Vocês lembra que a ditadura militar quase levou o Brasil à falência?

Charge do Iotti, reprodução do jornal Zero Hora

Carlos Frederico Alverga

É insano sequer cogitar de intervenção militar. Para se ter ideia da porcaria que foi o regime de 64, basta ler alguns trechos do último volume da série de livros do Elio Gaspari sobre a ditadura, em que focaliza o governo Figueiredo em “A ditadura acabada”. Nem é preciso ler o livro todo. Basta conferir o capítulo “Mar de lama”, sobre a corrupção no Governo Geisel (pgs. 118 e 119, em que os Generais Frota e Hugo Abreu denunciam a “corrupção mais desenfreada”, com denúncias de graves irregularidades contra Geisel, Golbery, Figueiredo etc), e o capítulo “Bombas na rua”, sobre as dezenas de atentados da extrema-direita das Forças Armadas e da comunidade de informações, que redundaram no assassinato da secretária do presidente da OAB. É recomendável também a leitura dos capítulos sobre o Riocentro e o caso Baumgarten.

Gaspari, que era ligado a Geisel, Golbery e Heitor Ferreira, resume bem o resultado final da merda que foi a ditadura militar, na páginas 257 do livro:

“A caminho do seu vigésimo aniversário, o regime perdera o rumo. Fechando 1983 com uma taxa de inflação de 211%, dobrara a marca de 80% de Jango em 1963, levara o país à bancarrota e estava sob um sistema de auditoria imposto pela banca internacional”.

Isso, sem falar na recessão da economia em 81, com queda do PIB de 4,2%. Não é preciso dizer mais nada.

22 thoughts on “Vocês lembra que a ditadura militar quase levou o Brasil à falência?

  1. Lembro , fora outros monstrengos criados pelo Delfim pelos quais pagamos ate hoje, como a unificação das previdências com a criação do INPS.
    Meu pai era bancário, portanto do IAPB , na infância tive um serviço médico melhor do que muitos privados sem contar que o IAPB financiou dois apartamentos para o meu falecido pai e não havia déficits.
    As outras categorias tinham o IAPI, IAPC, IAPETC, etc.
    Quanto ao Gaspari ele era conhecido como o ” menino de ouro do Golbery” portanto sabe do que está falando.
    Volto ao assunto.

    • Bem lembrado por você os IAPs que existiam naquela época. Na minha infância quando precisava de alguma assistência média era só recorrer a estes institutos. Não havia fila e você era bem tratado. As escolas públicas também eram excelentes. Porém, discordo quanto a corrupção nesta parte o molusco e seu agregados são insuperáveis.

  2. O autor , com quem já tive várias polêmicas, vai receber pesadas criticas. Outro dia eu escrevi sobre a Operação Beco Sem Saída , que motivou a reforma do Bolsonaro e várias vivandeiras caíram de pau.
    To nem aí, escrevo o que acho que tenho de escrever , respeitando a história.

  3. Em 64, o golpe foi aplicado para dar um basta ao caos em que a esquerda doentia colocou o país, e se tornou uma ditadura muito por conta de os militares terem de combater uma corja que queria implantar uma ditadura nos moldes cubanos. Vale lembrar que é pura mistificação associar intervenção militar com ditadura, isso decorre de desinformação ou do oportunismo daqueles que vêm se locupletando com o estado de coisas a que se chegou esse país.

      • Entendi a lógica. Como pelo art. 142 da CF legalmente só um dos 3 poderes pode solicitar uma I.M.C, e como todos os três estão apodrecidos, querendo evitar a moralização da coisa pública, do mesmo modo como o diabo quer evitar a cruz, logo uma intervenção militar só se daria como resultado de um golpe. Faz sentido.

