Crise na Venezuela vira munição eleitoral e reacende embate entre Lula, direita e EUA

12 thoughts on “Crise na Venezuela vira munição eleitoral e reacende embate entre Lula, direita e EUA

  1. Lula prometeu ‘revogaço’, mas era lorota e seu governo já decretou mais de 3 mil sigilos

    Lorota do ‘revogaço’. Faz o mesmo que o ex-mito fazia. Sigilos aumentaram

    Ao prometer na campanha de 2022 um “revogaço” de decretos de sigilo do ex-mito, para “restaurar a transparência” e acabar o “obscurantismo”, Barba estava apenas mentindo para o eleitorado.

    Barba impôs milhares de sigilos, dos gastos extravagantes das viagens de Esbanja às evoluções dos seus empresários favoritos, Joesley (que o delatou na Lava Jato) e o irmão Wesley, passando pela recusa de cumprir a Lei de Acesso a Informações (LAI).

    Dados da Controladoria-Geral da União e relatórios independentes revelam total de 3.287 sigilos entre 2023 e 2025, ignorando a LAI.

    O governo Lula desrespeitou a LAI, de forma obstinada, própria de quem tem muito a esconder, recusando 16% dos pedidos de informações.

    Virou piada Lula jurar em 2022 a uma radio paulistana, mentindo, o revogaço de tudo “que ex-mito está criando para defender os amigos”.

    Só em 2023, o primeiro ano, Lula decretou sigilo de 100 anos em 1.339 pedidos de informação, contra 1.332 no último ano do ex-mito (2022).

    Diário do Poder, 05/01/2026 3:02 Por Cláudio Humberto

  2. ESFERAS DE INFLUÊNCIA

    Donald Trump inaugurou uma divisão do mundo entre EUA, China e Rússia, cada potência administrando os recursos naturais de seus vizinhos.
    Coube a América Latina e Central ficarem sob o controle dos Estados Unidos.

    Na invasão da Venezuela, na madrugada de ontem, um comando americano capturou o ditador Nicolas Maduro e sua esposa, ambos levados em aeronaves para serem julgados em Nova Iorque, sob a acusação de narcotráfico.

    Na entrevista do dia seguinte, Trump não falou uma única vez na palavra: Democracia.
    Nada disse sobre os próximos passos para pôr fim ao regime chavista bolivariano. No entanto, disse que vai controlar as reservas bilionárias de petróleo da Venezuela.
    Trump sabe, o quanto é difícil invadir um território e administrar o espólio em ruínas, portanto, sobre o dia seguinte nada.
    Nas entrelinhas, citou as conversas entre Marco Rúbio ( Secretário de Estado) e a vice- presidente da Venezuela, Delcy Rodrigues, empossada como interina na presidência, até que sejam convocadas eleições em 30 dias, conforme preceito constitucional.

    E OS GENERAIS VENEZUELANOS?

    Nenhum dos dois mil generais, o braço armado do regime, foi preso na invasão relâmpago, logo a estrutura militar da Ditadura continua de pé.
    Segundo a lógica de Trump, as conversas de bastidores giram sobre quem vai assumir o Poder na Venezuela para governar em nome de Trump, com os mesmos Poderes de Maduro, controlando a população e entregando todas as reservas minerais e o petróleo abundante no território amazônico.

    A MANIFESTAÇÃO DOS GOVERNADORES

    Governadores e políticos, candidatos à presidência do Brasil, manifestaram, apressadamente, o apoio aos EUA pela queda de Maduro. Os políticos brasileiros não são capazes de compreender que Trump descartou de imediato a liderança de Corina Machado, opositora de Maduro( Nobel da Paz) e Edmundo Gonzales , o vencedor da eleição fraudada por Maduro, segundo analistas internacionais e da Fundação Jimmy Carter, Gonzales se encontra exilado na Espanha. Trump não quer no comando da Venezuela, nenhum dos dois líderes oposicionistas, porque intuiu, que não poderá controlar Corina e Gonzalez.

    VAZIO DE PODER

    A Venezuela do dia seguinte, está sem rumo, acéfala. Nenhum preso político foi libertado das prisões. Trump não se preocupa com a liberdade , com os refugiados, com a fome e a miséria na Venezuela, fortemente afetada por sanções econômicas dos EUA. Na prática tudo continua como estava antes.
    O que restou foi a ação militar e midiática das Forças Especiais dos EUA, composta por 150 aeronaves, dezenas de helicópteros e drones assassinos, que na madrugada destruiu a defesa antiaérea compradas da Rússia.
    Os 32 cubanos, seguranças pessoais de Maduro foram mortos na operação de guerra.

    IRAQUE E LÍBIA, AGORA VENEZUELA

    Dois presidentes americanos também como Trump, invadiram dois países e mataram seus ditadores:

    George W. Bush invadiu o Iraque, derrubou o governo de Saddam Hussein, um regime secular de base sunita. Saddam fugiu, empreenderam uma cassada pelo seu escalpo, foi descoberto num buraco e enforcado em praça pública. Até hoje, o Iraque está destroçado, administrado pela maioria xiita, ligada ao Irã.

