O massacre hediondo de Sabra e Chatila

Jacques Gruman

O massacre de palestinos em Sabra e Chatila, no Líbano, completou 30 anos. Como no Brasilzinho velho de guerra, também lá os principais culpados, ativos e passivos, não foram punidos. Foi uma retaliação de milicianos falangistas cristãos contra dois campos de refugiados palestinos, originada no assassinato do líder falangista Bashir Gemayel.

Não há números precisos dos mortos, as estimativas variam de 1.700 a 3.000, homens, mulheres e crianças, todos desarmados e executados com a fria passividade do exército de ocupação israelense, que dominava boa parte de Beirute. As cenas evocam as atrocidades nazistas nos campos de extermínio da Europa.

Um crime hediondo, magistralmente narrado pelo jornalista e escritor israelense Amnon Kapeliouk, cujo livro “O massacre de Sabra e Chatila” recomendo.

This entry was posted in Sem categoria. Bookmark the permalink.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *