Dino libera PF para acessar dados de operação sobre produtora de filme de Bolsonaro

PF avança em investigação sobre emendas

Márcio Falcão
Reynaldo Turollo Jr
Valdo Cruz
G1

A Polícia Federal (PF) vai ter acesso a elementos reunidos pela Polícia Civil de São Paulo durante busca e apreensão no Instituto Conhecer Brasil (ICB), que é ligado à produtora do filme sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Os dados encontrados pela Polícia Civil de São Paulo vão ser analisados no inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar a suspeita de que emendas parlamentares podem ter abastecido a produção “Dark Horse”.

AUTORIZAÇÃO – O compartilhamento do material foi autorizado pelo ministro Flávio Dino no dia 21 de agosto. A decisão é sigilosa e foi revelada pelo Jornal O Globo. A Polícia Civil de São Paulo investiga se parte dos recursos foi desviada para financiar o filme “Dark Horse”.

Ao STF, a PF argumentou que o Instituto está no centro da apuração sobre emendas e que os elementos recolhidos pela Polícia Civil em endereços da ONG, da empresária Karina Ferreira da Gama – dona do instituto e sócia da produtora Go UP -, e de outras empresas, podem ajudar a aprofundar e até acelerar a investigação.

A ideia é que os investigadores possam analisar dados de computadores, celulares, documentos contábeis, notas fiscais, comprovantes de pagamentos e registros financeiros, que seriam relevantes para o inquérito. Foram liberados dados brutos e também relatórios já produzidos sobre as mídias apreendidas.

PERTINÊNCIA – O ministro Flávio Dino considerou que o pedido e a justificativa da PF eram pertinentes e estavam de acordo com o entendimento do STF para esse tipo de compartilhamento.

O inquérito foi aberto depois que Dino pediu uma apuração da Controladoria-Geral da União sobre emendas dos deputados Mário Frias, Marcos Pollon, Bia Kicis destinadas ao Instituto Conhecer Brasil (ICB) e à Academia Nacional de Cultura (ANC), entidades alegadamente vinculadas a um mesmo núcleo de gestão coordenado por Karina Ferreira da Gama. A PF está detalhando todas as relações empresariais de Karina e suas empresas, além de analisar eventuais doações eleitorais relacionadas aos investigados.

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“Só uma palavra me devora, aquela que meu coração não diz…”

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Abel Silva, grande compositor da MPB

Paulo Peres
Poemas & Canções

O professor, jornalista, escritor e compositor Abel Ferreira da Silva, nascido em Cabo Frio (RJ), em parceria com Sueli Costa, revela na letra de “Jura Secreta” que, enquanto durou certo romance, muita coisa deixou de ser feita. 

Maria Bethânia não quis gravar essa canção, Simone relutou, mas acabou gravando no long-play “Sou Eu”, em 1993, Sony/CBS, e fez um enorme sucesso..

JURA SECRETA
Sueli Costa e Abel Silva

Só uma coisa me entristece:
O beijo de amor que não roubei.
A jura secreta que não fiz,
A briga de amor que não causei.

Nada do que posso me alucina
Tanto quanto o que não fiz,
Nada do que eu quero me suprime
De que por não saber ainda não quis.

Só uma palavra me devora,
Aquela que meu coração não diz.
Só o que me cega, o que me faz infeliz
É o brilho do olhar que não sofri.

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Charge do Zappa (humortadela.com)

Demétrio Magnoli
Folha

Há pouco, Lula disse que a direita utiliza a corrupção para atacar a democracia. É uma verdade antiga, mas admite exceções. A campanha de Bolsonaro teme os desdobramentos do episódio do suposto financiamento do “Dark Horse” por Vorcaro e só falará de Lulinha para compensar seu próprio esqueleto no armário.

Numa democracia normal, o caso teria derrubado uma candidatura presidencial. Por aqui, pouco desgastou a posição de Flávio nas pesquisas. Os eleitores dele normalizaram a corrupção?

PERGUNTA DE LULA – “Quem nunca pediu um empréstimo a um amigo?”, indagou um cínico Lula diante da notícia do fluxo de dinheiro alto de Roberta Luchsinger a Marcola. A frase certa seria outra: “Por que, entre tantos amigos, o chefe de gabinete presidencial pede dinheiro a uma lobista envolvida com o INSS e o Ministério da Saúde?”. Ou, noutra versão, “qual lobista negaria favores pecuniários ao funcionário que trabalha na sala contígua à do presidente?”.

O presidente sugere legitimar a corrupção para proteger a democracia? Bem, a PF sabe investigar –e, às vezes, celeremente, mas nem sempre: o inquérito sobre os milionários repasses de Vorcaro a Flávio, alegadamente para o filme hagiográfico, ainda não produziu frutos públicos.

