A lição chilena sobre corrupção de ministros que o Supremo brasileiro não quis aprender

Toda crise sempre tem início, meio, fim e quem a causou, que foi André Mendonça

André Mendonça Edson Fachin – Brasil 247

Charge do Aroeira (Brasil 247)

Vicente Limongi Netto

André Mendonça, o terrivelmente evangélico, permitiu o vazamento seletivo do inquérito, explorado pela mídia e pelos bolsonaristas, focando exclusivamente nas ligações de Vorcaro a Moraes. Isso se a uma combinação de cronologia das decisões judiciais, com vazamentos que tiveram um impacto político devastador, colocando o STF em uma crise sem precedente.

André Mendonça foi um dos personagens que deram início à crise. A esperada sessão do Supremo nesta terça-feira, dia 15, do colegiado, serviu para fritar Moraes e Mendonça.

PUXADINHO – Quem me honra com a leitura, sabe que cravei faz tempo: O ambiente no STF virou puxadinho do PT e do PL.

Na sessão, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que o terrivelmente evangélico, sentado ao lado dele, está a serviço do Partido Liberal, acentuando, “agremiação política que tentou o golpe de 8 de janeiro”.

Eu não acreditava que, depois do  saboroso almoço, Alexandre de Moraes fosse punido severamente, mas o resultado final (4 a 4) foi ruim para ele, porque Fachin tem o chamado “voto de qualidade”. Como presidente, pode votar duas vezes. Por isso, Flávio Dino teve de pedir vista, para impedir o afastamento de Moraes.

O SANTINHO – André Mendonça não é nenhum santo e vem claramente defendendo os seus amigos pastores e seus ex-colegas do governo Bolsonaro. Lembrem que ele pediu vista do processo do pastor e deputado federal Silas Câmara (Republicano-AM), que era réu de rachadinha, com 5 votos a favor de sua condenação e só entregou os autos às vésperas do prazo fatal de prescrição.

Como não haveria tempo para julgamento, o PGR se viu obrigado a fazer um acordo de não persecução penal do parlamentar. Na ocasião, Alexandre de Moraes deu uma descompostura no Mendonça. Nesta terça-feira, no tido como histórico dia 15, o  bate-boca  foi grande.

BATE-BOCA – Não teve hora para acabar. Flávio Dino esmerado em boas ironias. Gilmar atritou com Luiz Fux. Gilmar defende a suprema corte com ênfase. Nunes Marques deu no pé, diriam no boteco. Se julgou suspeito por julgar Moraes, por ser também presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ministro Dias Toffoli também se declarou impedido de julgar Moraes.

Moraes é odiado pelos bolsonaristas. Considerado inimigo número 1 da extrema direita, ostenta o título com devoção. Mendonça virou ministro indicado por Jair Bolsonaro por ser terrivelmente evangélico. Nada a ver com notável saber jurídico.

 Nunca, como advogado, Mendonça defendeu uma grande causa criminal. Mendonça é bolsonarista encardido. Sempre que tiver chance vai criar problema para a democracia.  Próximo dia 23 Mendonça será julgado. Não acredito que seja mandado ao paredão de fuzilamento. Como Moraes também não será. Mas sofrerá mais do que Moraes. Haja terços e orações.

Outra Piada do Ano! Vorcaro teve acesso à TV Justiça para assistir ao julgamento no STF

Autorização do STF tem como base o princípio da igualdade

Elijonas Maia
CNN

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro recebeu autorização para assistir TV dentro da Papudinha, ala do Complexo da Papuda, onde está preso há dois meses e meio. A autorização foi dada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) com base no princípio de igualdade, pois os demais detentos no 19º Batalhão têm acesso à televisão. Além de TV, agora Vorcaro também tem acesso à academia.

O princípio da igualdade no sistema prisional assegura que todas as pessoas privadas de liberdade tenham os mesmos direitos fundamentais respeitados, sem sofrer nenhum tipo de discriminação.

CASO MORAES – A autorização, porém, se restringe a canais de TV aberta, ficando de fora canais de notícia por assinatura e demais emissoras e streaming. Dentro das autorizações, portanto, está a TV Justiça, canal do STF que transmite o julgamento do caso Moraes nesta terça-feira (15).

O Plenário da Suprema Corte julga se abre investigação ou não contra o ministro Alexandre de Moraes, após pedido do colega André Mendonça. A análise tem como base um relatório de 218 páginas da Polícia Federal que mostra uma relação de Moraes com Vorcaro, até mesmo troca de mensagens no dia de sua primeira prisão, em novembro do ano passado.

Moraes nega que tenha trocado mensagens com o então banqueiro. Vorcaro disse à PF que não se recorda de com quem conversou horas antes de sua detenção.