    • CADÊ O JAPA DO GEISEL?
      21 de fevereiro de 2013 14:08 Blogs O Povo
      Publicado, hoje, na coluna de Hélio Fernandes, Tribuna da Imprensa:
      “Em 1979, o general Geisel (então “presidente”) nomeou para a Petrobras um japonesinho audacioso e ambicionado, que tinha sido seu ministro das Minas e Energia. Há mais de 20 anos, é o homem mais rico do Texas, tem mais poços de petróleo do que a família Bush, que nasceu lá.
      Shigeaki Ueki mora no Texas com os filhos, precavidos, nem aparecem no Brasil. Não foram só eles que enriqueceram, foram milhares, só quem empobreceu foi o povo brasileiro, apesar das descobertas de petróleo irem se multiplicando, até chegar ao maravilhoso (?) pré-sal.
      O petróleo entrou definitivamente na realidade dos aspirantes do Poder. E na divisão dos cargos, a Petrobras era mais cobiçada e ambicionada do que muitos ministérios. A Petrobras “de porteira fechada” (como se diz hoje) tem cargos portentosos e prodigiosos. Esses cargos tão concentradores administrativamente, são ainda mais concentradores em matéria de fortunas.”
      (…)…Também não vem de hoje. Vários presidentes, principalmente nos tempos da ditadura, enriqueceram vorazmente. Se a corrupção é invencível, digamos em épocas de democracia, nem se fala ou se sabe o que acontece nas ditaduras, todas arbitrarias, autoritárias, arbitrarias.

      Foi o que aconteceu com o “japonesinho” Shigeaki Ueki, protegido do “presidente” Ernesto Geisel.

      Naquela época, a empresa, que não podia se defender, comprava por ano, 20 bilhões de dólares. Mesmo no silencio de cemitério do regime de exceção, se conhecia o tamanho da fortuna de Ueki.

      Como podia tudo, Geisel em vez de demitir e processar o corrupto, promoveu-o e preservou-o. E eis Ueki Ministro de Minas e Energia, teoricamente a Petrobras era hierarquicamente subordinada a esse órgão. E Ueki começou a comprar poços de petróleo no Texas, ficou maior e mais importante do que os dois ex-presidentes dos EUA, os Reagan, pai e filho.

      E oi dinheiro para compra dessas propriedades no Texas, como saía do Brasil? Não saía porque não entrava. O mundo infinito da remuneração da corrupção para em comissão, tem regras invioláveis. Assim Ueki comprava, faturava a propina (palavra já popular no Brasil), mas recebia diretamente no Texas.

      Foram vários os que fizeram fortunas com petróleo e a Petrobras. Eram muitos, a corrupção não pode ser solitária, precisa desses parceiros, por isso era e é sempre solidaria. Mas como quero defender a Petrobras, empresa não é corrupta, seus administradores (?) indefensáveis, mostramos essa desigualdade da cumplicidade. E ninguém pode escapar, pessoal ou individualmente, mesmo com o bordão “eu não sabia de nada”.

      ( Dois trechos de autoria do Hélio Fernandes

  4. “A intervenção militar constitucional só pode ocorrer a pedido de um dos 3 poderes , o resto é lenda.”
    Ou seja, podem roubar e levar o país para o fundo do poço,
    MAS, se os três poderes acharem que está tudo bem a safadeza continua.

    • Geisel: Porque a corrupção nas Forças Armadas está tão grande, que a única solução para o Brasil é abertura.’”

      Uma declaração do general Geisel, uma “pessoa séria”, nas palavras de Bolsonaro, que desmistifica a tão famosa “incorruptibilidade” dos militares na época. Ronaldo Costa e Couto (1999, págs. 150 a 151), no fabuloso “História indiscreta da ditadura e da abertura –Brasil: 1964-1985” (Editora Record) discorre como se dava a corrupção entranhada nas Forças Armadas:

