional de Residência Médica, no Ministério da Educação, durante quatro anos do governo Lula.
    “Para funcionar, a residência médica precisa ter estrutura necessária, preceptor e financiamento”, diz ele. “Cansei de fechar programas em instituições públicas e privadas. Eles não tinham a mínima condição de funcionamento.”
    As razões: “Os residentes apanhavam dos pacientes, vários hospitais tinham goteira em cima da cama dos doentes, os médicos usavam saquinho plástico em vez de luvas”. No período em que esteve na coordenação, Lopes afirma que 200 vagas de residência foram criadas em regiões menos favorecidas (interior do Ceará, Belém, Rio Grande do Norte e outros estados). Em seis meses, 80% dos residentes haviam desistido. Não havia ambulatório, uma rede mínima de atenção básica e, em alguns casos, sequer receituário.
    “Colocar médico para trabalhar em lugares remotos nessas condições é jogar dinheiro público no ralo”, diz Lopes. “Numa casa de sapé e mais nada, a contribuição do médico é menor que a do padre”.
    A proposta também apresenta fragilidades jurídicas. “Obrigar um médico a fazer residência é inconstitucional. Primeiro o governo fala em ampliar o curso de medicina para oito anos. Quinze dias depois, vê com bons olhos a ideia de manter os seis anos e tornar a residência obrigatória. Isso demonstra a total falta de rumo e de conhecimento. É como pegar um paciente com ruptura do coração e não saber se é preciso operá-lo ou não”, diz Lopes.
    A população de grande parte dos municípios brasileiros e das periferias sofre com a falta de médicos. É um problema grave e real. Nesses lugares, não falta só médicos. Falta tudo. É a falta de tudo que explica porque as cidades não conseguem atrair profissionais. Imputar aos médicos a culpa pelo descalabro da saúde pública brasileira é uma falácia pegajosa e perigosa.
    Perpetuar a ideia de que as pessoas morrem nos rincões distantes ou nas periferias porque os médicos não têm sensibilidade nem consciência social é desviar o foco das reais causas da tragédia brasileira.
    Há médicos bons e ruins. Com caráter e sem caráter. Com preocupação social ou sem ela. Assim como há jornalistas, advogados e engenheiros de todos os tipos. Trabalhar no SUS durante um período de formação pode ser uma experiência pessoal e profissional enriquecedora. Muitos estudantes e médicos diplomados já trabalham em serviços públicos e ali aprendem o que é ser médico – no sentido mais nobre do termo.

    É assustador, porém, o caráter autoritário das soluções propostas até agora. Ninguém pode ser obrigado a trabalhar para o governo se quiser concluir um curso superior. Nem os médicos, nem os jornalistas, nem os advogados, nem os engenheiros.
    Mesmo que os profissionais de todas as categorias fossem tratados como infratores da lei e, como eles, cumprissem um período compulsório de prestação de serviços, o resultado objetivo desse empenho, em termos de mudanças estruturais, seria questionável. Sem recursos materiais mínimos, não há força de trabalho capaz de mudar a história de uma população.
    Até quinta-feira (25), 3,3 mil municípios haviam se inscrito no Ministério da Saúde com o objetivo de receber médicos. Apenas 3,1 mil profissionais haviam concluído a inscrição no programa Mais Médicos. A previsão inicial do governo era atrair cerca de 10 mil profissionais.
    Se o governo quer realmente fixar médicos onde eles são necessários deveria criar uma comissão para avaliar as condições de trabalho nos municípios interessados. Se o governo complementasse a estrutura mínima necessária para atender a população talvez mais médicos aceitassem o desafio.“Nessa comissão precisaria ter gente que faz medicina de fato. E não gente que enxerga a medicina pela janela do gabinete”, diz Lopes.
    Trabalhar sem conseguir fazer diferença gera frustração. Mais nada. Para o paciente que busca atendimento e não encontra, o médico representa o Estado. Quem está na linha de frente é visto como ministro da saúde, como a própria presidente. Se o médico não resolve o caso, sobre ele recairá toda a raiva que a população gostaria de lançar sobre quem tem o poder de transformar o SUS.
    Quem tem esse poder? Os brasileiros gostam de repetir que a saúde vai mal por culpa dos governantes, dos políticos e gestores corruptos, dos apadrinhados que ocupam cargos públicos sem ter competência técnica para isso etc. Tudo isso é verdade, mas só uma meia verdade.
    A saúde pública não vai melhorar enquanto a sociedade continuar evitando as discussões duras e objetivas sobre financiamento do sistema. O SUS foi criado em 1988 com a melhor das intenções. Se funcionasse como o previsto na Constituição, seria um belíssimo instrumento de justiça social. Para ser justo e universal, para oferecer tudo (todo e qualquer tipo de tratamento) para toda a população (dos mais pobres aos mais ricos), o SUS precisa receber mais dinheiro. E, ainda assim, talvez não fosse possível oferecer todas as novas e caríssimas soluções criadas pela indústria farmacêutica. Nenhum país do mundo consegue fazer isso.
    Os cerca de 8% do PIB aplicado em saúde (somando-se os recursos públicos e privados) não sustentam o sistema imaginado em 1988. Como resolver a equação? Vamos aumentar impostos? Vamos tirar dinheiro de outros ministérios? Vamos melhorar a gestão? O que é preciso fazer exatamente para melhorá-la? Vamos limitar o atendimento público a determinadas faixas de renda? Vamos limitar os gastos a um determinado pacote de programas, tratamentos e drogas — e só a eles? Vamos acabar com a hipótese de qualquer cidadão entrar na justiça e exigir dos governos qualquer remédio caríssimo – independentemente do preço?
    Desde 1988, nenhum governo (PT, PSDB, PMDB e todas as outras siglas que chegaram ao poder) assumiu o ônus político de dizer que, do jeito que sonhamos e com o financiamento e a gestão atuais – o SUS nunca será justo e universal.
    É uma verdade dura e impopular, daquelas que governante não diz e população não gosta de ouvir. Enquanto for assim, vamos continuar nos iludindo com os coelhos que brotam da cartola e voltam para o fundo dela sem aliviar o sofrimento de ninguém.

