Val Marchiori é acusada de fraude, mas esqueceram de denunciar Bendine

Bendine mandou liberar o empréstimo para a amante

Deu na Folha

O Ministério Público Federal em São Paulo apresentou denúncia criminal contra a socialite Valdirene Marchiori na qual ela é acusada de ter obtido de maneira fraudulenta um empréstimo no Banco do Brasil no valor de cerca de R$ 2,8 milhões em 2013. Segundo a acusação da procuradora da República Karen Louise Jeanette Kahn, concluída no último dia 9 de maio, Val alterou o objeto social da empresa que administra, a Torke Empreendimentos e Participações Ltda, apenas para atender a uma exigência da instituição financeira e assim conseguir a liberação do empréstimo, que tem valores oriundos do programa Sustentação do Investimento, do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

De acordo com a denúncia, Val incluiu a atividade de transporte rodoviário de produtos perigosos no objeto social da Torke menos de um mês antes de formalizar a proposta de abertura de crédito no Banco do Brasil para viabilizar a aquisição de cinco caminhões e cinco semirreboques.

A procuradora da República apontou na acusação que o real destinatário dos veículos foi o irmão de Val, Adelino Marchiori, que possui empresa do ramo de transportes.

GERENTE ACUSADO

Além de Val e Adelino Marchiori, também foi acusado de envolvimento no delito Alexandre Canizella, que segundo a denúncia foi o gerente do Banco do Brasil que cuidou da operação financeira.

A pena para o crime de empréstimo fraudulento é de dois a seis anos de prisão e multa.

A reportagem não conseguiu localizar os advogados dos denunciados na noite desta quarta-feira (18).

A realização do empréstimo foi revelada pela Folha em outubro de 2014. O jornal mostrou que a Torke obteve o dinheiro apesar de a socialite não ter quitado débitos com o banco. Ela também não tinha capacidade financeira para arcar com o empréstimo, segundo documentos obtidos pela reportagem.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
A denúncia está incompleta. Acusaram a fraudadora e o gerente que aceitou a fraude, mas esqueceram o principal criminoso. Seu nome é Aldemir Bendine, era presidente do Banco do Banco, ordenou que o gerente aprovasse o empréstimo pedido pela amante e ainda usou recursos do BB para patrocinar a “carreira artística” dela na TV Band. Diante desses “malfeitos”, Dilma tirou Bendine do BB e o nomeou para a Petrobras. E depois ela ainda fala que está sofrendo um golpe. Quem sofreu golpe foi o povo brasileiro, ao ser gerido pela quadrilha de Lula, Dilma, Dirceu & Cia. (C.N.)

10 thoughts on “Val Marchiori é acusada de fraude, mas esqueceram de denunciar Bendine

  1. Como petista nada faz de errado e gosta de repassar a culpa, o rapaz ai do caso, pode alegar que a dita senhora provocou nele o aumento dos índices de TESTOSTERONA, sendo que dai a coisa
    descambou.
    Fazer caridade com dinheiro público, pode não ser
    uma particularidade petista, mas certamente os companheiros foram mestres na arte.
    Com o cofre do BB a disposição, qualquer um vira garanhão. Ate que rimou.

  2. Francisco Vieira, meu xará, de Brasília – DF,

    Sabes que sou um defensor da legalização dos cassinos, ainda mais agora com este desemprego aumentando a cada dia!

    No entanto, quero os estabelecimentos destinados à iniciativa privada, e simplesmente proibida a participação de qualquer parlamentar no quadro de sócios destes empreendimentos, inclusive qualquer membros do Judiciário e Executivo.

    Inclusive, que os cassinos tenham os nomes das pessoas que se tratam psicologicamente pela dependência que possuem em jogar, de modo a barrar-lhes a entrada, com exceção das acomodações que terão, evidentemente.

    Deve haver uma fiscalização especial e própria, controlando o mecanismo das máquinas, faturamento, arrecadação de impostos, e os jogadores que apostam fortunas, que ganham e perdem, pois haverá como saber se se trata de dinheiro obtido ilegalmente ou não, então a vontade em dar-lhe uma conotação legítima pelo apostador.

    Enfim, a existência de cassinos daria um impulso muito importante ao turismo brasileiro, principalmente porque instalados em áreas que apresentam uma certa estrutura hoteleira e turística, como Teresópolis ou Petrópolis, RJ, Campos de Jordão, SP, Gramado e Canela, RS, localidades distantes das capitais, de modo que a região receba os incentivos ao seu maior crescimento e desenvolvimento.

    Sou a favor de haver pelo menos um cassino em cada Estado. Assim, aquele local hoje pouco explorado pela falta de estrutura, mas contendo atrações que valeriam a pena somar-se aos estabelecimentos de jogos, receberia esta concessão, devidamente legalizada e aprovada por licitações rigidamente controladas quantos aos seus propositores.

    Roraima, Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Ceará, lógico, distantes dos grandes centros, pois apesar de oferecerem as suas belezas regionais poderiam ter muito mais turistas que hoje seriam candidatos naturais aos cassinos, que levariam progresso, emprego e desenvolvimento para suas cidades, indiscutivelmente.

    Claro que Rio, SP, RS, PR, SC, MG, ES, SE, AL, PE, PB, teriam os seus cassinos, alguns Estados até dois ou três, e certamente haveria uma explosão de investimentos, que são impensáveis atualmente por parte dos governos estaduais e federal, falidos e com seus cofres vazios.

    Pois eis a iniciativa privada sempre à disposição para esse tipo de negócio, que rende lucro, óbvio, mas que emprega, desenvolve, e faz bem a todos.

    Um abraço, Francisco.
    Saúde e Paz!

    • Eu sei e respeito a tua opinião, caro Bentl,

      Mas acho o Brasil muito bagunçado para que um projeto assim não se torne parte do crime organizado.

      Isso em um país onde BANDIDO tem preferência por magistrado?

      Abraços e saúde!!!

  3. É um escárnio com o povo brasileiro, esta senhora conseguir financiamento do banco do brasil sem mostrar nenhuma garantia, agora o cidadão tem que provar tudo, são vários dias para saber se tem aprovação do banco, que país é este, é inacreditável.

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