
Charge do Amarildo (Arquivo do Google)
Pedro do Coutto
Até abril deste ano, o Palácio do Planalto viverá um de seus momentos mais sensíveis desde o início do atual mandato. Cerca de 18 – podendo chegar a 22 – ministros devem deixar seus cargos para disputar as eleições de 2026, seja para governos estaduais, Senado ou Câmara dos Deputados, obedecendo ao calendário e às exigências da legislação eleitoral.
O movimento, embora previsível em anos eleitorais, ganha contornos especiais pela magnitude da mudança: trata-se de boa parte do primeiro escalão do governo federal, um rearranjo que inevitavelmente tensiona a relação entre política e gestão.
“NÚMEROS 2” – A estratégia desenhada pelo presidente Lula, conforme noticiado, é clara: apostar na continuidade administrativa por meio da ascensão dos secretários-executivos, os chamados “números 2” de cada ministério. A lógica é pragmática. São quadros que conhecem a engrenagem interna das pastas, participaram da formulação das políticas públicas e, em tese, têm condições de manter o ritmo de entregas sem rupturas abruptas.
Em um governo que faz da reconstrução institucional e da execução de políticas sociais e econômicas uma de suas principais vitrines, qualquer sinal de paralisia pode ter custo político elevado. No entanto, a realidade brasileira raramente se resume ao desenho ideal. Embora a substituição automática pelos secretários-executivos seja a orientação predominante, ela dificilmente será aplicada de forma homogênea.
PRESSÕES – As pressões partidárias já se fazem presentes, sobretudo em ministérios considerados estratégicos para a articulação política e para a formação de palanques regionais. Partidos da base veem na saída dos ministros uma oportunidade de renegociar espaços, ampliar influência e fortalecer candidaturas locais, ainda que isso implique alterar o plano original do Planalto.
Esse embate revela um dilema recorrente do presidencialismo de coalizão: como preservar eficiência administrativa em meio a um sistema político que exige constante negociação? Ao optar, ao menos inicialmente, por soluções técnicas e internas, Lula sinaliza preocupação com a estabilidade do governo e com a mensagem que deseja transmitir ao eleitorado — a de que o país não pode parar porque a classe política entrou em campanha. Ao mesmo tempo, o presidente sabe que governar sem maioria sólida no Congresso é inviável, o que torna inevitável ceder em alguns pontos.
CAMPO DE TRANSIÇÃO – O fato é que a saída de tantos ministros transforma a Esplanada em um verdadeiro campo de transição. Os que deixam o governo levam consigo capital político, visibilidade e, em muitos casos, a marca de políticas públicas que agora passarão pelo teste das urnas. Os que ficam, assumindo interinamente ou de forma definitiva, terão a missão ingrata de sustentar resultados, evitar crises e administrar expectativas, muitas vezes sem o mesmo peso político de seus antecessores.
Mais do que uma simples troca de nomes, o que está em jogo é a capacidade do governo de atravessar um ano eleitoral sem perder governabilidade e sem comprometer sua agenda estratégica. A forma como Lula conduzirá essa dança das cadeiras dirá muito sobre o fôlego político do Planalto e sobre o equilíbrio possível entre técnica e política em um sistema que cobra, ao mesmo tempo, eficiência administrativa e habilidade eleitoral. Em última instância, trata-se de um teste de maturidade institucional — não apenas para o governo, mas para a própria democracia brasileira.
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Horizontes da Mente:
A mentira de uma década finalmente desmoronou e o país inteiro está paralisado diante da notícia. Léo Dias divulgou a carta mais chocante da história brasileira, assinada por Elisa Samudio, confirmando que ela reside em Lisboa. No documento, Elisa descreve o medo, a solidão e o exílio forçado para proteger seu filho e a si mesma de figuras influentes. A perícia forense já confirmou a autenticidade da escrita, jogando o sistema judicial brasileiro em uma crise sem precedentes. O caso que parou o Brasil em 2010 acaba de ganhar um novo capítulo que ninguém poderia prever. O que realmente aconteceu naqueles dias sombrios? O retorno de Elisa ao Brasil pode acontecer a qualquer momento. Confira os trechos inéditos e a investigação oficial no link dos comentários.
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Horizontes da Mente
https://news2.metacorepc.com/a-maior-reviravolta-do…/
A Maior Reviravolta do Século: Carta Autêntica Revelada por Léo Dias Prova que Elisa Samudio Nunca Morreu e Vive em Portugal – News 2
NEWS2.METACOREPC.COM
A Maior Reviravolta do Século: Carta Autêntica Revelada por Léo Dias Prova que Elisa Samudio Nunca Morreu e Vive em Portugal – News 2
A Maior Reviravolta do Século: Carta Autêntica Revelada por Léo Dias Prova que Elisa Samudio Nunca Morreu e Vive em Portugal – News 2
16 h
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Zélia Ramos
Analisando os acontecimentos do mundo atual nada me surpreende até porque segundo falas de algumas pessoas e do próprio Bruno, tem gente grande envolvidas nessa trama , narcotraficantes , jogadores de futebol entre outros e ele pra não morrer e proteger ela e o filho preferiu não falar a verdade, eu gostaria muito que essa fosse a verdade , até mesmo por causa do Bruninho, esse menino cresceu traumatizado, se for realmente verdade o Bruno também foi vítima, destruíram a carreira dele e até hoje sofre perseguições severas , se ela estiver viva é ela que tem que passar o resto da vida na cadeia por participar dessa armação e por falsa identidade, não é a primeira vez que pessoas dizem que ela está em Portugal , queria muito que fosse verdade pra acabar com a farsa e a injustiça.
Marx, o fundador do materialismo histórico-dialética, em seu devaneio idealista-metafísico, assim via o homem que emergiria do tal socialismo:
“… assim, torna-me possível fazer hoje uma coisa e amanhã outra qualquer, caçar de manhã, pescar à tarde, pastorear à noite, criticar após o jantar, exatamente a meu bel-prazer, sem nunca me tornar caçador, pescador, pastor ou crítico.”
Este homem poderia desenvolver plenamente suas potencialidades humanas, pensar, filosofar, divertir-se, criticar.
Sem entrar na questão da falência da Economia Estatal, o novo “homem socialista” engendrado pelos tais “programas sociais” do Aparato Petista tem são suas potencialidades eternamente obstadas, ele não pensa, não, critica, não filosofa, ele come e vota.
Em outros termos, o país está perdendo toda esta massa de potencialidades humanas, que poderiam tirá-lo efetivamente e não fraudulentamente do subdesenvolvimento e da extrema desigualdade social.
Sem desenvolvimento é ridículo dizer que se está combatendo a miséria. O que se está fazendo, na falta da possibilidade deste enorme contingente de mão-de-obra e cérebros serem dinamizados, é dar esmolas para que se conformem com a sua condição irreversível: tubos orgânicos dotados de boca, estômago e a ânus, com um título eleitoral na mão.
É mentira que o país resolveu a questão da desigualdade social, somos um dos países mais injustos neste quesito:
“O Brasil se mantém como uma das nações mais desiguais do mundo. De acordo com o Relatório da Desigualdade Global 2022 (World Inequality Lab), os 10% mais ricos concentram 59% da renda nacional, enquanto a metade mais pobre da população fica com apenas 10%. No ranking global do índice de Gini do Banco Mundial (com dados mais recentes de 2021/2022), o Brasil ocupa a 7ª posição entre os países com maior desigualdade de renda”. (DeepSeek)
O Brasil tem óbices enormes a enfrentar.
O primeiro resolve-se com a eleição: estamos sendo governados por um Presidente atrasado, reacionário, que se opõe ao pleno desenvolvimento das forças produtivas e, pasmem, que vê nas big techs uma ameaça à sua permanência no poder, taxando-as e censurando, ao invés de absorver-lhes a tecnologia.
Lula está na Era da Máquina de Escrever.
O segundo óbice é a mão de todos os nossos problemas estruturais, a corrupção sistemática, institucionalizada, endêmica, estrutural. Esta precisa mais que a derrota de Lula nas próximas eleições. Precisa de uma revolucionária desratização do Estado. E das mentes e corações que são enganadas e louvam políticos corruptos e criminosos.
Neste caso servem-nos de exemplo China e Singapura, que saíram da miséria para serem economias pujantes, implementado prisão perpétua e de morte pra corruptos.
https://www.google.com/search?q=CHINA+CORRUP%C3%87%C3%83O&client=firefox-b-d&hs=2jQU&sca_esv=82729a62d7e47fe1&ei=KyZZaZDLO8rm1sQP1duTkQI&ved=0ahUKEwjQjNL1yO-RAxVKs5UCHdXtJCIQ4dUDCBE&oq=CHINA+CORRUP%C3%87%C3%83O&gs_lp=Egxnd3Mtd2l6LXNlcnAiEUNISU5BIENPUlJVUMOHw4NPSABQAFgAcAB4AZABAJgBAKABAKoBALgBDMgBAJgCAKACAJgDAJIHAKAHALIHALgHAMIHAMgHAIAIAA&sclient=gws-wiz-serp
Como Singapura saiu da miséria.
https://www.ibadeinstituto.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=272&catid=8&Itemid=101
É ridículo pensarmos em ser uma economia pujante em que as crianças são educadas para louvarem e não questionarem e defenestrarem políticos corruptos.
As escolas tornaram-se aparelhos ideológicos das oligarquias cleptopatrimonialistas.
Estamos vivendo um raro momento de questionamento de vários setores da sociedae, ainda não totalmente putrefatos e de próprios setores das oligarquias patriomoniaista com o caso Banco Master.
É que a corrupção chegou em uma área, o mercado financeiro, que coloca e, risco toda a Economia.
Uma coisa é o Mensalão, Lava Jato, assalto aos aposentados, outra coisa é atentar-se contra a confiança dos agentes econômicos no mercado financeiro.
O tamanho do Banco Master não é suficiente prum tsunami, mas uma sua eventual desliquidação, como apontarem importantes agentes públicos, poderia causá-lo, numa reação em cadeia e na total desnofiança com o ssitema de fiscalização e regulação do mercado.
As oligarquias cleptopatrimonialistas são muito porra-loucas.
Não passou da hora de se admitir que não se precisa mais de teste algum para que se comprove a podridão do governo Lula ?