
“Nunca pensei em me eternizar na política”, diz Pacheco
Duda Cambraia
CNN
O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) afirmou nesta quarta-feira (19) que mantém a intenção de encerrar a carreira política ao fim de seu mandato no Senado, em 2026. “Eu nunca pensei em me eternizar na política. Há, inclusive, muitos pronunciamentos meus quando eu entrei e deixei a advocacia que eu tinha uma data de entrada e também uma data de saída da política”, afirmou Pacheco a jornalistas.
A fala ocorreu após encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no qual o petista indicou que vai anunciar em breve o nome escolhido para a vaga aberta no STF (Supremo Tribunal Federal), descartando o mineiro para o posto deixado por Luís Roberto Barroso.
CONVERSA AMISTOSA – “O presidente disse que tinha tomado uma decisão, que seria anunciada em breve e desejava a minha candidatura ao governo do estado”, contou Pacheco. Segundo o senador, a conversa de segunda-feira (17) com Lula foi “amistosa, franca e muito esclarecedora”, e incluiu tanto a discussão sobre a sucessão no STF quanto a definição de futuro de Pacheco.
Sobre o desejo de Lula de vê-lo candidato ao governo de Minas Gerais, o senador disse que essa possibilidade não está no horizonte neste momento. “Há uma reflexão já de bastante tempo sobre o encerramento da vida pública”, afirmou. “Principalmente após a saída da presidência do Senado, eu vinha amadurecendo a ideia de concluir a minha trajetória ao final do mandato.”
Apesar da sinalização de encerrar a vida pública, Pacheco ponderou que a decisão definitiva ainda não foi tomada. Ele quer ouvir aliados mineiros e colegas de partido antes de formalizar qualquer caminho.
NEGOCIAÇÃO – “Uma decisão definitiva, até por respeito e deferência, tem que ser tomada com alguns companheiros meus que sempre estiveram ao meu lado, que são deputados federais, deputados estaduais, prefeitos e vereadores. A gente precisa conversar para poder ter esse alinhamento para que fique tudo bastante esclarecido e sem nenhum tipo de aresta”, disse. Por outro lado, Pacheco declarou que não tratou com Lula na reunião de segunda sobre um “plano B” ao governo de Minas Gerais: “Não dialogamos sobre isso”.
Pacheco também afirmou que Lula entende a vontade do senador em encerrar a vida pública e que mantêm relação de respeito mútuo: “Gosto do presidente Lula, sei que ele gosta muito de mim”, ressaltou. O senador disse que permanecerá no Congresso “ajudando nas pautas do Brasil” pelos próximos 14 meses que lhe restam de mandato.
DEFINIÇÃO – A expectativa agora é pela definição de Lula sobre o nome para a vaga de Luís Roberto Barroso no STF. Após a indicação do presidente, o nome escolhido será sabatinado na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado e, na sequência, deverá ser chancelado pelo plenário da Casa.
Questionado se atuaria para reduzir resistências no Senado ao advogado-geral da União, Jorge Messias, cotado para a vaga no Supremo, Pacheco evitou se comprometer: “Vamos aguardar a indicação. A partir dela, fazemos a avaliação.”
INCÊNDIO NO FINAL DA FLOP30 EXPÕE EXTERNAMENTE A INOPERÂNCIA APRESENTADA PELO GOVERNO BARBA DESDE O INÍCIO DA CONFERÊNCIA.
E daí ? Há outras coisas a serem apreciadas: carimbó, tacacá, esgotos a céu aberto, um calor do cão …
Aumenta descrédito de Barba externamente
Como não deu certo a tentativa de fazer da FLOP30 um caça-níquel internacional, o Barba e a Serenguét se lançam agora na ‘estratégia’ do “Mapa do Caminho” (que também já teria empacado), esperando remediar o fracasso da ‘passagem de chapéu’ em nível planetário.
Depois do incêncio, porém, é preciso checar para ver o que é que sobra.
“Davi Alcolumbre promete que Lula pagará caro pela ingratidão.”
Só quem sente a ripada é o dono da cacunda.