
Lula defendeu a regulação sites de apostas esportivas
Jeniffer Gularte
O Globo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva culpou o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pela disseminação de uso de bets no país. Em visita a Rio Grande (RS), Lula comparou jogo do bicho e cassino aos uso descontrolado de sites de apostas esportivas no Brasil.
“Eu sou católico e também os evangélicos, a gente, durante muito tempo, foi contra jogos de azar, lembro que jogo do bicho até hoje é um crime, mas todo mundo joga no bicho”, disse. “A gente sempre foi contra o cassino, sob o argumento de que cassino é jogo de azar. O que aconteceu no governo passado? Eles levaram cassino pra dentro da nossa casa, para os filhos da gente utilizar nos nossos telefones e fazer jogatina o dia inteiro, que a gente não vê outra coisa na televisão a não ser jogatina com essas bets”, afirmou.
REGULAÇÃO – O presidente também defendeu a regulação das bets em discurso durante cerimônia de entrega de 1.276 unidades habitacionais em Rio Grande. As unidades são da Faixa 1 do programa, destinadas às famílias com renda bruta mensal de até R$ 2.850.
Os jogos on-line foram legalizados no país em 2018, mas as empresas atuaram de forma indiscriminada até 2023, quando foi aprovada a regulamentação, que definiu critérios para firmas, fiscalização, tributos e ações de controle. Ao longo de 2024, a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), braço do Ministério da Fazenda, formatou o regramento do mercado, que entrou em operação “formal” em janeiro. O setor ainda luta, porém, para combater as plataformas ilegais, que representam ao menos 40% do mercado de apostas no país.
DENTRO DE CASA – “É gente gastando dinheiro que não tem no celular. A gente proibiu o povo de ir ao cassino, o cassino veio para dentro de casa. E a gente vai ter que regular essas coisas. Quando tiramos o telefone celular da escola, foi a salvação da escola”, afirmou Lula.
O governo defende a tributação adicional ao setor sob o argumento de pagar os custos trazidos pelos jogos, inclusive o combate à ludopatia (transtorno de saúde mental caracterizado pelo impulso incontrolável de jogar ou apostar), à semelhança do que ocorre com cigarros.
O Lula queria roubar sozinho. Está com raiva por conta da concorrência.
Na mosca.!!!!
Tragam um Oscar…..
Mas deixaram o croupier livre e à vontade!!
Flávio cresce e se aproxima de Barba no 2º turno
Levantamento Atlas Intel mostra Flávio com 44,9%, ante 49,2% do petista. Diferença diminuiu 8 pontos desde dezembro
Flávio Rachadinha está encurtando a distância para o Barba em um eventual 2º turno entre os dois. Em dezembro de 2025, a diferença entre Lula e Flávio era de 12 pontos percentuais. Agora, é de apenas 4,3 pontos.
Em dezembro, o petista tinha 53 pontos percentuais, ante 41 pontos de Flávio. Agora, em janeiro de 2026, a diferença diminuiu. Barba aparece com 49,2 pontos percentuais, e Flávio, com 44,9 pontos.
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O cenário de 2º turno entre Lula e Tarcínico, permaneceu estável. O petista aparece com 49,1 pontos percentuais, ante 45,4% de Tarcínico. Antes, os percentuais eram de 49% para o petista e 45% para o governador.
A pesquisa também mostra Barba à frente tanto de Flávio quanto de Tarcínico nos cenários de 1º turno.
Na simulação com Flávio, o petista tem 48,8% das intenções de voto, ante 35% do filho do ex-mito. Já no cenário com Tarcínico, Barba tem 48,5% das intenções de voto, ante 28,4% do governador de SP.
Fonte: Metrópoles, Política, 21/01/2026 10:57 Por Andre Shalders / Andreza Matais
Sr. Panorama
Repare que o Ladrão caiu 4 pontos em um mês…..
As Narcos-Pesquisas da Extrema-Midia-Comunistola estão “azeitando” os números…..
aquele abraço
Elon Musk, garante!
O Cachaça tá certo. Concordo com ele . O Brasil virou um cassino.
Artigo publicado (sob o nome de Lula) no NYT em 18/01/2026:
Este Hemisfério Pertence a Todos Nós
Por Luiz Inácio Lula da Silva
Os bombardeios dos Estados Unidos em território venezuelano e a captura de seu presidente em 3 de janeiro são mais um capítulo lamentável na contínua erosão do direito internacional e da ordem multilateral estabelecida após a Segunda Guerra Mundial.