  8. Esse tal foro de São Saulo é um ajuntamento de gente da pior espécie, bandidos mesmos, que querem tomar o poder totalmente na América latina.
    Fiéis da religião marxista-leninista, essa gente ambiciosa usa o bom e velho argumento para pegar esses otários, que é a de que nós latino-americanos somos vítimas dos EUA. E como tem bobo em países como o nosso que ainda cai nessa.
    Uma coisa que não podemos esquecer também é que essa gente, quando ocupa a máquina pública como o PT há 10 anos, fica milionário da noite para o dia.
    Lula está aí para não nos deixar mentir.

  9. Só falta aparecer algum idiota afirmando que os comunistas comerão as criancinhas da América Latina. Que discurso velho, reacionário e extremamente pernicioso.

  10. Gente!
    Essa pendenga sobre a espionagem parece ser um factóide!
    Só os inocentes não sabem que a chamada Diplomacia nada mais é do que uma forma de exercer a espionagem consentida. As embaixadas e seus ocupantes, são todos, espiões e agem como agência de informações a serviço dos seus governos!
    Ora! Só os inocentes imaginam que quem tem tecnologia para colocar satélites em órbita está colaborando com poetas e namorados! Essa discussão colocando o Brasil como vítima é uma hipocrisia federal.
    Por outro lado, também é sandice não ver que o próprio governo espiona o cidadão a todo instante! Somos monitorados por diversas agências. Espionam nossas ligações telefônicas, nossas despesas no comércio, onde gastamos, quanto ganhamos, onde moramos, onde estamos, no momento,etc… etc… Nossos computadores colocam as nossas particularidades em servidores que “servem”, principalmente ao governo! E os pardais? E as câmeras nos bancos, nas lojas, nas ruas, nos edifícios e, até nos elevadores?
    Que se cuidem todos, pois não vai demorar muito e estaremos sendo espionados, na cama, fazendo amor…
    Se o regime virar, aí vai ser um pé no saco!

  11. NYT é muito pra bolinha do Lula.
    Apesar da repercussão do artigo de Lula sobre os protestos de junho, o serviço de notícias do jornal “The New York Times”, NYT Syndicate, esperava que a coluna mensal do ex-presidente interessasse a um número maior de países. Na Europa, só o jornal “Público”, de Portugal, comprou os direitos de publicá-la. Na América do Sul, a coluna foi vendida para jornais em quatro países e no México. Nos Estados Unidos, jornais não se interessaram em reproduzi-la e, pelo contrato, o NYT não tem obrigação de publicá-la em seu conteúdo impresso.

