
Ilustração do arquivo do Google
Andréia Sadi
G1
Investigadores ouvidos nos últimos dias são taxativos: a situação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, é vista como insustentável e tende a se agravar.
Relator do caso Master na Corte desde dezembro, quando tomou a decisão de puxar para o Supremo as investigações de supostas fraudes financeiras do banco de Daniel Vorcaro, Toffoli tem causado estranheza por decisões do caso. Como, por exemplo, quando determinou que o material apreendido na 2ª fase da Operação Compliance Zero fosse enviado para o STF e não para a Polícia Federal (PF).
RESORT TAYAYÁ – Além disso, na última semana, foi revelado que fundos ligados ao Master compraram a participação de irmãos do ministro no Resort Tayayá, na cidade de Ribeirão Claro (PR). A transação foi divulgada pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e confirmada pela TV Globo.
Não há, portanto, na avaliação dos investigadores, um ponto de virada que encerre a crise — apenas uma sucessão de desdobramentos que independem, inclusive, das decisões do próprio Toffoli.
O motivo é estrutural, explicam investigadores. Há frentes da investigação que não estão sob o comando do ministro nem concentradas no Supremo. Em São Paulo, por exemplo, apurações envolvendo fundos e estruturas financeiras seguem em curso e podem gerar novos fatos a qualquer momento. Mesmo que Toffoli tente “organizar” o caso no STF, o desgaste pode vir por fora.
RISCO – Esse diagnóstico já foi levado diretamente à maioria dos ministros da Corte. Investigadores alertaram que o caso tem potencial para “arrastar o tribunal para a lama”, transformando um problema individual em risco institucional. Ministros estão cientes da gravidade do quadro.
Dentro do Supremo, a leitura é dura, mas pragmática. Há quem concorde que a situação é complexa demais para que o ministro permaneça à frente do caso e defendem uma saída para baixo, ou seja, que o caso desça para a primeira instância. Essa saída é vista como o “feijão com arroz” jurídico: não cria tese nova, é defensável tecnicamente, tira Toffoli do centro do caso e reduz a pressão direta sobre o STF. Não é uma saída honrosa. É apenas a menos traumática para a Corte.
Essa é considerada a alternativa possível justamente porque a outra — Toffoli simplesmente deixar o caso — não é vista como factível. Ministros não acreditam que ele aceitaria se afastar voluntariamente da condução. Ao mesmo tempo, há uma queixa interna: não houve uma tentativa real de convencimento institucional. Faltou uma conversa direta, coordenada, que buscasse construir essa saída antes que a crise ganhasse dinâmica própria.
LINHA DE TIRO – O resultado é que a crise colocou o Supremo como tema político antecipadamente. Nos bastidores, a avaliação é que o STF foi colocado “na linha de tiro da campanha”. O tribunal deixou de ser apenas um alvo da extrema-direita e passou a entrar no radar eleitoral de forma mais ampla, transformando-se em tema de disputa num momento de alta sensibilidade institucional.
O impasse central permanece: na avaliação de uma ala da Corte, a decisão está nas mãos do próprio Toffoli. Manter o caso no Supremo concentra o desgaste nele e amplia o risco de o tribunal ser visto como juiz em causa própria. Com novos fatos podendo surgir fora do alcance do relator, a contenção pode se tornar inviável.
A leitura interna é que esticar a corda agrava a situação do tribunal e empurra o STF para o centro de uma crise política permanente. A crise de Toffoli, dizem investigadores e ministros, não tem prazo para acabar. Tem apenas a chance — ainda aberta — de ser contida antes de contaminar toda a Corte.
Como dizemos em Minas: NÓÓÓ!!!
“…alvo da extrema-direita…”
Essa idiota nem sabe do que fala. É daqueles “jornalistas” que só falam/escrevem o que mandam ou o que deixam.
A militonta tem que falar extrema-direita por causa do PIX Mensal..
E como está chegando dia 30, não pode vacilar
O Pai da Mentira, Bebum de Rosemary cobra as pautas da Redação da Red Goebbells….
Ao que tudo indica, as luzes cortesãs da ribalta política vacilam e perdem brilho após a curta temporada de heroísmo pomposo que proclamou a salvação da democracia.
Superado o momento de exaltação, o palco volta a expor seus trastes, menos iluminados, mais prosaicos e ainda profundamente carentes de aplauso.
Todos juntos e misturados…..
Vou de a pé de São Paulo, saindo da Praça da Sé até Pequim no Pais do Xing Pinga…como o Ladrão está atolado até o pescoço….
Para 4a. Série.: Estudo e Análise
Por que a prisão do banqueiro André Esteves assusta o governo e o PT
A prisão do dono do BTG Pactual, considerado um gênio das finanças, traz à tona negócios obscuros fechados nos governos Lula e Dilma
https://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/12/por-que-prisao-do-banqueiro-andre-esteves-assusta-o-governo-e-o-pt.html
O ex-Sinistro da Injustiça e ex-AdEvogado do Sindicato do Crime afunda o desgoverno corrupto do Bebum de Rosemary.
Ricaço LevandoWisky já está na categoria dos roedores insáciaveis…..
“…Escritório de Lewandowski recebeu R$ 5 milhões do Banco Master por serviços de consultoria
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Essa da mulher de Haddad é de lascar. O casal tem hoje seis fontes de renda de recursos públicos. Ana Estela é professora da USP, trabalha no ministério da Saúde e é conselheira da Dataprev. O maridão é ministro, professor da USP e atua no Conselho de Itaipu, cuja remuneração é sigilosa, mas sabe-se que está por volta de R$ 34 mil mensais, para nada fazer. Além, disso, Haddad tem cartão corporativo sem limite. Também são conselheiros de Itaipu os ministros Alexandre Silveira (Minas e Energia), Rui Costa (Casa Civil), Mauro Vieira (Relações Exteriores), Esther Dweck (Gestão e Inovação). Como se vê, os petistas são roedores insaciáveis, especializados em consumir verbas públicas. (C.N.)