
Aliados da esquerda exigem ação direta de Lula
Bela Megale
O Globo
Um grupo de juristas de esquerda passou a articular uma carta aberta ao presidente Lula sobre a operação no Rio de Janeiro que se tornou a mais letal da história, com 121 mortes. Na minuta do documento, à qual a coluna teve acesso, o grupo pede que Lula crie uma secretaria diretamente ligada à Presidência para liderar as iniciativas envolvendo a crise de segurança pública fluminense.
“O limite a que chegamos recomenda que V. Exa. assuma pessoal e diretamente, por meio de uma Secretaria Especial da Presidência da República – dirigida por um Secretário de Estado com prerrogativas ministeriais e estreitamente ligado à sua liderança e direção”, diz o texto. A carta aponta que o objetivo da secretaria “seria coordenar, com a sua autoridade, todas as instâncias de polícia, de inteligência, de informações e de caráter operacional da União, para debelar a crise do Rio de forma conjugada com o governo estadual e também iniciar a formatação institucional do Ministério da Segurança Pública no país, proposta que está contida no seu programa de governo”.
DURAS CRÍTICAS – O documento também traz duras críticas ao modo como a operação no Rio foi conduzida pelo governo estadual, classificada como “mal preparada e mal explicada”, além de “inadequada para enfrentar as facções criminosas”. O texto está em fase de coleta de assinaturas.
Integrantes do governo Lula já tiveram acesso à minuta e criticaram com ênfase a iniciativa. Eles avaliam que o momento para pressionar o presidente sobre o ocorrido é o “pior possível”, já que as pesquisas mostram que a ação policial no Rio teve amplo apoio popular. A avaliação é que a carta tem grande potencial de fortalecer o discurso da direita, com ataques ao governo federal na área de segurança pública.
CONCLUSÕES – Para membros do governo Lula, é preciso aguardar os resultados das perícias que serão analisadas pelo Ministério Público e pelo Supremo Tribunal Federal (STF), para que se tenha conclusões efetivas sobre a lisura e abusos da operação.
Outro fator que irritou integrantes da Esplanada foi a carta sugerir a criação de uma secretaria diretamente ligada a Lula. Para eles, a iniciativa joga o problema da segurança pública no colo do presidente, como quer a oposição. Uma autoridade que atuou nesse segmento em governos anteriores classificou a proposta como “colocar veneno diretamente na veia de Lula”.
Adendos, em:
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Enquanto isso, o Governo dos Estados Unidos oferece ajuda direta a Cláudio Castro.
Não sabem que essa “federação” (Vá lá! Estado Unitário) é muito mal centrifugada?
E pra piorar
Luis Hipernéscio Mula da Silva oferece toda a ajuda e todo o apoio a Maduro, o narcoterrorista estatal mais pleno.
Está tudo muito nítido.
E essa polarização é boa pra burro, mas nunca foi boa para a verdadeira política, tão necessária e inexistente, e para o país.
“Segundo Lamachia, a justiça não deve se pautar por disputas ideológicas.”
“Justiça não é de direita e nem de esquerda. Justiça é nos termos da lei. Moral não tem lado e nem ideologia. Moral tem princípios, como a OAB tem agido ao longo de sua história.”
Cláudio Lamachia, ex presidente da OAB.(2.018).
Falando em OAB, eis em:
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Aliados da esquerda exigem ação direta de Lula
HA!Ha!HA!HA!HA
vídeo de novembro de 2019 em que Lula diz:
“Não posso ver mais jovem de 14 e 15 anos assaltando e sendo violentado, assassinado pela polícia, às vezes inocente ou às vezes porque roubou um celular”.
Ou esse povo é mestre na arte da hipocrisia, ou tá todo mundo vivendo num multiverso paralelo. Porque achar que o Lula tem discernimento e vontade de trabalhar é o mesmo que acreditar que dieta começa na segunda.
É sentar e esperar… o final das semanas seguintes.
Quem se coloca contra o BOPE e contra o governador do Rio de Janeiro deixa claro que apoia a violencia do trafico.
Adendos, em:
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Como se já não bastasse um STF aparelhado por ministros faccionados – como o Xandão do PCC e o Gordino do CV – os narco-juristas querem centralizar nas mãos do presidente dos traficantes, o Luladrón, as investigações das facções cariocas. E querem me convencer que a Brascuela não é um narco-estado.
Sou a favor de criar uma secretaria de alto nível junto ao governo. Desde já me disponho a trabalhar para a tranquilidade do povo.