Vandalismo em São Paulo em protesto com apenas 300 manifestantes

Agência do Bradesco é depredada por vândalos na Avenida PaulistaFoto: Marcos Alves / Agência O Globo

De O Globo

Manifestantes que pedem a saída dos governadores do Rio, Sérgio Cabral, e de São Paulo, Geraldo Alckmin, interditaram, na noite desta sexta-feira, várias avenidas de São Paulo, entre elas a Paulista, a 23 de Maio e a Brigadeiro Luis Antônio. Ao longo do trajeto entre o Museu de Arte de São Paulo (Masp) e a Bela Vista, um grupo quebrou vidros de pelo menos oito agências bancárias, uma concessionária de veículos e pichou prédios, além de destruir bases da Polícia Militar (PM). Na 23 de Maio, na altura do Centro Cultural São Paulo, alguns manifestantes depredaram e tentaram incendiar a van de uma emissora de tevê. Policiais militares utilizaram bombas de efeito moral para tentar conter os atos de vandalismo.

Cerca de 300 pessoas, segundo a PM, participaram do protesto, que tinha, entre outros, os grupos Anonymous e o Black Bloc. Alguns manifestantes deixaram o protesto, a princípio pacífico, no momento em que começaram os atos de vandalismo, praticados por manifestantes com o rosto coberto com lenços. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) disse que a PM não interveio, no início do protesto, para evitar danos aos que manifestavam pacificamente. Ao final do protesto, PMs cercavam agências bancárias da região da Avenida Paulista e revistaram alguns transeuntes. Há informação de pessoas detidas, mas o número não foi confirmado pela PM.

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5 thoughts on “Vandalismo em São Paulo em protesto com apenas 300 manifestantes

  1. A TV está cansada de mostrar pontualmente a atividade dos “vândalos”. Pergunto: por que a Polícia, em vez de ficar jogando indiscriminadamente bomba na multidão não ataca esses de bandidos que sempre se apartam dos manifestantes para o quebra-quebra, saques e outros graves delitos? Será que só a Polícia não vê?

  2. Tropeçando na própria incompetência, Sérgio Cabral vem, ao longo de sua carreira política, acumulando derrotas que muitas vezes passam despercebidas. No quesito malandragem não resta dúvida de que Cabral é um dos mais espertos. Porém, em se tratando de estratégias que não sejam imediatistas, o sujeito comete erros políticos primários, principalmente por conta de sua prepotência. Nos faz lembrar o caso do ‘insuperável’ transatlântico inglês, com a qual ‘nem Deus podia’ segundo seus próprios construtores navais. E que se transformou no maior naufrágio da história. No Rio de Janeiro está acontecendo algo parecido com o caso do luxuoso transatlântico. Navegando com a soberba de construtor naval inglês, o Titanic do governador já tem dia e hora marcados para afundar.

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