Uma desesperada jura de amor, que ficou na história do samba brasileiro

SINHÔ - O PÉ DE ANJO - Discografia Brasileira

Sinhô, um dos pioneiros do samba carioca

Paulo Peres
Poemas & Canções

O compositor carioca José Barbosa da Silva, conhecido como Sinhô (1888-1930), é considerado um dos mais talentosos compositores de samba, para muitos o maior da primeira fase do samba carioca.

Com letra romântica e queixosa, o samba ”Jura” pede uma promessa de amor. Ao que parece, Sinhô escreveu-a num momento de dor de cotovelo, depois de ter visto a mulher que amava nos braços de um outro pretendente. O samba foi gravado, originalmente, por Mário Reis, em 1928, pela Odeon.

JURA
Sinhô

Jura, jura, jura
pelo Senhor
Jura pela imagem
da Santa Cruz do Redentor
pra ter valor a tua jura
jura, jura
de coração
para que um dia
eu possa dar-te o amor
sem mais pensar na ilusão

Daí então dar-te eu irei
o beijo puro da catedral do amor
Dos sonhos meus, bem junto aos teus
para fugirmos das aflições da dor

A crise une o país em uma desconfiança inédita sobre o futuro do Supremo

Metade da corte está sob algum tipo de suspeição

Dora Kramer
Folha

São raros os momentos em que a sociedade em seus diferentes segmentos se mostra unânime frente a questões de ordem institucional e/ou a problemas que afetem a vida da coletividade. Anos atrás, vimos unidade no anseio pela retomada do regime democrático e assistimos de novo coesão nacional no apoio ao combate à inflação.

Agora, vemos personalidades dos mundos jurídico, empresarial, cultural, político e brasileiros ditos comuns — donos da nobre credencial de cidadãos — juntos na expectativa de que o Supremo Tribunal Federal aplique aos seus os critérios da legalidade válidos para todos, de modo a não perder a legitimidade para julgar quem ou o que quer seja.

PERÍODO ELEITORAL – Inédito é que tal união ocorra justamente em período eleitoral e ainda mais numa quadra de categórica divisão do país entre duas forças políticas. Cisão que em boa medida se reflete no ambiente idealmente imparcial do STF.

Sintomático, portanto, que no clima de acirramento político-eleitoral os diferentes grupos sociais falem o mesmo idioma nos seguintes tópicos: perplexidade diante do desarranjo que assola a corte; repulsa a condutas de magistrados; demanda pela adoção dos melhores procedimentos de correção; uma enorme desconfiança de que o tribunal vai decepcionar e procurar alguma forma de acomodação.

PRÁTICAS QUESTIONÁVEIS – Dessa coincidência de visões na opinião pública depreende-se que não estamos diante de algo que possa se confundir com a disputa eleitoral em curso. Fazer essa junção é deslocar para outro campo o cerne do assunto em tela: a contaminação da Corte Suprema de Justiça por práticas questionáveis, quando não ilícitas, que precisam ser passadas a limpo.

Adiar o enfrentamento dessa chaga para depois do pleito não fará desaparecer o fato de que hoje temos metade da corte sob algum tipo de desconfiança. A mais grave recai sobre o ministro Alexandre de Moraes, que não terá autoridade para daqui a um ano assumir a presidência do Supremo se não estiver acima de qualquer suspeita.

Última a votar, Cármen lamenta sua decepção e determina que Moraes seja investigado

Cármen Lúcia diz estar em estado de profunda consternação e tristeza e pede desculpas ao povo brasileiro | G1

Ao votar, Cármen Lúcia pediu desculpas ao povo brasileiro

Isadora Albernaz e Ana Pompeu
Folha

Depois de Luiz Fux ter apoiado a tese de Fachin para investigar o ministro Alexandre de Moraes, a ministra Cármen Lúcia foi a última a votar na sessão sobre o relatório da Polícia Federal que aponta Alexandre de Moraes como interlocutor de Daniel Vorcaro. O placar provisório ficou em 4 a 4, mas Fachin tem direito ao chamado “voto de qualidade”, como presidente, o que significa que Moraes será mesmo investigado.

Ela lamentou os desdobramentos do julgamento, que terá decisão provisória devido um pedido de vista de Flávio Dino, que lhe dá 90 dias para segurar o processo antes de levá-lo novamente a julgamento, após o desentendimento generalizado entre ministros.

MAL ESTAR CÍVICO – “Estou nesta sessão em estado de profunda consternação e tristeza. Não apenas pelo tema que nos traz aqui, mas porque este STF, guarda da Constituição Federal, provocou acho um mal estar cívico em todas as cidadãs e cidadãos. Eu me sinto até envergonhada de no momento de estamos a menos de 20 dias das eleições, estarmos voltados a questões do STF”, disse.