  12. Memorial do comunismo: comunista come criancinha

    ESCRITO POR FÉLIX MAIER

    O filme Evilenko, dirigido por David Grieco, trata da história do Monstro de Rostov, em que Andrei Romanovic Evilenko ficou famoso por violentar, assassinar e devorar 55 crianças e adolescentes em várias cidades da Rússia, durante um período de 5 anos. Segundo o filme insinua, tal procedimento psicótico foi resultado da Perestroika iniciada por Gorbachev, em que o comunista ficou perdido ideologicamente, sem saber como sobreviver aos novos tempos. O resultado foi o comunista comer criancinha, uma atrás da outra.

    Mas não é sobre este fato bizarro que aqui pretendo me deter. Apenas vou fazer uma transcrição de um trecho de Arquipélago Gulag, de Alexandre Soljenítsin, no qual ele fala sobre a fome que assolou na Rússia, quando pais comiam seus próprios filhos. Ou seja, não é de todo fantasiosa a frase “comunista come criancinha”, que o próprio Kruschev uma vez quis desmoralizar um presidente americano, repetindo em público o famoso chavão.

    Vejamos como comunista comia criancinha na antiga Rússia revolucionária e a culpa, obviamente, não era dos “comissários do povo”, porém da Igreja Ortodoxa:

    “No fim da guerra civil, e como sua conseqüência natural, abateu-se sobre a região do Volga um ano de fome como nunca se tinha conhecido. Como isso não adorna muito a coroa de glória dos vencedores desta guerra, falam sobre ele entre os dentes e sem ir além de duas linhas. E no entanto essa fome chegou até ao canibalismo, até aos pais comerem os seus próprios filhos. Nunca uma fome assim tinha sido conhecida na Rússia, nem sequer no ‘Tempo dos Tumultos’ (*) (então, como testemunham os historiadores, os cereais mantinham-se debaixo da neve durante vários anos, sem serem colhidos). Um só filme sobre essa fome poderia projetar uma luz nova sobre tudo o que vimos e tudo o que sabemos acerca da Revolução e da guerra civil. Mas não há nem filmes, nem romances, nem estudos estatísticos – é algo que se procura esquecer, que não embeleza. Além disso, a causa de qualquer fome, é costume fazê-la recair sobre os kulaks. Mas quando a fome era geral, onde estavam os kulaks? V. G. Korolenko, nas suas Cartas a Lunatchárski (**), que contrariamente à promessa deste último nunca se publicaram entre nós, explica-nos as razões da fome e da ruína completa do país: elas residem na queda de toda a produtividade (as mãos trabalhadoras encontram-se ocupadas com as armas) e na perda da confiança, da esperança do camponês de poder ficar com uma parte da sua colheita para si, por menor que fosse. Mas algum dia alguém falará daqueles fornecimentos de intermináveis vagões de víveres enviados durante meses, em aplicação ao tratado de paz de Brest-Litóvski, pela Rússia, privada de vozes de protesto, mesmo das regiões que a fome ia devastar, para a Alemanha do Kaiser, que travava no ocidente os últimos combates.

    Da causa ao efeito a cadeia era curta: se os habitantes do Volga comiam os seus filhos era porque nós não tínhamos outra preocupação que não fosse a de dissolver a Assembléia Constituinte.

    Mas a genialidade dessa política consistia em obter êxitos a partir da própria desgraça popular. E, num golpe de inspiração, de uma só cajadada matam-se dois coelhos: que sejam agora os padres a alimentarem a região do Volga! Não são eles cristãos e bondosos?

    1) Se recusam, culpamo-los de toda essa fome e esmagamos a Igreja;
    2) se concordam, limpamos os templos;
    3) e, num caso ou noutro, aumentamos a reserva de divisas.

    Provavelmente esta idéia foi suscitada por atos da própria Igreja. Como indica o Patriarca Tíkhon, logo em agosto de 1921, quando começou a grassar essa fome, a Igreja criou comitês diocesanos e pan-russos de ajuda aos famintos, começando a angariar dinheiro. Mas permitir uma ajuda direta da Igreja às bocas esfomeadas seria minar a ditadura do proletariado. Os Comitês foram proibidos e o dinheiro confiscado a favor do Tesouro Público. O patriarca fez apelo à ajuda do papa em Roma e do deão de Canterbury, mas ainda aí lhe cortaram a iniciativa, esclarecendo-o de que só o poder soviético estava autorizado a entabular conversações com estrangeiros, e de que não era necessário semear alarma: segundo o que escreviam os jornais, as autoridades tinham todos os meios para acabar com a fome.

    Entretanto, na região do Volga comiam-se ervas e solas de sapato, chegando a roer-se as ombreiras das portas. E finalmente, em dezembro de 1921, o Comitê do Estado de Ajuda às Vítimas da Fome propôs à Igreja que oferecesse os seus bens aos famintos – não todos, de resto, mas apenas aqueles que não eram canonicamente imprescindíveis para os serviços religiosos. O patriarca manifestou o seu acordo e o Comitê do Estado de Ajuda às Vítimas da Fome elaborou as instruções: todas as ofertas deviam ser voluntárias! Em 19 de fevereiro de 1922 o patriarca lançou uma mensagem autorizando todos os conselhos paroquiais a oferecer objetos que não fossem indispensáveis aos ofícios religiosos.

    E assim tudo corria de novo o risco de dissolver-se no compromisso e enredar a vontade proletária, como tinha noutros tempos sido tentado com a Assembléia Constituinte e como era costume em todos os parlatórios da Europa.

    Uma idéia eclodiu num relâmpago! Uma idéia, isto é: um decreto! Um decreto do Comitê Executivo Central de Toda a Rússia, datado de 26 de fevereiro: confiscar todos os valores dos templos para os famintos.

    O patriarca escreveu a Kalínin, mas este não respondeu. Então, em 28 de fevereiro, o patriarca publicou uma nova e fatídica mensagem: do ponto de vista da Igreja, semelhante ato constitui um sacrilégio, e nós não podemos aprovar o confisco.

    A meio século de distância, é fácil hoje censurar o patriarca. Naturalmente, os dirigentes da Igreja cristã não deviam ter-se agarrado a objeções do gênero de saber se o poder soviético não tinha outros recursos, ou quem é que tinha levado a região do Volga à fome; não deviam ter-se agarrado a essas riquezas, pois não era em absoluto delas que havia de surgir (se havia) a nova firmeza na fé. Mas é preciso ter em mente a situação desse desgraçado patriarca, eleito já depois de outubro, que dirigia a Igreja há poucos anos, uma Igreja que só tinha conhecido a repressão, as perseguições, os fuzilamentos, e que lhe tinha sido confiada com a missão de a salvaguardar.

    Então os jornais lançaram uma campanha contra o patriarca e todos os altos dignitários da Igreja, acusando-os de estrangularem a região do Volga com a mão descarnada da fome! E quanto mais se obstinava com firmeza o patriarca, mais fraca se tornava a sua posição. Em março desenhou-se um movimento entre o clero no sentido de ceder os valores e de chegar a acordo com o poder. Os receios que ainda subsistiam foram expressos a Kalínin pelo Bispo Antonin Granóvski, que tinha passado a fazer parte da Comissão Central do Comitê do Estado de Ajuda às Vítimas da Fome: ‘Os crentes têm receio de que os valores da Igreja possam ser utilizados para outros fins, para fins mesquinhos e alheios aos seus corações’. (Conhecendo os princípios gerais da doutrina de vanguarda, o leitor experiente concordará em que isso era muito provável, já que as necessidades do Komintern e do Oriente, que se libertava, não eram menos agudas do que as da região do Volga.)

    O metropolita de Petrogrado, Veniámin, foi tomado também de um arrebatamento que não podia ser posto em dúvida: ‘Isto é de Deus, e nós daremos tudo. Mas não é necessário fazer confiscos, a oferta deve ser voluntária”.

    (…) Veníamin anunciou: ‘A Igreja Ortodoxa está disposta a tudo dar em ajuda dos famintos, considerando como um sacrilégio apenas o confisco pela violência’.

    (…) O jornal Pravda de Petrogrado, a 8, 9 e 10 de março (***), confirma a conclusão pacífica e com êxito das conversações e escreve benevolentemente, referindo-se ao metropolita: ‘No Smólni chegou-se a acordo em que os cálices e os revestimentos dos ícones sejam fundidos em lingotes, na presença dos crentes’.

    Mas de novo se está tramando um compromisso! Os vapores envenenados do cristianismo empeçonham a vontade revolucionária. Tal união e tal entrega dos valores não são necessários aos esfomeados da região do Volga! É substituída a equipe invertebrada do Comitê do Estado de Petrogrado de Ajuda às Vítimas da Fome, os jornais lançam ofensas contra os ‘maus pastores’ e contra os ‘príncipes da Igreja’, esclarecendo os seus representantes: ‘Não precisamos de nenhum dos vossos sacrifícios! Nem de ter quaisquer conversações convosco! Tudo pertence ao poder e ele tomará conta do que considerar necessário’.

    E começou em Petrogrado, como em todos os outros lugares, o confisco pela força, que deu origem a incidentes graves.

    Agora havia fundamentos legais par dar início aos processos religiosos (****).

