/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2025/H/l/FHSGErQoa6JkbCI3uGAQ/54950474041-841f67578e-c.jpg)
Tarcísio assume o vácuo político deixado por Bolsonaro
Luísa Marzullo
O Globo
Desde a prisão e o trânsito em julgado de Jair Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), passou a atuar com mais intensidade pela anistia aos envolvidos em todos os atos que culminaram no 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente. A movimentação, no entanto, vem sendo conduzida com cautela.
No entorno do governador, a avaliação é que qualquer avanço fora do tom poderia ser interpretado pela família Bolsonaro como tentativa de ocupar um espaço político que, mesmo em crise, segue reservado ao ex-mandatário. Interlocutores afirmam que, em conversas reservadas, Tarcísio tem repetido que sua atuação se apoia na ideia de lealdade e gratidão.
LIDERANÇA – Nos últimos dias, ele retomou ligações a parlamentares do Republicanos, entre eles o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Também buscou o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ). Segundo parlamentares, os diálogos foram objetivos. A percepção é que o governador tenta destravar a pauta, mas evita a impressão de liderança sobre o tema.
Em paralelo, Tarcísio prestou solidariedade e manteve contato com a família Bolsonaro. Falou com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, além de ter pedido autorização para visitar o ex-presidente na sede da Polícia Federal.
Aliados do ex-mandatário afirmam que o gesto buscou evitar ruídos num momento considerado especialmente sensível. Caso fosse liberado para estar com Bolsonaro, viajaria a Brasília e continuaria as articulações pela anistia presencialmente. Procurado, o governador não se manifestou.
ALTERNATIVA – O périplo de Tarcísio também incluiu conversas com ministros do Supremo Tribunal Federal para avaliar alternativas que pudessem aliviar a situação jurídica do ex-presidente, inclusive a possibilidade de retorno à prisão domiciliar. O ambiente na Corte, porém, permanece pouco receptivo após a tentativa de rompimento da tornozeleira eletrônica.
Em público, o governador buscou reforçar que o apoio à anistia não se confunde com qualquer ambição eleitoral. “Vou trabalhar para que a anistia seja pautada, para que possa ser aprovada. Não estou preocupado com o desgaste. Eu falo com frequência com o Flávio Bolsonaro, e ele sabe que pode contar comigo”, afirmou.
Tarcísio também afastou a leitura de que a prisão do ex-presidente reorganiza automaticamente a sucessão presidencial: “A prisão do Bolsonaro não muda nada. Não tenho ansiedade. Pode ser janeiro, fevereiro ou março. Vai dar tempo. A gente precisa construir um projeto vitorioso”.
PREFERÊNCIA – Apesar de negar pressa, seu nome ganhou tração no debate sobre 2026. No centrão, a avaliação é que Tarcísio consegue circular entre grupos que não dialogam entre si e, por isso, passou a ser visto como o nome mais competitivo.
Políticos influentes do campo conservador passaram a verbalizar a hipótese de ele ser o candidato nas eleições do ano que vem. O senador Ciro Nogueira afirmou ao O Globo:”Aposto que Tarcísio será candidato”. Até mesmo o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que acumulou atritos recentes com o governador, admitiu em entrevista ao UOL que pode apoiá-lo.
A movimentação dele é acompanhada por outros nomes do núcleo mais duro do bolsonarismo, que veem com bons olhos a postura respeitosa de Tarcísio, embora cobrem um tom mais contundente diante da prisão do ex-presidente.
REAÇÃO TÍMIDA – “Ele tem respeitado completamente o espaço político. Em momento nenhum se colocou ou se projetou como candidato, tem negado qualquer tipo de avanço. Existe um movimento orgânico em torno do nome dele. Só acho que é tímida demais a reação do Tarcísio. Ele não fala da perseguição”, disse o vereador Adrilles Jorge (PL-SP).
A deputada Rosana Valle (PL-SP) pondera que o fortalecimento do governador não elimina o papel central da família Bolsonaro nas decisões sobre 2026. “O Tarcísio é hoje uma das principais lideranças do nosso campo, mas ainda é cedo para falar em “nome natural”. Esse debate passa necessariamente pelo ex-presidente, pela família e pelos partidos da direita”, afirmou.
Para Juliana Fratini, doutora em Ciências Políticas pela PUC-SP, a forma como Tarcísio tem se movimentado segue uma lógica típica de transição de liderança, mas com limites claros. Ela avalia que o governador tem mais musculatura institucional que outros nomes da direita e capacidade de dialogar com diferentes frentes, ao mesmo tempo em que depende do espólio bolsonarista para avançar. “Ele sabe que não pode romper com o bolsonarismo, porque foi criado politicamente ali e ainda precisa desse eleitorado”, disse Fratini.
