O tabuleiro eleitoral de 2026, com o peso da cassação de Eduardo Bolsonaro

8 thoughts on “O tabuleiro eleitoral de 2026, com o peso da cassação de Eduardo Bolsonaro

  1. Trocando em miúdos:
    Do panorama apresentado o bolsonarismo está no bico do corvo e o lulismo entra na reta final, veloz e furioso atropelando até o juiz da corrida detonando definitivamente os terroristas golpistas.
    Só me resta o pranto copioso em algum beco dos aflitos.
    Será assim Seu Pedro do Coutto com dois tes?

  2. “Passadas mais de quatro décadas desde a Guerra das Malvinas, o continente sul-americano volta a ser assombrado pela presença militar de uma potência extrarregional. Os limites do direito internacional estão sendo testados. Uma intervenção armada na Venezuela seria uma catástrofe humanitária para o hemisfério e um precedente perigoso para o mundo”

    Lula provando que, apesar do analfabetismo funcional, aprendeu a ler discursos vazios.

    Precedente perigoso para o mundo?

    E Clinton Epstein?

    Até Michael, minha gente🤦

    E os Bushos, Pais e Filhos, inclusive na mentira deslavada das armas nucleares inexistentes (químicas sim, mas atômicas jamais!)?

    Tragédia e perigo é um país enorme e riquíssimo SEM DEFESA.

    Com FORÇAS DESARMADAS E SUCATEADAS.

    A tática de Trump parece ser: “deixe ele pensar que está por cima da carne seca”.

    A frase imbecil (porque não correspondeu a investimentos e a atitudes concretas) dita por Bolsonaro a Biden é a mais pura verdade do mundo real:

    “Quando a saliva acaba, tem que ter pólvora”

    Tática, treinamento, modernização.

    Armamento de ponta.

    Armas nucleares também.

    Malditos e estúpidos acordos que nos tornam uma potência rica, relapsa e indefesa.

  3. Bananeira que já deu cacho

    Dudu Bananinha conseguiu (nesse tempo) seus 15 dias de fama. Agora, cassado, viu cumprir-se seu temor de que a Casa Branca o abandonaria depois da carta ameaçadora (e vã) de Trump a Lula.

    Daqui para a frente seu caminho será íngreme e debaixo de chuvas, com poucas companhias.

    O Globo, Opinião, 21/12/2025 03h30 Por Elio Gaspari

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