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Lula é o maior beneficiário do efeito Magnitsky
Felipe Bailez
Luis Fakhouri
Folha
Faltando duas semanas para fechar o ano, Lula recebe um presente dos Estados Unidos e chegará fortalecido para o início da disputa eleitoral em 2026. Nos mais de 100 mil grupos públicos de WhatsApp e Telegram monitorados em tempo real pela Palver, as questões geopolíticas dominaram as discussões ao longo da última semana, tendo como resultado um saldo positivo ao presidente.
A Lei Magnitsky foi o eixo central dos debates. Enquanto a sanção contra Alexandre de Moraes e sua esposa era tratada como um trunfo para a direita, a conversa seguia uma linha narrativa consistente e dominante: Washington como alavanca, o STF como alvo e a direita como beneficiária.
CETICISMO – Mas, depois que os Estados Unidos derrubaram a sanção na última sexta-feira (12), a interpretação mudou. Entre as mensagens que tomaram posição sobre o que a Magnitsky “significava” dali em diante, 50% migraram para um ceticismo explícito, com argumentos em prol da soberania nacional e a ideia de que não existe “atalho estrangeiro” para resolver o Brasil.
Essa ruptura aparece também na forma como Donald Trump foi reavaliado. A retirada da sanção acionou um gatilho emocional negativo para a direita, que é a sensação de recuo. Entre as mensagens que avaliaram a decisão, 66% criticaram Trump, com enquadramentos de fraqueza, imprevisibilidade ou desistência, e 34% defenderam a medida como parte de um cálculo legítimo de interesses americanos. A frustração levou uma parcela da direita a comparar Trump com Reagan, reforçando a falta de coragem.
Ao mesmo tempo, a relação Trump-Lula foi lida com menos romantismo. Quando ambos aparecem juntos nas conversas, a disputa é entre duas narrativas: negociação pragmática e conflito econômico. Entre os que escolheram um desses caminhos, 59% enxergaram a relação pela lente de pressão e atrito, como tarifas, chantagem e custo para o Brasil, enquanto 41% destacaram aproximação e negociação direta, com sinais de recalibração e conversa “por cima” dos intermediários.
REFLEXO – O efeito doméstico mais visível dessa virada foi a cisão dentro da direita. A estratégia internacional de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, que vinha alimentando esperanças de uma interferência estrangeira, passou a ser criticada, provocando divisões internas. Antes da queda da Magnitsky, considerando as mensagens da última semana, entre os bolsonaristas que opinaram sobre Eduardo/Paulo, 52% eram de apoio e 48% de crítica. Depois da retirada das sanções, as críticas chegam a quase 60%. É nesse terreno que a ironia “camisa 10 do Lula” ganha tração.
Entre as mensagens que avaliaram o impacto da reviravolta sobre o presidente, 95% afirmaram que Lula saiu fortalecido e 5% sugeriram enfraquecimento. O argumento é que a ofensiva externa de Eduardo apenas serviu para produzir ganhos políticos a Lula, seja como beneficiário do discurso de soberania, ou da retomada do canal direto com Trump.
PL DA DOSIMETRIA – Além da pauta externa, a aprovação, pela Câmara dos Deputados, da PL da Dosimetria abriu espaço para a esquerda se reorganizar. Nas mensagens dos últimos 7 dias, entre os que tomaram lado, 77% se posicionaram contra a anistia e 23% a favor, sinalizando que a esquerda conseguiu mais coesão. É importante destacar que uma parcela da direita também foi contra a medida, pois enxergou como insuficiente, apontando que teria sido a sinalização que Trump precisava para revogar as sanções de Moraes.
Nesse contexto, Lula chega ao ano eleitoral com vantagem sobre os adversários. A Lei Magnitsky, que havia servido como esperança e promessa de virada, trouxe o ônus do conflito para dentro da direita e serviu apenas para expor quem perdeu, quem ganhou e quem precisa, rapidamente, reconstruir uma narrativa diante do novo cenário.
No acordo, a perda será
financeira e como a carne e fraca, vai dar chabú!
Não obstante tudo, a CPI do crime organizado dando conta de constatar o estado de criminalidade instalado no país, segue consolidado no Brasil, na seara política, o sentimento nacional de que trocar o lulismo pelo bolsonarismo, ou seus puxadinhos, tipo 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª… vias dos me$mo$, é a mesma coisa que trocar o nada por coisa nenhuma, em termos de mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas que o país, a política, a vida e a convivência pacífica do conjunto da população tanto necessitam há muito tempo, digamos desde antes do advento da famigerada ditadura militar e seus sucessores, ante a constatação do fracasso da república do militarismo e do partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, apaixonados e instigados pela famigerada plutocracia putrefata com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, a ditadura do dinheiro, um negócio bilionário, bom para ele$ mas péssimo para o sucesso pleno do bem comum do conjunto da população, made in USA, copiada mal e porcamente pela dita-cuja há 136 anos, fantasiada de democracia apenas para locupletar espertos ( loucos por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, que operam à moda todos os bônus para ele$ e o resto que se dane com os ônus…), e, por conseguinte, ludibriar a crédula, tola e indefesa freguesia, inocente útil, na real, vítima, refém, súdita e escrava da dita-cuja, confrontada há cerca de 40 anos pela Democracia Direta, com Meritocracia e Deus na Causa, no bojo da RPL-PNBC-DD-ME, que cada vez que é lembrada arrepia os cabelos até do fiofó dos me$mo$, porque representa a mega solução, via evolução, e, certamente, no mínimo, cerca de 50% do conjunto da população do Brasil, representada nas urnas pelas abstenções e pelos votos em branco e nulos, que representam as rejeições em torno de 50% face ao lulismo, ao bolsonarismo e seus puxadinhos, motivo face aos quais tem sido mantida pela ditadura partidária, dona do monopólio eleitoral. fora da zona eleitoral, das eleições, da imprensa partidária falada, escrita e televisionada e das pesquisas alienantes encomendadas pelos me$mo$ a serviço da conservação do conjunto da obra, tipo tentáculos usados pelos me$mo$, cheios de truques, armações, esquemas e pegadinhas, à moda lavagem cerebral, repetidas à exaustão, intempestivamente, não obstante os gritos das ruas de Junho de 2013 ainda ecoando nos ouvidos de todos e todas, à moda ” sem partidos, sem violência, sem corrupção, sem golpes, sem ditaduras, sem estelionatos eleitorais, basta, chega dos me$mo$, vocês não nos representam”. https://www.tribunadainternet.com.br/2025/12/16/pesquisa-quaest-mostra-lula-10-pontos-a-frente-de-flavio-bolsonaro-e-tarcisio-em-2026/?fbclid=IwY2xjawOvh-BleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEehS1Z-5B3lhDFPbsQDeB2JQ2lL88TNT_Eb7sUYMb3DHP93aQPiZsV6gP5ymA_aem_DTZ7D_T25aUaeHpLBPuRcQ#comments
Vídeos mostram juiz do Paraná que atuou na Lava Jato furtando garrafas de champanhe
Eduardo Appio atuava como juiz federal na 18ª Vara de Curitiba, mas foi suspenso do cargo e se tornou alvo de um processo administrativo disciplinar. Appio diz que vídeo é fraudulento e que sofre perseguições.
https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2025/12/15/videos-mostram-juiz-do-parana-furto-garrafas-de-champanhe.ghtml
Correção: juiz anti- Lava Jato!
Os assassinos da Lava Jato, muito bem patrocinados, tentam associar qualquer bandidagem à finada operação.
Trabalho de desMoralização.
Assassinando reputações de procedimentos investigativos e de instituições.