    Notas:

    (*) Período que vai da morte de Boris Godunov (1605) até a ascensão do primeiro Romanov (N. do T.).

    (**) Paris, 1922, e samizdat, 1967.

    (***) Artigos ‘A Igreja e a fome’ e ‘Como serão confiscados os bens da Igreja’ (N. do A.).

    (****) Esses dados foram por mim colhidos do livro Ensaios sobre a história dos tumultos religiosos, de Anatóli Levítin, Parte I, samizdat, 1962, e das Notas de interrogatório do Patriarca Tíkhon, tomo 5 dos atos do processo judicial (N. do A.)”.
    (Arquipélago Gulag, de Alexandre Soljenítsin, Difel, São Paulo, 1975, pg. 331 a 335).

    Notas:

    Samizdat – Sistema de contrabando de manuscritos de intelectuais soviéticos para o Ocidente. Às vezes, a própria KGB estava por trás desses contrabandos, recebendo elevadas somas de dinheiro por obras proibidas na União Soviética que eram publicadas no exterior. Nesses casos, os manuscritos eram confiscados das residências dos dissidentes e remetidos ao Ocidente à revelia do autor. Em 1967, 3 livros sobre expurgos e campos de concentração tinham sido contrabandeados para o Ocidente: Tempestade de Areia, de Galina Serbryakova, “A Casa Abandonada, de Lydia Chikovskaya, e Uma Jornada ao Furacão, de Evgenia Ginzburg.

    “Churrasquinho chinês” – Durante a Revolução Cultural chinesa, muitos condenados à morte tinham seus corpos retalhados, assados e comidos. “Num massacre famoso, na escola de Mushan em 1968, na qual 150 pessoas morreram, vários fígados foram extirpados na hora e preparados com vinagre de arroz e alho” (Canibais de Mao, in revista Veja, 22 de janeiro de 1997, pg. 48-49). Essa prática de canibalismo se tornou corriqueira, no período de 1968 e 1970, quando centenas de “inimigos do povo” foram devorados em Guangxi, conforme pesquisas de Zheng Yi. O trabalho de Zheng Yi, dissidente exilado nos EUA desde 1992, resultou no livro Scarlet Memorial – Tales of Cannibalism in Modern China (Memorial Escarlate – Histórias de Canibalismo na China Moderna). Na mesma época, havia um tipo de tortura sui generis: alguns presos, ainda vivos, tinham seus órgãos sexuais (pênis e testículos) arrancados, assados e comidos, como consta no mesmo artigo de Veja: “Wang Wenliu, maoísta promovida a vice-presidente do comitê revolucionário de Wuxuan durante a Revolução Cultural, especializou-se em devorar genitais masculinos assados”. Não é de admirar que os chineses ainda hoje se refestelem – além de baratas untadas em chocolate – com fetos humanos. Garantem que o feto de um primogênito é mais gostoso, por ser mais consistente (Cfr. os endereços http://la3.blogspot.com/ e http://en.epochtimes.com/news/7-3-29/53482.html).

    Bom apetite!

  13. A técnica de lavagem cerebral de santayana é manjada. Primeiramente ele discorre sobre um factóide que sentimentaliza os frágeis emocionais e culturais. Depois o associa ao que ele quer incutir na mente desses idiotas que, já emocionados, ficam definitivamente com o cérebro, quando ainda possuem-no, sem a função de capturar a realidade com isenção.
    Lavagem feita.

    PS. Não é a toa que ele viveu naqueles lados por detrás da cortina de ferro.

  14. Prá que citar autores russos e chineses dissidentes? Leia a bíblia! Quem é chegado em bizarrices, é um prato cheio. Mães assando filhos para comer, outras ‘espatifando-os’ contra as paredes…assando-os em estruturas de madeira ocas antropomórficas – enchiam-nas de crianças e acendiam-nas usando como combustível os corpos das crianças – tem exemplos para todos os gostos. Ah! e, há cerca de 4.000 anos atrás, Marx não existia mas…espera aí, entendi tudo: a bíblia narra, basicamente a história do povo judeu…Marx era judeu, portanto… Bingo! Entendi tudo!

  15. O Sr. Olavo de Carvalho, que parece gostar de algo que rima com seu sobrenome, é patético, em seu ódio e ignorância. Me admirará muito se Mauro Santayana se dignar a tomar conhecimento de O.D.C., que, como muito bem diz o José em seu comentário, está tão preocupado com a situação basileira, que sequer mora no BRasil, estando homiziado nos Estados Unidos, onde vive não se sabe a custas de quem.

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