      É fundamental levar em conta o apreço e apego de Geisel à ordem e à hierarquia. A verdade é que o sistema militar havia perdido o controle sobre o aparelho de segurança e de informação. Era preciso reprimir a repressão, conter seus excessos, enquadrá-la na hierarquia e disciplina militar. Impor-lhe a cadeia de comando. Para ele, a revolução envelhecera, estava na contramão da história. Mais que isso: desfigurara-se, deteriorara-se. A censura, travando a fiscalização da imprensa, facilitava a corrupção, inclusive de militares e ex-militares. Era essa a avaliação de Geisel, segundo o almirante Faria Lima: “Ele se instalou lá naquele Palácio do antigo Ministério da Agricultura para trabalhar na organização do seu programa de governo. Na verdade, ele já estava se preparando há muito tempo. Ele me disse, naquela ocasião que ia fazer a abertura. E eu disse a ele: ‘O senhor acha que é a hora para fazer a abertura?’ Ele me respondeu: ‘É. Porque a corrupção nas Forças Armadas está tão grande, que a única solução para o Brasil é abertura.’” Por outro lado, a repressão política criara um poder militar paralelo, autônomo, enfraquecendo os comandos, prejudicando a hierarquia e a disciplina, ameaçando a ordem dentro das próprias Forças Armadas. A concentração excessiva de poder no governo, se por um lado significava força, por outro expunha o governante. E a tão temida ameaça comunista mostrava-se cada vez mais improvável, distante, descartada.

      http://frutoproibido.ligahumanista.org/2012/04/o-pesadelo-das-viuvas-corrupcao-da.html

      • mentes velhas de ideologia ultrapassada, citam 64,75, mas o que se roubou no brasil nos ultimos 10 anos é muito maior que 40 anos junto os partidos politicos do pais são todos absolutamente todos quadrilhas ou tu vai me falar que um partido investe 20, 30, 50, milhões para eleger um nome por seu discurso que comprou em uma empresa do ramo, é óbvio que o cara já tem a cartilha decorada nem a lava jato conseguirá matar todos os ratos, só a bala

  5. O autor do texto, já inicia o texto fazendo referência aos livros desse tendencioso Elio Gaspari.
    Qualquer coisa escrita por esse senhor tem que ser analisado com “um pé atrás”. Repito: é tendencioso e tudo o que escreve tem sempre um viés ideológico esquerdista. Seus livros são todos facciosos, injustos e parciais para com o período do regime militar, mas esse mesmo personagem é um adulador dos governos do projeto criminoso petista que arrasou o país com suas práticas nefastas de uma verdadeira Organização Criminosa.

  6. CADÊ O JAPA DO GEISEL?
    21 de fevereiro de 2013 14:08 Blogs O Povo
    Publicado, hoje, na coluna de Hélio Fernandes, Tribuna da Imprensa:
    “Em 1979, o general Geisel (então “presidente”) nomeou para a Petrobras um japonesinho audacioso e ambicionado, que tinha sido seu ministro das Minas e Energia. Há mais de 20 anos, é o homem mais rico do Texas, tem mais poços de petróleo do que a família Bush, que nasceu lá.
    Shigeaki Ueki mora no Texas com os filhos, precavidos, nem aparecem no Brasil. Não foram só eles que enriqueceram, foram milhares, só quem empobreceu foi o povo brasileiro, apesar das descobertas de petróleo irem se multiplicando, até chegar ao maravilhoso (?) pré-sal.
    O petróleo entrou definitivamente na realidade dos aspirantes do Poder. E na divisão dos cargos, a Petrobras era mais cobiçada e ambicionada do que muitos ministérios. A Petrobras “de porteira fechada” (como se diz hoje) tem cargos portentosos e prodigiosos. Esses cargos tão concentradores administrativamente, são ainda mais concentradores em matéria de fortunas.”
    (…)…Também não vem de hoje. Vários presidentes, principalmente nos tempos da ditadura, enriqueceram vorazmente. Se a corrupção é invencível, digamos em épocas de democracia, nem se fala ou se sabe o que acontece nas ditaduras, todas arbitrarias, autoritárias, arbitrarias.

    Foi o que aconteceu com o “japonesinho” Shigeaki Ueki, protegido do “presidente” Ernesto Geisel.

    Naquela época, a empresa, que não podia se defender, comprava por ano, 20 bilhões de dólares. Mesmo no silencio de cemitério do regime de exceção, se conhecia o tamanho da fortuna de Ueki.

