WhatsApp já tinha banido muitas contas de empresas de disparos em massa

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Charge do Kemp (Arquivo Google)

Sérgio Matsuura
O Globo

Para tentar conter o uso da plataforma em campanhas de desinformação , o WhatsApp informou nesta sexta-feira que está “tomando medidas legais imediatas para impedir empresas de enviar mensagens em massa ” e que “contas associadas a essas empresas” foram banidas . Em comunicado, o WhatsApp disse ter banido “proativamente centenas de milhares de contas durante o período das eleições no Brasil. Temos tecnologia de ponta para detecção de spam que identifica contas com comportamento anormal para que não possam ser usadas para espalhar spam ou desinformação”. Também nesta sexta-feira, o senador eleito Flávio Bolsonaro, filho do presidenciável Jair Bolsonaro, reclamou ter sido banido da plataforma. Ele, no entanto, informou pouco tempo depois que teve o perfil reativado .

“A perseguição não tem limites!”, afirmou Flávio Bolsonaro, pelo Twitter. “Meu WhatsApp, com milhares de grupos, foi banido DO NADA, sem nenhuma explicação! Exijo uma resposta oficial da plataforma”.

CENSURA – O WhatsApp confirma que a conta de Flávio Bolsonaro foi banida “por comportamento de spam” há alguns dias, não tendo relação com as denúncias desta quinta-feira. O senador eleito chamou a ação do aplicativo de censura, e disse que seu telefone é pessoal, e não tem qualquer relação com as empresas acusadas.

Outra conta banida por spam durante o período eleitoral foi o “Dilmazap”, perfil criado antes do primeiro turno das eleições pela campanha da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) ao Senado de Minas.

Na quinta-feira o jornal “Folha de S. Paulo” publicou reportagem afirmando que empresas teriam comprado pacotes de distribuição em massa de mensagens para beneficiar a campanha de Jair Bolsonaro, o que poderia configurar crime eleitoral, por se tratar de doação de campanha não declarada por empresas, vedada pela legislação.

DISPARO EM MASSA – De acordo com a “Folha de S. Paulo”, contratos de até R$ 12 milhões foram feitos por empresários com empresas que prestam o serviço de “disparo em massa”. Jair Bolsonaro se defendeu, em vídeo transmitido pelo Facebook, dizendo que “não precisa de fake news para combater  Haddad” e negou ter feito qualquer pedido a empresários para disseminar notícias falsas.

Já o candidato do PT acusou o adversário de ter criado uma organização criminosa para distribuir mensagens falsas pelo WhatsApp contra o partido. Disse ainda que recebeu informações de que Bolsonaro pediu, em jantares com empresários, esse tipo de apoio à sua campanha.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Ah, então quer dizer que o WathsApp já tinha banido as empresas? E o PT cometia o mesmo “ilícito”? Será que só tinha Dilmazap e não tinha Lulazap nem Haddadzap? O assunto está cada vez mais ridículo e patético. Vamos voltar a ele. (C.N.)

16 thoughts on “WhatsApp já tinha banido muitas contas de empresas de disparos em massa

  1. “…o candidato do PT acusou o adversário de ter criado uma organização criminosa para distribuir mensagens falsas pelo WhatsApp…”

    E daí???
    Desde quando criar organização criminosa no Br é crime?
    O pêtê foi identificado como uma Orcrim, desde os tempos do mensalão, por um ministro do supremo tribunal de frangos e nem por isso o partido foi extinto ou trancafiado na Papuda!

  2. Não há nada com que se preocupar. Vivemos no séc.21 e só tiozões acham que pode haver algum engano.
    No mundo digital,excetuando algumas paragens na deep web, tudo e absolutamente tudo fica marcado com digitais.
    Se for verdade, os gringos irão achar, denunciar e punir os responsáveis.
    O WhatsApp já está agindo…..e sabe como é, a justiça daqui vai se fingir de morta, mais a de lá vai botar para quebrar.