André Mendonça, o relator, permitirá que o sigilo judicial oculte o tema até as eleições? A carência de informação serve à democracia?

E OS OUTROS – Não é só Flávio. A PF investiga o senador Ciro Nogueira, que declarou apoio a Flávio, pela suspeita de operar como chefe da “bancada de Vorcaro” no Congresso. Ele é candidato à reeleição. Seus colegas senadores sequer abriram processo num Conselho de Ética paralisado.

O inquérito judicial, sob o mesmo relator, não virá a público antes da abertura das urnas? Os eleitores do Piauí ficam proibidos de conhecer as credenciais de seu senador?

Uma década atrás, corrupção provocava constrangimento nas bases militantes da política. Não mais. Seguindo a linha dos coordenadores da “guerrilha digital”, os militantes rebatem as notícias apontando corrupção maior ou mais nociva no “lado de lá”.

CULPA DA IMPRENSA – Obedientes, acusam a imprensa de perseguição a seus líderes. Ou minimizam as denúncias em nome dos sacrossantos “valores da família”, numa ponta, e da defesa da “democracia ameaçada”, na outra. Não percebem que, desse modo, aprofundam a rejeição popular aos dois líderes rivais?

A hipocrisia provavelmente deriva da desmoralização da Lava Jato, enterrada por um juiz-político e pela horda de procuradores organizados como partido.

Mas suspeito que exista algo mais: um STF refém de seus próprios esqueletos. Num país onde se perdeu a crença nos juízes, por que se constranger com a corrupção espraiada nas cúpulas políticas?

CASO DE TOFFOLI – Há inquéritos e, acima de tudo, a falta deles. Toffoli assumiu a relatoria do caso Vorcaro, apesar de seus suspeitos negócios imobiliários, depois renunciou à posição e declarou-se impedido.

Seus pares, porém, proclamaram sua insuspeição, enquanto aceitavam transformar em investigado um dirigente associativo dos auditores da Receita que ousou criticar medidas adotadas por Moraes.

Não abriram inquérito sobre Toffoli ou Moraes, cuja esposa e sócia recebeu do Master, na forma de esquisitos honorários advocatícios, quantia superior à repassada ao “Dark Horse”. Os juízes supremos colocam o corporativismo acima da instituição. Em nome da democracia?

Congresso derruba aprovação de MPs do governo Lula ao menor nível desde 2003

Alckmin vive em clima de puro êxtase, fazendo planos para assumir o poder

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), ex-governador de São Paulo pelo PSDB, assumiu a linha de frente contra as tarifas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com as marcas tucanas. Antes como

Reprodução de charge do Instagram

Carlos Newton

Há determinadas pessoas que dão muita sorte na política. Jamais poderiam imaginar que chegariam à Presidência da República, porém o destino cria uma séria de acasos e circunstâncias que acaba colocando essas figuras no poder, sem maiores empecilhos e sem terem de se esforçar para tanto.

Foi o que aconteceu com a economista Dilma Rousseff. Por um golpe de sorte, para atender ao PT gaúcho, ela tornou-se ministra de Minas e Energia no primeiro governo Lula e sua vida mudou de figura.

MERO ACASO – O cargo estava destinado ao geólogo, sindicalista e senador José Eduardo Dutra, que em 1983 se tornou funcionário da Petrobras e líder dos trabalhadores da empresa em Sergipe.

Foi eleito senador pelo PT em 1994 e teve importantíssima atuação no Congresso. Na hora de montar o ministério, o grupo da transição, que era controlado por Dirceu, decidiu colocar Dutra na Petrobras, e assim o cargo de ministro ficou vago e acabou nas mãos de Dilma Rousseff, que tinha sido secretária de Minas e Energia no governo de Olivio Dutra.

Daí para frente, veio a escândalo do mensalão e a queda de Dirceu, que mandava mais no governo do que o presidente. Para evitar ter um novo “primeiro-ministro”, Lula a colocou a Casa Civil e vida que segue, como diria João Saldanha. E o acaso a transformou no poste ideal para ficar na Presidência, e nem precisou fazer campanha, pois o próprio Lula se encarregou disso.

COMO FARSA – Como dizia Karl Marx, a História apenas se repete como farsa, e agora, dezesseis anos depois, o destino pode colocar Geraldo Alckmin na mesma situação de Dilma Rousseff.

Os dois, realmente são sortudos. Alckmin era um jovem estudante de Medicina quando entrou na política, a convite do médico e deputado federal Paulo Delgado, que presidia o MDB em Pindamonhangaba, próximo a Taubaté.

Elegeu-se vereador, prefeito e depois, deputado estadual. Em 1986, chegou à Constituinte e deu muita sorte. Era um deputado inexpressivo e desconhecido, mas se aproximou de Mário Covas, um grande líder da ala dos “autênticos” do MDB, que eram progressistas e enfrentavam o Centrão na Constitutinte.