    Barack Obama invadiu a Líbia e destruiu a infraestrutura da capital Triploli, através de Drones assassinos, direto da plataforma marítima no Mar Mediterrâneo. O bunker de Muamar Kadaf foi bombardeado. O ditador líbio fugiu a caminho do Sudão, mas foi descoberto no deserto líbio , escondido numa tubulação e executado com requintes de crueldade extrema. A Líbia, desde 2011, não tem governo e vive uma guerra civil pelo controle do Estado, com duas milícias se enfrentando e se matando. Nem os EUA nem a Europa se preocupam com o sofrimento do povo líbio.

    COMEMORAR O QUE?

    Portanto, a captura espetaculosa de Nicolas Maduro, até agora, não tem nenhum motivo de comemoração, pelo contrário, nada mudou e os exemplos do Iraque e da Líbia assustam os venezuelanos, que estão perplexos, sem governo e sem rumo.
    A espreita, se encontra o estamento militar, que por 20 anos, mantinha Hugo Chaves e Nicolas Maduro no Poder, e neste momento vivem uma guerra silenciosa, aguardando quem Donald Trump vai escolher para se tornar o novo ditador conservador, destinado a controlar o país com mão de ferro, entregando as riquezas da Venezuela para os EUA.
    No momento, a vice Delci Rodrigues, assumiu interinamente, mas, está sendo acusada de traição, porque vinha tendo conversas estranhas com o secretário de Estado Marcos Rúbio. Alguém traiu Nicolas Maduro, informando cada passo do ditador para os serviços de inteligência dos EUA.

    O BRASIL NO CONTEXTO LATINO

    O caso da Venezuela é motivo de preocupação para os estrategistas militares do Brasil. Donald Trump está de olho gordo nas nossas terras raras e minerais estratégicos para manter as indústrias americanas. As eleições de outubro no Brasil estão no radar de Trump e do secretário de Defesa, Marco Rúbio. O objetivo é fazer o possível e o impossível para um candidato conservador vencer as eleições e assim, fechar o cinturão de países latinos sob a influência direta dos EUA, relegando a China para mercados asiáticos. O petróleo da Venezuela foi perdido pela China. Além do retorno da Doutrina Monroe. A guerra fria está de volta.

    O que fazer para se defender da nova ordem mundial, no qual a soberania das nações, não está sendo considerada pelas grandes potências nucleares, que usam e abusam do poder de veto a qualquer resolução votada na ONU?

    • Um candidato mais conservador do que o velho mestre da corrupção, do engodo e do atraso e seus postes?

      Não faz o menor sentido um gigante como o Brasil viver sob o jugo do medo, como neocolônia.

      A atual corrida armamentista vai desde China, Rússia e Índia até o continente europeu.

      Como se não bastasse a absurda e traidora defasagem nuclear, temos que baixar a cabeça para qualquer maluco alienígena porque somos governados por uma corja de traidores sem hombridade?

  3. Vai aonde o fantoche Tarcínico, sem o apoio do ex-mito?

    “Em vídeo, Tarcínico afirmou que a permanência de Maduro no poder só foi possível porque houve “conivência, omissão e até apoio explícito de quem insistiu em chamar um ditador de companheiro”, enquanto exibia imagens de Barba e Maduro.”

    Não adianta. Por mais que tente o contrário, ao se expressar (como na bobagem acima), Tarcínico expõe ainda mais o neófito político que é.

    E suas condições político-eleitorais só pioraram depois que foi ‘deserdado’ pelo ex-mito e Kassab resolveu trocá-lo pelo Ratinho.

  4. Não vai mudar nada para os venezuelanos. A número dois, Delcy Rodrigues enviou carta a Trump se colocando a disposição dos EUA.
    Nenhum general chavista foi preso ou morto na operação. Dentre os oitenta mortos, civis e soldados rasos foram as vítimas. Nem EUA nem o governo venezuelano se dispuseram a informar os detalhes da destruição provocada pelas bombas em pontos estratégicos mapeados pela CIA.

    Há uma cortina de fumaça na invasão americana e o cheiro de traição da cúpula militar e da vice, Delcy Rodrigues. Nada vai mudar na Venezuela em relação a opressão do povo.
    Nem Democracia nem Liberdade.
    Em troca da manutenção do Poder, vão entregar as riquezas da nação para Donald Trump de mão beijada.

    Maria Corina Machado e Edmundo Gonzales foram descartados por Trump.

    Nenhum preso político foi libertado. Muito barulho por nada.

    • Si vis pacem, para bellum.

      Não há bons samaritanos no mundo.

      O mais ridículo são 2000 generais que amedrontam e controlam o próprio povo, mas são incapazes de enfrentar uma ameaça externa.

      O que montaram na Venezuela é um lixo, não um Exército nacional.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *