
Charge do Nado Motta (Brasil247)
Mariana Muniz
Daniel Gullino
O Globo
O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta sexta-feira o julgamento que vai definir se aceita a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). A acusação aponta que ele teria atuado nos Estados Unidos para pressionar ministros da Corte, em um contexto de tentativa de deslegitimar o resultado das eleições de 2022.
Caso a Primeira Turma do STF acolha a denúncia, Eduardo Bolsonaro passará à condição de réu e responderá a uma ação penal no tribunal. A expectativa no Supremo, segundo O Globo apurou, é que todos os ministros do colegiado votem a favor do recebimento da denúncia.
RECURSO REJEITADO – Na semana passada, o pai de Eduardo, o ex-presidente Jair Bolsonaro, teve rejeitado, de forma unânime, o recurso contra a decisão que o condenou por tentativa de golpe de Estado.
O julgamento ocorrerá no plenário virtual, entre os ministros da Primeira Turma, com previsão de terminar no dia 25 de novembro. Além do relator, ministro Alexandre de Moraes, integram o colegiado os ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino e Cármen Lúcia.
A PGR afirma que Eduardo e o blogueiro Paulo Figueiredo atuaram para atrapalhar o andamento do processo da trama golpista, que levou à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), pai de Eduardo.
CARTA ROGATÓRIA – A denúncia contra Figueiredo, contudo, foi desmembrada e será analisada em outro momento. Isso porque ele mora nos Estados Unidos e a sua intimação será feita por carta rogatória, instrumento de cooperação entre o Judiciário dos dois países.
Eduardo também está nos Estados Unidos, mas, como não tem endereço fixo, foi intimado por meio de edital, uma publicação no Diário de Justiça. Como o deputado não apresentou sua resposta à denúncia, a Defensoria Pública da União (DPU) foi nomeada para realizar a sua defesa. Na semana passada, o órgão, defendeu a rejeição da acusação.
Na denúncia, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, argumenta que as ações de Eduardo e Figueiredo nos EUA caracterizam o crime de coação, que tem pena prevista de um a quatro anos de prisão, além de multa.
FAVORECIMENTO – Esse crime consiste em “usar de violência ou grave ameaça, com o fim de favorecer interesse próprio ou alheio, contra autoridade, parte, ou qualquer outra pessoa que funciona ou é chamada a intervir em processo judicial, policial ou administrativo, ou em juízo arbitral”.
Já a DPU sustentou que as manifestações atribuídas ao parlamentar são declarações públicas sobre política externa, sanções econômicas e críticas a decisões judiciais, sem qualquer ato de violência ou grave ameaça.
Coação?
Por fala política?
Por opinião?
Por divergência?
Um abraço, “titio”!
Eduardo, iria procurar inimigos?
Recebeu proteção de Trump, que defende seus iguais!
Tranca.
Senhor Nelson Souza , duma hora para a outra o Presidente dos EUA Donald Trump , virou guardião e defensor da famigerada liberdade de expressão de mão única , contra a censura nos quintais alheios , mas no seu quintal o pau come no lombo dos profissionais da imprensa que ousarem ” critica-lo , denuncia-lo e censura-lo ” , por desvios diversos de conduta , estando o profissional ousado e que não reze por sua cartilha , sujeito a demissão e prisão sumaríssima , como virou regra inclusive cobrou dos militares de seu país , fidelidade e lealdade personalistica canina e incontestável , e não aos EUA como deve e deveria ser , pois o presidente de um país é temporão e passageiro , já o país é perene e permanente .
Senhor Nelson Souza , duma hora para a outra o Presidente dos EUA Donald Trump , virou ” HIPÓCRITAMENTE ” guardião e defensor da famigerada liberdade de expressão de mão única , contra a censura nos quintais alheios , mas no seu quintal o pau come no lombo dos profissionais da imprensa que ousarem ” critica-lo , denuncia-lo e censura-lo ” , por desvios diversos de conduta , estando o profissional ousado e que não reze por sua cartilha , sujeito a demissão e prisão sumaríssima , como virou regra inclusive cobrou dos militares de seu país , fidelidade e lealdade personalistica canina e incontestável , e não aos EUA como deve e deveria ser , pois o presidente de um país é temporão e passageiro , já o país é perene e permanente .
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