    Como podia tudo, Geisel em vez de demitir e processar o corrupto, promoveu-o e preservou-o. E eis Ueki Ministro de Minas e Energia, teoricamente a Petrobras era hierarquicamente subordinada a esse órgão. E Ueki começou a comprar poços de petróleo no Texas, ficou maior e mais importante do que os dois ex-presidentes dos EUA, os Reagan, pai e filho.

    E oi dinheiro para compra dessas propriedades no Texas, como saía do Brasil? Não saía porque não entrava. O mundo infinito da remuneração da corrupção para em comissão, tem regras invioláveis. Assim Ueki comprava, faturava a propina (palavra já popular no Brasil), mas recebia diretamente no Texas.

    Foram vários os que fizeram fortunas com petróleo e a Petrobras. Eram muitos, a corrupção não pode ser solitária, precisa desses parceiros, por isso era e é sempre solidaria. Mas como quero defender a Petrobras, empresa não é corrupta, seus administradores (?) indefensáveis, mostramos essa desigualdade da cumplicidade. E ninguém pode escapar, pessoal ou individualmente, mesmo com o bordão “eu não sabia de nada”.

    ( Dois trechos de autoria do Hélio Fernandes

  7. O Regime militar perseguia uns poucos comunistas, mas a perseguição maior era contra os que defendiam o governo de João Goulart, basta ver se os cassados eram comunistas. Enquanto os corruptos tinham passe livre, até o Paulo Maluf foi nomeado pela ditadura a prefeito de São Paulo.
    O pior legado da ditadura foram os políticos que sobraram: Sarney, Collor, FHC, Lula e Dilma

  8. Isso sem falar no Olavo Setúbal, dono do poderoso banco Itaú, financiador da campanha da Santa Marina, que foi prefeito nomeado de SP pela ditadura militar entre 1975 e 1979, fato também lembrado por Gaspari no livro. Depois Setúbal foi Ministro das Relações Exteriores de Sarney, e foi quem pagou a propina para os deputados votarem a favor da reeleição do ociólogo em 1997.

    http://www.revistanordeste.com.br/noticia/brasil/correa+reeleicao+de+fhc+teve+propina+generalizada-16360

    Outro que foi chanceler de Sarney foi o ex governador nomeado pela ditadura Abreu Sodré, um dos carniceiros da Operação Bandeirantes.

