Vamos pôr fim às organizações criminosas que chamamos de partidos políticos?

Martim Berto Fuchs

A Grande Farsa. Ela continuará. Os donos das organizações criminosas aqui no Brasil, chamadas de partidos políticos, jamais aceitarão de bom grado perder as prerrogativas que hoje tem, de fazerem do Congresso Lamaçal apenas um balcão de negócios.

Sem pressão externa, mídia e redes sociais, em torno de um novo projeto partindo de um modelo básico, continuaremos chovendo no molhado. Aquela turma só modifica alguma coisa que contrarie seus interesses, se forem pressionados, e MUITO, e por assunto bem fundamentado.

Poderíamos iniciar propondo o fim, a proibição da existência dos partidos políticos. Uma pressão desta natureza sobre os “capos” dessas legendas, quem sabe mexesse com os brios dos parlamentares. Pelo menos iríamos criar um fato novo nesse jogo de empurra em que estamos atolados há tantos anos.

Os partidos só existem por uma questão cultural. São desnecessários e farão um grande bem para o país, em todo e qualquer sentido, no dia em que deixarem de existir.

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One thought on “Vamos pôr fim às organizações criminosas que chamamos de partidos políticos?

  1. Há muitos que acreditam, e pregam a ideia, de que “não existe democracia sem partidos políticos”. Mas, será que isto está certo?
    Os partidos políticos,originalmente,serviam para reunir pessoas em torno de um mesmo ideal, uma mesma plataforma política.
    No entanto, é mais que notório que os atuais clubes partidários brasileiros se desviaram de seu objetivo original. Hoje o que nós vemos é partidos sendo criados à revelia – muitos deles sem qualquer orientação política definida – com o único propósito de dar expressão à figuras políticas pouco expressivas, que não conseguem se projetar nos grandes partidos políticos.
    Democracia é o governo do povo! O governo dos grupos, das facções, dos partidos, tem nome: é oligarquia. Mas no Brasil, sem risco de injustiça ou generalidade, pode-se denomina-las de Cleptocracia! O governo regido pelos ladrões e corruptos, onde a vontade soberana do povo não é levada a sério. Onde a casta política vive num Olimpo intocado pelos pobres mortais, que sequer os elegem. Basta conferir que, dos 513 deputados eleitos em 2010, apenas 35 foram eleitos diretamente – os demais foram levados de carona, pelo criminoso sistema proporcional que privilegia os partidos, não os eleitores.
    Certo está o Srº Senador Federal Cristovam Buarque, ao propor o fim dos clubes oligárquicos!
    O Brasil precisa de mudança, e se o fim dos partidos políticos corruptos que conhecemos for uma maneira para alcançar esse objetivo, que seja feito. Mas nunca pensemos, nem por um instante, que os partidos representam a democracia, pois eles representam apenas a si próprios. É o povo quem representa a democracia – o governo é o espelho de seu povo, não o contrário!

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