ROTINA – Apesar das especulações, aliados afirmam que Tarcísio mantém uma rotina de contenção para evitar interpretações de antecipação eleitoral. Eventos que poderiam sugerir pré-campanha estão sendo evitados por enquanto. O governador tem optado por encontros com o empresariado paulista e eventos institucionais, que já faziam parte de sua agenda tradicional antes da prisão de Bolsonaro.
Oficialmente, ele mantém a intenção de buscar a reeleição em São Paulo, mas, no Palácio dos Bandeirantes, a avaliação é de que o cenário político ainda pode mudar. Um integrante do governo paulista resume o clima dizendo que a política funciona como uma “montanha-russa”, sinalizando que uma candidatura não está descartada.
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Se a família Bolsonaro tiver um mínimo de juízo, apoiará Tarcísio. Se preferirem algum candidato da família, Lula pode contar com mais um mandato, a ser exercido por seu vice, um cargo que será disputado pelos petistas que fazem o diabo para se eleger, segundo dona Dilma. (C.N.)
Tarcisio, para imitar
Bukele, em:
https://www.facebook.com/share/r/1Zst8bt28t/
https://www.migalhas.com.br/quentes/445830/financial-times-elenca-moraes-na-lista-de-herois-do-ano
Compartilhar
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, foi incluído pelo Financial Times entre as 25 personalidades mais influentes do ano, segundo ranking divulgado nesta sexta-feira, 5. Ele é o único brasileiro na lista de 2025 e figura na categoria “Heróis”, grupo que reúne outras seis figuras reconhecidas por sua atuação pública.
O texto dedicado ao ministro, assinado pela historiadora e antropóloga Lilia Moritz Schwarcz, afirma que Moraes se tornou “um símbolo de democracia e Justiça no Brasil” em um contexto global em que cortes supremas enfrentam pressões de governos autocráticos e de lideranças populistas.
Destaca, ainda, sua atuação diante dos eventos de 8 de janeiro, apontando que o episódio resultou na responsabilização criminal do ex-presidente Jair Bolsonaro e de militares de alta patente, em julgamento público transmitido nacionalmente.
Ministro Alexandre de Moraes.(Imagem: Bruno Peres/Agência Brasil)
A publicação observa, contudo, que a crescente centralidade das decisões do ministro, somada ao uso de instrumentos jurídicos excepcionais, coloca em evidência uma “tensão entre firmeza e excesso”. O jornal ressalta que, em democracias, mesmo quando exercido para preservar instituições, o poder deve estar sujeito a contrapesos
Epa! Vimos que você copiou o texto. Sem problemas, desde que cite o link: https://www.migalhas.com.br/quentes/445830/financial-times-elenca-moraes-na-lista-de-herois-do-ano
“A movimentação (de Tarcínico), no entanto, vem sendo conduzida com cautela.” Ou seja, ‘corre para não chegar’.
Na verdade, Tarcínico, Boy de Mogi e uma legião de supostos aliados, incluindo Micheque, se regozijam com a condição do ex-mito preso e inelegível.
QUEM SABE, EM 2026, O STF LIBERA AS CANDIDATURAS AVULSAS, PROIBIDAS PELA DITADURA PARTIDÁRIA ARVORADA EM DONA DO MONOPÓLIO ELEITORAL, PARA QUE TENHAMOS PELO MENOS UM PRESIDENCIÁVEL ANTISSISTEMA, DE VERDADE, NA CENA ELEITORAL, com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, para fazer o contraponto a tudo isso que aí está há 136 anos, e que venha ao encontro das aspirações das abstenções e dos votos em branco e nulos enquanto expressão firme, forte e fiel dos indignados de Junho de 2013, divorciados do continuísmo da mesmice dos me$mo$, em que pese a proibição da ditadura partidária no sentido da inovação evolutiva. ENFIM, quanto mais presidenciáveis, com autoridade moral, consistentes, sem censura, sem proibições, sem cancelamentos e sem exclusões, principalmente de ideias inovadoras, melhor para o debate político e democrático do país , melhor para a evolução da abertura democrática e da busca da verdade em prol da solução do país, da política, da vida e da convivência pacífica do conjunto da população. “LOUCURA, LOUCURA, LOUCURA…”. O slogan é bom, aliás, mais que um slogan, é a constatação de uma triste e infeliz realidade. O problema é como resolver o hospício de modo a torná-lo bom para todos e todas. E cadê humildade para ele procurar, pedir e aceitar a orientação de um Estadista nato, inédito, desvinculado de tudo isso que aí está, no Brasil, há 136 anos, em que pese ter