    • Sr. Francisco, muito bem lembrado.
      Também nunca recebi mensagem que não fosse de pessoa do meu relacionamento.
      Desafio os acusadores a mostrarem alguma mensagem recebida por qualquer pessoa, de algum número desconhecido, com conteúdo político, não importando se seja verdadeiro ou falso.
      O que o PT quer é deslegitimar a eleição.
      E afastar a discussão do verdadeiro motivo do povo ter abandonado o PT:
      Foram quase todos presos por estarem roubando.

  3. Carlos Newton, parabéns pela lucidez em momentos tão loucos da vida nacional. Evito opinar pois aqui tem gente que pensa que é Deus , e, não passa de garoto de recado da grande organização criminosa que destruiu o Brasil. Aliás, tem gente por aqui que tá pedindo para ser preso, querendo se imolar pelo caudilho do agreste, e não vale a pena discutir com vazios que não aceitam a democracia plenamente. Se melarem essa Eleição será o fim do processo democrático, que alguém tenha calma e lucidez pessoal, moral, ética e jurídica, é isso que esse momento pede. Posso divergir de você em alguns pontos, mas, o respeito, e muito, pelas lições de clareza de idéias, e defesa permanente da democracia como único caminho para encontrarmos unidos soluções para o Brasil e nosso povo em momentos tão difíceis. Se esse loucos fanáticos soubessem a realidade do Brasil deixado em 16 anos de desmandos, pensariam muito nos gestos de dividir a Nação em busca de reelegerem uma Organização Criminosa dita e firmada pelo MPF,PF e Justiça Federal que causaram tanto mal ao futuro e os destinos da Nação brasileira e de nossas Famílias. Primeiro nossas Famílias e o Brasil, sempre primeiro, e jamais um criminoso contumaz e sua seita de fanáticos !!!!!

  4. Haddad não passa de um boçal, um professorzinho de meia tigela!

    Faz anos vive no meio de criminosos, foi ajudado por criminosos, dirigido por criminoso e, ultimamente, ORIENTADO PELO MAIOR CRIMINOSO DO SETOR PÚBLICO DE TODOS OS TEMPOS: Lulaladrão.

    É claro que de “organização criminosa” o Haddad entende tudo!

    O que farão os 70% de eleitores que elegerão Bolsonaro, caso uma ação vergonhosa dessas prospere?

    Bolsonaro não é tudo que precisávamos.

    mas Haddad é a continuidade da safadeza, da roubalheira, da sacanagem e da bandidagem!
    Quem vota em Haddad quer o mal do Brasil!

    Fallavena

  5. Essa agremiação política chamada PT já descobriu um culpado pela derrota do poste do Lula: o WHATSAPP.
    Mas é muita DESFAÇATEZ!
    A propósito, excelente o editorial do Estadão abaixo transcrito.

    Desespero – Editorial

    Consciente de que será muito difícil reverter a vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa pela Presidência da República, o PT decidiu partir para seu “plano B”: fazer campanha para deslegitimar a eventual vitória do oponente, qualificando-a como fraudulenta. É uma especialidade lulopetista.

    A ofensiva da tigrada está assentada na acusação segundo a qual a candidatura de Bolsonaro está sendo impulsionada nas redes sociais por organizações que atuam no “subterrâneo da internet”, segundo denúncia feita anteontem na tribuna do Senado pela presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, que lançou o seu J’accuse de fancaria.

    “Eu acuso o senhor (Bolsonaro) de patrocinar fraude nas eleições brasileiras. O senhor é responsável por fraudar esse processo eleitoral manipulando e produzindo mentiras veiculadas no submundo da internet através de esquemas de WhatsApp pagos de fora deste país”, afirmou Gleisi, que acrescentou: “O senhor está recebendo recursos ilegais, patrocínio estrangeiro ilegal, e terá que responder por isso. (…) Quer ser presidente do Brasil através desse tipo de prática, senhor deputado Jair Bolsonaro?”

    Como tudo o que vem do PT, nada disso é casual. A narrativa da “fraude eleitoral” se junta ao esforço petista para que o partido se apresente ao eleitorado – e, mais do que isso, à História – como o único que defendeu a democracia e resistiu à escalada autoritária supostamente representada pela possível eleição de Bolsonaro.

