Castro aposta na presidência de Nunes Marques para escapar da cassação

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  1. BARBA ‘VACILA’ E XANDE FAZ O QUE O PETISTA DEVERIA TER FEITO

    ATENTO, XANDE – A MAIOR AUTORIDADE NACIONAL DE FATO NO MOMENTO – DEIXOU A CAPITAL SEGUNDA-FEIRA (3) E FOI À ‘CIDADE MARAVILHOSA’ AVERIGUAR/INVESTIGAR PESSOALMENTE ‘IN LOCO’ A OPERAÇÃO POLICIAL QUE RESULTOU EM MAIS DE CEM MORTES.

    E O ALCAIDE LOCAL DEVE SABER AGORA NAS MÃOS EXATAMENTE DE QUEM ESTÁ.

  2. O timing do julgamento do alcaide Cláudio Castro

    A ministra Isabel Gallotti, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), votou nesta terça-feira, 4, pela cassação do mandato do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL).

    A magistrada é a relatora dos recursos apresentados pelo Ministério Público Eleitoral contra a chapa do governador.

    Castro, o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, e outras dez pessoas são acusados de criar cerca de 27 mil cargos comissionados irregulares na Fundação Ceperj, que teriam sido usados para empregar cabos eleitorais e fortalecer a campanha de reeleição do governador em 2022.

    Após o voto de Isabel, o ministro Antonio Carlos Ferreira pediu vista, e o julgamento foi suspenso por 30 dias.

    Segundo a ministra relatora, as provas demonstraram que Castro e aliados políticos utilizaram a máquina pública em benefício eleitoral.

    Isabel Gallotti classificou as irregularidades como “graves” e destacou que as práticas foram reconhecidas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ), ainda que a Corte tenha absolvido o governador em primeira instância.

    Fonte; O Antagonista, 05.11.2025 Por Redação

    • O governador do Rio gastou R$ 500 milhões com 18 mil ‘contratados’ para se reeleger

      Juíza propôs ao TSE cassar mandato do governador, do vice e do presidente da Alerj por manipulação e desvios na eleição de 2022 no Estado do Rio

      Não foram atos isolados ou improvisados, foi uma estratégia planejada para influenciar a eleição de 2022 no Estado do Rio, comentou a juíza Isabel Gallotti, do TSE.

      No período, o governo Claudio Castro manteve uma folha de pagamento paralela com cerca de 18 mil nomes de pessoas aparentemente contratadas de forma temporária por uma fundação para estudo de políticas públicas (Ceperj) e pela universidade estadual (Uerj).

      Custou caro aos cofres fluminenses: mais de R$ 500 milhões apenas no primeiro semestre de 2022, de acordo com amostra documental anexada ao processo.

      (…)

      Fonte: Revista Veja, Política, 5 nov 2025, 08h00 Por José Casado

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