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Vorcaro pensou que poderia resolver sem falar com Lula
Adriana Fernandes, Bruno Boghossian e Mariana Carneiro
Folha
O presidente do BRB (Banco de Brasília), Nelson Antônio de Souza, afirmou à Folha que o banco público do Distrito Federal não vai quebrar nem será liquidado pelo Banco Central. Souza chegou ao BRB em 27 de novembro, depois da saída de Paulo Henrique Costa, afastado e demitido do cargo após ser alvo de operação da Polícia Federal, na semana anterior.
Segundo a PF e o Banco Central, sob gestão de Costa, o BRB comprou R$ 12,2 bilhões em créditos falsificados do Master. Como mostrou a Folha, o BRB também passou a deter o controle de fundos que fazem parte da ciranda financeira investigada pelas autoridades.
PEDIR EMPRÉSTIMOS – Na primeira entrevista na função, o novo presidente afirma que a população de Brasília tem o banco estatal como um ícone, e o governo do Distrito Federal fará a capitalização necessária para cobrir as perdas.
“O BRB não vai quebrar, não vai ter intervenção, não vai ter liquidação”, afirmou, em entrevista na sede do BRB, na tarde desta sexta-feira (23), após atravessar uma semana de turbulência com disputas políticas e boatos que provocaram movimentos atípicos de saques entre a segunda e quarta-feira.
A semana terminou com a situação normalizada, com a entrada líquida de recursos superior em mais de R$ 2 bilhões aos saques, e apoio dos bancos privados.
LINHA EMERGENCIAL – Souza confirmou que o BRB negocia uma linha de empréstimo emergencial com o FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para atender às exigências de capital do BC.
“Nós contribuímos e somos associados do FGC. Todos os bancos que precisam de capital, o primeiro lugar que vão é no FGC, que tem taxa de juros mais barata e prazo longo [do financiamento]”, disse.
Para conseguir o empréstimo, o governo do DF, que é o controlador do BRB, terá que dar garantias ao FGC, como ações de suas empresas estatais.
ORDEM DO BC – A expectativa é que o empréstimo saia ainda no primeiro trimestre, a fim de dar resposta à determinação de provisionamento pelo BC de R$ 2,6 bilhões, em razão do prejuízo provocado pela compra dos créditos falsos do Master.
O prazo é necessário para ajustar o balanço de 2025 a tempo da data de divulgação exigida às empresas de capital aberto, como é o caso do BRB.
Outras propostas de socorro estão na mesa: repasse direto do Tesouro do DF e dos minoritários, formação de um fundo com imóveis de propriedade do governo do DF a serem transferidos para o BRB, repasse de ações de empresas estatais e um empréstimo de um consórcio de bancos, além do socorro do FGC.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Como já informamos na Tribuna da Internet, o fraudador Daniel Vorcaro pretendia a venda ao BRB por se tratar de um banco estatal, que não pode ia à falência. Portanto, tentou repetir o golpe que Silvio Santos deu na Caixa Econômica, que por ordem de Lula comprou parte do banco PanAmericano, que iria à falência por fraudes e ameaçava o grupo econômico SS e até a rede do SBT. Vorcaro quis repetir esse Baú da Felicidade, mas esqueceu de falar diretamente com Lula… (C.N.)
Enquanto isso, o FGC continua sendo a Porta do Desespero
Nunca avança o pedido.
Deixam os lesados credores de altas quantias esperando ao longo de mais de uma semana.
“Verificando a identificação”
ÇEI
COMO ZERAR O FGC?
“O poder absoluto não corrompe absolutamente, o poder absoluto atrai os corruptíveis.” ― Frank Herbert
Fico com a nota da redação do blog e não abro.
Lula se reuniu com Vorcaro no Planalto fora da agenda no final de 2024…
https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2026/01/26/lula-encontro-vorcaro-agenda-2024-galipolo.htm?cmpid=copiaecola
O encontro fora de agenda entre Barba e Toffoli para tratar do caso Master
Barba não está alheio ao Caso Master. No início de dezembro, logo após Dias Toffoli ter decretado sigilo absoluto no processo do banco (o chamado “sigilo master”), Barba almoçou com o ministro do STF na Granja do Torto.
Um encontro, naturalmente, fora de agenda e do qual participou também Fernando Haddad.
Nele, o ministro da Fazenda falou bastante. Explicou em detalhes como Daniel Vorcaro operava, seus tentáculos e a toda intrincada teia desse escândalo financeiro.
No final da conversa, Barba disse a Toffoli: “Você tem agora a chance de reescrever a sua biografia”.
Até o momento, no entanto, parece que Toffoli está preferindo anotar um novo e constrangedor capítulo de sua trajetória.
A propósito, Toffoli tentou na semana passada marcar um novo encontro com Barba para o início de fevereiro. Não obteve resposta.
Fonte: O Globo, Opinião, 25/01/2026 05h39 Por Lauro Jardim
Divulgação de conversa entre Barba e Toffoli gera incômodo entre ministros do Supremo
STF teme ser jogado ‘no fogo’ pelo governo
Causou perplexidade entre alguns ministros do STF o fato de a conversa entre Barba e Dias Toffoli ter vindo a público.
A informação foi dada em primeira mão pela coluna Lauro Jardim, que relatou o encontro que os dois tiveram fora da agenda, na Granja do Torto.
A avaliação de alguns ministros é a de que, ao permitir que a conversa fosse conhecida, o presidente estaria ajudando a manter o STF no olho do furacão neste início de ano, reforçando a percepção de que a crise do Master passa ao largo do governo — mantra entoado por dez entre dez auxiliares do petista com quem se converse, aliás.
Até o meio da semana passada, o governo vinha tentando passar ao largo da crise do Master. O tom mudou levemente depois de o próprio Barba mencionar o escândalo durante visita a Maceió, na sexta-feira, quando disse ser falta de vergonha na cara defender a atuação do banqueiro Daniel Vorcaro.
No Executivo, a percepção é que este é um escândalo que desgasta sobretudo a ala do Centrão que vinha fazendo mais carga para se afastar do governo e de Lula nas eleições.
O freio dado por União e PP no ímpeto de deixar o governo a qualquer custo, no fim do ano, é atribuído em parte à eclosão da fraude do Master e em parte à escolha de Flávio Rachadinha como candidato a presidente pela direita, o que frustrou uma torcida em prol de Tarcínico.
Por tudo isso, no STF e no Congresso prevalece a percepção de que não é tão ruim assim que os demais Poderes permaneçam nesse noticiário negativo enquanto outros mais sensíveis para a administração petista, como o do INSS, tiram uma espécie de férias.
Ministros da Corte só ponderam o risco de o governo assumir uma postura de deixar que o STF se queime sozinho.
Lembram da importância que o Judiciário teve no enfrentamento ao 8 de Janeiro e à trama golpista, e ponderam a dificuldade que Barba vem enfrentando para emplacar seu mais recente indicado ao Supremo, Jorge Messias, cujo rito de sabatina teve de ser suspenso por insegurança quanto à sua viabilidade no Senado.
Fonte: O Globo, Opinião, 26/01/2026 14h01 Por Vera Magalhães
Meu Carpinteiro nao aguenta mais pagar estas contas. Banespa,Bamerindus,Nacional, Banco do Sílvio Santos, Banco Votorantin,….
Banco Ecônomico, Bancos Santos, Banco Comind, Banco Mark, Banco FonteCidam, Banco Opportunity..
O tempo passa, o tempo voa, e seu carpinteiro continua a pagar a conta numa boa….
aquele abraço