“Se fui omissa, peço desculpas a todos os colegas por não ter ajudado a superar isso de maneira mais rápida. Acho que todos nós aqui queríamos a mesma coisa, que as questões fossem resolvidas, mas não foram resolvidas e cresceram demais”, completou.

A ministra Cármen Lúcia sinalizou que vai votar para manter separados os processos de Alexandre de Moraes, que apura mensagens com Daniel Vorcaro, do Banco Master, e de André Mendonça, que apura supostas irregularidades por parte do magistrado. Ela disse que acompanhará o presidente da corte, Edson Fachin. “Sou deferente sempre ao relator. A relatoria está com vossa excelência [Fachin], que, além de ser relator, é o presidente que pauta. A pauta é do presidente. Não tenho nada a alegar para descontinuar isso.” (Isadora Albernaz)

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Palmas para Cármen Lúcia, única mulher no Supremo, que se comportou com a dignidade que o cargo exige. Ela e Fux ficaram de fora das destemperadas agressões contra Mendonça e Fachin. Com seus votos, Fux e Cármen jogaram água gelada na fervura da ala da corrupção. Em tradução simultânea, isso significa que Moraes será investigado, julgado e condenado. É só uma questão de tempo. A suspensão da investigação, com um pedido de vista que depõe contra o caráter de Flávio Dino, que já foi juiz federal, não resolve nada para Moraes, somente amplia seu sofrimento, que terá de ficar comparecendo às sessões com a cabeça baixa e o rabo entre as pernas, como se dizia antigamente. (C.N.)

Financial Times diz que crise no Supremo será fator decisivo nesta eleição

“Recebo advogados, porém jamais trato de delação”, diz Mendonça corrigindo Moraes

Mendonça libera caso de Moraes e Gonet para julgamento no plenário do STF

Moraes foi desmentido por Mendonça durante a sessão

Isadora Albernaz e Anna Júlia Lopes
Folha

O ministro André Mendonça disse, durante a sessão desta terça-feira (15), que recebe advogados “de todas as partes”, mas não trata de delação. “A única coisa que eu sempre disse é que se tiver uma delação, eu vou analisar os critérios”, declarou.

Mais cedo, Alexandre de Moraes acusou o colega de ter pedido, durante reunião com a Polícia Federal, que ele fosse incluído em um acordo de colaboração premiada de Daniel Vorcaro.

DEMENTINDO – Mendonça deu a declaração após Gilmar Mendes dizer que ele teria afirmado que recebe advogados para “conduzir as delações”. “Eu nunca disse isso. Não ponha palavras na minha boca”, respondeu. 

Na sessão, Mendonça acompanhou Fachin e votou para manter sessão sobre Moraes para esta terça. O ministro André Mendonça acompanhou o voto do presidente da corte, Edson Fachin, para manter o julgamento sobre o ministro André Mendonça para esta terça (15).

Até o momento, o placar tem quatro votos para adiar a sessão e dois para manter. A tese que vence até o momento é a do ministro Gilmar Mendes, que integra a ala pró-Moraes.

Moraes faz Piada do Ano e alega que não existe pedido de investigação contra ele

Moraes completa nove anos de STF com poder ampliado e sob controvérsias |  CNN Brasil

Mesmo aborrecido, Moraes tentou fazer uma Piada do Ano

Isadora Albernaz e Anna Júlia Lopes
Folha

Na sessão em que estava sendo julgado a petição apresentada ao Supremo para abertura de investigação contra ele, o ministro Alexandre de Moraes fez um pronunciamento alegando que não há pedido de investigação contra ele e questionou ao presidente do tribunal, Edson Fachin: “Vossa Excelência, vai votar o quê?”.

O magistrado disse que foi intimado a prestar informações a respeito do que consta na petição que o aponta como interlocutor de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo ele, o que existe no documento é um pedido de nulidade e arquivamento.

ALEGA MORAES – “Consta pedido de investigação feito pela Polícia Federal? Não. Consta pedido de investigação feito pelo Ministério Público? Não. Consta pedido de investigação feito pelo ministro André Mendonça? Não. Consta algum pedido de investigação em relação a mim?”, disse.

Moraes também reclamou de prazos diferentes dados a ele e ao ministro André Mendonça, que, em outro processo, pode ser investigado por possíveis irregularidades e a sessão está marcada para o próximo dia 23, quarta-feira.

“Temos um miscelânia procedimental”, protestou o ministro Alexandre de Moraes no julgamento.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG –
Desde o início da sessão, a bancada da corrupção, formada por Gilmar Mendes, Flávio Dino, Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin, fez o possível e o impossível para tumultuar os trabalhos. Mas o auge mesmo foi a Piada do Ano criada por Moraes, ao alegar que não havia pedido de investigação contra ele. Como todos sabem, menos os integrantes da bancada da corrupção, o pedido de investigação foi feito pelo Partido Novo e o relator André Mendonça foi favorável. Mas quando vai chegando o final do ano, é esse inferno – todo mundo quer ganhar o Troféu da Melhor Piada, oferecido pela Tribuna da Internet. (C.N.)