se envolvido e se vinculado com Zelensky e a Ucrânia, emocionalmente, sem ajudar em nada tanto um como a outra mas prejudicando a si mesmo e a sua pré-candidatura, anterior ao fenômeno Zelensky que levou a Ucrânia e seu povo à ruína total, tipo prato cheio para os adversários ? Por ora, o ideal é que todos os e as presidenciáveis, sem exclusões, entendem e tenham consciência de que, no caso do Brasil, não há como resolvê-lo no varejo, nos municípios, aonde pipoca a problemática nacional, sem resolvê-lo antes no atacado, em Brasília, que não pode mais continuar sendo uma espécie de “Ilha da Fantasia”, sedutora, tipo sumidouro do dinheiro público, insustentável, armada pela plutocracia putrefata com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, made in USA, copiada no Brasil, há 136 anos, mal e porcamente, pelo militarismo e o partidarismo politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, fantasiada de democracia apenas para locupletar espertos e ludibriar a crédula e tola freguesia da dita-cuja, na real, vítima, refém, súdita e escrava dos me$mo$…, cuja solução, via evolução, a mais civilizada, mais inteligente e mais eficaz possível implica na rendição pacífica do modelo de congresso que aí está, com prazo de validade vencido há muito tempo, completamente démodé, daí a necessidade da rendição em prol da mega solução com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação que mostra urbe et orbe o novo caminho para o possível novo Brasil de verdade… , com Democracia Direta, Meritocracia e Deus na Causa…, em sendo esta a única saída honrada e honrosa para o congresso face aos seus 136 anos de culpa no cartório da história da república do militarismo e do partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, cujo continuísmo, sem sã consciência, sem a ingestão de toneladas de Rivotril e similares ninguém aguenta mais, sobretudo porque sem mega solução, via evolução, todos brigam e ninguém tem razão… https://www.tribunadainternet.com.br/2025/11/29/piada-do-ano-com-criticas-aos-politicos-huck-admite-que-pode-disputar-a-presidencia/?fbclid=IwY2xjawOcZOdleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEe4Y95I52Icrd8tDrmHlyAGsveNR6eE7VczPx87AbRQbdHjXJR7mOG6lC91RA_aem_ZuTU4lIcG3kbiaSabbJbWA#comments
Metrópoles está dando que Bolsonaro escolheu seu filho Flavio como candidato. Se for verdade Lula 4 vem aí .
Eis que Baba Vanga (famosa vidente búlgara) retorna.
PT vê Congresso capturado pela extrema direita e aponta Tarcísio como líder do projeto privatista
Como ensinou Dª Lidu, “A mentira voa, e a verdade engatinha“. Está na hora de se construir narrativas contra qualquer um que surja como rival do ladrão, corrupto e cachaceiro.
Tarcínico de Freitas é o pior candidato. Não tolera servidor público. Está privatizando tudo em São Paulo. Tenho notícias de Sampa, que a CEDAE de lá privatizada, a tal da SABESP vendida a preço de banana, aumentou absurdamente as tarifas e de lambuja tem faltado água na capital e vão iniciar uma espécie de revezamento no abastecimento de água. Dia sim na Zona Leste dia não na Zona Sul. Tá uma “Zona” de água na torneira.
E quanto aos professores, estão sendo substituídos nas escolas por gestores privados. Sem falar nas escolas cívico militares para ensinar ordem unida aos alunos e somente duas matérias: Português e Matemática.
É a escravidão de volta com Tarcísio.
Aqui no Rio de Janeiro, o Eduardo Paes, que odeia servidor público, tem privatizados hospitais públicos. O primeiro foi o Souza Aguiar, no Centro, a maior emergência da América Latina nas mãos privadas.
Do jeito que a coisa anda na Direita, tendo a marchar ombro a ombro com Bolsonaro, que indicou o filho senador, Flávio Bolsonaro como seu herdeiro político para se candidatar a presidência.
Radical por radical, Flávio é menos radical. Tarcísio nunca mais.
Antes de tudo sugiro, A Revolta de Atlas, obra da Ayn Reid.
Tarcísio sendo lançado agora vira Judas de Quaresma e escabelo das falanges das legiões de eunucos do Rei Xerxes, falanges acostumadas e coniventes com todo tipo de ladroagem e pilantragem.
O farisaísmo doentio cria essa espécie de ovelhas desfrutáveis.
Flavio lançado agora cai no mesmo caldeirão de antropófagos e corredor polonês armado pelas falanges dos caçadores de cabeças.
O Fu-Manchu de nove dedos libera suas hostes para a caçada aos infiéis.