/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/5/B/s64RvrQhOCeWdDPxtsDg/untitled-2017-03-22t210232z-922731778-rc19384dc700-rtrmadp-3-brazil-politics-adriano-machado-reuters.jpg)
Moraes considerou “terrorista” quem fez um quebra-quebra
J.R. Guzzo
Estadão
Viver no Brasil do ministro Alexandre de Moraes é desagradável, como nos conta o presidente Lula em relação à vida no regime da Venezuela, sobretudo para quem dá o azar de cair numa das suas listas negras. Essas listas, como o universo, estão em expansão contínua. Quer dizer: quem está dentro não sai, mas quem está fora pode entrar a qualquer hora do dia ou da noite, na base do pega um, pega geral.
Acontece o tempo todo, e está acontecendo de novo agora. O ministro anda agitado com a revelação das conversas entre seus assessores, no horário de trabalho, falando uma porção de coisas que juízes de direito simplesmente não podem falar nunca – como mandar jagunços para sequestrar um jornalista-desafeto nos Estados Unidos, já que a Interpol não fornece esse tipo de serviço, ou usar a “criatividade” para inventar provas que o ministro estava querendo.
MAIS UM… – Em vez de mandar pararem com isso, porém, Moraes abre um novo inquérito – não para apurar o que os seus juízes fizeram, mas para ir atrás de quem vazou as conversas e aumentar os seus fichários de “procura-se”. Põe desagradável nisso. Como escreveu o jornalista Francisco Leali aqui no Estadão: “Se a PF vai investigar o vazamento, quem vai apurar o que está declarado nas conversas?” Obviamente, é isso o que conta para o interesse público: o que os juízes falaram está certo ou errado?
O STF não vai responder nunca a essa pergunta – ao contrário, já “formou maioria”, ou unanimidade, para declarar oficialmente que não houve nada de ilegal do episódio. Na verdade, não há nada de legal. Moraes não apenas se recusa a investigar o conteúdo das conversas, mas nomeou a si próprio como comandante-em-chefe do inquérito do “Vaza Toga”, no qual é ele o principal interessado. O ministro acha que nunca está bom. Tem 2.000 casos na sua vara criminal, a “maior do mundo”, como ele mesmo se orgulha; agora põe mais um ingrediente nesse Xis-Tudo.
Ao mesmo tempo em que toca a polícia em cima de novos inimigos da democracia, o ministro não deixa sair nenhum dos que já meteu no seu camburão permanente – principalmente quando fica provado que não fizeram nada de errado e que é ele, o próprio Moraes, que tem de dar explicações sobre a sua conduta. É a epopeia da “agressão” que o ministro e família teriam sofrido no aeroporto de Roma.
SEM PROVAS – O caso já tem mais de um ano, e nesse tempo o Estado brasileiro, com todas as suas polícias e os seus bilhões em recursos, não conseguiu apresentar uma única prova de que houve o que Moraes diz que houve.
O caso deveria ter ido há muito tempo para o arquivo morto, mas não vai. Há suspeitos, a quem nem a PF e o Ministério Publico queriam acusar – poderia ser, no máximo dos máximos, um caso de injúria, e o STF não tem nada a ver com isso – mas foram indiciados como uma ameaça para o “Estado democrático de Direito”. Os vídeos das câmeras de segurança do aeroporto, que não provam agressão nenhuma, foram postos em sigilo. Está tudo errado, mas não para.
A última calamidade é a perícia apresentada pela defesa, afirmando que foi o filho de Moraes, pelo que mostra o exame detalhado dos vídeos, quem agrediu o principal acusado – o exato contrário do que alega o ministro. Pelo cheiro da brilhantina, nada disso vai ajudar a posição legal dos suspeitos. Nada ajudou até agora. Por que um detalhezinho desses iria ajudar?
SEM PROVAS – E o caso de Filipe Martins, ex-assessor do ex-presidente Bolsonaro? Martins ficou seis meses inteiros à disposição da polícia e de Moraes, trancado numa cela de cadeia, sem que fosse encontrado o mais miserável fiapo de prova das acusações feitas a ele.
Pior: numa inversão do princípio elementar do ônus da prova, foi ele, o preso, quem provou materialmente que não fez o que foi acusado de fazer.
Diante do que tinha se tornado um escândalo, teve de ser solto – mas está algemado a uma tornozeleira eletrônica. Por que, se ele não fez nada? São essas coisas desagradáveis que acontecem no regime comandado pelo Supremo Tribunal Federal.
Contra outra. Vai chamar os melancias, no primeiro tiro saem em debandada
Psicopatia – substantivo
Distúrbio mental grave em que o enfermo apresenta comportamentos antissociais e amorais sem demonstração de arrependimento ou remorso, incapacidade para amar e se relacionar com outras pessoas com laços afetivos profundos, egocentrismo extremo e incapacidade de aprender com a experiência.
Sr. Newton,
Não sei se o Sr. recorda dessa série de TV que passava na década de 60
Eu particularmente assisti a série na TV preto e branco Colorado RQ.
Agora veja a foto, é ou náo é o vilão do Batman.??
“…O Cabeça de Ovo é um vilão do Batman que surgiu na série de televisão do herói dos anos 1960 e foi interpretado por Vincent Price. O personagem foi transportado para as HQs, mas não conseguiu conquistar o público e desapareceu das páginas há muitos anos. Ele é apenas referenciado em All-Star Batman e no filme LEGO Batman…”
“…O Cabeça de Ovo apareceu em sete episódios da série Batman e Robin, estrelada por Adam West e Burt Ward. Apelidado desta forma por sua careca lustrosa e deformada, o criminoso se considerava um dos homens mais inteligentes do mundo e tinha como parceira criminal (e romântica) a personagem Olga (Anne Baxter)
Colorado RQ
https://br.pinterest.com/pin/484277766179476046/
aquele abraço
E vamos em frente que atrás vem o Ladrão de sempre.
Caro Armando, quanto ao X Men, “O Homem do X”, em:
https://www.quadrorama.com.br/produto/x-men-apocalypse/
O Chan=drão é o primeiro ou o que está atrás.??
Que te parece?