VICE DE COVAS – Quando Covas comandou a criação do PSDB em 1988, ainda em plena Constituinte, o jovem Alckmin foi um dos fundadores, junto com Fernando Henrique Cardoso, José Serra e outros mais. Covas era o principal político de São Paulo. Quando se candidatou a governador, em 1994, convidou para vice o então deputado Geraldo Alckmin, que continuava inexpressivo e desconhecido.

Foram reeleitos em 1988, mas Covas morreu em março de 2001 e Alckmin herdou o governo e os votos dele, conseguindo ser reeleito governador em 2002. Quatro anos depois, sonhou com a Presidência, mas foi um enorme vexame.

Apesar do mensalão e tudo o mais, Lula quase ganhou no primeiro turno. O mano a mano no segundo turno foi um passeio, porque Alckmin conseguiu ter menos votos do que no primeiro turno.

ALTA ANSIEDADE – Agora, na condição de vice de Lula, o ex-tucano Alckmin, que virou socialista, vive momentos de puro êxtase. Com a possibilidade crescente de Lula passar para o segundo turno contra Flávio Bolsonaro, a vitória está praticamente garantida.

Se não for detonado pela corrupção do filho fenômeno, Lula vai assumir o último mandato aos 81 anos, mais prostituído e cansado de guerra do que a Tereza Batista, personagem de Jorge Amado. E Alckmin está a postos. Em novembro, completa 74 anos, sonhando com o tapete vermelho do Planalto.

Como Haddad é um jovem político já em final de carreira e Lula não deixou surgir nenhuma outra liderança no PT, o partido vai entrar em estado terminal nas mãos de Alckmin, que deverá imitar Itamar Franco e fazer  um acordo com os demais partidos para montar um governo de coalizão e depois tentar a reeleição em 2030.

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P.S.
Se Lula tivesse um mínimo de amor ao PT, ao montar o novo governo ele deveria colocar Aloizio Mercadante na Casa Civil e deixá-lo exercer o mandato informalmente, como Dilma fez. Mas Lula não o fará, porque tem ódio e inveja de intelectuais. E Mercadante é um dos raros petistas que realmente estão preparados para governar, ao lado de Nilmário Miranda, ex-deputado e ex-ministro, e de Paulo Nogueira Batista Jr., economista e ex-diretor-executivo do Fundo Monetário Internacional. Não consigo me lembrar de nenhum outro petistas qualificado e que não seja corrupto. (C.N.)

Adélio se recusa a fazer nova avaliação e equipe aponta agravamento de quadro mental

Empresários lideram ocupações entre candidatos nas eleições de 2026

Lulinha dispara nas redes e ameaça se tornar o maior problema eleitoral de Lula

Menções a Lulinha e Marcola desgastam governo nas redes

Luiz Felipe Azevedo
O Globo

Alvo de investigações em curso, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, tornou-se a principal fonte de desgaste para o governo federal nas redes sociais em 2026. É o que mostra levantamento da consultoria Bites a pedido do O Globo. Com disparada nos últimos 30 dias, as menções ao filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já respondem por quase um terço (31,4%) da repercussão digital do escândalo do INSS ao longo deste ano.

O filho do presidente está sendo investigado por tráfico de influência no governo federal pela Polícia Federal (PF), em inquéritos que correm no Supremo Tribunal Federal (STF). A suspeita é que ele tenha atuado para abrir as portas do governo para a amiga Roberta Luchsinger, lobista que tentava prospectar negócios no Executivo nacional. Ela era próxima do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, preso pela PF sob a acusação de desviar recursos de aposentadorias e pensões.

MENÇÕES – O escândalo do INSS foi mencionado em 12,34 milhões de ocasiões na internet este ano. Neste período, Lulinha esteve no centro de 3,88 milhões de posts sobre o tema. Já o ex-chefe de gabinete de Lula Marco Aurélio Santana, o Marcola, também alvo de investigação, foi citado 341 mil vezes. Os dados mostram ainda que as menções a Lulinha em 2026 correspondem a 6,8% das postagens sobre o pai.

Ao considerar apenas os últimos 30 dias, Lulinha foi citado em 1,2 milhão de posts, 49% do total de publicações sobre o escândalo do INSS. Entre os políticos que utilizaram as investigações de Lulinha para atacar o governo do presidente Lula nas redes neste mês estão o candidato do PL ao Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro, e seu candidato a vice Alfredo Gaspar (PL), que foi relator da CPI do INSS. Outros nomes do bolsonarismo, como o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e o candidato ao Senado por Goiás Gustavo Gayer (PL), também surfam nesta pauta.