  9. Em março de 2015 um jornalista de nome Luiz Caversan, colunista da Folha de S.P. escreveu um artigo muito do irônico onde tenta mostrar que em uma Ditadura Militar se perde todas as liberdades disponíveis numa Democracia.
    COM IRONIA ELE INICIA O SEU ARTIGO DIZENDO:
    Eu não quero ter hora para voltar para casa.
    Eu não quero ser proibido de sair de casa.
    Eu não quero ser proibido de voltar para casa.
    Eu não quero ser exilado do meu país.
    Eu não quero viver na clandestinidade.
    .
    E no dia 30/03/2015 este mesmo artigo foi transcrito aqui.
    .
    Quando da postagem aqui fiz este comentário:
    Este jornalista, colunista da Folha, escreveu este artigo com conteúdo tendencioso, pois como sempre os comunistas/socialistas tentam nos enganar querendo nos fazer crer que os métodos ditatoriais e antidemocráticos só existem nas ditaduras militares.
    Notem que no seu artigo ele só elege a ditadura militar como repressiva e nos leva a crer que os regimes de esquerda não praticam nenhum tipo de arbitrariedade, ou seja, tudo funciona como a mais pura democracia.
    Pois é, sempre um comunista querendo enganar os tolos.
    Pelo que entendi Ditadura Militar não pode, MAS ditadura de esquerda pode porque segundo ele Cuba, Venezuela, Coreia do Norte, ex-URSS e outras ditaduras permitem todas estas regalias citadas por esse “democrata” autor do artigo.
    Façam as contas. Provavelmente o Brasil sempre teve uma população em torno de 18 a 20 vezes maior que a população cubana.
    A ditadura militar do Brasil não chegou a matar nem 1.000 pessoas. A de Cuba, dizem que já ceifou algo em torno de 100 mil pessoas. Fidel/Che e sua turma mataram milhares no paredão e sem terem direito a um julgamento. Muitas outras vidas foram perdidas por afogamento quando os “felizes” cubanos tentavam fugir em embarcações precárias. Muitos devem ter sidos metralhados no oceano. Cuba é um pequeno exemplo se comparado com os 100 milhões de vidas perdidas provocadas por esta seita maldita.
    .
    EU não gostaria de viver sob ditadura alguma. MAS, se num acaso eu for forçado a enfrentar uma delas escolheria viver numa ditadura militar.
    Nela eu teria bem mais vantagens que numa ditadura socialista.
    Pelo pouco que sei dos 21 anos que convivemos com a ditadura militar ao menos podíamos:
    Ir e vir a qualquer lugar do Brasil ou do mundo, bastando ter o dinheiro,
    ter direito à propriedade privada,
    mesmo com a censura imposta aos órgãos de imprensa nossos jornais e revistas não funcionaram como órgãos oficiais dos militares como foram o jornal Granma (em Cuba) e o Pravda (na ex-URSS),
    e lembrando que tínhamos o Pasquim e outros jornais (mesmo na clandestinidade) críticos ao governo,
    não éramos proibidos de sair de casa e voltávamos quando quiséssemos,
    proibido de ler um livro? Tenho certeza que estudantes de economia podiam ler “O Capital” do Karl Marx,
    muitos leram “O Manifesto Comunista”, “O livro Vermelho” de Mao e outros,
    já na URSS, Cuba e outras ditaduras comunistas o povo (a massa de manobra) não podia ler “A riqueza das Nações” do Adam Smith e a obra dos Beatles, não podiam ouvir músicas do Ocidente,
    Podíamos ouvir música americana ou de qualquer outro país capitalista,
    nunca ouvi falar que nos 21 anos de ditadura militar algum atleta brasileiro pediu asilo a algum país estrangeiro,
    proibido de votar? Tem eleições para presidente em Cuba e na Coreia do Norte? Tinha eleições livres no Camboja e na URSS?
    Greves? Sim eram proibidas, mas houve as greves do ABC paulista e provavelmente em outros Polos Industriais,
    Escrever livros? Jorge Amado escreveu os seus, Dias Gomes,
    Mário Lago era comunista e trabalhava em novelas e no cinema.
    Li certa vez que questionaram o Roberto Marinho sobre comunistas em seus veículos de comunicação e ele respondeu + ou menos o seguinte: Dos meus comunistas cuido eu.
    .
    O autor do texto escreveu: “Eu não quero ser preso sem saber por quê.”
    Ora, o Che falou que em Cuba se fuzilava sem saber se a pessoas era inocente ou não.
    .
    Eu diria a esse moço que a 25, 35 e 40 anos eu transitava nas ruas de Salvador até uma ou duas horas da madrugada sem ser importunado. Hoje neste governo socialista (Caracas é uma das cidades mais violentas do mundo) até durante o dia é perigoso sair à rua com um celular ou entrar em um banco e fazer um saque.
    Muitos falam que Cuba é uma Ilha presídio.
    O Brasil não foi chamado de país presídio, pois aqui (se eu não fosse comunista e agitador, andasse direito, dentro da lei e da ordem) éramos livres para fazer tudo, contanto que não ultrapassasse os limites da lei.
    .
    Desde os anos 70 venho dizendo: Ser comunista no Brasil é bom e tem suas vantagens. E ser comunista na ex URSS, Cuba, Camboja e Coreia do Norte? Sim, é bom, ao menos para a meia dúzia de pessoas que manda no país.
    Os comunistas nativos um pouco mais cultos sabem disso e não querem ir lá nem a passeio. Só vão quando viajam em excursões e à custa do dinheiro do pagador de imposto.
    Com seu próprio e suado dinheiro eles procuram o caminho da Disney e os mais abastados através da Lei Rouanet e do Ministério da Cultura vão passear em Paris.

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