Como o Congresso reescreve penas e reabre caminhos para a violência política

2 thoughts on “Como o Congresso reescreve penas e reabre caminhos para a violência política

  1. Não adianta reclamar, é o que tem pra hoje. “O choro é livre”, royalties para Dona Maju Coutinho em sua polêmica de 2021 ao usar a expressão durante comentário sobre as medidas de lockdown no Brasil, enquanto apresentava o Jornal Hoje, aquele telejornal que teve muita audiência no passado e que hoje parece “cachorro sem dono que caiu de mudança”.
    Mas não se engane…
    Não está morto não…

    O modelo republicano está completamente esgotado. Estamos diante de um Frankestein sem rumo. A situação que já é ruim e está se tornando ainda mais grave.

    Os eleitores atordoados não acreditam mais no voto. Seus votos não valem nada.
    Os representantes eleitos estão desmoralizados.
    Um judiciário, sem voto, demonstra dominar todos os poderes. Ministros do Supremo assumem protagonismo eleitoral e deixam claro o ativismo político.

    Curtinhas

    PS.: SUGESTÃO LEGISLATIVA
    A Sugestão Legislativa (SUG) 9/2024, originada do e-Cidadania, propõe um plebiscito em 2026 para decidir sobre a restauração da monarquia parlamentarista no Brasil. A ideia, de autoria popular), visa substituir o presidencialismo, que o autor considera ineficiente e propenso à corrupção, por um sistema monárquico parlamentarista inspirado em modelos europeus.

    PS. 02: Ranking das Principais Economias Monárquicas
    Com base nos dados recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) e outras fontes (projeções para 2024/2025), as seguintes monarquias possuem as maiores economias em termos de Produto Interno Bruto (PIB):
    01. Reino Unido; 02. Arábia Saudita; 03. Japão; 04. Canadá; 05. Austrália; 06. Países Baixos, Suécia, Noruega, Dinamarca

    PS. 03: “IMPRENSA SÉRIA”
    “A imprensa é muito séria, se você pagar eles até publicam a verdade”.
    (Juca Chaves)

    PS. 04: LIGAÇÕES PERIGOSAS I
    Lulinha teria recebido uma “mesada” de cerca de R$ 300 mil. O valor total repassado ao longo do esquema poderia atingir a cifra de R$ 25 milhões.
    (Gazeta do Povo – 04/12/2025)

    PS. 05: Mais escândalo! Meia Brasília está na folha de pagamentos do Banco Master. Vorcaro comprou meio mundo em Brasília e já está solto.
    (Fernão Lara Mesquita, DO Site Vespeiro)

    PS. 06: LIGAÇÕES PERIGOSAS II
    O valor milionário do contrato da mulher de Alexandre de Moraes com o enrolado Banco Master”.
    (Malu Gaspar, 09/12/2025)

    PS. 07: SONHAR AINDA NÃO ESTÁ PROIBIDO
    Brasil está próximo de ter ministro de tribunal superior preso, diz senador
    Relator da CPI do Crime Organizado se referia à investigação sobre sentenças no STJ e à carona de Toffoli em jatinho com advogado de ex-diretor do Master
    (Veja, Nicholas Shores, 09/12/2025)

  2. Francisco Vital da Silva, o Chico Pé de Pato, nasceu no sertão da Bahia e se mudou para São Paulo em busca de uma vida melhor. No Itaim Paulista, começou como pedreiro e depois abriu um bar, mas a violência local transformou seu negócio em alvo de assaltos e vandalismos. Cansado de ser extorquido, passou a reagir, sempre armado com uma faca, expulsando criminosos de seu comércio.
    Sua postura firme gerou retaliações e culminou em um ataque brutal à sua esposa e filha. Revoltado com a impunidade, Chico decidiu agir por conta própria. Comprou armas, buscou vingança contra os agressores e começou a combater a criminalidade local. Assim nasceu Chico Pé de Pato, o justiceiro que circulava em um Chevrolet Opala branco cupê e logo se tornou uma figura conhecida.
    Com informações da comunidade, Chico ajudava a eliminar criminosos, ganhando fama como herói das periferias. Nos anos 80, tornou-se uma espécie de braço informal da polícia, atuando onde a ROTA não chegava. Seu nome aparecia em reportagens do Notícias Populares e nas histórias de Afanásio Jazadji, que o tratava como um ícone popular.
    Sua trajetória terminou após uma briga em um bar, onde m*tou um policial militar à paisana. Sabendo que seria perseguido, fugiu em seu Opala, mas, com a ajuda de Jazadji, decidiu se entregar. Mesmo com a mobilização popular pedindo sua liberdade, foi condenado a 6 anos de prisão.
    Na cadeia, Chico enfrentou inimigos entre criminosos e policiais. Sua vida foi interrompida por um ataque fatal, resultado de vinganças e temores sobre o que ele sabia. Sua história, marcada por justiça feita à margem da lei.#fatoscuriosos #carrosantigos #aconteceu

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