Ano após ano, as grandes potências intensificam os ataques à autoridade das Nações Unidas e de seu Conselho de Segurança. Quando o uso da força para resolver disputas deixa de ser a exceção e se torna a regra, a paz, a segurança e a estabilidade globais ficam em risco. Se as normas forem seguidas apenas seletivamente, a anomia se instala e enfraquece não apenas os Estados individualmente, mas o sistema internacional como um todo. Sem regras acordadas coletivamente, é impossível construir sociedades livres, inclusivas e democráticas.
Chefes de Estado ou de governo — de qualquer país — podem ser responsabilizados por ações que minam a democracia e os direitos fundamentais. Nenhum líder tem o monopólio do sofrimento de seu povo. Mas não é legítimo que outro o faça. O Estado arrogar para si o direito de administrar a justiça. Ações unilaterais ameaçam a estabilidade mundial, interrompem o comércio e o investimento, aumentam o fluxo de refugiados e enfraquecem ainda mais a capacidade dos Estados de enfrentar o crime organizado e outros desafios transnacionais.
É particularmente preocupante que tais práticas estejam sendo aplicadas na América Latina e no Caribe. Elas trazem violência e instabilidade para uma parte do mundo que luta pela paz por meio da igualdade soberana das nações, da rejeição do uso da força e da defesa da autodeterminação dos povos. Em mais de 200 anos de história independente, esta é a primeira vez que a América do Sul sofre um ataque militar direto dos Estados Unidos, embora as forças americanas já tenham intervido na região anteriormente.
A América Latina e o Caribe abrigam mais de 660 milhões de pessoas. Temos nossos próprios interesses e sonhos a defender. Em um mundo multipolar, nenhum país deve ter suas relações exteriores questionadas por buscar a universalidade. Não seremos subservientes a empreendimentos hegemônicos. Construir uma região próspera, pacífica e pluralista é a única doutrina que nos convém.
Nossos países devem lutar por uma agenda regional positiva que seja capaz de superar diferenças ideológicas em prol de resultados pragmáticos. Queremos atrair investimentos em infraestrutura física e digital, promover empregos de qualidade, gerar renda e expandir o comércio dentro da região e com nações fora dela. A cooperação é fundamental para mobilizar os recursos de que tanto precisamos para combater a fome, a pobreza, o narcotráfico e as mudanças climáticas.
A história mostrou que o uso da força nunca nos aproximará desses objetivos. A divisão do mundo em zonas de influência e as incursões neocoloniais por recursos estratégicos são ultrapassadas e prejudiciais.
É crucial que os líderes das grandes potências entendam que um mundo de hostilidade permanente não é viável. Por mais fortes que essas potências sejam, elas não podem se basear simplesmente no medo e na coerção.
O futuro da Venezuela, e de qualquer outro país, deve permanecer nas mãos de seu povo. Somente um processo político inclusivo, liderado por venezuelanos, levará a um futuro democrático e sustentável. Esta é uma condição essencial para que os milhões de cidadãos venezuelanos, muitos dos quais estão temporariamente abrigados no Brasil, possam retornar em segurança para casa. O Brasil continuará trabalhando com o governo e o povo venezuelano para proteger as mais de 1.300 milhas de fronteira que compartilhamos e aprofundar nossa cooperação.
É nesse espírito que meu governo tem se engajado em um diálogo construtivo com os Estados Unidos. Somos as duas democracias mais populosas do continente americano. Nós, no Brasil, estamos convencidos de que unir nossos esforços em torno de planos concretos de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir. Somente juntos podemos superar os desafios que afligem um hemisfério que pertence a todos nós.
The New York Times – 18 Janeiro 2026, edição web, e 20 Janeiro edição impressa
Como não sabe nem ler nem escrever, algum aspone deve ter escrito e “leieu” para o Ladrão….
simples assim…
A Ludopatia…
E quem combate a LULOPATIA?
Liberem logo os cassinos, que são bem mais divertidos, luxuosos e geradores de receitas, de mãos dadas com o turismo de entretenimento.
Mentalidade antiquada!
OBS
E para quem precisa de ajuda com a lulopatia que pague seu tratamento…
Simples assim….
Vou aproveitar esse termo, lulopatia.
Vou logo experimentando>.
Nossa mídia engajada tem uma forte inclinação à lulopatia e bolsonarofobia.