    Esse “plano B” foi lançado a partir do momento em que ficou claro que a patranha lulopetista da tal “frente democrática” contra Bolsonaro não enganou ninguém. Afinal, como é que uma frente política pode ser democrática tendo à testa o PT, partido que pretendia eternizar-se no poder por meio da corrupção e da demagogia? Como é que os petistas imaginavam ser possível atrair apoio de outros partidos uma vez que o PT jamais aceitou alianças nas quais Lula da Silva não ditasse os termos, submetendo os parceiros às pretensões hegemônicas do demiurgo que hoje cumpre pena em Curitiba por corrupção?

    Assim, a própria ideia de formação de uma “frente democrática” é, em si, uma farsa lulopetista, destinada a dar ao partido a imagem de vanguarda da luta pela liberdade contra a “ditadura” – nada mais, nada menos – de Jair Bolsonaro. Tudo isso para tentar fazer os eleitores esquecerem que o PT foi o principal responsável pela brutal crise política, econômica e moral que o País ora atravessa – e da qual, nunca é demais dizer, a candidatura Bolsonaro é um dos frutos. Como os eleitores não esqueceram, conforme atestam as pesquisas de intenção de voto que expressam o profundo antipetismo por trás do apoio a Bolsonaro, o PT deflagrou as denúncias de fraude contra o adversário.

    O preposto de Lula da Silva na campanha, o candidato Fernando Haddad, chegou até mesmo a mencionar a hipótese de “impugnação” da chapa de Bolsonaro por, segundo ele, promover “essa campanha de difamação tentando fraudar a eleição”.

    Mais uma vez, o PT pretende manter o País refém de suas manobras ao lançar dúvidas sobre o processo eleitoral, assim como já havia feito quando testou os limites legais e a paciência do eleitorado ao sustentar a candidatura de Lula da Silva. É bom lembrar que, até bem pouco tempo atrás, o partido denunciava, inclusive no exterior, que “eleição sem Lula é fraude”.

    Tudo isso reafirma, como se ainda fosse necessário, a natureza profundamente autoritária de um partido que não admite oposição, pois se julga dono da verdade e exclusivo intérprete das demandas populares. O clima eleitoral já não é dos melhores, e o PT ainda quer aprofundar essa atmosfera de rancor e medo ao lançar dúvidas sobre a lisura do pleito e da possível vitória de seu oponente.

    Nenhuma surpresa: afinal, o PT sempre se fortaleceu na discórdia, sem jamais reconhecer a legitimidade dos oponentes – prepotência que se manifesta agora na presunção de que milhões de eleitores incautos só votaram no adversário do PT porque, ora vejam, foram manipulados fraudulentamente pelo “subterrâneo da internet”.

    O Estado de São Paulo

    • Por FALAR na seita e na divindade, MAIS um adorador foi. L levarl oferendas:

      “O ex-ministro da Comunicação Social do governo Lula Franklin Martins visitou o ex-presidente nesta quinta-feira (19), em Curitiba, para discutir a reação da campanha de Fernando Haddad à estratégia de comunicação de Jair Bolsonaro – principalmente a “guerra virtual” na internet.”
      (G1)

  6. Começou mal a armação ridícula do Poste no TSE ao cair sob o martelo linha dura do Ministro Jorge Mussi:

    “Assim sendo, relativamente aos pedidos constantes do item 42.2 da inicial e da respectiva emenda, observo que toda a argumentação desenvolvida pela autora está lastreada em matérias jornalísticas, cujos elementos não ostentam aptidão para, em princípio, nesta fase processual de cognição sumária, demonstrar a plausibilidade da tese em que se fundam os pedidos e o perigo de se dar o eventual provimento em momento próprio, no exame aprofundado que a regular instrução assegurará (LC nº 64/90, art. 22, V a VIII), razão pela qual, à míngua dos pressupostos autorizadores, indefiro as postulações cautelares.”

  7. Não me lembro de ter recebido uma mensagem não solicitada, se recebi foi do PT que passou despercebida entre as 10.957 mensagens que recebi dos meus amigos petistas, chatos de galocha.
    Fui massacrado por uma avalanche de mensagens, muitas grosseiras e de extremo mau gosto, e mesmo assim jamais pensei em votar em marmita de criminoso.
    Esse tipo de factóide é desespero desse Hadadd, candidato tão autoritário mas chorão.

  8. Fica muito evidente o uso de “notícia falsa” pelo jornal Folha de S. Paulo, quando afirmam, sem apresentar qualquer tipo de prova, que empresas estariam usando mecanismos para prejudicar um dos candidatos a presidente (Haddad, do PT) e que essas empresas estariam ligadas ao outro candidato (Bolsonaro, do PSL).

    O PT e o PDT apresentaram pedido de investigação ao TSE com base no art. 237, §2º, da Lei nº 4.737 (Código Eleitoral):

    Art. 237. A interferência do poder econômico e o desvio ou abuso do poder de autoridade, em desfavor da liberdade do voto, serão coibidos e punidos.(…)
    § 2º Qualquer eleitor ou partido político poderá se dirigir ao Corregedor Geral ou Regional, relatando fatos e indicando provas, e pedir abertura de investigação para apurar uso indevido do poder econômico, desvio ou abuso do poder de autoridade, em benefício de candidato ou de partido político.

    Porém, esses dois partidos políticos, nesses pedidos, não apresentaram a indicação de “provas”, como exige esse dispositivo. Apenas “citaram” uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo.

    E, nesse jornal, também não exibiram quaisquer provas, apenas fizeram meras citações acusando empresas, e chegaram até a dizer que um dos candidatos (Bolsonaro) tinha se reunido com tais empresários.

    Ao contrário do pretendido, esse tipo de falsidades, travestidas de notícias ou de reportagens, é que caracterizam o abuso do poder econômico, mas em benefício do candidato (Haddad) e do partido político (PT).

    Ou seja, pelo que está na lei (Código Eleitoral), é esta empresa que tem que ser investigada:

    o “Jornal Folha de S. Paulo, que, com a interferência pelo uso indevido de seu poder econômico, lança notícias falsas, para tentar beneficiar o candidato Haddad e o PT, prejudicando seu adversário na disputa da eleição presidencial, o candidato Bolsonaro, do PSL.

    • A própria reportagem da Folha de S. Paulo se constitui, pela sua divulgação, em “prova” contra ela mesma, fazendo-a ser enquadrada exatamente nesse art. 237, §2º, da Lei 4.737.

      O feitiço se vira contra a feiticeira.

  9. Globo e Folha andam juntos e juntos encomendaram uma pesquisa para saber o quanto o brasileiro acredita que o Brasil está à beira de uma ditadura.

    Pesquisa ridícula.
    Se imaginam que uma iminente ditadura partiria de Bolsonaro estão totalmente enganados:
    a primeira coisa que um líder político faz para criar um regime ditatorial é desarmar a população.
    Esse não é o caso do Bolsonaro, que vem anunciando que o brasileiro tem o direito de ter sua arma para defender sua família da imensa marginalidade institucionalizada no país.
    E mais: pior do que as fake news são os programas do PT.
    Pegaram aquele assunto de escolas à distância e deturparam tudo.
    Bolsonaro não vai desmontar as escolas públicas, acabar com merenda escolar, demitir professores, etc.
    Os programas do PT são autênticos fake.

  10. Haddad, Haddeu! Chega do partido cuja ética é ROUBAR, segundo o fã do ‘trabaiador’ nonadáctilo FHCannabis.

    O Trojan Horse, Haddad foi escalado pelo pêtê pra trazer de volta às chaves dos cofres públicos todos os ladravazes do partido da tranbicagem, disfarçado de candidato a presidente. Não sei quem eles pensavam enganar. Esgotou-se o repertório do pêtê. Não conseguirão mais enganar o eleitor brasileiro que tenha pelo menos o ginasial. Até mesmo o fundamental II. De agora em diante essa vagabundalha terá que procurar emprego pra ganhar salário mínimo e conhecer, de fato, o que é a vida do pobre.
    Ease come, ease go!
    Aqui se faz, aqui se paga!
    A vingança do povo ‘sará marigrina'” (Chico, o Anísio).
    Deus nunca falha!

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