Fachin pode decidir pelo empate e frustrar a estratégia dos aliados de Moraes no STF

Citado no relatório, Gonet participou da sessão do STF e causou incômodo na própria PGR

Fux e Mendonça denunciam a existência da PF paralela, comandanda por Andrei

Lula tenta se descolar de Moraes e passa a defender investigação “doa a quem doer”

Gilmar faz burrice, ataca a religiosidade de Mendonça e mete o nome de Deus na briga

Muito complexo para terminar hoje”, diz Gilmar sobre julgamento

Gilmar se aborreceu e depois saiu fazendo beicinho…

Luísa Martins
Folha

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), adotou uma série de provocações de cunho religioso para criticar a atuação do ministro André Mendonça, que é pastor evangélico na Igreja Presbiteriana do Brasil.

O decano acusou Mendonça de atuar com viés político-eleitoral e esperar o início das campanhas para expor as mensagens que, segundo a PF (Polícia Federal) o ex-banqueiro Daniel Vorcaro enviou ao ministro Alexandre de Moraes.

EM NOME DE DEUS – “Em outra oportunidade eu disse: separem o Supremo das eleições. Contrário do que se faz aqui. Tentaram arrastar o STF para esse tipo de prática e pensam que vão ficar imunes e impunes. Em nome de Deus. Como em nome de Deus já se fez muita patifaria.”

Gilmar também citou a liminar em que Mendonça determinou o afastamento do diretor-geral da PF (Polícia Federal), Andrei Rodrigues, das funções -medida depois revertida por decisão do ministro Flávio Dino.

“O sujeito tem que se algemar antes de fazer esse tipo de coisa. Quando ele tiver em tentação, tem que pedir que Deus interceda e não faça. Porque submeter uma instituição com tantos problemas a esse tipo de vexame é de uma falta de noção que eu jamais vi.”

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Gilmar Mendes fez uma tremenda burrice ao atacar a religiosidade de André Mendonça. Diante dessa ofensa, muitos evangélicos que estavam indecisos vão abandonar Lula e votar em Flávio Bolsonaro. Tomado pela fúria política, Gilmar não raciocinou (?), deixou-se levar pela emoção e acabou provocando a ira divina. Com aliados iguais ao decano do STF, Lula vai perder votos de montão. (C.N.)

O alerta que levou Nunes Marques a se afastar do julgamento de Moraes

Gilmar acusa Mendonça de transformar caso Moraes em “boneco eleitoral”

Fux diz que PF não pode “peitar” o STF e Mendonça fala em “PF paralela”

Mendonça enfrenta Moraes e diz que não há irregularidade em relatório da PF

Em guerra com Moraes, Mendonça pede preces e se cala sobre caso Master

Charge do Aroeira (Brasil 247)

José Marques e Ana Pompeu
Folha

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça disse ao presidente da corte, Edson Fachin, que não cometeu irregularidades ao determinar a produção de um relatório da Polícia Federal que identificou o ministro Alexandre de Moraes como interlocutor de Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Segundo ele, o material foi entregue a ele presencialmente pela PF em agosto, e que diante da menção nas conversas ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, “impunha-se, com ainda maior razão, a adoção de providência”.

OBJETIVOS – Mendonça diz que desde o início das investigações trabalha pela “necessidade de zelar para que, na condução dos trabalhos, a autoridade policial guarde irrestrita observância (i) à compartimentação própria às atividades de polícia judiciária; (ii) ao princípio da preservação do sigilo; e (iii) ao princípio da funcionalidade”.

O ofício de Mendonça foi enviado a Fachin na noite desta segunda-feira (14). No documento da PF, são citados diálogos e encontros entre o ministro e o ex-banqueiro, além de informações sobre o contrato do Master com o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do magistrado.

A PF resgatou mensagens que eram trocadas por prints tirados do bloco de notas e enviados com visualização única pelo WhatsApp –o que não permite ter acesso às respostas. Nos dias anteriores, os diálogos indicam a tentativa do dono do Master de marcar um encontro com o ministro. Durante as trocas de mensagens, Vorcaro questiona diversas vezes sobre as apurações contra ele, se mostrou indignado e disse que está tentando resolver todas as pendências para evitar problemas. As fraudes bilionárias da instituição financeira já estavam no radar das autoridades à época.

Gilmar critica presença da PF no STF e diz que gabinetes não podem virar “delegacias”

Fachin interrompe Dino e cobra respeito ao regimento durante sessão de julgamento