“Apesar de uma boa parte da preocupação do presidente Lula ser com o Marcola, os dados mostram que a situação do Lulinha é o que pode machucar mais a campanha dele. O bolsonarismo vem agindo de forma coordenada nesse ataque, sendo essa a principal estratégia aparente para atacar o governo”, avalia André Eler, diretor técnico da Bites.

Dino barra emendas indicadas por dirigentes sem mandato

Moraes cassa aposentadoria de Silvinei Vasques, condenado por trama golpista

Vasques foi condenado e agora perde benefício da corporação

Guilherme Matos
Estadão

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou na última sexta-feira, 21, a cassação da aposentadoria de Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Ele foi condenado em março deste ano por participação na trama golpista que tentou impedir a eleição e posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A decisão atende a um pedido de esclarecimentos feito pela Advocacia-Geral da União (AGU) sobre os efeitos da perda de cargo público imposta a Vasques na sentença. Moraes retomou o entendimento já fixado pela Primeira Turma do STF no julgamento dos embargos de declaração apresentados pela defesa de Vasques, rejeitados por unanimidade. Segundo o ministro, o efeito da perda do cargo público, decretada na condenação, se estende à sua condição de aposentado, resultando na cassação do benefício.

ARGUMENTO  – A defesa de Vasques havia alegado que o acórdão seria omisso, obscuro e contraditório ao decretar a perda do cargo de “policial rodoviário federal aposentado”. O argumento foi rejeitado por Moraes. O ministro explicou que a expressão utilizada era “meramente descritiva da situação funcional” do réu no momento do julgamento, e que o efeito jurídico da condenação é, de fato, a cassação da aposentadoria.

O ministro citou jurisprudência do STF e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) para reforçar que a perda de cargo público pode ser decretada mesmo quando o condenado já está aposentado, inclusive, nos casos em que os crimes foram cometidos enquanto o réu ainda estava na ativa.

CONDENAÇÃO – Vasques foi condenado pela Primeira Turma do STF em março deste ano pelos crimes de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito, organização criminosa e dano qualificado. A pena foi fixada em 24 anos e 6 meses, sendo 22 anos de reclusão e 2 anos e 6 meses de detenção, além de 100 dias-multa.

Silvinei Vasques está preso no Complexo Penitenciário da Papuda, conhecido como “Papudinha”, em Brasília (DF), Segundo apurações, a atuação de Vasques teria incluído comandar blitz e operações rodoviárias da PRF no segundo turno das eleições de 2022. O objetivo era criar obstáculos ao deslocamento e à votação de eleitores no Nordeste, onde Lula tem uma base eleitoral forte.

Brasília precisa saber valorizar o voto, para dar um exemplo ao resto do país

Melhor charge da semana em ANO ELEITORAL. Em 2026 é bem isso que teremos  pela frente. O humor político, quando é bom, captura em segundos o que um  artigo leva páginas pra

Charge reproduzida do Arquivo Google

Vicente Limongi Netto

A colunista Ana Dubeux (Correio Brazilense de 23/08) alerta e salienta que o eleitor precisa valorizar o voto. Confiar em candidatos realmente dedicados ao bem comum. Votar certo. Pensando no futuro. Quem vota errado, quem decide optar por aventureiros e picaretas, se arrepende cedo. Carregará o erro pelo resto da vida.

Dubeux espera que os eleitos no Distrito Federal defendam Brasília com determinação e coragem. Não permitam que Brasília sejam ultrajada em seus direitos. Que a futura bancada eleita pelos brasilienses saiba cumprir com seus deveres. Que o Fundo Constitucional, aprovado na Constituinte com a emenda de Valmir Campelo, seja respeitado.

FORA CORRUPTOS! – No entender de Ana Dubeux , “Brasília não nasceu para saciar a volúpia de sempre dos políticos”. A jornalista então pondera e apela: “Vamos chamar a população para mostrar ao Brasil que em Brasília existe gente séria e honesta, que repudia corruptos daqui e de fora que cometem delitos na capital da República”.

No mesmo artigo, denominado “50 anos da morte de JK e uma capital sob ataque”, Dubeux recorda o amor, admiração, respeito e saudade que Brasília e os brasilienses guardam no coração pelo eterno Juscelino Kubitschek.

Para Dubeux, “Juscelino foi um político raro”. A emoção e a constatação irretocável da diretora de redação do Correio Braziliense iluminam a alma de todos que amam Brasília.

MARCÃO MERECE – Cravei e torci aqui, no dia 19, que Marcão merecia ser efetivado como treinador do Fluminense.  A Diretoria agiu certo, com justiça.

Presidente do STJ defende reforma do Judiciário e alerta para “explosão” de processos

Jornalista que que denunciou Flávio Dino será julgado em dezembro num outro processo